"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Sangue fervendo...


autor: luah
publicado em: 25/04/17
categoria: hetero
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Vou arrancar a roupa, peça por peça e raspar essa buceta, vou sair por ai dando pra quem quiser comer e deixar gozada. Foram essas as palavras que veio a minha mente num momento de sangue quente enquanto ele parou pra pensar como ia me responder a última mensagem que enviei, fiquei aguardando , literalmente com o cuna mão, sei que ia passar sufoco quando a resposta que veio foi:

- Tudo bem !!! Você é quem sabe!!!

Respirei fundo pois estava no celular e era o que me restava de longe, caramba fico muito puta quando me falam que eu que sei, ele só piorava minha raiva, estava doida pra cometer uma loucura, sou um vulcão quando estou brava, é larva quente para todos os lados, dai vem ele com uma nova mensagem.

- Vou passar por aí daqui uma hora.

Filho da puta, parecia que estava desprezando minha raiva, e quase acabei com o celular na parede por conta disso. Fiquei relendo desde o início a nossa conversa, já procurando todos os detalhes para aumentar a briga e deixar ele sem argumentos, coisas de mulheres quentes e neuróticas, dominadoras. Fui tomar um banho, a ansiedade me consumia em doses gradativas quando olhava o relógio e percebia que o tempo não passava, a vontade de bater nele era enorme, safado, sem vergonha, tinha muitos argumentos sólidos para xingar a criatura.

Tomei o banho e coloquei a primeira roupa passada que estava em cima da cama, hoje tinha colocado as roupas em dia , ao passar todas, estava feliz até o acontecido, era um vestido de malha solto, daqueles que ficamos em casa bem à vontade no fim do dia, velhinho, na altura do joelho, bem conservado, era cinza, quase um moletom. Joguei por cima do corpo, prendi o cabelo no banho e assim permaneci, com o sangue fervendo.

Já tinham passados mais de duas horas e ele não chegava e tinha desligado o celular, sabia que ia ligar, estava mais aborrecida ainda, andava de um canto ao outro na sala, quase cavando buraco no chão e quando ele chegou ainda veio sorrindo, ai que ódio daqueles dentes brilhando.

- Tudo bem meu amor? Disse ele.

Como pode isso??? Me falem, como pode isso?? Eu comecei perguntando da hora gesticulando os braços, franzindo a testa e já fazendo um barraco, quase voando no pescoço dele e metendo socos.

Ele ficou sorrindo calado, ouvindo cada acusação minha com ar de deboche, ironia e sarcasmo. Foi quando me segurou nos seus braços num abraço forte de lutador, daqueles que fico pequena e sem ação, nem liguei, continuei falando muito, brigando e ele segurou meu cabelo com força puxando minha cabeça pra trás enquanto sua outra mão segurava as minhas duas nas minhas costas e veio no pé do meu ouvido baixinho e disse:
-Sei bem o que você está precisando !!!

Virou meu corpo todo me jogando por cima do sofá , me segurando pelos quadris, me tirando o ar, só tive tempo de me apoiar com os braços na cabeceira do sofá segurando firme, pois já sabia que ia sentir rasgando, minhas pernas tremeram, minha respiração ficou ofegante, ele puxou meu cabelo, bateu na minha bunda com a palma da mão aberta, gritei de dor, estava com muita raiva, senti mais ainda quando deu o segundo tapa, me ordenando que empinasse a bunda pra ele comer minha buceta, quase não deu tempo de nada fazer pois ele me arrombou com aquela pica ereta e grossa enfiando sem piedade na minha vagina, rasgando todas as pregas me fazendo gritar d etesão, filho da puta, safado, cachorro, fui gritando os palavrões e ele me arrebentando a cada estocada.

- Me fala o que mesmo você ia fazer Luah ??? Me fala, de quem é essa buceta??? Quem é seu dono ???

Cada vez que eu ameaçava responder, ele enfiava até o talo sem parar me deixando sem ar, me dominou totalmente, do jeito que eu gosto , mostrando que era meu dono e que nada eu iria fazer para afrontá-lo, eu continuei ali, servindo a ele como um banquete super quente e muito molhado doido pra ser gozado.

Me entreguei, a casa estava vazia e já era noitinha, o rádio estava alto, pois na minha fúria deixei o locutor falando comigo para evitar que o tempo parasse e a raiva aumentasse.

Assim ele foi me arregaçando até eu gozar pra ele como me ordenou e logo em seguida sentir aquela porra quente chegar no colo do meu útero tomando conta de todos os espaços internos do meu corpo e senti meu corpo tremer e ele me jogou no sofá e saiu, foi ao banheiro se limpou e voltou colocando a bermuda no lugar logo depois da sua cueca boxe, veio rindo e sentou do meu lado extasiado.

- Fala agora Luah, o que você queria fazer, me conta devagar o que estava acontecendo, quero entender tudinho.

Quando olhou sério se arrumando no sofá e me encarando, me dei conta que nem lembrava a causa da minha raiva, sabe quando parece que tudo era pouco motivo? Quando poderia resolver numa conversa e o sangue ferver misturando os sentimentos guardados por outras coisas? A sensação era essa mão fiquei de cara séria em silêncio olhando pra ele, eu ia argumentar na hora certa.

- Entendi, não quer falar nada agora? Tudo bem conversaremos outra hora que tal termos outra conversa calma no quarto?

Assim sorri discretamente e dei a mão pra ele e respondi que não ia fazer nenhuma loucura mais e até falei que tinha entendido e estava tudo bem, ele que aguarde, essa conversa foi adiada todavia fazer um amor com o sangue fervendo não tem igual ? Acha não ?? rsrs



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