"Os mais excitantes contos eróticos"

 

74 - História de uma Escrava


autor: bernardo
publicado em: 20/04/17
categoria: hetero
leituras: 2799
ver notas


Joaquim é empresário agrícola no Paraná e a algum tempo atrás, um dos seus funcionários, gerente de uma fazenda, teve graves problemas financeiros, andou gastando demais com o que não devia e ficou na pior. Esse funcionário trabalhava para a sua família há muitos anos e era bastante serviçal. Antes de trabalhar na fazenda ele casou com uma prostituta na fronteira do Mato Grosso com o Paraguai.


Alguns anos depois de casados, sua esposa confessou-lhe que tinha tido uma filha que morava com uma avó, recentemente falecida e agora queria traze-la para junto de seu convivo. Não havendo outra solução o marido concordou, embora a contragosto.


Passaram-se os anos, Joaquim viu a menina crescer, sem nunca, jamais ter tido qualquer pretensão sexual em relação a ela, mesmo porque era uma garota muito tímida, não era bonita e nunca havia reparado se era gostosa ou não, pois sempre usou roupas muito largas, que sabia serem roupas doadas. Mas, enfim, a garota era muito estudiosa mas continuava tímida.


A história começa quando esse funcionário, comprou um carro e não conseguindo pagar, e para não perde-lo, o que lhe era muito útil na fazenda, pediu a Joaquim um empréstimo para poder saldar a dívida.


Como era norma, a empresa não adianta salários. Então ele pediu que Joaquim conseguisse um empréstimo bancário, pois não queria perder o carro. Joaquim disse, brincando, que para conseguir o dinheiro teria que dar como garantia a mulher, a filha, o cachorro, o papagaio, a escova de dentes e etc.


No dia seguinte, o empregado chegou para o patrão e disse que havia pensado bem, e que não poderia dar tudo aquilo como garantia, mas se ele quisesse financiá-lo ele lhe daria sua enteada, pois ele ficava muito tempo sozinho quando estava na fazenda, e a menina precisava tomar rumo na vida, que não era filha dele, mas a mãe concordava e etc...etc...


Joaquim quase teve um choque, pois jamais havia pensado em algo semelhante. Encerrou a conversa como se fosse brincadeira e foi para o seu escritório. Poucas horas depois, apareceu a esposa do funcionário, ele até pensou que era para limpar a casa, mas ela nem bem entrou e foi dizendo:


-Pensou na proposta do meu marido? Acho que é bom negócio para todo mundo.
Joaquim estranhou, pois nunca havia dado liberdade para tanto. Ela foi logo dizendo
- já está na hora da Adriane se tornar mulher, se não for com você, vai ser com qualquer peão aqui da fazenda. Então aproveita. Ela é virgem ainda e bem novinha.


Joaquim sentiu um pouco de revolta e pensou em demiti-los no momento. Mas deixou que ela falasse e isso durou quase uma hora de explicações óbvias dos motivos que a levavam a concordar com a situação. No final de toda a história ele ficou curioso. A situação começou a lhe interessar e ele ficou de lhe dar uma resposta e antes de sair ela pediu urgência, pois iam perder o carro.


No dia seguinte Joaquim estava com viajem marcada para São Paulo. Foi. Mas a coisa não saia da sua cabeça. Analisou todos os pontos, tipo família, chantagem futura, alguém descobrir. Enfim, pesou os prós e contras. Não estava ainda bem convencido, quando no outro dia, ainda em São Paulo, ligou para a fazenda, e após a conversa normal o empregado perguntou:


-E aí, vai ficar com a menina? Se você não quiser, nós vamos mandá-la para aquela zona na beira da estrada, porque não vou mais sustentar filha dos outros e preciso de dinheiro - sem pensar Joaquim respondeu:


- Fico com ela, volto amanhã, te levo o dinheiro. Mas a moça está de acordo com isso?- ao que ele respondeu:


-Não sabe de nada, a mãe dela vai avisar isso para ela esta noite.


Joaquim pensou consigo mesmo que tudo aquilo era uma loucura, mas a essa altura já estava excitado demais para voltar atrás. Precisava agora saber como agir. Saiu para jantar, e no retorno ao hotel procurando uma boa programação nos canais da Tv viu de relance o anúncio de um filme que iria ser exibindo naquele canal. Tratava-se do L’histoire D” O, clássico do sadomasoquismo, e resolveu assistir. Quando terminou o filme já sabia o que iria fazer.


No dia seguinte, já na sua cidade, ligou para o seu funcionário e disse-lhe para vir até ele na cidade que ele mesmo iria pagá-lo, não queria ir até a fazenda, por enquanto. Foram ele e a esposa, e depois de receber o dinheiro Joaquim perguntou da menina e a mãe disse que ela estava chorando muito, não aceitava, mas agora era tarde e a mãe disse:


-Acho que é a melhor coisa que podia ter acontecido para ela.


