"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dando pro amigo do meu namorado


autor: Katita
publicado em: 05/05/17
categoria: traição
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Olá me chamo Kátia e hoje vou contar uma hisrinha bem gostosa pra vocês, dá época em que namorava o Renato, tinha um amigo dele o Carlos que era caidinho por uma amiga minha a Taís, daí eu e meu namorado combinamos de sair um fim de semana e ele me pediu pra chamar a Tatá e ele convidaria o Carlos pra ver se rolava alguma coisa entre os dois, o Carlos até que era gostoso, era alto meio forte ele e o Renato faziam academia juntos, falei pra Taís toda animada e ela ficou de pensar pois estava ficando com um outro garoto, e estava gostando dele, mas peesuasiva como sou convenci minha amiguinha dizendo que ela tinha que experimentar outros caras antes de se amarrar ela aceitou meu conselho e disse que iria, combinei tudo com meu namorado pra ele levar seu amigo e na última hora a Taís desistiu e não apareceu no lugar que combinamos liguei pra ela é nem me atendeu, então fomos só nos três mesmo eu meu namorado e o Carlos, me arrumei toda pra sair passei um batom vermelho peguei uma Mine saia preta de couro e um top sem alça, fui de salto pra ficar ainda mais empinadinha, Renato foi me buscar em casa, e de lá fomos buscar o Carlos na casa dele, eu ainda não conhecia esse amigo dele me cumprimentou com um beijinho no rosto, era muito gato, o rapaz a Taís tinha perdido bem feito, mas bonito ou não o gatinho foi de vela, foi bem constrangedor e Carlos que já estava se sentindo solitário depois de terminar um moto de três anos, ficou mais deprimido ainda vendo o Renato me beijar a noite toda, fiquei com dó dele, e falei pro Renato.

----- Nossa seu amigo ta pessimo, deixa eu dançar uma música com ele pra ver se ele se anima um pouco.

Meu namorado deixou problema é que quando fui dançar com ele acho que acabou se animando mais do que devia, no meio da música senti uma coisa meio dura resvalar na minha perna e quando fui ver, Carlos tinha ficado com o pau duro dava pra ver o volume na sua calça, ficou de pau duro dançando comigo a namorada do amigo dele fiquei morrendo de vergonha e tentando dançar meio longe dele mas o safado sempre dava um jeito de ficar encostando aquela coisa em mim.

---- Me desculpa não sei como isso foi acontecer...

---- Melhor a gente parar de dançar né?

---- Não por favor, se não o Renato vai perguntar porque.

Não respondi nada, fiquei dançando meio longe pra não encostar o pau em mim.

---- To a um tempo sozinho sabe, quando a gente fica sem mulher acho que o pau já responde sozinho quando uma chega perto, pena que a sua amiga não pode vir.

---- Ela tá doente... - respondi sem parar de olhar para aquela coisa.

---- Você bem que podia ficar no lugar dela, o Renato tem sorte, você é muito gata.- disse ele me puxando dando quase um abraço colando aquela tromba em cima da minha xaninha, mesmo por cima da sainha senti um arrepio.

Olhei nos olhos dele com cara de assustada sem entender aquela atitude, em seguida ele me soltou e eu sabia que meu namorado estava chegando perto. Renato trouxe três bebidas me deu uma e outra para Carlos, agimos naturalmente como se nada tivesse acontecido, não quis contar nada sabia que eram muito amigos e não queria estragar a amizade deles e Carlos também não era louco de falar nada. A noite seguiu e fiquei grudada no meu namorado o tempo todo pra não correr o risco do Carlos tentar nada, mas ele veio perto da gente e disse:

---- Renato seu carro é um Corsa verde não é? Parece que alguém bateu nele no estacionamento escutei o segurança falando no rádio melhor ir lá olhar.

Meu namorado tinha um ciúme danado daquele carro mas que de mim acho ele foi correndo ver e me deixou com Carlos, olhei pra ele estava todo sorridente.

----- Não teve batida de carro nenhuma no estacionamento né? Falou isso só paro o Renato ir lá ver e eu ficar sozinha né?

----- Teve sim é acho que foi o carro dele mas cheio como isso aqui está ele vai levar uns 15 minutos pra sair e mais uma meia hora pra voltar, mas não se preocupa não que você não vai ficar sozinha vai a ficar comigo eu te fasso companhia, anda vem vamos dançar.

