"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ontem no estacionamento do sup


autor: publicitario45
publicado em: 29/08/15
categoria: hetero
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Ontem, sexta-feira, dia 28 de agosto foi um dia louco. A tarde, uma leitora deste site me levou ao máximo da excitação com uma rápida troca de mensagem que por si só valeria um conto. Se ela quiser, eu pego um avião amanhã mesmo e me mando para sua terra, assim, a gente coloca em prática tudo aquilo que mencionamos em nossas mensagens.

Como ontem ficou nublado a maior parte do tempo, resolvi ficar em casa degustado um bom vinho que havia chegado pelo Correio um dia antes, ouvir uma boa música e escapar da chuva que provavelmente cairia mais tarde. Quem conhece Vila Velha sabe que dependendo da chuva, isso aqui vira quase que uma Veneza.

Porém, antes resolvi passar num supermercado que tem na Praia da Costa para comprar queijos, tomates secos e pão árabe para acompanhar o vinho, já que a jornada parecia ser longa. Entrei no estacionamento e parei meu carro bem no final já que quase não tinha vaga. No céu, a chuva já começava a mostrar a sua cara com aquele vento típico.

Entrei no supermercado e sempre lembrando das mensagens que troquei durante o dia com a minha colega leitora e confesso que aquilo estava me deixando excitado. Passei pelos caixas, entrei e ao passar na sessão de hortifrut quase enfartei ao avistar uma bela jovem, de mais ou menos 23 aninhos, cabelos castanhos, pele branca como a lua, blusa de seda com belas estampas, sainha rodada (Muito usada pelas colegiais na década de 70) e uma sandália preta, alta e com detalhes dourados. Fiquei ali de longe, parado, por alguns minutos apreciando aquela menina linda que escolhia algumas frutas e legumes sem muita pressa. Seus cabelos estavam húmidos como se ela tivesse acabado de sair do banho e ido direto para o supermercado.

Comprei o que eu precisava e me encaminhei para o caixa já pensando na chuva que estava caindo e ficando cada vez mais forte e foi ai que a minha noite começou a mudar.

Ainda no caixa, a menina linda parou atrás de mim e seu perfume (Angel, o meu faro não me deixa mentir) começou a tirar as coisas do seu carrinho e ao mesmo tempo atendeu uma ligação. Uma caixa de bombons caiu no chão e eu abaixei para pegar, ficando muito próximo das suas pernas. Ela agradeceu e começou a conversar no telefone enquanto retirava as suas compras do carrinho:

Ela: fala amor, já está em casa? Como não Filipe, nós temos que ir jantar na casa da minha irmã, meus pais vão estar lá. Te avisei isso na segunda, te mandei mensagem hoje. Poxa, como assim, você esta no bar com amigos? Esqueceu que você é um homem casado agora?

Odeio ouvir conversa alheia mas ela não fez questão de falar baixo e tanto eu quanto a menina do caixa ouvimos quase toda a conversa. Ela a bronca continuou:

Ela: Felipe, deixa de ser criança. Estou aqui no supermercado comprando as coisas pra gente se reunir com a minha família e você no bar, enchendo a cara. Aposto que nem viu a mesinha que eu comprei pro nosso apartamento. Quanto custou? Paguei R$ 1.250,00 no cartão.

Neste momento o cara deve ter falado algo muito irritante mas como eu já estava de saída, não deu para ouvir muita coisa:

Ela: meu filho, eu sou formada, trabalho na empresa dos meus pais, tenho salário e não vivo de mesada, portanto eu compro o que eu quiser. Agradeça por ter casado com uma mulher independente como eu, porque se eu precisasse do seu dinheiro para comprar as coisas que eu gosto, sua mesada não ia dar nem para os sapatos.

Sai rapidamente mas fui parado por um velho amigo e cliente na porta do supermercado, e ai, a nossa linda casadinha passou por nós toda bela e perfumada soltando faíscas no telefone com o tal do Felipe, o marido playboy que estava enchendo a cara no bar.

Depois de uma rápida conversa, nos despedimos e eu segui rapidamente pro meu carro já correndo da chuva. Quando abri o porta malas, vi que a menina estava tentando guardar as coisas no carro ao mesmo tempo que discutia a relação com o marido. Guardei minhas coisas e fui lá, sem nenhuma segunda intenção, oferecer uma ajuda, pois a menina já estava ficando encharcada.

Eu: moça, deixa eu te ajudar a guardar isso. Me dê as chaves do seu carro (E ela batendo boca no telefone)

Ela: obrigado, uma sacola caiu no chão e espalhou tudo no chão.

Eu: entra ai no carro (abri a porta de trás e ela entrou)

Após pegar tudo, bati na porta e ela abriu e pediu que eu entrasse. Ela já havia desligado o telefone e estava chorando.

Entrei e perguntei se eu poderia ajuda-la e a menina começou a desabafar enquanto o teto caia no estacionamento não coberto.

Ela: estou cansada. Tenho um ano de casada mas me sinto como se fosse uns dez anos no mínimo. Meu marido não quer saber de nada, não estuda, não trabalha, só pensar em carro, beber, academia, roupas de marca. Também pudera, a mãe e o pai bancam tudo.

