"Os mais excitantes contos eróticos"

 

75 - Uma Adolescente Atrevida - 1ª Part


autor: bernardo
publicado em: 30/04/17
categoria: hetero
leituras: 1747
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1ª Parte o início de tudo

Esse é o primeiro de uma série de contos, em que Jessica, uma adolescente de dezesseis anos, narra desde o início, as suas mais variadas experiências sexuais incluindo as menos convencionais, como lesbianismo, incesto, sexo grupal, zoofilia e sadomasoquismo, tudo isso em um período relativamente curto de dois anos.


Ela se acha super gostosa, com 1,65 de altura, 65 quilos, cabelos longos e pretos, olhos grandes e esverdeados, boca carnuda com um leve batom vermelho nos lábios, seios pequenos e empinadinhos, tipo rampa de skate ou banana com aquela envergadura para cima na pontinha, coxas roliças, bundinha redondinha, tipo tanajura e o melhor de tudo, o formato de uma xaninha gordinha que enlouquece qualquer um.


Jessica começou a sua iniciação sexual aos treze anos, quando viu a empregada Eliane, transado com o namorado. A empregada, morava em sua casa, em um quarto próximo a cozinha. Em uma noite ao se levantar para tomar água, Jessica, ouviu gemidos vindo do quarto dela e nas pontas dos pés, foi até a porta do quarto, e silenciosamente olhou pelo vão da porta que estava entreaberta e seu queixo caiu!


Que loucura!! Ela chegou até a se assustar quando viu a empregada nua, com os seios à mostra balançando, gemendo e chorando, tendo o namorado também nu, por trás, fazendo gestos com os quadris em um vai e vem alucinado como se estivesse socando alguma coisa na bunda dela, ora fungando no seu pescoço, ora puxando seus cabelos, dando lhe tapas na bunda, xingando-a de vagabunda, cachorra, puta sem vergonha. Com medo do que via, e inocente sem saber do que se tratava, chegou a pensar que o namorado estava brigando com ela, castigando-a por alguma coisa que ela por ventura tinha feito ou não feito. Mas qual? Não se lembrava de nada.


Ainda escondida presenciou-a chupando o enorme pau dele, que havia se deitado de costas. Era a primeira vez que via um pênis e ficou impressionada com o tamanho. Era enorme, grosso, duro e era lambido com voracidade como se fosse um picolé, ora tendo as bolas do saco dentro da boca, ora sendo lambido, até que ele soltou uns gemidos esticando-se todo como se estivesse tendo um ataque epiléptico e ela viu saltar jatos de um líquido branco da cabeça do pau, enquanto a empregada, lambia, e bebia aquele leite branco, limpando-o com a língua toda a sua extensão esboçando um ar de alegria e satisfação.


Jessica não sabia por que, mas estava gostando de ver tudo aquilo e começou a sentir uma sensação diferente e a tremer as perninhas como vara verde, sentir o coraçãozinho disparar e a bucetinha coçar e piscar, ensopando a calcinha, quando instintivamente levou a mãozinha até ela, melecando-se toda com uma gosminha branca dando-lhe uma sensação de prazer indescritível. Essa sensação a fez desequilibrar-se um pouco e esbarrou-se na porta que se abriu, chamando a atenção da empregada que instintivamente olhou em direção a porta tendo a nítida sensação de que estava sendo observada, só não sabia por quem.


Depois desse flagra ambas começaram a tomar mais cuidado, porém, para Jessica aquelas cenas e outras que presenciou mais vezes, não saíam da cabeça e conversando com uma amiga, dois anos mais velha, e bem safadinha, diga-se de passagem, entregou-lhe um pen-drive, em que havia um filminho interessante. A vê-lo, em casa, Jessica teve uma sensação completamente nova que invadiu o seu corpinho ainda em formação.


No filminho havia uma menina da mesma idade que a sua, nua em frente ao espelho, que se olhava demoradamente para si mesma, tocando e apertando os seios pequenos e redondinhos e em seguida ajoelhada e de pernas abertas começou bem devagar a mexer na sua bucetinha e com uma escova de cabelos, respirou fundo, e colocou o cabo dentro da bucetinha, fazendo caretas e bocas, gemendo e dizendo com a boca semisserrada...”aiaiaiii, aiiii, uuuiiiii, deliciaaaaa... isso é muito bom...” e depois em um vai e vem frenético, gritava alto dizendo.... “...asssim, assimmm, vaiiiii... não para, naooaraaaaaaa, aiiii, deliciaaaaaaaaaaaaaaaa...aiiiii, meu Deus o que isso.....uuuuuiiiii” e caiu deitada no chão do banheiro ficando desfalecida por alguns minutos. Depois levantou-se, dava até para perceber que a sua bucetinha estava inchada e vermelha, e não demorou muito, abriu o chuveiro, deixou a água tocar seu corpo, pois estava tonta…e depois de relaxar um pouco debaixo do chuveiro, se levantou, se enxugou, vestiu a roupa e saiu e o filme acabou.


