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Página 1- Diário de uma Ninfomaníaca


autor: escarlate
publicado em: 24/05/17
categoria: hetero
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Terapia. Essa foi a saída encontrada pelo meu melhor amigo em relação ao que ele chamou de "problema psicológico". Sou ninfomaníaca e isso é sim um enorme problema.
O psicólogo acha que é normal esse meu lado, visto que fui sempre muito excluída e escondida do mundo pelos meus pais. Eles são evangélicos e desde criança o tema sexo era vetado. Nem mesmo quando comecei a namorar o assunto veio à tona. Não sei se eles não queriam me falar sobre isso porque me achavam muito imatura ou porque achavam desnecessário.
O fato é que cresci. Casei. Divorciei. Casei de novo. E não mudei em relação à sexo.
O psicólogo (que por sinal era muito gato e tinha um volume bacana atracado em sua calça jeans cinza escuro), depois de 45 minutos, me disse que eu me sentia culpada por ser como sou e que para aprender a lidar com meu lado femme fatalle seria bom começar a escrever um diário. Um tipo de terapia que, sinceramente, não entendi, mas vamos lá, ao menos tentar.
Bom, hoje eu acordei cedo, tive sonhos sexuais e despertei completamente excitada e úmida. O marido ainda roncava quando eu levantei e fui para o banheiro. Me masturbei silenciosamente. Adoro a sensação de brincar de me dar prazer. É solitário mas extremamente recompensador. Tive três orgasmos maravilhosos, até que Jonathas acordou e precisei sair do banheiro. Eu precisei correr para não chegar atrasada. Jonathas antes de sair ainda me deu um belo tapa na bunda, comentando "hoje você me paga". Foi o suficiente para eu ir de casa até o trabalho imaginando como seria este pagamento. De casa até o escritório de advocacia onde trabalho é relativamente perto. Chego em meia hora à pé.
Essa manhã cruzei com alguns homens e mulheres. É inevitável olhar para eles é imagina-los nus. Havia um negro enorme andando na minha frente que me fez imaginar aquilo que dizem do tamanho dos negros. Apressei o passo para passar à frente dele e dei uma bela olhada, sem nem disfarçar. Se ele notasse, E daí?
Cheguei no escritório e o recepcionista me comeu com os olhos. Devo ter chegado com aquela expressão de atriz pornô quando vê um pênis, a safadeza escrita na testa. Dei-lhe bom dia e fui ao meu posto.
Meu celular não parava de vibrar na bolsa. Devia ser as mensagens dos grupos de sexo dos quais faço parte. Os participantes não trabalhavam em mais nada, só postando putaria. Bernadete veio me perguntar qualquer coisa sobre uns documentos e eu esqueci por alguns minutos a minha sempiterna excitação. Até que o patrão chegou, impecável num terno bege com uma camisa listrada de branco e marrom. O cheiro de loção pós barba com perfume masculino tomou conta do espaço. Aquela barba tão bem aparada e os lábios grossos eram uma moldura pra completar o quadro.
"O que temos pra hoje? " Ele perguntou. Quase lhe disse que seu único compromisso era me comer, mas eu perderia fácil meu emprego. Passei para ele as anotações que havia feito e me aquietei na cadeira.
Cerca de duas horas depois, fui ao banheiro do escritório. Assistindo a um vídeo pornô de um dos grupos, acabei tocando uma bela siririca. Fiquei com as pernas bambas. Torci para que chegasse logo as 15 horas para eu ir para casa.
Quando entrei em casa, O celular tocou. Era o marido avisando que havia chamado o cunhado dele para consertar o parapeito da janela do nosso quarto. Era um tremendo problema. O cara dava em cima de mim descaradamente. E eu naquele estado? Ia dar merda...
Quando ele chegou, uns vinte minutos depois, eu tinha tomado um banho rápido e estava com um vestido leve de alcinha. Fiquei sem sutiã e sem calcinha. Quando André chegou, Foi logo entrando e olhando para meus peitos. Eu não estava me importando muito com o que ele ia fazer, desde que ficasse lá no canto dele e eu no meu. Sentei no sofá e fui ver TV. Acabei deitando e descansando as pernas no braço do sofá.
André chegou me pedindo um copo com água. Eu levantei de um pulo e fui buscar água na cozinha. Ele me seguiu. Sentia que ele olhava minha bunda enquanto eu andava. Sei que percebeu que eu estava sem calcinha porque o tecido era fino. Servi a água e ele agradeceu. Sem querer, deixei o copo plástico cair e abaixei de propósito para pegar. Empinei a bunda para ele, depois levantei. Ele me disse que havia terminado o serviço e que eu fosse lá ver.
Eu fui. Encostei perto da janela para ver o trabalho. Estava bem feito. Coloquei as mãos sobre a madeira da janela e senti que André encostou em mim por trás. Me avisou que o cimento estava fresco e que eu ia me melar. Dei uma esfregadinha no volume dele com a bunda e disse que gostava de me lambuzar. Senti aquelas mãos fortes apalpando minha bunda, subindo pela cintura, chegando aos peitos. André puxou o vestido e me viu sem calcinha. Os dedos já foram tateando, tentando descobrir o caminho certo. Despertei desse torpor quando quase gozei. Não podia fazer aquilo. Apesar da vontade enorme de ser fodida por André, Eu não podia fazer.
Ele se irritou comigo quando pedi que parasse. Disse que eu colocava fogo e depois corria. Bem, o que posso fazer?
À noite, indo para a faculdade, Me atraquei com o mototaxista. Estava transbordando tesão e ele sabia. Conhecia pelo cheiro quando eu estava excitada. Me levou para uma rua escura, como de costume. Me comeu rapidamente, apoiada no banco da moto. Cheguei na aula ateasasa, para variar.
Quando saí da aula, fui direto para casa. Tinha uma garrafa de vinho no gelo sobre a mesa da cozinha e o cheiro do sabonete do meu querido maridinho tomava conta da casa. Entrei no banheiro, tomei banho e fui encontrá -lo completamente nu debaixo da coberta. Em poucos minutos ele estava pronto. Jonathas me comeu devagarinho, daquele jeitinho carinhoso que ele costuma fazer. Sexo regado a vinho. Uma delícia.
Três horas depois, Jonathas roncava ao meu lado na cama. Meu corpo estava aceso. E está até agora. São quatro e quinze da manhã e ainda não consegui dormir. Quem sabe agora que já escrevi tanto. Ou talvez seja preciso mais um orgasmo para me derrubar de vez.



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