"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O chuveirinho


autor: Sibila Markis
publicado em: 22/02/15
categoria: virgindade
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Ai! como foi marcante a minha primeira gozada, inteiramente solo e secreta!!

i-n-e-s-q-u-e-c-í-v-e-l, te conto...

Só pra lembrar sou uma potranca!!... e me tornei um mulherão assim, de repente mesmo, novinha , já estava no jeito, todas as curvas prontas, mesmo ainda sendo uma moleca.

Era uma menina no início da puberdade, acabado de passar pela menarca... “BL” (boca linda)... um apelido que os meninos me deram na escola, era meu sexapil aflorando e eu ‘causava’ entre os colegas...

Era assanhada, gostava dos papos e brincadeiras com os garotos, amava estar rodeada por eles, era bajulada, adorava um pique esconde, pra me esconder com aquele menino lindo que todas as meninas de minha idade eram encantadas, na espera de meu primeiro beijo ou de algo mais, sei lá, nem sabia exatamente que atitude esperar de um menino, mas a verdade é que esperava sempre alguma coisa e essa coisa que nunca acontecia.

Nem dando indicações que desejava algo, minhas atitudes estavam para além dos interesses ingênuos dos meninos, não havia um que entendesse os sinais que declarava escancaradamente que estava interessada num toque, num abraço ou um beijo...

Meu propósito naquele momento era mesmo sentir o corpo de um menino colado no meu dando uns beijos e uns agarros...

Mas a aventura que estava prestes a vivenciar era comigo mesma, só eu.

Essa volúpia estava estampada na minha carinha de sapeca e no meu corpo todo, queria ser provocante e gostava de usar saia curta, micro shorts, blusas agarradas no corpo, maquiagens, afinal meu corpo já era como o de uma mulher feita, como coxas grossas, cintura essa, de tão fina, que não havia calça que não precisasse de ajustes, os peitinhos em pé, rijos, com mamilos rosados que além de marcar minhas blusas, saltavam em baixo delas, porque sultiã, nem pensar. Me recusava, eu percebia alguns olhares e adorava aquilo, era exibida.

Adorava me admirar frente ao espelho, fazia isso no meu banheiro, tinha um grande espelho atrás da porta que quando fechada, ficava exposto e diante dele e o espaço era perfeito pra realizar minhas performances pra lá de sensuais, e fazia aquilo como se tivesse alguém me observando e dançava, tirava a roupa, ia fazendo caras e bocas, me divertia...

Um dia, nos meus ensaios sensuais diários, uma coreografia diferente me surgiu...ao mesmo tempo que dançava, também me alisava toda, passando as mãos no meu corpo, achei bom esse toque das minhas mãos na minha pela macia e continuei, acariciei meus seios, e finalmente passei a mão na xereca...nossa!!...gostei, passei de novo, com a mão por fora mesmo, com ela fechadinha eu a apertei um pouco...caraca!! que isso!!?? bom demais aquilo... diferente, gostoso o toque ali,

Percebi algo inédito, ela latejou, senti um calafrio, minhas pernas bambearam um pouco e queria mais daquilo, queria saber o que estava acontecendo comigo, que sensação tão fantástica era aquela??!!

E pra matar a curiosidade, quis olhar e escorando num banquinho que ficava no box e colocado no chão, o espelho ficou bem próximo do vaso onde me sentei para ter uma visão perfeita.

Ela tinha poucos pelos pubianos, era rosada, pequena, e pela primeira vez eu a tocava... que delícia!! Me ver toda arreganhada frente ao espelho, com a minha xoxota toda exposta, depois de abri-la com meus dedos. Aquela visão realmente mexeu comigo.

Estava extasiada com aquele tesão e não tinha noção do que sentira, resolvi abrir o chuveiro e entrar na água morna, o tesão ainda continuava, não passava, ela insistia em latejar, iniciei meu banho como de costume, me ensaboei, gostava de brincar com o chuveirinho no banho, como estava muito excitada a brincadeira nova foi usar a ducha, aproximei a saída d’água nos mamilos dos meus seios, esse contato com a água da duchinha era bem gostoso, o próximo passo foi usar o esguicho d’água na minha prexeca que estava no ponto, piscando.

Pensei como ia fazer isso, de maneira confortável, então olhei para o vaso, próximo a porta do box, vi que estava ao alcance da mangueirinha, sentei logo e com as pernas bem abertas, com uma das mãos abri minha prexeca e com a outra, apertei a ponta da mangueirinha, já sem o chuveirinho, formando um jato de água ideal, com intensidade e pressão perfeitos, direcionei esse jato de água no grelo por alguns minutos, olhando para a água jorrando no grelo tão delicado pude ver e sentir simplesmente o que mais de enlouquecedor e delirante poderia sentir.

Nesse momento minha respiração ficou mais ofegante, estremeci toda e o que me parecia inexplicável estava acontecendo e inesperadamente minha xoxota começou a pulsar em cadência, ela se contraia sequencialmente e eu nesse êxtase me contorcia, não resisti e gemi, gemi suavemente ao ritmo das piscadas alucinantes que minha vagina realizava sem o meu controle.

Ai meu deus, minha nossa!!! o que era aquilo??!!! Era demais, não podia aguentar de tão forte, e tão delicioso, perfeito, bom demais!

Era simplesmente a minha bucetinha gozando pela primeira vez Tinha acabado de aprender a gozar e de saber que eu era tesuda demais... foi tudo de bom, minha gozada com o chuveirinho, secreta e solitária no banheiro.

Depois disso queria tomar banho toda hora e toda hora levava um esculachada da minha mãe porque banheiro ficava meio que alagado. Foi o começo das descobertas das inúmeras formas prazer que meu corpo pode me proporcionar.

AH!!! Se tornou inesquecível porque faço do mesmo jeito até hoje. É de lavar a alma um orgasmo desses...





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