"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Condomínio Praiano - Parte 1


autor: falocentrista
publicado em: 01/06/17
categoria: hetero
leituras: 8948
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Hoje eu acordei com vontade de fazer uma loucura!
Provavelmente porque ontem o seu Sérgio me deixou no cio:
Eu bebia umas latinhas de cerveja enquanto ele limpava a piscina do condomínio.
E ficava lá...deitada numa das espreguiçadeiras, de biquíni amarelo, gostosa, olhando o homem trabalhar. Que coroa gostoso da porra. Puta que pariu!
Fazia isso ao menos uma vez por semana. As vezes mais. As vezes nem.
E eu sempre achei que a piroca do seu Sérgio marcava demais aquela sunga. Cara...não tinha como errar! Aquilo enclausurado naquela sunga cor de abóbora era um pênis monstro. Bem raros!
E ficava eu lá...bebendo...manjando rola...trocando sorrisos e conversas bobas. As vezes, sentindo um tesãozinho gostoso que deixava minha boceta bem cheirosa e lubrificada. Aí eu subia pro apartamento e me contorcia de chorar numa piroca enorme de borracha que eu tenho. As vezes eu pensava no seu Sérgio...em outros homens...no seu Sérgio, mais uma vez.
Mas logo voltava com a atenção aos meus filmezinhos eróticos.
Enfim...hoje acordei e estou no cio. Eu quero aquele pau pra mim!
Tomei café e depois umas doses de tequila pra planejar o que fazer.
Não tinha erro: era só convidar pra tomar uma cerveja antes de almoçar...oferecer uns aperitivos bem fortes...tomar coragem...e...
pedir pra ver o pau dele. Sei lá! Hahaha! Eu estava louca! Toquei o foda-se e decidi que iria convida-lo para beber uma cerveja e ir almoçar. Se não houvesse brecha razoável pra rolar nada, nem mesmo que através do álcool...não iria rolar nada. Pronto.
No fim de contas era uma questão de coragem.
Desci bem gostosa! Com o meu shortinho mais curto e socado e uma blusa mais leve e soltinha na parte de cima. Sandália e Cabelão preto, solto.
Chamei o homem e ele veio. Disse que ia almoçar com a senhora sim e que queria tomar uma cerveja ou três antes. Num quiosque perto da praia. Só que antes ele ia tomar banho e trocar só a roupa.
Pisquei a boceta de tesão quando tive a seguinte ideia:
Ele vai se trocar no vestiário do condomínio e eu vou invadir exatamente quando eu tiver "calculado" o timing correto pra que eu o pegue sem cueca.
Com a mente a mil por hora eu já havia descartado o primeiro plano, que não tinha prova alguma de eficácia para algo bem mais iminente e prático! Eu estava altinha e bobinha...eu tinha que aproveitar essa oportunidade.
Segui em frente decidida e o acompanhei entrando pela portinha do vestiário. Corri pra ouvir.
Ele não trancou a porta...como normalmente devia fazer sempre. Afinal, era um vestiário masculino mesmo.
Ouvi sons de armários se abrindo e decidi que ele devia estar tirando peças de roupa agora. Eu poderia dar meio minuto e entrar. Mas não tive coragem. Travei uma luta interna entre "vou" ou "ele vai achar isso uma merda" e quando dei por si, já ouvia o chuveiro ligado. Pensei em desistir e só ir almoçar sem intenções. Mas aí relaxei. E depois de um tempo, ouvi o chuveiro se desligar e já fui entrando. Tranquei a porta. E caminhei até o cômodo onde o vi saindo do chuveiro com aquela jeba solta. Pendurada. Acompanhada de mais dois bagos brilhantes. O coroa mantinha a área pronta pra sacanagem! Era linda! Eu senti um cheiro de sexo vindo daquele homem! Que tesão maluco!!!
Parecia que o cheiro de macho que aquele pênis enorme exalava ocupava o cômodo inteiro!
Seu Sérgio já tinha entendido tudo. Era uma morena rabuda querendo dar e um coroa gostoso com uma pirocona enorme.
Ele só disse que era pra eu ir mamar o pau dele por que eu tinha entrado pra fazer isso mesmo.
Eu me ajoelhei e encarei a rola do seu Sérgio. Aquilo exalava um cheiro que enchia minha xota de mel. Caralho...Peguei nas bolas do seu Sérgio e levantei aquela carne toda.
Sobre minha mão pesavam: duas bolas e uma piroca. E eu jurei que tinha uns 800 gramas de homem ali.
Toquei a cabeça daquele toletão de carne flácido com a minha língua e senti minhas papilas gustativas reagindo àquele gosto forte de pica. Salgado e delicioso. Ele certamente não havia lavado a piroca, mas eu achei foi bom. Delícia!
Comecei a mamar abocanhando bem a cabeçorra ainda mole. E então esticava a pica do seu Sérgio para trás, ficando impressionada com até onde aquele troço tinha esticado. Repetia os movimentos gemendo e babando aquela glande toda enquanto a rola ia crescendo bem devagar.
Quando eu fui ver, a cabeçona estava bem justa na minha boca! E depois da cabeça, o pescoço da rola engrossava até ficar largo como uma latinha de coca! E seguia grosso assim até a base.
Não existe como mamar uma rola dessas direito. Mas eu fiz o meu melhor pra deixar ela toda babada!
Depois de meia hora de boquete, aquela rola brilhava como se estivesse envernizada.
Segurava ela na boca tentando engolir sempre cada vez mais. E podia sentir o gosto da baba da rola dele. O calor daquela cabeça de piroca pulsando e expelindo sabor de pênis na minha boca. E eu babava cada vez mais! Uma verdadeira bagunça! Tentava engolir algo a mais do que a cabeça daquela rola...mas tudo que conseguia era engasgar e tossir toda aquela saliva misturada com baba de rola.
Seu Sérgio vibrava! Parecia que ele estava se segurando a muito tempo e se concentrava muito para que seu pau não começasse a cuspir porra na minha goela. O pau dele pulsava descontroladamente quando ele anunciou a leitada!
Ai! O seu Sérgio tá gozando! Eu me preparei para um banho de porra e foi isso o que eu ganhei.
Seu Sérgio segurou meu cabelo enrolado na mão. Com a outra punhetou o caralho todo babado.
Punhetou e as pulsadas que a rola dava passaram a ter certo controle e a cada pulsada, vinha uma golada de porra na minha cara. Que cheiro forte e delicioso de porra! Hummm!!!
Depois de uns 9 jatos de esperma, eu me sentia lavada de porra. Sentia o leite da pica do seu Sérgio bem quentinho no meu rosto e roupa...escorrendo bem grudento.
Que bonitinho...deu tanto leite! E foi sem dar um pio! Fora uns gritos contidos. Ele devia estar com medo de alguém ouvir.

Caso tenha se identificado com o conto, busque a parte 2 no meu perfil!

Beijocas, seus pirocudos!



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