"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Bolinada na lanchonete


autor: Lenhador
publicado em: 04/06/17
categoria: casual
leituras: 3822
ver notas


Nem sempre se pode fazer tudo que desejamos, por isso ao estar a fim de comer hambúrguer e me contentei em sair pra comer cachorro quente. Após breve caminhada optei por uma lanchonete em frente a uma academia.

Com ambiente a meia luz e mesas compridas onde varias pessoas se assentavam amontoadas o que mais se destacava era o atendimento cordial e o cheiro de tempero do tão cobiçado cachorro quente.

Na entrada da lanchonete fiquei olhando pra escolher um lugar longe de pessoas que falassem alto e por sorte avistei uma mesa vazia num canto, cuja uma das lâmpadas já nem funcionava.

Após escolher o que iria comer fiquei observando as pessoas ao redor enquanto a lanchonete foi tomada de estudantes e pessoas da academia.

Até que meus olhos se depararam com uma morena escultural com roupa de academia olhando pra todos os lados a procura de um lugar para sentar. Acompanhei o movimento do quadril dela ao caminhar e fiquei tão fascinado que só me dei conta dela perto ao ouvir a voz perguntando se podia se sentar.

_ Oi posso me sentar aqui na sua mesa? Pergunta com sorriso nos lábios.

_ Lógico que pode. Respondo retribuindo o sorriso.

_ Grata, pois fiquei com receio de incomodar você. Aguardando alguém? Nisso ela olha ao redor.

_ Você! Respondo sorrindo abertamente diante do ar surpreso dela completo.

_ Você é um perigo com as palavras. Ela elogia com sorriso encantador.

_ Apenas sendo galanteador embora uma garota com tantos encantos já deve estar acostumada ou melhor enjoada de elogios e cantadas baratas.

_ Gente! Ela cai na gargalhada no que acompanho

_ Nunca comi cachorro quente em tão linda companhia. Volto a elogiar.

_ Parado ai mocinho. Ela me olha com ar divertido.

_ Uauuu... Você não gosta mesmo de ser bem tratada. Sou melhor ainda judiando. Perante o semblante de assombro dela começo a rir a tal ponto que varias pessoas nos olham.

_ Você vem sempre aqui? A beldade muda de assunto pra evitar ficar encurralada.

_ Venho sempre que estou a fim de comer hambúrguer e a grana está curta. Caímos na gargalhada.

_ Você é muito divertido. Nem me apresentei a você. Prazer Magda!

_ Márcio e o prazer todo meu. Pinta ainda mais desejo após os famosos três beijinhos e sentir o gostoso perfume da gata e ao me aproximar para dar os beijinhos acaricio de leve a nuca da gostosa e num relance notei o suspiro e arrepios. Ta carente pensou comigo.

_ Você é um perigo pras mulheres, por isso se senta sozinho. Ela ri se afastando.

_ Os amigos me chamam de Lenhador. Ela fica curiosa.

_ Por que Lenhador? Você devasta floresta?

_ Não moça bonita é apenas uma longa história. Desconverso pra não assusta-la.

Enquanto devoramos nossos cachorros quentes entram mais pessoas e ao compreender que corria risco de sentar algum conhecido da academia ao lado da Magda me levanto e sento do lado dela. Acertei em cheio ao trocar de lugar, pois eram amigos dela e depois de lancharem a chamaram pra sair, más pro meu agrado ela falou que iria depois.

_Obrigado, por ficar mais um pouco. Agradeci a ela.

_ Não saio daqui até você me explicar o porquê de Lenhador. Ela me olha a menos de 30 cm de distância.

_ Tão curiosa assim? Sorrio.

_ Muito e não me enrola. Intimou ela.

A olhei nos olhos e a puxei pelo cabelo a beijei de forma bem ardente e demorada a ponto dela se afastar respirando fundo.

_ Nunca fui beijada assim. Você é de verdade mesmo Lenhador?

_ Você me beijou a pouco. Sou de verdade. Respondo.

_ Gostei do seu jeito de conquistar e se fazer presente e envolver. Ela se rende ao se aproximar mais.

