"Os mais excitantes contos eróticos"

 

79 - TRAIÇÃO POR JUSTA CAUSA


autor: bernardo
publicado em: 16/05/17
categoria: traição
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O marido chega em casa e ao colocar o carro na garagem nota que um rapaz aparentando 20 e poucos anos bastante forte usando roupas parecidas com as suas, sai apressadamente da sua casa e desconfiado arma o maior barraco com a esposa, mas ela o interrompe dizendo:

-Antes de qualquer coisa, você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... – ela argumenta

Enquanto eu andava na rua, vi esse jovem maltrapilho, cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa e como ele estava sujo com fome e sede, aconselhei-o a tomar primeiro um banho, fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou, porque acha fedorenta.

As calças dele estavam rasgadas, então dei-lhe aquele jeans seminovo que ainda estava em perfeito estado, e aquela camiseta polo importada que eu te dei no dia do tem aniversário, mas você nunca usou pois esta obeso, fora de forma...

O coitado estava descalço, então dei a ele aquele par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, e aquele par de tênis no Natal você nunca usou. Ele estava com fome e dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem e, como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco... não comeu, e eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se?

E como estava com sede eu servi aquele vinho que estava guardado para aquele sábado dia do nosso aniversário de casamento que você se esqueceu e que prometeu tomarmos em outra ocasião, mas que nunca chegou... pois num dia é futebol, noutro pôquer, noutro pescaria, noutro peteca, noutro lavando o carro e assim por diante.

Daí, quando ele já ia embora, perguntou:

- Dona, tem mais alguma coisa que seu Marido não usa mais?

- Nem respondi!!!!!!! Sorri para ele e o puxei para o sofá e ele perguntou por você, aí eu disse que estava com os amigos em algum barzinho jogando sinuca e como sempre só deveria chegar bem tarde da noite cheirando a álcool e com sono. E ele tinha todo tempo para ficar comigo e me consolar, pois eu estava muito carente precisando de um amiguinho para ficar comigo. Ele sorriu e me abraçou forte pela cintura e sorrindo me disse:

- Com essa carinha de moça bondosa, mas bem sapeca, eu acho que você está carente é de pau, não é?

- Adivinhão - eu falei para ele e o beijei gostosamente na boca. Sim, isso mesmo, ficamos nos beijando e ele foi logo me tirando a blusa, onde meus seios ficaram à mostra e ele adorou vê-los e foi logo mamando meu biquinho que estava durinho e cheio de tesão e depois foi colocando o que podia na boca. Eu já estava cheia de tesão e fui ficando mais ainda. Deitei-me no sofá e deixei que ele abaixasse meu shortinho e beijasse a minha xaninha e passou a língua várias vezes nela o que foi me deixando mais louca de tesão. Depois desceu passando a língua por minhas coxas até os pés e foi me chupando dedo por dedo, bem devagar, coisa que você nunca fez. Você nunca foi criativo a ponto de me chupar os dedos dos pés.

Aquele homem, que no início era um maltrapilho, se apresentava como um verdadeiro cavalheiro e sabia tratar uma mulher como uma dama, coisa que você nunca fez comigo. Sei que foi loucura, mas foi uma loucura gostosa. Minha xaninha transbordava de tanto prazer, antes mesmo de ser penetrada por aquele macho que não era só gostoso na voz, mas sabia usar a língua como ninguém. Retornando ele veio fazendo o mesmo e eu fui delirando cada vez mais, até o momento em que nos abraçamos de frente e ficamos dando beijinhos na boca e falando sacanagem. Depois fui escorregando por baixo dele, enquanto ele se curvava como ponte para facilitar a minha chegada triunfal naquele pau que media mais ou menos uns 20 centímetros, bem maior e grosso que o seu. Foi gostoso ir passando a língua por aquele corpo musculoso e sexy até chegar aquele monte de nervo duro e cheio de veias a minha frente. Fui beijando ele todo e sentindo que ele parecia que ia estourar.

Segurei-o com carinho, com as duas mãos e apontei para a minha boca que entre meio aberta fui fazendo com que ele deslizasse primeiro aquela cabeçorra para dentro dela boca e fiquei passando a língua suavemente, enquanto as veias estufavam. Levantando mais o corpo ele me dera espaço para eu manipular melhor a situação e ele me olhava com cara de felicidade me vendo chupar gostosamente só aquela cabeçorra enorme e vermelha que entrava e saia da minha boca, massageada por meus lábios gostosamente.

Segurando aquele mastro com a mão direita fui lambendo as laterais de forma que ele sentisse bem a porosidade da minha língua e fosse ficando cada vez com mais tesão, até que eu abocanhasse outra vez deixando ele penetrá-lo até minha garganta, onde, como você sabe, usei aquela técnica que vai até a minha goela, sem ao menos me sufocar.

Fazia isso e ele estava ficando louco e antes que ele não aguentasse e viesse a gozar parei com aquele entra e sai, vai e vem em minha boca e saí debaixo dele. E ele me pediu para que cavalgasse em cima dele. Abri as pernas e me sentei em sua barriga e levantando bem a bunda fui descendo até sentir que aquele pauzão estaria bem na entrada da minha xaninha, curvei um pouquinho e fui sentando devagarzinho para que aquela trolha fosse entrando em mim. Fui gostosamente sendo penetrada e num sobe e desce cheio de tesão acabei gozando em cima daquele pau ao mesmo tempo em que ele também gozava. Foi um esforço grande e por isso acabamos cansando. Desci de cima dele e ficamos conversando, então, com a mão peguei um pouco da porra que ainda estava na ponta do pau dele e provei o seu gosto. Ele me perguntou se eu gostava e eu lhe disse que nunca tinha provado, ou seja, que meu maridinho, não permitia que eu lhe chupasse o cacete e dizia que isso era coisa de puta, então ele me mandou chupar o pau dele que ainda estava melecado de porra e eu me lembrando de uns contos eróticos que li, cai de boca e comecei a chupar gostosamente e senti o verdadeiro gosto da porra.

Vendo a sinceridade da esposa, o marido abaixou a cabeça e saiu de casa envergonhando.

Moral da história: Mesmo a contragosto, use tudo que sua mulher lhe der; do contrário ela dará para outro, pois mulher só trai por justa causa.

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