Propositalmente Joaquim demorou dois dias para ir até a fazenda. Seu pau já estava até dolorido de tanta tesão, mas lhe faltava ainda coragem. Chegou por volta das 16:00 horas, e antes de descer do carro o funcionário perguntou se ele já queria a “mercadoria”. Joaquim deu-lhe uma baita bronca, proibindo-o de falar daquela maneira, mas falou para mandar a moça lá pelas 19:00 horas até a casa principal. Enquanto isso ele foi fazer seu trabalho de inspeção rotineira. Procurou, procurou, mas não viu Adriane pela redondeza e perguntou para a mãe e ela disse que as 19:00 horas ela estaria pronta.


No horário determinado, mãe e filha entram no portão da sede, e Joaquim espiando, abrem a porta, e ele corre até a sala e vê sua futura escrava cabisbaixa, olhos denunciando o choro, vestida normalmente, apenas com os cabelos soltos, uma vez que sempre os prendia. A mãe disse:


- Ela está pronta para fazer o que você quiser - dito isso virou-se e foi para sua casa a menos de 20 metros dali. Nessa hora, mesmo sem nunca ter tido tesão por ela, Joaquim gozou nas calças.


Meio sem saber o que fazer, ele tentou conversar com ela:


- Adriane, sabe por que você está aqui?


- Siiim.....senhor eu sei.


-Sabe que agora além de minha puta você é minha escrava?


- Siiim....senhor – ela disse com os olhos arregalados.


- Sabe o que você vai ter que fazer?


- O queee ooo ssenhor mandar - disse gaguejando, para depois sair correndo porta afora, mais vermelha que pimentão - pronto ele disse, que belo negócio, a moça não vai ser minha, e o padastro já gastou o dinheiro, pensou ele, até se conformando com o desenrolar dos fatos.


Mas viu quando ela entrou na casa do padastro e logo após ouvi uma discussão forte, e menos de cinco minutos depois ouviu o portão se abrindo, dessa vez era o padastro que a segurava com uma das mãos e na outra tinha uma cinta dobrada. Abriu a porta e a jogou para um sofá, dizendo:


-Pronto, agora ela fica aí e se ela fugir novamente se o senhor não bater forte nela eu bato - e fechando a porta foi embora. Dava para ver, claramente a marca de um tapa forte em sua face.


Nesse momento Joaquim se lembrou do filme que havia assistido no quarto do hotel e pegando-a pelos cabelos, jogou-a no tapete e disse com voz autoritária:


- Adriane, agora você escolhe ou vai ser minha ou vai nesse instante para zona da beira da estrada, ser puta de peão e de motorista de caminhão. O que vai ser? - ainda choramingando ela disse:


- Sua puta.


- Só puta? -ele perguntou.


- O que o senhor quiser, mas não deixe me mandarem para lá, por favor.


- Ótimo, então vamos começar sua domesticação, porque a partir de agora você me pertence, como tudo que tem aqui -ele estava agora adorando a história, seu pau já duro novamente latejava, mas queria aproveitar ao máximo a situação.


Ele mandou que ficasse de joelhos e que a partir daquele momento na sua presença sempre ficasse de pernas entreabertas, pronta para ser usada. Depois mandou que lhe contasse tudo que já havia feito em relação a sexo, apesar de saber que era virgem. Nisso irrompeu em novo choro, aí pela primeira vez na vida ele deu um tapa no rosto que a desequilibrou e voltou ao tapete.


- Obedeça às ordens ou vai apanhar de cinta.


Ela disse que nunca tinha feito nada, que era ainda muito nova para essas coisas. Aí ele perguntou se já tinha chupado, se já tinha batido punheta, se já tinha levado dedo na boceta, chupada nos peitos ....essas coisa. Ela ruborizava, ameaçava a chorar e ele falando que se chorar ou apanha ou vai para a zona e ficou uns 15 minutos se deliciando com isso e teria ficado muito mais se seu pau não estivesse tão duro. Depois a mandou ficar encostada na parede de pé, com as pernas abertas e os braços esticados


- Vou te conhecer agora, você só se mexe quando eu mandar, entendeu?


- S Siim.....


- Qualquer coisa que fizer de errado já sabe o que te acontece.


Ele resolveu vendá-la. Feito isso, abriu sua camisa e aí teve noção do quanto uma roupa mal feita “estraga” o corpo de uma mulher. Seus seios eram lindos, de bom tamanho, até parecia que queriam pular para fora do sutiã de tão duros.