A olhando nos olhos fico acariciando a nuca, pescoço e mexendo de leve nas orelhas no que ela novamente respira fundo e me olha com os olhos em brasa.

_ Não faz isso. Nunca deixei alguém se aproximar assim. Ela fecha os olhos e se rende as caricias.

_ Sempre tem a primeira vez. Respondo agora a mordiscando de leve no ouvido.

_ Cachorro. Sussurra ela.

_ Vadia perfumada. Respondo eu. Começo acariciar as coxas torneadas e ela se achega a mim com as pernas abertas. Como o forro da mesa era bem comprido não tinha risco de alguém ver o que estava rolando.

_ Agora entendi o porquê de Lenhador. Você detona com o juízo da mulherada. Ela começa a acariciar meu pau de leve.

Sem pensar duas vezes enfio uma das mãos pelo short da gostosa e encontro uma bucetinha lisinha e mega molhada.

_ Aqui não Lenhador. Muita gente me conhece. Ela se assusta.

_ Respiro fundo e tomo um gole do suco natural tentando me refazer da sede de sexo. O cacete demorou a murchar e pedi a conta de ambos.

Saímos andando de mãos dadas até o meu apartamento. Mal fechei a porta e ela se transformou ao se ajoelhar e baixar minha bermuda caiu de boca no meu pau enquanto acariciava os seios.

Após boas mamadas a encharquei com porra na boca e nos seios. A pego no colo e a ponho no sofá e começo a devorar a cadela com língua de cachorro no cio.

_ Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... ela murmura delirando com as linguadas alternadas com mordidas na buceta toda.

_ Que bucetinha gostosa de devorar. Elogio.

_ Acaba comigo lenhador. Implora ela.

A ponho de 4 no sofá empinadinha e enfio dois dedos na bucetinha no que ela rebola e fica bolinando os seios. Inclino-me e mordisco as nadegas da safada e do nada puxo o cabelo dela e enfio um dedo no cuzinho da morena e um na bucetinha e sou blindado com gingadas cada vez mais velozes e não demora a bela morena explode em gozo com direito a ejacular.

A pego no colo com facilidade e a levo pro banheiro pra um banho a dois. Pego a bucha e começo a ensaboar aquele corpo escultural com seios bem cuidados e uma virinha lisa. A bucetinha avermelhada era toda charmosa com cheiro de maçã verde. Me posicionei, por trás e com o cacete relando na entrada da buceta comecei a bolinar o clitóris no que ela ajudou rebolando. A viro de frente e nos esfregamos até ela estremecer.

_ Me come Lenhador, pois quero gozar com você dentro de mim. Ela nem esperou, pois encaixou o cacete e se jogou de forma que foi penetrada numa socada e não ficou nisso. Começou a rebolar com uma velocidade tão gostosa que me arrepiou.

_ Você é muito gostosa Magda. Elogio ela com profunda gula pelo corpo escultural e bem cuidado.

_ Aproveita meu Lenhador. Ela murmura.

_ Mais? A olho nos olhos.

_ Arromba meu cuzinho. Nunca fiz anal e quero com você.

Cuzinho virgem e faminto de rola. Ela me fez mesmo vibrar de desejo com esse convite e a enrolo na toalha e levo nos braços até a cama. Literalmente jogada nua na cama caio de boca naquela bucetinha fazendo com que Magda comece a ter vários orgasmos seguidos.

Lambuzo o cuzinho dela com o próprio melzinho e miro meu cacete e sou recebido com gingadas leves na medida em que vou arrombando ouço gemidos enquanto vai aumentando meu tesão ao ver ela acariciando os seios de olhos fechados.

Ao invadir o cuzinho virgem com mais da metade do cacete passo a dar estocadas de leve para em seguida começar a dar boas bombadas.

_ Lenhador você vai me matar de gozar. Sussurra ela com a voz rouca. E começando a estremecer. No que aumentei a velocidade das estocadas e gozamos juntos.

Ficamos muito tempo deitados e nem nos demos tempo das horas até que o celular dela começou a tocar insistentemente. Ela resolve atender e fala ao pai que está na casa de amigos.



Continua...





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.