"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A loirinha do Setor Financeiro Parte 02


autor: Lenhador
publicado em: 28/04/17
categoria: hetero
leituras: 1363
ver notas


Cansado de trabalhar e com a meta da semana alcançada fiquei pensando no quanto fui louco e ousado em comer a Márcia dentro da empresa, desde que tínhamos transado não conseguia mais para de pensar em arrombar aquele cuzinho que me provocou os desejos mais devassos. A safada fazia questão de me provocar em todas as oportunidades, sendo a mais atrevida ao entrar na minha sala chegou perto de mim e enfiou a mão dentro da minha calça e apertou meu pau bem forte até ele ficar duro pra em seguida sorrir e sair da sala rebolando.
La fora a chuva não dava sinal de trégua e estava desanimado de retornar em meio a trânsito caótico. As 18h30min chega mensagem no celular.
_ Não vai embora gostoso? Pergunta Márcia
_ Te esperando tentação! Respondi a altura tentando aproximar.
_ Hummm! Me da carona? Ela pergunta e eu com a mente pura sacanagem.
_ Claro! Espero-te no carro pra não chamar atenção. Ser discreto tem seus benefícios. Penso comigo.
_ Concordo querido, mas ao chegar ao carro me avisa que saio em seguida e entro. Ela sempre tem resposta na ponta da língua.
Desliguei o PC e deixei a mesa organizada e fui para o estacionamento da empresa no qual deixei o carro em ponto mais escuro e fiquei aguardando aquela loira das pernas malhadas, bunda arredondada e seios médios que me deixam de pau duro só de olhar.
_ Loirinha gostosa estou a sua espera. Aviso ansioso.
_ To chegando meu lindo. Respondi-me.
Olho pra escada e surge ela numa saia e camisa de uniforme. Essa mulher vai me causar justa causa, más vale o sacrifício, pois vou comê-la muito.
Depois de longo beijo com pegada fiquei alisando aquelas coxas enquanto via nitidamente o quanto ela estava a fim de ser comida.
_ Tarado quero você, más hoje come meu cuzinho aqui, pois tenho essa fantasia e vamos aproveitar. Ela pede me olhando toda sensual.
_ Não precisa pedir duas vezes minha gostosa. Como recusar esse pedido? Sou mesmo um cara de sorte.
Libertei a camisa dela dos botões e soltei o sutiã para sorver aqueles mamilos rosados e bem feitos. Comecei fazer o contorno deles com a língua enquanto a puxava pro meu colo e pra minha surpresa a safada já estava sem calcinha e molhada. Ela notando minha cara de tarado sorriu satisfeita.
_ Safado pegar no seu cacete na sala me deixou com tanto tesão que me masturbei muito no banheiro e fiquei ensopada. Ela riu ainda mais da minha cara de assombro.
_ pois vou arrombar esse seu cuzinho e te encher de porra sua vadia. Respondi tentando deixar ela ainda mais louca.
Ela saiu do meu colo foi pro banco de trás e tirando a saia arrebitou a bunda em minha direção e falou me olhando nos olhos.
_ Arromba safado, pois nunca dei o cuzinho. Acaba com ele. Ela me olhou com desafio e não deixei barato. Atolo a língua naquela buceta muito molhada e saio lambendo buceta, cuzinho e mordiscando o grelinho de forma a deixar ela ainda mais tarada e louca pra gozar.
Notando que ela estava prestes a gozar encostei a cabeça do cacete e fui empurrando aos poucos pra dentro daquele cuzinho e na medida em que ia entrando era premiado com reboladas e gemidos.
Estico uma das mãos e começo a masturbar a loirinha de forma que ela tentava ao máximo não gritar pra judiar dei uns tapas naquele grelinho inchado doido pra gozar e ela não conseguindo se controlar gozou muito a ponto de estremecer.
Não demorou enchi aquele cuzinho de porra e sentamos pra nos recompor e nos limparmos. Trocamos longo beijo e nos vestimos, pois não dava pra ficar muito tempo sem chamar atenção dos vigias.
Esperei ela ir ao banheiro do estacionamento se recompor e pegamos estrada. Trânsito estava cheio da rodovia e do nada senti a mão dela alisando meu cacete, por cima da calça e ao olhar para o lado da loirinha a vi com as pernas abertas se masturbando.
Márcia me despertava mesmo muito tesão e tinha um fogo que me deixava mega tarado em devora lá de todas as formas. Ela abriu o zíper da minha calça e continuou alisando o cacete e quando o trânsito melhorou e pegamos um trecho mais escuro abocanhou meu cacete e o lambeu até sentir o leite na boca com ar de satisfação. Isso a marcou tanto que ficamos ainda mais íntimos e fui realizando todas as fantasias dessa tarada loirinha.
Chegando à porta da casa dela recebi um beijo longo acompanhado de belo sorriso e lá se foi uma mulher feliz e saciada pro aconchego do lar.
Continua...




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.