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A submissão Babyblue l


autor: Pampam
publicado em: 13/05/17
categoria: lésbicas
leituras: 1917
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Babyblue havia passado seu final de semana comigo, sua dona e mestre, que simplesmente dominava de corpo e alma.

Deixem eu fazer uma breve apresentação dela, 32 anos, cabelos e olhos escuros, estatura mediana, seios fartos, quadril largo, coxas grossas, boceta com um grelinho gostoso de chupar e um bumbum lindo. Ela é Professora Universitária e viajou para São Paulo a um congresso. Acabamos nos encontrando num desses eventos, nos vimos poucas vezes e deixamos nossas fantasias e desejos falarem mais alto.

Babyblue, não querendo mas tendo que  regressar para a sua cidade, pensava que ia ter mais uma semana normal, diferente daqueles dias onde já tinha feito todas as minhas vontades e loucuras.

Fui com ela até o aeroporto e lá ficamos abraçadas por longos minutos. Assim que ela embarcou no avião, vindo embora pra casa e lembrando das nossas transas e momentos somente nossos, eu ja sentia saudades. Retornei e comprei uma outra passagem no próximo voo e fui atrás dela.

No dia seguinte ela acordou cedo se arrumou e foi trabalhar. Estava no escritório quando recebeu uma mensagem inesperada. Era eu lhe desejando um bom dia e que estava com saudades da sua boceta em minha boca. No momento sentiu seu corpo estremecer e sua buceta piscar de tanto tesão. Não entendia porque, pois havia transado o final de semana todo e ainda estava com vontade. No final da mensagem dizia. “Abra sua bolsa e olhe no canto.”
Babyblue olhou e respondeu: “Nossa, o que é isso? Como colocou aqui?” Eram bolinhas de pompoarismo.
Eu só respondi: “Quando minha putinha for sair do trabalho, coloque todas dentro de você. Vista sua calcinha e calça e faça seu trajeto até o estacionamento e vá para o seu apartamento".

Aquilo fez Babyblue enlouquecer, ela não via a hora de ir embora, o mundo acabaria mas não daria o horário de ir para casa.

Quando o relógio bateu 21:00hs, Babyblue já estava pronta, com todas as bolinhas colocadas e foi indo embora caminhando até o estacionamento do trabalho.
Logo que liguei fui fazendo uma pergunta: “Como está a sua volta para a casa?”
Ela responde: “Está ótima, só com medo de bater o carro"
Então eu disse algo que a surpreendeu: “Estarei em algum lugar do caminho a sua espera”.
Ela não acreditava no que estava acontecendo. Eu viria mesmo? Em tão pouco tempo? Estava ansiosa e querendo me encontrar logo, passando com o carro pela rua vendo se me avistava, sentindo aquelas bolinhas dentro dela por quase 15 minutos. Assim que me viu parada no ponto encostou o carro e em poucos minutos já estava com ela.

Cada balançada nas lombadas a fazia sentir as bolinhas se mexerem fazendo ela quase gozar. Foi entao que pedi para ela ver um lugar meio que escuro. Nossos olhares se cruzaram e ela entendeu o que eu queria. Chegamos num estacionamento de clube onde havia pouco movimentação, e disse a ela: "abaixe a calça e retire bolinha por bolinha." Babyblue, com uma cara de safada, atendeu prontamente ao meu pedido, foi retirando  e a cada saída ela gemia. Quando a ultima bolinha saiu nós duas pudemos ver o gozo dela na bolinha toda melada.

Ficamos ai por mais alguns segundos e logo ela me chupava dentro do carro. 
Eu não gozei e me contive, me despedindo de Babyblue e indo embora, mas antes lhe dei uma caixinha e lhe disse para não abrir e aguardar as minhas ordens.
Babyblue estava morrendo de curiosidade, mas seguiu as minhas regras. Me distanciando dela sem entender nada do porque não queria ir para o apartamento dela e terminar o que havia começado no carro e cheia de tesao.

No dia seguinte corria normal, Babyblue acordou foi ao trabalho,tomou café na padaria, assim que chegou no trabalho seu chefe estava insuportável como sempre e lhe avisou que ela teria que resolver uns assuntos e naquele dia ela sairia para uma reunião às 15 horas, e nada do meu contato ou sequer de um sinal meu. Por volta das 11:30 hs uma nova mensagem de whatssap.
“Abra a caixa, pegue o conteúdo e coloque", estarei esperando na esquina do seu trabalho iremos almoçar”. Somente aquilo já teria deixado Babyblue radiante, mas ao abrir a caixinha viu um plug anal e sentiu novamente o tesão consumir seu corpo, tudo tremia e novamente sua buceta piscava.

