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83- O Engenheiro e a Ninfeta


autor: Bernardo
publicado em: 02/06/17
categoria: virgindade
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Paulo é engenheiro e estava trabalhando em uma obra na zona rural de uma cidadezinha de Minas Gerais e ficava hospedado em uma casa alugada pela empresa, no centro da cidade, a qual servia de ponto de apoio e escritório. Na obra, na zona rural, havia a casa do mestre de obra e vez ou outra ele o convidava para fazer alguma refeição aos domingos e como Paulo era um homem simples que também nascerá na roça e adorava comida de fogão de lenha, aceitava com bom grado.

O mestre de obra, José, tinha uma filha e quando Paulo a viu pela primeira vez, passando de um lado para outro com seus seios pequenos e durinhos ele ficou cheio de tesão. A ninfeta o deixava alucinado, excitado de verdade e passava o maior sufoco e quando voltava para casa se acabava na punheta. Nos seus pensamentos só enxergava Diana aquela ninfetinha virgem, morena com ancas desenvolvidas, querendo e pedindo para desabrochar para a vida. Paulo sempre pensava nela e dizia para si mesmo, que se ela lhe desse alguma chance ele nem pensava duas vezes e iria torná-la mulher do jeito que ela quisesse e mereceria e ele também.

Em um domingo, seu José o convidou para almoçar em sua casa mais uma vez e como era de hábito ele não rejeitou, afinal de contas, uma comida caseira e simples é tudo que um homem da cidade grande quer quando está longe de casa e por ainda teria a chance de ver Diana povoar sua mente de imagens que levaria junto para a sua casa e a usaria na hora do banho em mais uma das tantas punhetas de batia em sua homenagem. Levou um bom vinho, uma orquídea para a esposa do José e uma caixa de chocolate para a jovem Diana, que ficou agradecida, mas com sua timidez enrubesceu-se quando o agradeceu. Tomaram o vinho ele e seu José até sua esposa Marta se arriscou e tomou um copo, logo após o farto almoço e depois de jogar conversa fora, quando Paulo se despediu de todos para voltar para a cidade, seu José com sua simplicidade o indagou se poderia dar carona a sua filha, que iria ficar na casa de uns parentes pois na terça e quarta feira, iria fazer uma prova de admissão em um colégio onde pretendia estudar no ano seguinte e um teste de emprego em uma empresa. Era tudo o que ele queria e ficou radiante pois teria alguns minutos da companhia daquela bela ninfeta e disse ao seu Jose que se ele não se incomodaria a traria de volta na quinta feira quando ele retornaria para inspecionar a obra.

Tudo combinado e de acordo saíram por volta das 18:00 hs, e fizeram uma viagem tranquila onde tiveram oportunidade de trocar algumas informações em que ele lhe perguntou que ano escolar estava cursando, que faculdade iria fazer, qual estilo de música curtia, etc... no caminho, volta e meia quando ele trocava de marcha a sua mão esbarrava no joelho dela, fazendo-a se afastar um pouco. Mas as coisas mudaram para a sua felicidade quando chegaram e perceberam que o pessoal, seus parentes, não estavam em casa e assim ela não tinha onde ficar naquela noite.

Diana ficou muito triste, pois iria perder a prova que iria fazer para ingressar no colégio e o teste do emprego, aí Paulo teve a ideia de leva-la com ele para a casa onde estava, pois além do seu quarto, havia duas outras suítes e ela poderia ocupar uma. Meio indecisa e relutante, mas ir para onde naquelas horas da noite?. Ela acabou aceitando, mas com da condição de que seus pais não soubessem, pois poderiam não gostar, afinal ele era casado e com idade bem acima da sua e poderiam pensar coisas errada a respeito dela e dele. Ele concordou em termos e disse que já tinha uma desculpa para dizer aos pais dela de onde ele a deixou, na casa da Dona Isabel, a senhora que limpava a casa, lavava as roupas e cozinhava quando ele estava e disse isso sem pestanejar, pois, sabia que dali poderia lhe render uma boa aventura ou um caso, afinal qual homem resiste a uma ninfeta inexperiente.

Para impressioná-la, depois de a acomodar na suíte onde ela iria ficar, ele a levou para jantar e pode ver seus olhinhos negros brilharem de felicidade ao adentrar ao restaurante. Era a primeira vez que ela entrava em um e ele a deixou fazer seu pedido do jeito que quisesse.

Comeram bastante e conversaram muito e ele indagou se ela tinha namorado. Ela respondeu que tinha uma paquera, o Ricardo o almoxarife da obra, e ele sentiu uma pontada de ciúmes. Ela Diana, uma flor a desabrochar nas mãos daquele peão, que andava para cima e para baixo na obra, que mal sabia ler e escrever. Ele ficou possesso de ciúmes e na sua mente começou a desenvolver um plano de possuí-la, pois ele a desejava muito.

- Diga-me Diana você o ama?

- Ah não, apenas trocamos alguns beijos e isso não é nada sério, mas sei que ainda vou achar alguém que me ame, como eu mereço – ela disse talvez lhe dando um sinal que ainda era virgem ele pensou e isso faziam com que aumentasse seu tesão.

