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Amizade depravada (meu primeiro anal)


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 21/05/17
categoria: hetero
leituras: 4536
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Era novembro daquele ano e eu estava morando próxima da cidade grande em função do trabalho. Um longo feriado de quatro dias se aproximava e eu não tinha extremamente nada para fazer!

Certa hora me peguei com saudade do tempo que morava próxima a universidade e com saudade também dos amigos, especialmente Marcos (Vide conto “tirando o atraso com um amigo”). No dia seguinte, como se fosse algo sobrenatural recebi uma mensagem de Marcos:

Ele: Hey, Sam. Estamos armando uma bagunça aqui em casa. Vamos fazer umas comidas e assistir um jogo. Que tal? Para de trabalhar um pouco, menina. Vem visitar seus amigos aqui! Tô morrendo de saudade já.

Respondi na hora:

Eu: Hahahaha, também morro de saudades, seu bobo. É uma ótima ideia. Eu vou sim. À noite você pode me levar na rodoviária pra eu voltar pra casa? O último ônibus pra cá sai às 23h.

Ele: Vou pensar... hahahahahaha

Marcos não me respondeu, e aquilo já me dava brechas pra pensar várias coisas malvadas (hahahaha) e claro, lembrar de coisas também. Já estava pensando se poderia ficar mais um dia, ou dois, dependendo do que rolasse...

Cheguei lá na quinta-feira, um pouco depois do almoço. Encontrei com todos e foi maravilhoso. Várias conversas, histórias e muitas risadas.

O tempo foi passando, a noite chegando até que só restamos eu, Marcos e mais um casal de amigos. Enfim, eles decidiram ir embora era próximo das 22h. Assim que nos despedimos deles voltamos pra dentro de casa e então fingimos não entender o que estava pra acontecer

Eu: Acho que você pode me levar agora. (Falei olhando pro chão e pondo o cabelo pra trás da orelha)
Ele: Não precisa ir embora... digo... pode ficar se quiser... eu adoraria. (ele se fez de desentendido. Ele sabia que eu ficaria... que eu queria muito ficar... que eu jamais recusaria aquele convite, que de inocente não tinha nada)
Eu: Você vai ter que convencer a ficar!

Marcos me tacou beijo na boca, agarrando minha cintura. Minhas pernas estremeceram, minha calcinha se encharcou na hora. Quase caí no chão da sala! Mas me segurei no seu pescoço e o beijei de volta.

Juntos, éramos incontroláveis. Dois animais sedentos, um pelo outro. Começamos a tirar as roupas no caminho pro quarto e já chegamos lá quase nus. Porém não fomos pra cama. Marcos me prendeu contra a parede, arrancando ferozmente as poucas peças de roupa íntima que me restavam. Ajoelhei e abaixei sua cueca. Seu pau saltou pra fora, quase batendo na minha cara. Eu podia dizer que estava com saudade de Marcos, do seu jeito engraçado e carinhoso de ser, de seu sorriso divertido e cativante. Mas naquela hora, percebi como eu estava com saudade daquele pênis maravilhoso. Quando vi, tenho certeza que meus olhos brilharam, e dei um enorme sorriso de satisfação. Abocanhei com fome aquele membro.

Quando me levantei Marcos ainda me deixou contra a parede. Sua mão grande e grossa ganhou o meio das minhas pernas e me masturbou com destreza. Eu só gemia e me esforçava pra não cair de tanto tremer.

Senti Marcos me segurar pela bunda e me levantar em seu colo. Minhas costas bateram na parede. Senti seu pênis procurar minha buceta e logo encontrar. Abracei Marcos com força e entrelacei minhas penas em sua cintura. Seu pau me invadiu numa penetração profunda e extasiante. Ele me sacodia pra cima e pra baixo, me fazendo escorregar pelo seu corpo. Eu gemia e o beijava. Tentava fazer os dois ao mesmo tempo sem sucesso. Foi enlouquecedor.