Ao ver o vídeo Jessica ficou toda animada e teve vontade de fazer o mesmo, só para experimentar. Trancou-se no banheiro, despiu-se completamente e sentada sobre o vaso sanitário, abriu as perninhas o máximo que pode e começou a tocar a sua bucetinha fazendo com que despertasse algo incrível em si e que jamais havia sentido. Percebeu que a sua bucetinha estava encharcada, lambuzada com um líquido viscoso. Resolveu sentir o cheiro e levou o dedo ao nariz e aquilo aguçou ainda mais o que estava sentindo e quis provar levando o dedo a boca. Ao provar o seu gosto adocicado decidiu continuar acariciando o seu pequeno botãozinho. O dedo deslizava em movimentos de vai-e-vem, e logo percebeu que aquele liquido servia de lubrificação para que o seu dedo deslizasse sem problema e continuou as acaricias aumentando a velocidade fazendo que ficasse com muito tesão, embora nem soubesse o que era isso. Sentia medo, não sabia se o que estava fazendo era certo, se era normal, mas continuou imitando a menina do vídeo e cada vez com mais intensidade e de repente ficou incontrolável, seu dedo deslizava com muita naturalidade e uma sensação inundou o seu corpo, e seus primeiros gemidinhos saíram de sua boquinha: “ai, ai, ai, aaaai, uuuuuiiii, deliciaaaaaa...uauuuuu, como isso é gostoso”. O mesmo gemido que ouvia da empregada quando transava com o namorado e o mesmo gemido que a menina do vídeo fazia, ela também fazia igualzinho. Era o seu primeiro orgasmo aos 13 anos de idade. Que sensação maravilhosa. Sentiu um profundo relaxamento. Deslizou mais uma vez o seu dedinho sobre o seu botãozinho e levou-o a boca, querendo sugar todo o seu néctar, e foi o que fez.


Desse dia em diante, viu muitos outros filminhos, leu muitos contos eróticos e passou a se masturbar todas as tardes, quando chegava da escola e a noite antes de dormir. Nessas horas fechava os olhinhos, mordia os lábios, imaginando que era aquilo que a empregada sentia ao fazer aquelas coisas esquisitas com o seu namorado e com esses pensamentos caia extasiada de sono e cansaço desejando um dia estar no lugar dela.


Certa vez ao chegar mais cedo do colégio, nessa época já com quatorze anos, louca para tomar um banho e comer alguma coisa, subiu as escadas até seu quarto, tomou banho rapidinho e desceu à procura da Eliane. Procurou-a na cozinha e nada, no quintal e nada. Foi aí que ouviu uns gemidos vindo do quarto dela. Novamente nas pontas dos pés, foi até a porta do quarto, que estava entreaberta, talvez de proposito, sei lá, não se sabe e silenciosamente olhou para dentro do quarto e viu a empregada nua chupando o pau do namorado alheia a tudo ao seu redor. Jessica não sabia que ela era tão tarada daquele jeito. Não demorou muito e o namorado a colocou de quatro com a bunda virada em direção a porta e lambeu o cu da Eliane e depois enterrou um dedo no seu cuzinho fazendo-a rebolar e gemer de tesão.


O dedo foi logo substituído pelo caralho duro do namorado. Pareciam dois animais no cio. E Jessica passou em poucos segundos a sentir um calor delicioso que se espalhou pelas coxas e molhou a xoxotinha tornando-a quente. Dentro do quarto os dois gemiam como loucos. E não demorou muito para o namorado da Eliane encher o rabinho dela de porra, enquanto o corpo estremecia de prazer. Depois ele a beijou e começou a se vestir e Jessica teve de sair dali bem rápido e subiu para o seu quarto da mesma forma, sem fazer barulho. Lá embaixo ela podia ouvir a Eliane se movimentando, com certeza preparando a janta.


