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Brincadeira no sítio


autor: camilla_lima
publicado em: 20/05/17
categoria: hetero
leituras: 4575
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Sempre fui curiosa sobre sexo. Desde o começo da adolescência, imaginava como deveria ser uma língua quente roçando na minha buceta, mas aliviava a curiosidade no chuveirinho, porque tinha medo de levar qualquer relação adiante. Tudo tem seu tempo.

Nessa época, ali pelos 14 anos, eu não me atraía por homens adultos, como é natural. Menos um. Amadeu tinha uns 27 anos, era moreno, forte e trabalhava no sítio do meu avô. Eu passava férias por lá e era ele quem me ajudava a arrear o cavalo quando eu decidia passear pelo sítio. Ele preparava o cavalo e eu montava passa passar a tarde cavalgando. Foram meus primeiros momentos de prazer, porque o cavalgar do animal me fazia roçar o clitóris na cela, e as cavalgadas me faziam gozar. Com o tempo, aprendi truques, como cavalgar sem calcinha, com shorts de pano leve, para facilitar o contato. Uma delícia. Voltava desses passeios toda meladinha e safada.

Entre uma cavalgada e outra, eu pensava em Amadeu, e imaginava ele esfregando a língua na minha xoxota. Mas tudo ficava na imaginação, porque ele era um homem muito sério, e eu bastante nova.
Depois dos 15, perdi o interesse por cavalos, e cresceu meu interesse por homens. Na verdade, por meninos, principalmente os da minha sala. Aos 16, tive um namoradinho, com quem decidi perder a virgindade. Transávamos cheios de tesão e com pouco jeito, sempre que meus pais viajavam. Foi aos 18 que tive a ideia genial: vou dar essa buceta pro Amadeu.

Eu estava decidida a ver aquele pau, porque tinha certeza que ele tinha um pau grande. Ele era alto, de braços forte, mãos ossudas, dedos fortes e grandes, todo um porte de homem pauzudo. Fazia tempo que não nos víamos, porque ele ficava quase sempre na parte do sítio onde estavam os cavalos e desde que perdi o interesse pelas cavalgadas, pouco ia até lá.

Naquelas férias eu estava decidida e já tinha até escolhido o lugar: queria trepar com aquele homem na casinha de ferramentas. Era um quartinho pequeno, onde ficavam guardadas coisas como enxadas, balde, rastelos. Nem bem cheguei no sítio, avisei a família que iria dar um passeio, ver os cavalos. Fiz questão de botar um shortinho jeans e um decote, e logo que encontrei Amadeu, dei um abraço demorado, com a boca bem perto do pescoço dele. Era o mesmo homão de sempre, musculoso, calado. Sorriu ao me ver:

- Faz tempo, hein, menina. Veio ver os bichos?
- Os bichos e você, querido.
Rimos, e ele parecia um pouco tímido. Ainda assim, percebi que olhou pro meu decote. Fiz questão de mostrar que tinha pego o olhar dele no flagra e sorri um sorrisinho bem do safado.
- Cê tá um mulherão – ele falou, me deixando surpresa, confesso. Porém, tímido que era, logo desconversou. Perguntou da minha família, e falou de um cavalo novo que havia chegado.
- Então vou cavalgar amanhã, Amadeu. Nesse cavalão novo aí! Você prepara ele pra mim?
- Opa! Só chegar que deixo ele no jeito.

Sorri.

- Tá bom, então. Venho amanhã.

Me despedi com um beijinho no rosto e uma passada de mão naquelas costas musculosas.

No dia seguinte, apareci lá logo cedo, num horário em que todos estavam trabalhando. Todo mundo trabalhava na cidade pela manhã, cuidando de compras, escritório, e só Amadeu ficava no sítio cuidando dos animais.

Decidida a conseguir o que queria, botei uma saia de tecido leve, com uma calcinha pequena por baixo, blusinha branca colada no corpo e cheguei dando beijinho no rosto do Amadeu:

- Preparou meu cavalo?
- Trago já – e foi buscar.

Ver aquele homem chegar puxando o cavalo pela corda já me encheu de tesão.

- Você me ajuda a subir, Amadeu? Faz tempo que não cavalgo...
- Ajudo, sim. Mas você vai andar de saia, é?
- Ué, e tem problema? Estamos só nós dois aqui! – Falei isso e dei um sorrisinho safado pra ele.
Nesse momento, ele se aproximou:
- Você quer ajuda pra subir?
- Quero. Vem cá. Me empurra!
- Dá licença – ele disse, colocando a mão na minha cintura.

Eu sou pequena, de cinturinha fina, e não foi difícil subir. Montei com as pernas bem abertas e chamei:
- Amadeu, eu tô com um pouco de medo. Você não quer dar uma volta comigo?