Desceu a saia e até se decepcionou um pouco, tinha as pernas bonitas, mas a calcinha, hummmm, mais parecia uma toalha de mesa e como a enfeiava. Então perguntou-lhe se não tinha uma calcinha melhor para se apresentar ao seu dono e ela disse que só tinha duas e eram iguais. Joaquim, estava adorando deixá-la constrangida e humilhada.


Com ela ainda de calcinha, ele passou a mão em sua bunda e percebeu que ela tremeu, mas sentiu uma firmeza em suas nádegas, eram durinhas, típicas de gente da zona rural que caminham muito. Aí ele já não sabia o que fazer, queria fazer tudo ao mesmo tempo. Então pegou em seus seios já desnudos e ficou alisando-os enquanto ouvia novo choro. Demonstrando ser o dono da situação ele puxou-a pelos cabelos, colocando-a de quatro no chão e ainda segurando-a deu-lhe dois tapas leves no rosto e a fez repetir algumas frases do tipo “nunca devo me recusar para o meu dono”, ela repetia imediatamente, ruborizada. Colocando-a novamente de pé e sem ela esperar abaixou de vez sua calcinha, sua bunda era muito mais bonita do que esperava. Aí ele teve certeza que tinha em sua frente uma fonte imensa de prazer jamais tocada por algum homem até aquele momento.


Instintivamente ela fechou as pernas, ficando reta e mais tensa que uma estátua. Joaquim mandou-a que abrisse as pernas pois queria ver sua buceta e o seu cu. Abaixou-se e ficou algum tempo ali abaixado passando a mão em sua bunda, na buceta e tentando forçar a entrada do cu com um dedo. A cada toque ela tremia e queria esconder-se fechando as pernas. Cada vez que isso acontecia ele dava-lhe um tapa na bunda branca que ficava vermelha de imediato. E não aguentando mais de tesão tirou-lhe a venda dos olhos e mandou-a ficar de joelhos dizendo-lhe:


-Agora você vai me chupar - ela engoliu a seco.


Ele tirou as calças e mandou que pegasse seu pau por cima da cueca e disse-lhe:


-Agora meu pau é a coisa mais importante para você, vai fazer de tudo para me satisfazer -e novamente a fez repetir um monte de frases do tipo “sou sua puta, minhas pernas sempre estarão abertas, sou uma escrava chupadeira” e daí por diante.


Fez com que beijasse a cabeça do pau, depois que o lambesse todo e por fim mandou que o colocasse na boca, quando ela relutou, recebeu mais um tapa na cara e finalmente seu pau estava na sua boca virgem que não sabia o que fazer por pura inexperiência. Joaquim mandou que ela engolisse o máximo possível do pau. Entrou menos que a metade e ele disse-lhe:


-Se daqui a 15 dias você não conseguir engolir todo meu pau você vai apanhar até conseguir.


Quando ela quis dizer algo ele falou para ela dizer apenas: sim, meu dono, o que ela repetiu imediatamente. Ele ensinou-a a chupar como ele gosta, pouco depois resolveu tirar a virgindade de seu cuzinho. Colocou-a apoiada no braço de um sofá com a cabeça para baixo e a bunda para cima. Assim ela ficou toda aberta, e ele por trás tinha uma ótima visão de seu cu e buceta. Começou alisando seu grelinho, massageando seu clitóris relaxando-a, acariciando sua buceta. Quando notou que estava mais relaxada, enfiou com toda força um dedo no cu, o dedo pouco entrou, pois, era muito apertada, mas ela deu um grito e pulou tão grande que quase o derrubou. Imediatamente ela a segurou pelos cabelos e debruçando sobre ela falou em seu ouvido:


- Não tem jeito vou ter que te amarrar e fazer isso a força, azar seu, vai doer muito mais.


Ao que ela implorou para não fazer e jurou que ia aguentar quietinha e não ia se mexer mais. Ai ele se lembrou que tinha esquecido de levar vaselina (na época não existia KY), e ficou até desesperado vendo aquele cu virgem à sua disposição e achando que não iria poder fudê-lo por falta de lubrificante. Correu até a cozinha pegou uma lata de azeite de oliva e pensou “com azeite deve ficar até mais gostoso”. Ela estava imóvel do jeito que a tinha deixado e falou:


-Agora vou arrombar seu cu, deixar como deve ser o cu de uma escrava, não quero choro, nem grito nem qualquer tipo de resistência você só pode gemer -como ela não falou nada deu-lhe um tapa forte na bunda falando:


- Você esqueceu de dizer sim, meu dono” – e ela repetiu imediatamente.