As lembranças daquelas cenas ficaram bem frescas na sua memória e em pé, com a figura refletida no espelho, enfiou devagar uma das mãos por dentro da calcinha e com a outra segurando o peitinho, apertou-o beliscando o biquinho, e com o coração palpitar, a respiração acelerar e a bucetinha vibrar, suspirou longamente. Nisso passou a mão pelos pequenos e grandes lábios da xoxotinha, chegando no clitóris, percorrendo-o bem devagar, aumentando a intensidade dos movimentos de acordo com a excitação e delicadamente colocou um dedo dentro da rachinha e fez um movimento de vai e vem, movimentos circulares bem intensos no grelinho, sentido seu corpo se contorcer todo e gemeu intensamente até atingir o orgasmo.


Mais calma, mas ainda não satisfeita, desceu para a cozinha e encontrou a Eliane na pia. Ela estava usando um shortinho enterrado em sua bunda e um top apertado que deixava seus seios ainda maiores.


- Oi, Eliane!! – ela disse, cumprimentando a empregada.


- Que é isso, menina? Quer me matar de susto? - ela se voltou assustada. Em seguida sorriu e perguntou se ela tinha chegado fazia muito tempo.


Ela respondeu que não e se sentou à mesa e brincou com a comida.


- O que aconteceu como você? Está quieta hoje! - ela perguntou.


A sua mente realmente estava em outro lugar, mais precisamente no quarto dela. Sem dizer nada voltou para o seu quarto. Lá fora havia barulho, típico de uma cidade grande, mas dentro do seu quarto tudo estava calmo, e ameno. Parecia que tudo estava fechado e protegido por uma redoma de vidro finíssimo e o calor tornava o ambiente ainda mais pesado; mas não há calma dentro dela. É como se um rato estivesse roendo a sua alma, e de uma maneira tão imperceptível que até parecia suave. Ela não está mal e também não está bem, a coisa preocupante é que "não estava". Mas sabe se reencontrar: bastou levantar os olhos e cruzá-los com o olhar refletido no grande espelho do quarto para que uma calma e uma felicidade tranquila tomasse conta dela. Querendo mais, se deitou na cama, levantou a saia, tirou a calcinha e voltou a se masturbar gemendo baixinho com o dedo massageando seu grelo duro e inchado de desejo lembrando da cena que virá anteriormente entre a empregada e o namorado. Logo estava lambendo seu gozo, que tinha melado seus dedos. Na pressa do prazer nem se lembrou de fechar a porta do seu quarto.


- Eliane!!! – ela levou um susto ao se deparar com a Eliane parada na porta, olhando fixamente para a sua bucetinha lisinha e brilhante pelo suco que soltava de tanto tesão.


Rapidamente Eliane se ajoelhou em frente à cama e caiu de boca na xaninha dela que não teve tempo de nenhuma reação, a não ser a de receber os carinhos e gemer quando sentiu a língua macia da empregada deslizar pela sua fendinha e parar para brincar com o grelinho. De um suave passar de língua, logo ela começou a suga-lo e enfiar a língua na bucetinha enquanto com uma das mãos tocava um dos seus peitinhos.


- Ahhhhhhhh!!!! Meu deus!!! O que é issoooo??? – ela gemeu como uma louca. Seu corpo tremia e não demorou para derramar seu gozo na boca dela que lambeu tudo com muito prazer. Depois ela se levantou e olhando-a com uma carinha de safada que ela nunca havia visto em seu rosto disse com muito carinho a tal ponto que deixou Jessica apaixonada.


- Huummmm!!! Minha menininha está virando adulta. Acho que vou ter de ensinar algumas coisinhas! - disse Eliane, já tirando o short e a calcinha, deixando a mostra sua bucetona carnuda e depilada. Em seguida ela libertou os seios do top e se deitou ao lado da Jessica, beijando-a na boca fazendo com que a sua língua entrasse na boca dela. Eliane podia sentir ainda seu gosto na própria boca. Suas mãos percorriam o seu corpo ainda protegido pela saia, seu topzinho e a blusinha.


- Aiiiiii!!! Que gostosooooo, Eliane!!! - ela dizia enquanto sentia os seios apertado. Logo ela começou a mosdicar seu pescoço e seus seios, por cima do top e da blusinha que ela usava. Que loucura! Melissa estava quase desmaiando de tão excitada que estava.


Finalmente sua mão encontrou o caminho tão desejado. Ela acariciou deliciosamente sua bucetinha e deslizou o dedo pelo seu grelo e o enterrou na xoxotinha, beijando e passou a fazer movimentos de vai-e-vem.