Durante o jantar, sem querer ele encostou sua perna na dela e a sentiu ficar rígida, mas deu para perceber que ficou arrepiada. E enquanto ele saboreava um bom vinho, ela sorveu apenas suco, pois o vinho a deixaria embriagada, ela lhe disse. Sem querer ele riu e afirmando que uma taça não faria mal nenhum e lhe ofereceu uma taça no que ela aceitou e gostou muito, pois, no dizer dela, era diferente daquele que seu pai tomava em sua casa. Quando marcou 22 horas ele falou que já estava na hora de ir dormir, pois teria que acordar bem cedo. Ela riu e falou com a voz em tom baixo que realmente era tarde e precisariam ir dormir mesmo!

Ao ouvi-la ele sentiu um pouco de emoção em sua voz, mas nada falou, apenas saiu em direção a porta e sem querer seus corpos se tocaram. Foi algo rápido, mas com efeito devastador seu tesão ficou em alerta e, ela notou o volume na sua calça. Sem pensar muito ele sai porta a fora e se deixou ser guiado pelo desejo e dentro do carro, ainda estacionado, começou a acariciá-la e logo a estava beijando na boca. Diana retribuiu o beijo enquanto a mão dele percorria seu corpinho gostoso.

Logo guiou a mão dela até seu cacete. Ela segurou com timidez, mas não a tirou. Ambos estavam com muita vontade. O percurso entre o restaurante e a casa não era longo e assim que chegaram em casa e entram na sala ele logo a abraçou e impôs seu desejo de macho acariciando seus seios e suas coxas. Ela estava com um vestido preto com uma pequena abertura lateral que dava espaço para a mão dele manusear sua xoxotinha virgem sem incomodar.

Assim que a sua mão chegou lá ele sentiu umidade e seus dedos ficaram lambuzados de seu néctar. Diana ronronava igual uma gata no cio e ele não aguentou e tirou seu cacete para fora e ela começou uma deliciosa punheta. Seu cacete parecia uma rocha. E ele a queria muito, queria fode-la ali em pé mesmo, mas ela falou que ainda não estava pronta.

Então ele ergueu seu vestido e colocou seu cacete entre suas coxas, e ela rebolava sentindo o calor dele e o vai e vem gostoso sentindo seu fogo enquanto seus pequenos seios bem durinhos eram apalpados. Sua xoxota parecia uma labareda de intenso calor e não demorou e o gozo veio rápido. Ambos tiveram um orgasmo mesmo sem a penetração. Ele a pegou no colo beijando a sua boca e a levou para a sua cama. Colocou-a deitada e começou a acariciar seu corpo tirando sua roupa peça por peça e ela gemia. Ele mordiscava seus seios, apalpava suas coxas e apertava sua bunda durinha. Ele ficou enlouquecido por aquela ninfeta. Seu cacete estava duro como nunca e ficaram se acariciando e ele foi se deitando junto a ela na posição perfeita para um sessenta e nove.

Ela tímida apenas acariciava o mastro dele que já soltava uma babinha de tanto tesão e ele falava palavras de carinho e que ela não se preocupasse que não iria machucá-la que se soltasse, querendo mostrar a ela que o sexo é algo bom e muito prazeroso. Ela ficava só concordando com gemidos e palavras curtas como:

- Aham...Sim... Ahhh....delicia está gostoso!

Paulo sentia a imensidão de seu desejo, mas o seu temor a bloqueava. Tinha receio de se entregar. Mas ele não desistia e redobrava as caricias. Abriu suas pernas e alisou seus pelos ralos, com poucas palavras lhe pediu, que apenas o deixasse dá um cheiro em sua xoxota.

- Ah tá bom - ela disse.

E ele começou alisando seus pelos, dando leves beijinhos. Diana aos poucos ao sentir os lábios deles em suas coxas e ao redor da xoxotinha ia abrindo suas perninhas levemente, em minutos estava como uma flor totalmente desabrochada. Sua xoxota estava úmida e seu grelinho vermelhinho e durinho estava pedindo carinho. Fazer o que, não é? Pois bem ... caiu de boca lambendo seus lábios, sugando de leve seu grelinho, ouvindo seus gemidos de prazer. Depois de um tempo Paulo, não aguentou e se entregou a saborear com euforia os lábios bem rosados e bem fechadinha e com os cabelinhos ralinhos. Sua rachinha virgem, era terra inexplorada e o recebia toda molhadinha de uma seiva alucinante que escorria pelas suas coxas. Até parecia que era a primeira xoxota que ele chupava e ele entrou em um verdadeiro transe e não conseguiu resistir e lambeu também o cuzinho cheiroso e rosado, ali tão pertinho e com certeza também queria carinho. Que cheiro... A xoxotinha e o cuzinho estavam inalando o aroma dos deuses. Chupou até sentir que seu corpo sofreu um tremor intenso e seus lábios serem inundados por uma grande quantidade de seu liquido, pois ela estava tendo orgasmos múltiplos. Era uma maravilha aquilo que ele estava proporcionando aquela garota e ela por sua vez proporcionando a ele, homem maduro e experiente, porém sem nunca ter tipo tal experiencia com uma novinha tesuda como ela. Ele foi ao delírio. Chupou e saboreou aquele manjar delicioso, manjar dos deuses e não acreditava na sorte, de estar com uma garota virgem e ainda com orgasmos múltiplos. Ela gemia e se contorcia na cama como uma gata no cio.

