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A cavalgada


autor: camilla_lima
publicado em: 22/05/17
categoria: hetero
leituras: 2648
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Amadeu é um homem que desperta tesão. Desde que dei pra ele, não conseguia pensar em outra coisa. Ele cuida dos cavalos no sítio do meu avô, onde passo férias. E lá estava eu, entediada entre livros e cantos de pássaros, pensando na próxima vez em que transaríamos.

Foi só ter certeza de que todos estariam na cidade pela manhã – menos Amadeu, ele sempre ficava no sítio – que me preparei. Tomei um banho demorado, raspei os pêlos todos pra deixar a buceta bem lisinha, vesti saia leve sem calcinha e camiseta larga, nada por baixo.

Apareci no estábulo e sorri. Dessa vez Amadeu estava preparado. Já foi me olhando de cima a baixo, comendo com os olhos:

- Bom dia. Já até sei o que cê quer por aqui - riu.

Quem ficou tímida fui eu. Apenas sorri e fiquei parada. Ele chegou perto, colocando a mãozona na minha cintura. Amoleci e a timidez foi embora.

- Quero...

Não deu pra terminar a frase. A outra mão chegou na minha cintura. Mão quente, grande, me puxando pra mais perto. Inclinei a cabeça pra trás oferecendo o pescoço e senti a boca macia. A língua subiu até a minha orelha e a mão desceu pra baixo da minha saia. Apertou minha bunda:

- Gostosa.
Só gemi, enquanto ele passeava as mãos pela minha bunda e me lambia o pescoço.
- Cê vai cavalgar hoje, então?
- Vou...

E a mão direita passou pra minha buceta. Deslizou, porque eu já estava molhada. O dedo entrou, saiu, entrou, saiu e subiu pro meu grelinho. Ficou ali fazendo círculos. Gemi alto.

- Me chupa gostoso que nem aquele dia? – pedi

Amadeu ajoelho na minha frente, com um sorriso safado na cara. Afastei as pernas. Ele passou a língua pela minha coxa, parou perto da buceta. Deu um beijo nela ainda fechada e foi abrindo caminho com a língua, separando os lábios até parar na entradinha. Voltou, lambeu meu grelinho. Estremeci. Ele começou a mamar meu grelo, bem suave, sugando devagar, lambendo e sugando de novo. Rebolei na cara dele até quase não poder aguentar. Ele percebeu, parou, tirou a camisa, abriu o botão e o zíper da calça e se deitou na grama, ali mesmo, perto dos estábulos.

Cai de joelhos por cima dele, puxei pra fora aquele pau. Alisei, impressionada com as veias pulsando, a cabeçona roxa. Brinquei, punhetei, passei o dedo na cabecinha. Fiquei com vontade de encher a boca com aquele pauzão. Lambi de baixo até em cima, beijei a cabeça e engoli aquela rola gostosa. Babei. Chupei. Estava quente e pulsante, me deixando louca de vontade de mamar. Ele gemia. Senti aquele líquido gostoso de homem com tesão e mamei mais forte.

- Tá gostosa a pica, tá? Senta nela.

Tirei a blusinha e a saia e fui encaixando a cabeça na entrada da minha buceta. Era uma delícia sentir aquele calor, aquela rola grossa me abrindo. Quando já estava toda sentada, rebolei. Amadeu me segurava pelo quadril, dando o ritmo.

- Cê gosta, né? Cavalga, safada, cavalga. Lambuza essa pica, goza nela.

E eu obedecia. Rebolava, subia e descia, rebolava de novo. Fui ficando cada vez mais melada, e aquilo estava cada vez mais gostoso. Não demorou pra sentir a xaninha começando a pulsar. Gozei forte e demorado, rebolando até o final, diminuindo devagar o ritmo. Então ele falou:

- Agora sou eu. Vem cá. Vira.

Me colocou de quatro.

- Vou terminar de fuder essa bucetinha, vou te comer que nem cavalo.

Me segurando pelo quadril, ele foi metendo devagar. Sentir aquela rola toda lá dentro me fez rebolar de novo. Eu tava toda molhada e apertadinha da gozada que dei. Amadeu metia fundo.

- Ah, gostosa. Que safada.

E me apertava com aquelas mãozonas. Começou a puxar meu quadril e meter cada vez mais forte, gemendo alto. De repente, parou com o pau lá dentro, bem fundo, e eu já sentia latejar. Soltou toda a porra dentro de mim e tirou aquela pica molhada. Deu um tapa na minha bunda, eu ainda de quatro. Depois, deu um beijinho.

- Gostosa!

Vesti-me, nos despedimos e voltei às leituras. Feliz e relaxada.




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