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77 - Arrombada por policiais


autor: bernardo
publicado em: 08/05/17
categoria: aventura
leituras: 6004
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No ano de 2005 Gabi era uma estudante de uma escola particular muito renomada da cidade onde morava. Ela, com 15 anos namorava um rapaz de 18 anos, estudante de cursinho pré-vestibular. Ele era militante de uma entidade estudantil, e vez ou outra organizava passeatas pela cidade em prol do passe livre estudantil, que também vez e outra eram violentamente calados pelos cachorrinhos do prefeito (policiais militares). Mas, como eram sempre bem organizados se dispersavam na multidão e quase ninguém era pego. Às vezes os considerados como “lideres” pela polícia, era preso, mas com os advogados da entidade eram logo liberados.

Mas, certa vez, algumas coisas saíram do controle e muitos estudantes foram pegos e presos, outros apanharam no meio da rua e ela foi uma dentre os vários estudantes detidos naquele dia, e seu destino foi o mais cruel que os demais.

Na tentativa de defender outras duas meninas menores que ela de três policiais, acompanhada de mais dois amigos atacaram os policiais e conseguiram libertá-las. Todos saíram correndo para despistá-los, e de fato conseguiram, mas, na hora da confusão ela acabou ficando para traz, e de repente sentiu que alguém a agarrou pelos cabelos e ao olhar para traz viu que era um dos policiais que disse com muita raiva.

- Te peguei vagabundinha.

Ela se desesperou e tentou se soltar mais foi em vão. Ele era muito forte, bem maior, devia ter cerca de 1,90 de altura e enquanto ela se debatia na tentativa de se soltar, ele a esbofeteou no rosto com tanta força que ela apagou.

Quando acordou já estava dentro do camburão com as mãos algemadas para trás, (como se ela fosse muito perigosa) com mais três policiais. Eles falaram alguma coisa entre eles que ela não entendeu muito bem, pois ainda estava meio atordoado pelo tapa que receberá, até que o carro parou, e um deles disse:

- Todo mundo pronto para festa? – e os outros policiais disseram – obâ, hoje vou me esbaldar.
Ela não entendia nada do que eles estavam falando até que abriram a porta e a mandaram descer. Ela descobriu que não estavam em nenhuma delegacia, menos ainda em abrigo de menores. Era um lugar que parecia estar longe de tudo, no meio do mato, apenas uma clareira isolada, foi quando descobriu que tipo de festa estava para acontecer.

O troglodita que antes a apagara, agora a arrastava pelo braço e a jogou na frente do carro e ficou ali parado por alguns instantes devorando-a com os olhos. Ele era realmente alto 1,90 de altura, corpo musculoso, mãos enormes (justificando seu desmaio), e apesar de estar usando um goro, deixava os olhos verdes a mostra. Eles estavam tão seguros da impunidade que nem se deram o trabalho de retirar as identificações com os seus nomes do peito, o que facilitou um pouco para ela saber pelo menos os seus nomes. O mais alto deles era o Soares, e a todo instante os outros o chamavam de tripé.

- Você é uma delicinha menina, mas, daqui a pouco vai fazer a alegria de todo mundo, você não é tão valente longe dos seus amiguinhos né? – ele falava com um tom de zombaria e ameaça.

Gabi indefesa ficou apavorada já sabendo o que estava preste a acontecer, porque mesmo se tentasse fugir, não iria muito longe, pois estava algemada, e completamente sem defesas. A bela morena, de cabelos lisos e longos, lábios carnudos, seios fartos e durinhos, cinturinha fina, popo G arrebitadinho de dar inveja a qualquer fanqueira estava apavorada e naquele momento desejou ser a mulher mais feia do mundo.

Os outros dois foram em sua direção e a jogarão de bruços no capo do carro, deixando-a em choque e sem conseguir esboçar nenhuma reação ou dizer qualquer coisa que fosse. Ela ainda estava com o uniforme da escola, camiseta branca e saia colegial azul de pregas. Um deles apoiou uma das mãos nas costas dela e a outra colocou por baixo da saia e deu lhe um apertão na bunda dizendo:

- Uau...que durinha, da vontade de ficar fazendo isso o dia todo (rs) -e foi descendo a mão e alisando a xaninha dela por cima da calcinha. Se debruçou em cima dela e cochichou em seu ouvido:

- Você é virgem gatinha? – ela apenas balançou a cabeça afirmando que sim.