Ele segurou em meu braço e me arrastou para a pista, meu coração estava disparado sei que podia resistir me soltar e ir atrás do meu namorado e contar tudo pra ele, mas o problema é que eu não conse queria ver até onde ele iria, ele já foi avançando todos os sinais, me agarrou dando um beijo na minha boca, tentei virar o rosto mas ele insistiu até conseguir me beijar as mãos na minha cintura foram descendo tentei tirar as mãos dele mas já estavam apertando minha bundinha com firmeza me puxando pra ele e se esfregando em mim, fiquei molinha nas mãos dele, deixei me agarrar, me beijar, só que sempre olhando em volta para ver se meu namorado não aparecia, dançamos umas três músicas seguidas, na última já estava entregue nem tentava resistir mais resistir e me arrisquei até fazer um carinho no pau duro dele, por cima da calça, já estava com a boca cançada de tanto beijar a língua dormente de tanto que ele chupou minha linguinha.

----- Pronto já tá bom né, você se divertiu mais que o meu namorado hoje. - eu disse- e o Renato já deve estar voltando.

---- Tudo bem mais tarde a gente continua.- disse me dando um último tapa na bunda, foi um tapa tão em cheio por cima da saia de couro que acho que até ficou as marcas dos dedos.

---- Como assim continua?...

Não deu tempo de ele responder meu namorado chegou bem na hora e quem diria não teve problema nenhum com o carro com eu já imaginava, fomos os três para o barzinho e bebemos um pouco, na verdade bebemos muito notei que meu namorado foi o que mais bebeu, Carlos só fingindo que bebia, ele olhou para mim e deu um sorrisinho estava bem sóbrio e quando olhei para o meu namorado quase caindo de tão bêbado persebi que Carlos estava planejando alguma coisa, estremeci de medo e um pouco de tesão ao mesmo tempo, eu também já estava meio altinha o que era até bom porque se fizesse alguma coisa "que não queria " podia jogar a culpa na bebida depois, bebemos mais umas três rodadas, e depois decidimos ir embora.

---- Você dirige . - disse meu namorado dando a chave do carro para o Carlos.- você está melhor que eu.

Fomos todos para o carro e lá Carlos sugeriu que Renato fosse no banco de trás deitado dormindo um pouco pra passar o efeito do álcool e que eu fosse na frente com ele, mm aos uma vez podia ter dito que não é ficado com meu namorado atrás mas toda aquela situação estava me deixando louquinha de vontade, concordei e ainda dei apoio pra idéia ajudando meu namoradinho querido a se deitar, pegou no sono quase instantâneamente, fui para o banco do carona e Carlos para o do motorista.

Sabia que ia rolar alguma coisa mais fiquei quieta deixei ele tomar a iniciativa, começou a dirigir saímos do estacionamento dá boate e ele disse:

---- Onde a gente parou mesmo?- disse ele pondo a mão na minha coxa.

Fiquei toda arrepiada e a mão dele foi subindo, deslispu entre as minhas pernas até encontrar minha calcinha, senti os dedos dele puxando ela para o lado, começou a me massagear a rachinha, deixei o safado measturbar fui ficando molhada e ele ganhando confiança, tentou enfiar o dedo em mim facilitei pra ele abrindo um pouco as pernas a sainha subiu para cintura einha buceta ficou a vista ele ficou olhando o dedo entrar na rachinha se deliciando de olhar pra ela.

----- Ei vamos parar de babar e prestar atenção na estrada, não vai bater esse carro por favor hem.

----- Pode deixar gatinha.... Apertadinha o Renato é muito sortudo- disse eleetendo dois dedos em mim.

Aqueles dedos grossos entrou apertado mesmo nainha bucetinha, olhei pró banco de trás meu namorado continuava desmaiado.

----- Esse aí só vai acordar amanhã. - disse Carlos- mas não se preocupe vou te deixar bem ocupada até lá.

Carlos tirou a mão da minha buceta e desafivelou se cinto dá calça, e abriu o zíper fiquei assistindo aquela piroca dura é grossa saltar dá calça dele.

---- Dá a mãozinha agora é sua vez.

Ele pegou mais nha mão e pois no pau dele minha mão pequenininha nem fechou naquela jeba, comecei a bater uma punheta pra ele enquanto ele dirigia, de vez enquando olhava pró banco de trás pra ver se Renato não havia acordado, mas o porre foi mesmo feio.