Ele tentou novamente enfiar o dedo a seco, observando seu rosto que demonstrava a dor enquanto gemia baixinho, não se sabe se de dor ou de prazer. Tendo dificuldade em ir a seco Joaquim começou a derramar azeite no seu cu, ela tentava ver o que acontecia, mas imediatamente foi proibida. Já bem azeitado seu cu aceitou bem o dedo, apesar dos gemidos aumentarem e o rosto confirmar o aumento da dor. Tirando o dedo encostou a cabeça do pau na entrada e começou a forçar. Ela gemia mas não resistia, quando a cabeça do pau entrou ela começou a chorar, então ele mandou que fechasse as pernas e ele começou a bombear. Gozou rapidamente, de tanta tesão que estava. Quando tirou o pau ela foi para o chão chorando. Aí já senhor da situação ele foi até a porta abriu-a e falou:


- Ou você aceita ser minha escrava e para de chorar agora e vem limpar meu pau, como uma boa puta, ou sai por essa porta e nunca mais entra aqui.


Imediatamente ela pegou sua calcinha e limpou o pau do seu dono, que mandou que o chupasse e acabasse de limpar com a língua. Meio sem jeito e enojada ela fez o que ele pedia. Em seguida mandou-a tomar um banho e depois, completamente nua se apresentasse a ele para saber de suas novas obrigações. Feito isso deu-lhe as novas instruções, ela bastante inteligente, aceitou, concordou e começou a cumpri-las imediatamente.


Foram assistir um pouco de TV e ela ficou com o pau do seu dono na boca mesmo estando mole, pois ele já havia gozado umas 4 vezes naquele dia. Na hora de dormir, apesar de ter uma cama enorme, ela dormiu em um colchonete ao seu lado, sem calcinha pronta para servi-lo a qualquer hora da noite, o que não aconteceu, pois ele tinha mil planos para sua buceta virgem.


No dia seguinte ela não foi a aula, e Joaquim apenas fez com que o chupasse várias vezes durante o dia. Não comeu seu cu naquele dia, pois notou que ela estava muito dolorida. A tarde levou-a a uma cidade próxima e mandou que comprasse algumas roupas, principalmente calcinhas e sutiãs e que se não o agradassem ela apanharia, como de fato apanhou por isso. Enfim, aplicou nela a lei básica da servidão: quanto melhor ela se comportasse, menos apanharia.


A partir de agora vou resumir o que aconteceu nos seis anos em que ela permaneceu como escrava do Joaquim. Os pais se aposentaram, moram hoje na cidade. Ela não os visita. Concluiu em primeiro lugar o segundo grau, passou no vestibular e hoje, está formada, trabalha em uma grande empresa.


A partir do terceiro ano de escravidão, Joaquim tirou-a da fazenda, colocando-a em uma kitchnet na cidade, pois já estava na universidade, e a deixou namorar, sem transar com o namorado. Casou com esse namorado e só foi transar depois do casamento. A despedida de solteira ela fez com seu dono sendo dominada e subjugada e nesse dia ele inovou. Como os seios dela estavam bem empinados, com os mamilos durinhos, querendo perfurar a fina camisola, Joaquim acende uma vela mira todo seu corpo, e derrama sobre os mamilos a cera quente da vela. Adriane sente uma dor inominável com aquela cera quente pingando em cada um de seus mamilos, escorrendo nos seios. O sádico Joaquim parece alucinar-se com a sua dor. Começa a derramar cera quente por seu ventre, passando em volta do umbigo, no baixo ventre até derramar em sua xota. Ela se contorce de dor e um estranho prazer lhe domina. Ela não chora, mas geme de tanta excitação. Joaquim para com a tortura e retira a cera , com carinhosas lambidas em seu corpo nas partes que estão queimadas, começando pelo buceta e subindo até chegar aos seios que estão vermelhos e ardendo. Para... Observa... E aperta os dois bem forte deixando ainda mais vermelhos e doloridos. Então começa a sugá-los cheio de tesão. Joa


Mesmo casada, de vez em quando ela o procura se oferecendo, pois apesar de amar o seu marido ela o acha muito delicado. O marido é médico muito bem-educado, trata-a como uma princesa. Nem desconfia da história dela. Não faz sexo anal e nem a domina, coisas que hoje ela adora.


******************************

Cara (o) leitora (o), se você gostou desse conto vote, mas também comente, é sempre importante ter o seu voto, mas também saber o que você acha do conto que leu, se te deixou excitada (o) se te deixou com tesão, se você se masturbou imaginando estar vivendo aventura que leu, ou estar no lugar de um dos personagens. Seu comentário me ajudará a escrever cada vez melhor para aumentar a sua libido e fazer você gozar cada vez melhor. Se desejar entre em contato pelo Skype: bernard.zimmer3; e-mail: bernard3320@live.com; WhatsApp: 11944517878.







ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.