Só depois de cansado, e isso demorou, Marcos me tacou na cama. Veio sobre mim, me beijando. Parou por um segundo e olhando no fundo dos meus olhos disse “eu estava morrendo de saudade de você”. Eu o agarrei, beijando mais forte pra mostrar toda minha saudade também.

Depois dos beijos eu lhe disse “Quero sua língua... no meu cu!”. Marcos sorriu safadamente enquanto eu me virava. Deitada de bruços, deixei meu bumbum bem arrebitado pra ele me lamber. Marcos veio lentamente. Beijou e mordeu minha bunda, acariciou, apertou e foi se aproximando do meu rabinho. Separou mais as minhas pernas e deu uma linguadinha que me deu arrepios. Me abri mais, na hora! Ele então foi passando a língua, contornando como se estivesse desenhando em minha bundinha. Ele me puxou pelo quadril, me deixando de quatro. Aí me chupou com vontade, e com mais liberdade. Quanto tesão! Ele então brincou com os dedos na entradinha e eu alucinada disse “enfia, vai enfia...”. Ele carinhosamente comeu meu cuzinho com um dedo.

Quando parou, logo me virei para mandar ele voltar ao que estava fazendo. Porém Marcos estava pegando um lubrificante. Pingou umas gotinhas no meu cuzinho e enfiou o dedo novamente. Era mais confortável. Uma delícia. Fui começando a curtir ainda mais e ficar doidinha. Marcos bombava seu dedo grosso no meu rabo e eu gemia de prazer.

Se houvesse um homem com quem eu gostaria de perder virgindade anal, este era Marcos. Meu amigo era um deus na cama. Eu o amava como parceiro sexual, ele sabia exatamente como me fazer feliz entre quatro paredes.

Como já relatei em outro conto, eu e ele não precisávamos de palavras. O olhar, o toque, a química nos guiava. Então como se lesse meus pensamentos, Marcos tocou seu pênis na entrada do meu cuzinho. Me arrepiei toda com aquela sensação. Ele me incitou bastante, me provocando, fazendo meu rabo se contrair.

Então ele me deitou de lado e logo senti a cabeça de seu membro vindo penetrar meu ainda virgem buraquinho. Estava lubrificado e já preparado por seus grossos dedos. Foi entrando e entrando. Quando senti aquela cabeça dentro de mim, me enverguei pra trás. Senti Marcos apertar meus seios. Meus olhos não se abriam, estava inteiramente em transe.

Marcos me penetrou com cuidado. Ia e voltava até metade de seu pênis, que não era nada pequeno. Foi maravilhosa a minha iniciação anal. Marcos entrelaçou seus dedos nos meus e penetrou com amor e selvageria ao mesmo tempo.

Depois Marcos me colocou de quatro. Ele sabia que meu bumbum já estaria mais receptivo. Me comeu novamente com cuidado e amor. Eu gemia pois não havia dor, somente prazer. Um prazer pervertido e dominador.

Me levantei com o pau de Marcos ainda na minha bunda e encostei minhas costas em seu corpo. Ele meteu sua mão em minha buceta e me masturbou enquanto comia meu rabo. Gozei com aquela tora dura no cuzinho e aqueles dedos malvados na perereca.

Marcos me viu cair pra frente porém permanecer com a bunda pro alto. Com o cu e a buceta se contraindo daquele orgasmo. Com a pouca força que me restava implorei “goza em mim, goza em mim...”. Marcos atendeu meu pedido. Eu não podia ver, mas senti seu leite quente jorrando em minha bunda, o que fez eu me desmanchar em um sorriso satisfeito.

Esfolei o pau de Marcos o feriado inteiro. Devo ter tido uns dez orgasmos e ter me banhado em quase um litro de porra. Só fui embora no domingo à noite. No caminho trocamos mensagens

Ele: Quando você volta?
Eu: Em breve!
Ele: Então eu espero que seja mais rápido do que esse seu “breve”.
Eu: Quando eu voltar, duvido conseguir me surpreender com algo melhor do que fez comigo desta vez.
Ele: Eu já tenho uma ideia...




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