Eu: me desculpe, como se chama, quantos anos você tem?

Ela: me chamo Patrícia, fiz 23 anos ontem. E você, quantos anos têm?

Eu: bem, um pouco mais que você, tenho 45 anos, sou publicitário e você é formada em que?

Ela: engenheira, meu pai tem uma construtora aqui na praia.

Eu: eu sei quem é o seu pai, ele já foi meu cliente.

E a conversa foi esticando, as ruas alagando, e o tempo passando. O fato é que Patrícia se acalmou e a conversa rendeu, já que a única coisa que nos restava era esperar dentro do seu Audi, que a chuva parasse e a agua baixasse nas ruas.

Daí que a menina ligou para a irmã e para os pais, contou o que aconteceu, disse onde estava e com quem e eles cancelaram o jantar. Vodka? Me perguntou ela abrindo a garrafa e tirando uma Absolut de Frutas Vermelhas de uma das sacolas. Respondi que sim, mas apenas uma dose, já que eu estava bem ia longe de casa.

O que era para ser uma dose já tinha se transformado e meia garrafa e Patricia já tinha se livrado da sandália, ligado o som do carro e estávamos contando nossas aventuras até que ela me surpreendeu:

Ela: e sexo? Sua vida é agidatada?

Eu: porque quer saber?

Ela: uai, você tem 45 anos, um belo corpo, educado, cheiroso, veste-se super bem, tem um bom carro, mora bem e é separado. Sozinho você não fica, ou fica?

Eu: olha! Não tenho do que reclamar. Tenho muitos amigos, amigas e de sexo eu não posso reclamar.

Ela: ah é, me conta. Você prefere mulheres da sua idade ou as mais novinhas.

Eu: Patricia, eu gosto de mulher. Idade pra mim não faz a menor diferença.

Ela: e eu gosto de homem.
Se aquilo foi uma direta ou indireta eu honestamente nunca mais vou saber. O fato é que eu puxei Patricia pelo pescoço, com a minha mão atrás da sua nuca e a puxei em minha direção. Nossas bocas se tocaram e começamos ali um longo beijo. Ela se afastou e disse que não poderia, que era casada mas depois parou de falar deixando a frase pela metade voltando a me beijar com desejo.

Puxei seu corpo leve pra cima de mia e ela se posicionou com uma perna de cada lado. Voltamos a nos beijar e desta vez eu já buscava seu pescoço, seis seios duros e perfeitos. Seu corpo se movimentava e nos livramos da sua blusa enquanto ela tirava a minha gravata, dessaborou a minha camisa e começou a beijar o meu peito.

Seu perfume era inebriante, sua pele lisa e sua boca bem ágil. Senti suas mãos abrirem a minha calça e tirar meu pau pra fora. Não demorou muito para aquela boca quente e apertada começar a me sugar com sofreguidão. Patricia estava sedenta, com raiva do marido e excitada. Meus dedos tocaram sua boceta melada coberta por uma mini calcinha preta.

Patricia soltou meu pau e voltou a sentar no meu colo. Ela mesmo tirou sua calcinha jogando no console do carro e sentou no meu pau que deslizou rápido para dentro da sua racha molhada. Na minha cabeça vinha as mensagens da minha leitora abusada que se atreveu a me desconcentrar durante d dia de trabalho. Enquanto Patricia rebolava, cavalgava e me beijava eu ficava imaginando como seria o rosto daquela desejável desconhecida.

A boceta de Patricia era extremamente apertada, ela me mordia e me deixava cada vez mais locou. Tirei ela de cima de mim, abri suas pernas e cai de boca naquela boceta perfeita, lisa e perfumada. Ela havia se preparado para uma noite e tanto com o marido mas quem estava comendo era eu. Pincelei meu pau na porta da sua bocetinha, abri ainda mais as pernas e soquei com força. Eu queria gozar, metia com voracidade e o carro com os vidros totalmente embaçado balançava. Lá fora apenas a chuva caindo num estacionamento quase deserto e alagado. Lá dentro pica, chupada e Patricia gozava mais uma vez. A cada orgasmo ela se contorcia, gemia e mastigava meu pau com os músculos da sua boceta.

Quando anunciei meu gozo ela pediu que eu não gozasse dentro, pois não estava tomando remédio e poderia engravidar. Patricia me presenteou com um novo boquete me punhetando ao mesmo tempo. Não demorei e enchi sua boca de porra. Menina casada safada engoliu até a última gota. Me beijou na boca e pediu meu telefone em seguida.

Ela se recompôs, eu também e cada um seguiu para a sua casa. No meu apartamento, coloquei no SpotFy o álbum de uma banda chamada Wet, abri uma garrafa de Herederos Del Marques de Riscal e fiquei ali no sofá pensando naquela sexta-feira que havia começado com mensagens excitantes no Climax Contos Eróticos e terminou com uma bela trepada no banco transei de um Audi com teto de vidro tendo apenas a chuva como testemunhas.

Sobre a Patrícia, ela me mandou uma mensagem ainda naquele dia, dizendo eu estava dentro da sua hidro pensando no ocorrido e finalizou perguntando qual seria a minha próxima ida ao supermercado em dia de chuva.

Bom fim de semana a todos. Beijos molhados em você, Kate!



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