A voz dele estava diferente. Sussurrante.

- Sentado aí com você?
- Isso. Aqui atrás de mim.

Ele aceitou. Subiu, e quando sentou atrás de mim, senti aquela piroca dura sob a calça jeans roçar de leve em mim. Fiquei molhada. O cavalo começou a andar e o balanço fazia minha bunda roçar no pau dele. Ficamos em silêncio por alguns minutos, eu só sentindo aquela coisa dura roçando devagarzinho na minha bunda. Ele estava com as mãos para trás, segurando na cela, então pedi:

- Segura aqui na minha cintura.

Ele botou as mãos enormes em mim e ficamos assim por mais alguns minutos. Percebi que ele chegava com o corpo cada vez mais perto de mim e sua respiração estava ofegante. Sem falar nada, peguei a mão direita dele e coloquei na minha coxa. Ele alisou e eu dei um gemininho. Senti a mão subindo e o dedo passar perto da beirada da minha calcinha e falei, quase gemendo: vai, pode ir.

Ele então começou a alisar minha xaninha por cima da calcinha e eu me encostei no peito dele, já toda mole. Ele passava os dedos grossos de cima pra baixo ali na minha buceta, no ritmo do cavalgar. Então, um dedo entrou pela lateral da calcinha e foi direto na minha buceta. Ele ficou ali brincando e eu falei que tava gostoso, mas que queria mais. Ele me dedava e se esfregava em mim, todo cheio de tesão.

Guiei o cavalo para perto do quartinho de ferramentas e falei: vamos descer porque eu quero fazer um negócio mais gostoso.

Amadeu só me obedecia. Descemos do cavalo, amarramos o bicho, e eu apontei o quartinho: vamos lá.
Ele veio atrás de mim e quando entramos, começou a beijar meu pescoço e enfiou a mão por dentro da minha blusinha, pegando meu peito inteiro. Tirou minha blusa e caiu de boca nos meus biquinhos. Passava aquela lingua gostosa ao redor dos mamilo e mamava devagarzinho. Ele mesmo tirou a camiseta, e eu fiquei louca vendo aquele peito sarado. Esfreguei a cara ali, enquanto alisava a piroca dura por cima da calça jeans. Sentei numa mesa de madeira, abri as pernas e falei:

- Eu queria que você chupasse minha xaninha.

Ele veio pra perto, ajolhou no chão, puxou de lado minha calcinha e passou a língua de baixo até em cima. Voltou pra baixo, lambeu meu cuzinho e eu arrepiei. Ficou ali lambendo devagar, subiu pros lábios, lambeu de um lado, de outro e quando chegou no meu grelinho, eu já tava quase gozando. Ele lambia devagar, chupava, mamava no meu grelo. Começou a mamar devagarzinho, com aquela boca bem molhada, e eu não aguentei. Gozei gostoso na boca daquele homem. Senti minha xaninha latejar de um jeito que nunca senti antes. Puxei a cabeça dele pra mim e sorri.

- Agora deixa eu te chupar?

Ele fez que sim, tirou a calça jeans e eu me enchi de tesão de novo quando vi aquele pau pulando pra fora. Era do jeitinho que eu pensei: grosso, veiudo e tava com a cabeça roxa de tanto tesão.
Ajoelhei no chão e enchi a boca. mamei gostoso, deixando a rola bem babada. Lambi aquela cabeça, beijei, chupei. Fui ficando cheia de tesão de novo, levantei, tirei a calcinha, sentei na mesa, abri as pernas:

- Mete em mim.

Ele esfregou o pau por fora e sentir aquela rola quente roçando minha buceta me deixou louca, depois foi encaixando e enfiando devagar até o talo. Eu tava apertadinha e sensível, porque tinha acabado de gozar, então achei aquilo delicioso. Sentir aquela pica grosa entrando até o fundo tava me deixando louca. Ele gemia gostoso no meu ouvido, tava quase explodindo de tesão. Fui rebolando naquela rola até ficar com vontade de gozar de novo. Inclinei o corpo pra trás e fiquei dedilhando meu grelinho enquanto aquele macho metia forte em mim. Eu rebolando na pica dele, ele metendo bem gostoso, esfreguei tanto a buceta naquele pau que gozei de novo, gemi alto e deixei ele cheio de tesão, ele começou a meter mais forte, me agarrou com as duas mãos, enfiou o pau bem lá no fundo e gemeu alto no meu ouvido, enquanto enchia de porra a minha xaninha.

Tirou aquele pau pingando, e demos risada. Falei que era segredo nosso, e que queria voltar lá dali uns dias pra cavalgar nele.




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