- Huuummm!! Jessequinha!!! Cheguei bem na hora! Agora você vai ser a minha namoradinha putinha e seu cabacinho vai ser meu logo, logo!! - ela disse toda sorridente como se estivesse diante de um troféu.


Com desejo redobrado Eliane voltou a beija-la. Tirou suas roupas e passou a mamar os seios pequenos e durinhos, da Jessica, que se arrepiou todinha quando a colocou de quatro e começou a acariciar sua bundinha e a lamber a xaninha, que já estava encharcada. Em questão de segundos Eliane se colocou embaixo de “mim”, dizendo que a primeira lição seria um 69 e que eu aprenderia como chupar bem gostoso uma bucetinha” – Jessica escrevia na folha do seu diário secreto. A língua da Eliane logo estava dentro dela e ela por sua vez não perdeu tempo, imitando-a, fez a mesma coisa, mamando gostoso sua xoxota encharcada.


- Ohhhhh!! Jessica!! Chupa essa boceta com essa boquinha pequena!!! Chupa, minha menininha linda!!! - ela falou isso e Jessica sentiu sua cabeça rodar de tanto tesão que estava sentido com aquela experiência totalmente nova para ela.


Em instantes seus corpos estremeceram de prazer e começaram a se movimentar cada vez mais rápido. E podia ouvir Jessica dizer palavras desconexas e gemer mais a cada chupada que recebia no seu grelo e logo sentiu a língua da sua parceira subir pelo seu rego e finalmente brincar com o seu cuzinho, que estava piscando de desejo. Logo a língua dela foi substituída pelo seu dedo.


- Aiiiiii!! Que gostosooooo, Eliane!!! Fala que sou sua putinha!! Falaaaaa!!! - ela gemia com o dedo dela entrando e saindo do seu cuzinho apertadinho.


- Sim, Jessiquinha!!! Você é a minha putinha novinha, cheirosinha e lindinha!!! Rebola bem gostoso, sua safadinha!!! Eu sempre quis fazer isso em você mas tinha medo!- ela disse provocando-a ainda mais.


E Eliane passou a enfiar todo o dedo no ânus dela, em movimentos bem rápidos e se contorcia toda, querendo cada vez mais. E, como boa aluna, fez o mesmo com ela.


- Issooooo, meu bem!!! Que delícia!! Foder uma menininha lindinha como você é bem melhor que dar para um macho!! – ouvi-la falando isso, Jessica ficou muito orgulhosa. Era isso que ela precisava.


- Ahhhhh!!! Elianeeeee!!! Meu deussss!! Meu deussss!!! – ela gemia apavorada ao sentir uma onda de calor a invadir e ficou até com medo, pois nunca tinha sentido aquilo antes.


Eliane apertou sua bunda com força e levantou sua pélvis em direção à sua boca. Enquanto gozava Melissa chupava a bocetinha dela com muita vontade.


- Jessica meu amorzinho!!! Estou gozandooo, meu benzinhooooo!!! - ela gemeu e começou a se tremer toda, gozando bem gostoso.


Aquilo para ela parecia um sonho e ficaram as duas ali, abraçadas, num beijo gostoso. Depois Eliane a pegou pela mão e a levou ao banheiro para um banho. A ensaboou sensualmente todo os seu corpo a começar pelos seios e barriguinha, passando o sabonete pelo seu rabo, deixado-o bem lubrificado.


- Aiiiiii!!! No meu cuzinho de novo, sua safadinha gostosaaaa?? – ela se assustou quando Eliane enfiou o dedo bem fundo no seu buraquinho apertadinho e deu um sorriso bem safadinho, beijando a boca dela loucamente. Jessica ficou louca de desejo novamente e, em retribuição passou a massagear seu grelo e ficaram nessa brincadeira até gozarem juntas bem gostoso. Secaram-se uma a outra e ai foram de volta para o seu quarto. Eliane a beijou e a ajudou a vestir seu pijaminha de bolinha, uma calcinha e uma blusinha que ela falou que gostava muito de vê-la usando. Em seguida pegou suas roupas e saiu.


Em seguida escova os longos cabelos, cinquenta vezes, em um ritual de purificação quase infantil, que constitui para o leitor, o único lembrete de que se trata, afinal, de uma menina. Depois deitou-se exausta e satisfeita e em segundos adormeceu tendo deliciosos sonhos eróticos com a Eliane e seu namorado.

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