Hora do almoço, ela foi ao banheiro e foi introduzindo centímetro por centímetro daquele brinquedinho em seu anus, gemia de tesão. Queria dar, mas também queria demais aquele brinquedinho enfiado dentro dela.
Tudo ajustado dentro dela e ela foi descendo as escadas até chagar ao térreo, indo até a esquina onde me encontraria já a sua esperava.

A cada passo ela se contorcia, estava com medo e gozar com aquele brinquedo enfiado todinho em seu rabo e alguém perceber.
Ao chegar começamos a conversar e logo estávamos almoçando juntas. Papo vem, papo vai, terminamos nosso almoço e nos sentamos numa praça em frente ao trabalho dela, ainda usando o plug. O nosso papo, a sintonia, o andar e ela estava gozando sem nenhum toque meu.

Babyblue tentava não demonstrar, pois estava em praça publica, mas quem olhava bem iria ver que ela estava se contorcendo toda.

Após gozar e relaxar alguns minutos me levantei, a acompanhou até seu trabalho e vim embora para casa pois havia sido meu último dia de folga.

Babybluea já estava satisfeita só com isso, o restante do dia correu tranquilamente e logo foi embora para seu apartamento, fez o jantar, tomou banho e dormiu calmamente, estava plena.

Assim que cheguei em São Paulo deixei num correio um presentinho. Ia tudo correndo normalmente quando no meio do dia chegou uma entrega endereçada para ela. Babyblue abriu, a para sua surpresa era um plug duplo anal e vaginal. Pegou o bilhete dentro da caixa e leu: “Vá ao banheiro imediatamente e coloque”.

Sabia o que tinha de fazer e seguiu a risca a minha ordem. Chegando ao banheiro, levantou seu vestido, retirou a calcinha e colocou o brinquedo que tinha uma luz bem pequena acesa, mas ela não entendeu como aquilo funcionava.

Se vestiu rapidamente e voltou a sua mesa, poucos minutos se passaram e ela recebe uma nova mensagem.
“-Obedeceu?"
Ela responde: “Sim”
Logo eu sumi novamente, segundos, minutos, nem sei quanto tempo se passou e então começou a sentir aquilo tremer dentro dela.

Babyblue se contorcia na cadeira, ninguem poderia notar a forma de como se segurava! 
Seu celular chega uma nova mensagem. “Agora você esta sob meu controle. Eu digo quando você goza e quando você trabalha.”
Babyblue se contorcia de tesão, aquele brinquedo ora aumentava o movimento, ora diminuía. Ela não entendia como e foi pesquisar e logo viu em um site: vibrador duplo controlado por celular. Eu poderia de qualquer lugar controlar ela.

O relogio marcava 16 horas e ela já não aguentava mais, estava alucinada, já havia gozado nem sabia quantas vezes. Aquele brinquedo fazia ela quase desmaiar e logo parava ou diminuía o movimento.

Babyblue não aguentava mais quando, enfim, o relogio mostrou 17:30 horas, pegou suas coisas desceu as escadas. Estava tremula, com o coração disparado, aquele brinquedo vibrava lentamente, não conseguia lembrar a quanto tempo estava com aquilo dentro dela.
Chegando em seu apartamento o telefone dela tocava era eu dizendo.
“Babyblue, boa noite!! Agora já pode retirar o brinquedo, tomar seu banho e relaxar, no final de semana você viveu as aventuras e estes 3 dias espero que tenha aprendido que mesmo distante estou perto. Mesmo sem tocar você, você me pertence, mesmo sem tocar você seu corpo reage quando quero. Logo eu volto. Beijo”
Em seguida eu desliguei, não deixando ela nem falar nada. Como assim logo retorna? Onde iria? Como?
Babyblue sabia que aquelas palavras eram verdade, pois eu não havia tocado em seu corpo nestes 3 dias e tinha a feito me obedecer, sentir a vida e gozar como louca.

Ela estava em êxtase , realizada, feliz porém esgotada. Em seguida tomou seu banho e se deitou, precisava dormir para seu corpo parar de tremer, pouco antes de dormir se lembrou de mim, viu meu rosto em sua frente e simplesmente me desejou.



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