"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fodi com meu irmão no casamento da mãe


autor: MissM
publicado em: 26/05/17
categoria: hetero
leituras: 5244
ver notas


Não ia muitas vezes a casa, estudava longe e a viagem era cansativa... Mas, naquele fim de semana a minha mãe ia casar-se com o homem com quem já namorava há alguns anos, numa quinta perto da nossa cidade.

Vesti um vestido preto curto, com um decote arrojado, que realçava todas a minhas curvas, o cabelo ia caído sobre os ombros e levava uns saltos pretos.

Quando cheguei a capela e me sentei no banco destinado a família não consegui deixar de notar no belo desconhecido que estava na outra ponta do banco. Estranho, pensava que conhecia toda a família.

Acabada a cerimónia a minha mãe e o Jaime, o novo marido vieram com o desconhecido ter comigo,

"Carol, andávamos a tua procura, este é o Pedro, o teu novo irmão" engoli em seco, tinha-me esquecido que o Jaime tinha um filho a trabalhar no estrangeiro, deve ter vindo para o casamento. Ele olhou-me de cima a baixo e não resisti a fazer o mesmo, ele era alto, a camisa que levava era justa, o que revelava o seu corpo bem definido.

"Prazer" disse-lhe quando o cumprimentei ao que a resposta foi

"O prazer é todo meu" acompanhado com um piscar de olho discreto.

Passamos o resto do dia a trocar olhares, sem hipótese para muito mais, uma vez que as tias não o largavam.

De vez em quando passava por ele roçando um pouco o meu corpo no dele. Estava uma noite quente, de verão e já não conseguia ouvir mais pessoas a perguntarem-me como estava a universidade e em como era importante este último ano.

O Pedro estava de pé ali perto a conversar com uns familiares, mas não tirava os olhos de mim, fiz questão de baixar um pouco mais o decote, o inchaço nas calças dele era bem visível, estava desconfortável e a tentar disfarçar.

Levantei-me, passei junto dele sem nunca desviar o olhar, mas ele agarrou-me no braço e pediu-me para esperar, dizendo-me ao ouvido

"Tens a certeza que queres entrar nesse jogo? Pode ser perigoso..." sorri

"Não sei, diz-me tu" desprendi o braço e segui para um jardim, sentei-me num banco afastado da festa e do barulho.

Ali passava uma corrente de ar, fiquei arrepiada e os meus mamilos começaram a notar-se por baixo do vestido. Ouvi alguém aproximar-se por trás de mim, sabia bem quem era.

Ele pôs a mão dele sobre a minha boca, afastou-me o cabelo para um dos lados do pescoço e beijou a parte descoberta, senti os seus lábios quentes a beijarem a minha pele. Tirou a mão que estava na minha boca para a passar para uma das saliências no meu vestido, agarrando-me firmemente, arqueei o corpo para ele não parar, tinha-me deixado com desejo desde que o vi naquela manhã.

A mãos dele percorreram o meu corpo, deixando o vestido mais subido.

Levantei-me e empurrei-o para um sítio mais discreto, beijei-o, empurrando a minha língua contra os lábios dele, ambos ansiosos por avançar. Ele levou a minha mão para o alto nas calças dele.

"Foi assim que o fizeste ficar, agora resolve" dei-lhe um sorriso maroto e perguntei

"De certeza que queres foste a tua irmã, Pedro? Os papás não vão gostar"

Ele agarrou no meu cabelo e puxou-o um pouco de forma a que eu ficasse com a cabeça inclinada, com os olhos nos dele, e disse com uma voz grave

"Pensasses nisso antes de estares toda a tarde a provocar. Agora vais ter o que mereces"

Ajoelhei-me em frente a ele e puxei-lhe as calças para baixo e percorri todo o pai dele com a língua, gemeu. Chupei a pontinha e depois até à base, parei, brinquei um pouco com a bolas dele enquanto o lubrificava com a língua. Voltei a chupa-lo, desta vez mais rápido, para cima, para baixo... ia passando a língua na glande dele, fazendo mais pressão, até que ele disse

"Vou-me vir e não vais derramar uma gota, vais beber tudinho"

Assim fiz, senti a porra dele a jorrar na minha boca, não queria que acabasse, estava louca de desejo. Ele deve ter sentido isso porque se baixou a minha frente enquanto me arrancava o vestido e as cuequinhas. Deitou-me na relva, abri as pernas para ele, logo senti os lábios dele a brincarem com os meus mamilos, os dentes a mordiscarem e soltarem enquanto a mão dele já estava entre as minhas pernas. Os dedos dele a fazerem círculos no meu clitoris, depois enfiou um em mim

"Eu podia deixar-te aqui, nua, louca de desejo. Podia tirar os meus dedos melecados e ir contar à tua mãe a putinha que és" gemi

"Mas não o vais fazer"

"Porque não?"

"Porque me queres tanto como te quero a ti" disse já com uma voz meio rouca e ele empurrou os dois dedos mais fundo dentro de mim, depois tirou-os deixando-me ainda mais molhada.

O pau dele estava duro outra vez, e ele deitou-se sobre mim e enterrou-o todinho em mim enquanto me mordiscava o pescoço. A fricção que fazia era deliciosa. Ele levantou-se e empurrou-me contra uma arvore, fodeu-me por trás e pressionou o meu clitoris a medida que ia cada vez mais fundo, apoiei-me na árvore, o meu corpo tremia de excitação, ele continuou a massajar-me enquanto o pau dele entrava e saía na minha buceta, os dedos dele aumentaram o ritmo e vim-me, contraindo-me contra o seu corpo, ele segurou-me, sentou-se no chão e pôs-me em cima dele, queria que o montasse, fi-lo com gosto.

Passado um bocado, enquanto subia e descia, deliciada com o momento reparo em alguém a observar-nos, um homem que tinha baixado as calças e batia uma enquanto olhava para nós. Homem esse que era o novo marido da minha mãe.

Naquele momento não quis saber, ele já tinha visto que eu tinha reparado nele e notei o medo nos seus olhos.

Sorri-lhe e pus um dedo à frente da boca a pedir silêncio.

Continuei a cavalgar aquele gostoso, sentia o pau dele a pulsar dentro de mim, abrandei o ritmo, fazendo com que entrasse em mim até a base e quando subia quase deixava sair, para que ele sentisse a minha vagina a apertá-lo cada vez que voltava a descer, comecei a fazê-lo mais depressa, sentia a excitação dele aumentar até que me puxou para ele enquanto se vinha dentro de mim. Parei, e descansei a cabeça no ombro dele.

Enfiei apenas o vestido porque entretanto guardou as minhas cuequinhas no bolso

"Só eu vou saber que estás assim" sorriu maldosamente para mim, retribuí.

"O teu quarto de hóspedes pode ser o meu, se quiseres"

Virei costas e fui embora.

O Pedro passou a visitar-nos mais vezes, algumas dessas visitas apenas a mim, certamente bem aproveitadas.


Por favor, deixem a vossa opinião nos comentários/notas!



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.