- Hum!!! Faz tempo que não arrombo um cabacinho, ainda mais um assim, de uma gostosinha tão novinha, quantos anos você tem? Quatorze? Quinze?

- Quinze. Tenho quinze anos -ela disse gemendo.

- Hum! Está no ponto, só esperando eu entrar -ele falou tirando o mastro enorme e já completamente duro para fora da calça e começou a pincelá-lo na sua bundinha, e perguntou:

- Pronta para sentir meus 25 cm de tora nesse rabinho?

Ela engoliu a seco e apavorada começou a chorar e implorar, mas, de nada adiantou. Ele arrancou a calcinha num só puxão deixando-a a sua mercê. Os outros apenas observavam rindo e se masturbavam. Soares cuspiu em sua mão e lubrificou seu mastro e começou a forçar a aquela cabeçorra no anelzinho da Gabi, mas, como ela “ainda” era virgem e nunca antes tinha dado o seu cuzinho, a dor era insuportável, e começou a gritar sem parar, e ele debruçado encima dela, dizia:

- Iiiiiiisssssssso...minha cadelinha...grita, grita bastante...Você não sabe o quanto isso me dá tesão – e ele passou um bom tempo tentando arrombar seu buraquinho sem sucesso, e vendo seu desespero o outro gritou lá de traz...

- Pára Soares...Não está vendo que não cabe? Esta querendo meter esse cacete de elefante num buraquinho tão apertadinho como esse! Espera um de nós abrir o cuzinho dela depois você arromba (rs).

- Tudo bem! - o Soares disse e completou - mas o cabaço da bocetinha eu faço questão de estourar.
Afastou as pernas dela, fazendo empinar a bundinha e entocou de uma única vez sua tora de 25 cm na xaninha pequena fazendo-a gritar tão alto que até ela mesmo acreditou que alguém pudesse ter ouvido e que logo teria socorro - ele tapou-lhe a boca e entocou mais uma vez, iniciando um frenético movimento de vai e vem.

- Uau mais que bucetinha apertadinha você tem gostosinha! – e dizendo aos outros - Olha só pessoal como ela engole todo o meu cacete - humm!!!!!!Que delicia sei que você está gostando e daqui a pouco você vai está pedindo meu pau, sua putinha -e ela nada podia fazer apenas gemer de dor.
As enterradas dele ficavam cada vez mais rápidas e fortes, profundas e ela já não sentia mais somente dor, era um misto de dor e prazer, uma sensação que nunca havia experimentado antes. Apesar de saber que estava sendo violada contra sua vontade, sabia que aquilo era errado, mas, ela estava começando a gostar, sentia tesão quando ele a xingava, ou lhe batia. E isso lhe dava vários arrepios, quando não mais do que de repente sentiu seu mastro contraindo-se e algo quente lhe inundava por completo. Soares havia chegado ao seu ápsi explodindo dentro dela, soltando um urro de prazer, ficando parado por alguns instantes sentindo seu mastro pulsar dentro dela e deixar vazar por entre suas pernas um pouco aquele leite quente. Mal teve tempo de se preparar e já sentiu outra vara penetrando-a.

- Agora esse rabinho é todo meu - disse Cavalcanti - invadindo a xana melada da Gabi, metendo por uns cinco minutos enquanto alisava seu anelzinho com os dedos, preparando-o para o que estava por vir. À medida que seu buraquinho ia alargando ele metia mais um dedo, depois dois até que coube três, se debruçando em suas costas cochichava em seu ouvido.

- Eu sei que seu cuzinho é muito apertadinho para aguentar o cacete do tripé, mas, o meu você vai aguentar, são só 21 cm e você já aguentou três dedos agora é só relaxar e me deixar gozar, aí você vai estar prontinha para o cacetão dele.

De fato enquanto Cavalcanti metia na xaninha lubrificava dela, seu mastro foi ficando todo lambuzado da porra deixada por Soares, então posicionou bem na entradinha do buraquinho dela e começou a forçar a entrada, a dor que ela sentiu era muito menor a que sentiu quando Soares tentou enrabá-la. Era uma dor tolerável, e a cada cm conquistado o tesão ia aumentando e ela começou a rebolar naquele mastro para facilitar a entrada, Cavalcanti deu uma risada e disse:

- Viu só? Eu disse que você iria gostar, e se você se comportar direitinho e me prometer que não vai tentar fugir tiro suas algemas.