----- Princesa agora quero experimentar essa sua boquinha, já sei que beija muito bem mas é chupar você sabe? Aposto que não, não tem cara de quem sabe fazer um boquete bom não.

----- Claro que sei, o Renato adora quando eu chupo ele...

----- Sério ?! Quero ver então .

Estava sendo desafiado ia mostrar pra ele o que eu sabia fazer, soltei o cinto de segurança e me curvei no colinho dele, abocanhando aquela piroca deliciosa, comecei engolindo só a cabecinha de envolvi ela nos lábios e fiquei lambendo ela dentro da boca bem rapidinho passando a linguinha pra lá é pra cá, começou a sair um melzinho que engoli todinho a maioria das garotas não curte engolir eu adoro não pelo gosto mas pelo tesão que dá em mim e no cara que estou chupando só dele me ver mamar tudinho e me achar uma safada com carinha de anjo faz querer me foder muitas outras vezes, gosto de pensar que todos meus ex namorados quando me vêem já ficam de pau duro, voltando a Carlos eu já estava subindo e descendo descascando a pica dele nos lábios e deixando ele doidinho, eu chupava e com a mão mexia nas bolas dele, acariciando seu saco, fiquei uns minutinhos dedicada ali no boquete, até ele me puxar pelos cabelos e afastar minha boca dele.

----- Que foi não gostou? - perguntei assustada.

----- Gostei! Eu adorei mas tô quase gozando.

----- Tudo bem pode gozar na minha boquinha eu deixo. - tentei voltar a chupar, mas ele puxou de novo meu cabelo.

----- Ainda não putinha, quero foder essa bucetinha apertada primeiro.

----- Como você vai me comer dirigindo?

Ele deu seta e foi parando o carro no acostamento, olhei pra trás o Renato continuava dormindo. Carlos desceu do carro e deu a volta pró meu lado abriu a porta eu desci ele me agarrou me beijou, e me deu um tapinha de leve na cara.

----- Vamos dar essa bucetinha agora princesa.

Ele me arrastou pra frente do carro me ergueu do chão segurando pelas minhas coxas e me pois sentada no capô, abri as pernas pra recebe-lo eu estava com a buceta meladinha ele tirou uma camisinha do bolso e encapou o pau depois apontou ele no meio da minha rachinha e foi pondo pra dentro entrou gostoso, deu umas três enfiadas bem de vagar centímetro por centímetro, fechou até os olhos se delícia do com a minha pepeka.

----- Hunn! Huan... - eu gemia também de olhinhos fechados abraçada naquele gostoso.

Carlos começou a ir mais rapido o tesão estava almentando e ele queria me foder com força, o carro começou a balançar, olhei pra tras ta ver se o meu namoradinho não ia acordar dava pra ver continuava num sono pesado pode dormir benzinho que a sua gatinha tá sendo muito bem cuidada, pensei, Carlose bombou mais uns minutos.

----- Ahh! - gemi alto mesmo mordendo os lábios quando ele me fez gozar- Ahh ! Eu tô gozando, eu tô gozando!

---- Goza cadela pode gozar! Goza tudo sua puta! - disse ele metendo até o talo.

Gozei tudinho no pau dele que foi de novo bem de vagarinho para eu recuperar o fôlego, olhei pra trás pra ver o Renato e ele já foi pegando com mais pressão de novo, minha buceta tava muito quente e molhada sabia que ele não duraria muito, meteu bem rápido já louquinha pra gozar aguentei quietinha enquanto ele me arregaçava.

---- Ahh... Ahii... - gemi baixinho no ouvidinho dele quando percebi que estava gozando, sentia o pau pulsando dentro de mim, que foda maravilhosa.

Carlos puxou o pau pra fora e tirou a camisinha cheia, jogou ali no chão mesmo e guardou o pau todo melado na cueca fiquei olhando com água na boca quase pedi pra chupar, mas o que ele ia pensar de mim, e também o efeito do álcool estava passando já estava ficando medrosa de novo. Entramos no carro e ele nos levou até a minha casa o Renato ia passar a noite lá tínhamos combinado de transar depois dá balada mas naquele estado ele ia era dormir a noite toda mas não tinha problema eu já estava satisfeita. Carlos me ajudou a levar ele é por na cama, depois foi embora se despediu de mim com um beijão na minha boca, levou o carro pra poder voltar pra casa pediu pra avisar que ele que tinha pegodo emprestado, mas pra quem tinha acabado de emprestar a namorada e não sabia que mal tinha em emprestar o carro.



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