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O GAROTO CARIOCA - Capítulo 4


autor: cariocasafado
publicado em: 22/05/17
categoria: gays
leituras: 576
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Olá, meu nome é Tiago, tenho 25 anos, moro na zona norte do Rio de Janeiro. Essas histórias que venho contando aconteceram quando ainda fazia ensino médio. Tenho um irmão gêmeo chamado Túlio. Nós somos idênticos fisicamente, mas ele era bem diferente de mim em outras coisas. Ele era mais extrovertido, mais safado, mais pegador, mais divertido. Nós chamávamos muita atenção por ser gêmeos idênticos, o que nos dava um ponto a mais com as garotas. Eu e meu irmão também costumávamos bater punheta quase todos os dias e o melhor de tudo é que, morando com nosso pai, a gente ficava livre pra fazer o que queríamos. Eu e Túlio levávamos algumas garotas lá pra casa, a gente assistia filme pornô direto. Meu pai sabia disso tudo, porém não falava nada contra. Ele sabia que a gente batia punheta, ele sabia que de vez em quando a gente levava umas garotas pra lá. Ele mesmo falava que quando tinha nossa idade também batia muita bronha, mas que nada se compara comer uma buceta bem lisinha. Eu, particularmente, me amarro em comer as garotinhas, mas já ia fazer um ano desde que comecei a olhar os garotos diferentes. Eu já havia chupado um amigo da escola, mas eu queria mais. Eu queria sentir um pau dentro do meu cu. Mas, ao mesmo tempo eu tinha medo de alguém descobrir. Meu pai, meu irmão, alguém mais, o que eles iriam pensar de mim? Eu era o tipo de garoto que jogava bola, fazia natação, pegava as garotas e etc. Já pensou se alguém descobrisse que eu queria dar meu cu? Se alguém descobrisse que eu já mamei outro garoto?
Bom, o tempo foi passando e nada de surgir outra oportunidade onde eu pudesse ficar com algum outro garoto. Túlio continuava namorando e eu de vez em quando ficava com alguma garota da escola ou do condomínio onde eu morava. Mas, as minhas punhetas eram diárias. Eu tinha quinze anos na época e já estava viciado em punheta. Além das que eu batia com Túlio assistindo filmes héteros, eu batia outras escondido assistindo filmes gays.
O tempo passou e a oportunidade surgiu quando meu pai demitiu o nosso motorista e contratou outro. Paulo, era o nome do novo motorista. Quando eu vi aquele homem quase fiquei sem fôlego. Era um homem alto, negro, forte, coxas grossas, o bíceps avantajado, a bunda redondinha. Eu fiquei estasiado por aquele motorista. Mas, Paulo era gente boa. Não era de falar muito. Fazia o trabalho dele que era levar a gente pra escola e trazer pra casa. Inglês, natação e etc. ele levava e buscava. Paulo já estava há três meses trabalhando como nosso motorista e não conseguia parar de imaginar como seria ter o pau dele ao meu alcance. Foi quando, sem querer, ouvi ele conversar com alguém por telefone sobre uma dívida que ele tinha e que não podia pagar. Pelo que ele falou e pelo tom de voz, percebi que ele estava muito preocupado. Essa foi a ocasião perfeita pra bolar um plano e colocar em prática. Eu iria dar o dinheiro pra ele e em troca ele teria que fazer o que eu quisesse. Iria ser arriscado, por que ele poderia contar pro meu pai, mas o desejo de ter aquele negão pra mim era maior. Verifiquei quanto eu tinha das mesadas que meu pai me dava, separei duzentos reais pra dar ao Paulo. Chegou o fim de semana, ele não foi trabalhar. Na segunda, nós chegamos no condomínio depois da aula, Túlio saiu do carro e eu fingi que estava ajeitando minha mochila para ficar um pouco mais ali. Túlio foi na frente em direção ao elevador e eu fiquei sozinho com Paulo, ele me esperando a arrumar a mochila. Eu estava muito nervoso, nunca tinha feito aquilo, mas eu tinha que fazer. Falei que eu queria contar um segredo e que ele não podia contar pra ninguém e que eu ainda ia poder ajudar ele. Paulo ficou curioso e me perguntou o que era. Eu tirei da minha carteira as duas notas de cem reais e falei que eu ia dar aquele dinheiro pra ele se ele deixasse eu chupar o pau dele. Falei na cara de pau mesmo. Ele ficou surpreso, sem palavras. Lembro que ele me chamou de doido, maluco. Eu falei que eu tava morrendo de tesão nele e que se ele quisesse eu daria mais cem reais e tirei mais cem reais da minha carteira. Ele olhou para o dinheiro. Eu percebi que ele ficou tentado a aceitar. Bem relutante, Paulo pegou o dinheiro e perguntou o que eu queria fazer. Eu falei que queria começar chupando o pau dele e depois de arranjar mais dinheiro, falei que queria q ele me comesse. Paulo não falou nada, olhou para o dinheiro. Eu sabia que ele precisava daquele dinheiro. Então ele abriu o zíper e tirou o pau pra fora ainda mole. Eu peguei e comecei a bater uma pra ele até ficar duro. Ele pegou na minha cabeça e levou em direção aquele membro grande e volumoso. Eu não conseguir engolir tudo, pois seu pau era muito grande. Eu fiquei ali mamando ele um bom tempo. A sensação era maravilhosa de ter uma pica na boca, de poder lamber, passar a língua na cabeça do pau. Eu tirei o meu pau pra fora e também comecei a bater. A medida que eu ia chupando, Paulo ia relaxando e forçando minha cabeça contra seu pau, chegando a socar na minha boca. Os minutos pareciam não acabar, até que ele anunciou que ia gozar. Eu me preparei e abrir mais a boca pra receber a porra dele. Foi quando eu senti no fundo da garganta aquele líquido quente. Eu engoli tudo. E ainda fiquei limpando seu pau até amolecer. Paulo me fez prometer que não iria contar nada, pois ele precisava do emprego. Eu prometi, mas falei que eu iria querer mais. Era só o tempo de eu conseguir mais dinheiro.
No próximo conto...vou relatar como o motorista tirou minha virgindade. Até lá!!




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