Com seu mastro todo dentro dela, Cavalcanti iniciou um vai e vem bem devagar, até que seu rabinho estivesse totalmente relaxado e acostumado com seu pau, foi acelerando aos poucos até atingir um ritmo bem rápido, com estocadas firmes e profundas, enquanto enchia sua bundinha de palmadas. Ela rebolava e gemia muito, o prazer que sentia era algo indescritível chegava a tirar-lhe o fôlego e a vontade de sentir aquela tora cada vez mais profunda no seu rabinho apertadinho. Ela contraía o cuzinho e mastigava aquela tora, gemia como uma louca tamanha era o seu tesão

-Para uma menininha inexperiente, você dá o cu igual a uma puta profissional... rebola bem gostoso nesse cacete, vai minha cadelinha...rebola... rebola safada... rebola! Iiiiiissssssssssooooooooo!!!!!! !!!!!Deliiiiiiiiiiicia... Iiiiiiiiiiiissssssssso safadinha -ela estava louca de tesao e acabou gozando enquanto Cavalcanti continuou metendo no seu cuzinho por alguns minutos e também gozou explodindo toda sua porra dentro dele.

Gabi ainda estava com as pernas tremulas quando Sales a fez sentar no capô do carro com as pernas abertas e meteu todo no seu cuzinho ainda todo melado e foi tirando todo o resto das suas roupas e disse:

- Agora nós vamos brincar um pouquinho – ele forrou o chão com algo que devia ser uma camisa, sentou-se, e a mandou que ela se sentasse em cima de frente para ele.

- Vem...senta nesse cacete...quero ver sua bocetinha engolindo todo meu pau – ela obedeceu e fez o que Sales havia ordenado e o Cavalcanti cumpriu a promessa feita e soltou lhes das algemas. Sales a fazia rebolar em cima do seu mastro e a chamava de vadia de cadelinha e putinha.

- Iiiiiiisssssssso sua vadiazinha, em vez de ir para a escola estudar, fica na rua fazendo prostesto né? Agora vou de dar um castigo, vou arregaçar essa bocetinha – ele dizia quando ela sentiu outro cacete tateando e pincelando seu cuzinho. Ela olhou para traz e viu que era o Soares vulgarmente conhecido por Tripé com aquela tora descomunal procurando sua entradinha, apesar de estar toda fudida e lambuzada, ela sentiu um certo receio da primeira dor, mas, dessa vez ele invadia seu buraquinho com mais cuidado e menos pressa. Ele posicionou a cabeça do pau na entradinha e foi forçando devagar. A sensação era muito gostosa, e entrou toda a cabeça. Ele colocou e tirou algumas vezes e tentou de novo o restante de sua tora, de 25 cm de carne e nervos e foi invadindo seu buraquinho e ela se sentiu uma heroína toda preenchida quando ele já estava todo dentro dela. Enquanto se deliciava com essa dupla penetração ouviu:

- Achou que tinha se livrado de mim é? Já que está com os dois melhores buraquinhos ocupados chupa aqui para não dizer que ficou com a boca desocupada.

Cavalcanti fodia a sua boca com muita gana e metia no fundo da sua garganta, fazendo a quase vomitar. Soares e Sales a comiam de todo jeito em uma dupla penetração, enquanto ela pagava um boquete para o Cavalcanti.

- Assim vai...putinha, chupa com vontade, engole esse cacete, chupa bem...passa a língua na cabecinha. Assssssssssiiiimmmmmmmmm minha bezerrinha mama nessa vara. Você quer leitinho quer? Vai...cMama bem gostosa que eu vou te dar leitinho, bem quentinho. Vai minha putinha. Iiiiisssssssssssso!!!!! Vaaaaaaaaaaai! Assssssssiiiimmmmmmmmmm! Haaaaaaaaaa... Vou gozaraaaaaa, Toma leitinho safadinha. Toooommaaaa – ele gritava explodindo toda sua porra na boca dela e a mandou engolir tudo chupar e limpá-lo com a língua.

Alguns minutos depois Sales e Soares também gozam dentro dela. Cavalcante lhe deu uma toalhinha e a mandou que se limpasse e se vestisse. Entraram no carro e disseram que iam leva-la para casa. No caminho ainda pagou um boquete em Sales enquanto Soares metia mais uma vez no seu cuzinho.
Agora toda vez que Gabi vai para as passeatas protestar por alguma coisa, vai de sainha e uma calcinha bem pequenininha e sempre sai de lá dentro de um camburão, com três a quatro policiais. Mas, essa história vai ficar para um outro dia.

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