Demorou alguns segundos e ela aquietou-se e ele se virou um pouco e colocou seu cacete de 20 cm perto de seus lábios, pedindo para ela chupar. Ela teve um pouco de receio, pois nunca havia feito isso, mas logo tomou coragem e meteu a boca... Dava para perceber que nunca tinha chupado um cacete antes, mas ele foi ensinando...e ela, como uma boa aluna, aprendeu rápido. Aos poucos e timidamente ela começou a pegar prática e chupou até os ovos e só parou quando ele começou a gozar, sorvendo um pouco do seu leitinho, pois foi pega de surpresa, mas logo ela fechou a boca e ele gozou em seu rosto todo. Depois disso foram ao banheiro se lavar.

Diana estava bastante envergonhada com o que acabara de fazer. Foi quando ele começou a conversar com ela e a acariciá-la. Ela se soltou novamente e ele pode ter a chance finalmente de possuí-la. Abriu suas perninhas e passava as mãos em sua xoxota e ela dava gemidinhos. Colocou camisinha e foi por cima dela colocando suas pernas em seus ombros sem dificuldades e passava a cabeça do cacete de um lado para o outro alisando seus lábios, encostando de leve e sentia seus gemidos e temor.

Com calma a preparava com palavras de amor, cheias de paixão e a beijava de levinho, acariciava seus mamilos tenros com muito carinho, esperando o momento certo para introduzir o pênis duro como ferro, afinal a sua experiência contava, mas o desejo de possui-la principalmente pela virgindade dela, ansiava cada minuto e continuou tentando e paulatinamente foi metendo seu cacete milimetricamente e quando a cabecinha entrou, Diana deu um grito e começou a gemer e como era lindo ouvi-la gemendo daquele jeito. Parecia um canto de uma sereia.

Paulo sem pressa, esperou um tempo só com a cabeça dentro, foi quando ela pediu para que ele parasse, e ele selou sua boquinha com um beijo e terminou de meter seu cacete. Meteu até o talo. Ela deu um gemido alto cravando suas unhas nas costas dele. Era a dor dando lugar ao prazer. E ela se entregou ao delírio, gemia, gritava, rebolava embaixo dele. Ele parecia um garanhão reprodutor, estocava e parava, aí Diana pedia para que não parasse, pois estava adorando tal experiencia jamais vivida. Foi assim que ficaram no movimento do vai e vem, até Paulo sentir seu gozo se espalhando e lambuzando todo seu cacete envolvido pela camisinha. Ela, por sua vez, alternava rebolando entre gritos e gemidos. Assim quando ele se deu conta já tinha gozado dentro de sua xoxotinha virgem.

Ficaram alguns minutos se beijando e quando Paulo tirou seu cacete viu a camisinha suja com um pouco de sangue. Sangue que veio do seu cabaço. Um troféu para um coroa tirar a virgindade de uma ninfeta. Ele falou com Diana que o que tinha acontecido era normal e que um dia teria que acontecer. Isto faz parte do ciclo da vida. Já bem mais tranquila ela
Recomeçamos uma nova sessão de carinhos com uma voz suave que tinha gostado, apesar da dor e que eu a tinha transformado em mulher e estava muito feliz que tinha sido com ele e não com um pião qualquer. Mas que gostaria que seus pais não soubessem do ocorrido.
Paulo falou para que ela não se preocupasse que agora ela seria sua namorada para sempre e iria arrumar um modo de tê-la sempre por perto e daria também um jeito de a ajudar em seus estudos até ela se formar e ser independente. Só de relatar isso ele sentiu seu cacete dá uns pulinhos de tesão.

O tempo passou, Diana foi aprovada no teste e o tesão por ela só aumentou. Agora, ela mora na cidade e eles sempre se encontram e passam a noite juntos. Ela deixou de ser uma ninfeta, e agora é uma bela mulher bem mais madura e cada dia que passa os dois aproveitam cada minuto juntos. Tanto na cama como fora dela.

Outro dia ela apareceu na obra onde ele estava com um vestido e sem calcinha e ele a comeu ali encostada a sua mesa. Eles não têm lugar para transar. Só basta sentir vontade que Diana topa. E no carro ela adora. Na obra adrenalina é dez. Diana se tornou uma libertina com cara de menina sapeca. Isso deixa Paulo fascinado por ela e que durante muito tempo será assim. Uma putinha safada que o seduz e o faz feliz a cada dia mais. Até quando ela quiser ela vai levar este relacionamento adiante afinal só vai em minha casa, com sua esposa a cada 15 dias e um final de semana é muito pouco para saciar sua fome de xoxota. A coisa mais gostosa que existe no mundo.

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