"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ela só tinha 16 aninhos.


autor: publicitario45
publicado em: 01/09/15
categoria: hetero
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Juízo foi feito para se perder.

Quando eu tinha 21 anos, ou seja, há 24 anos atrás, transei com uma prima minha de 16 anos que passou as férias de janeiro na casa dos meus pais. Ela era linda, fogosa e a gente tinha uma química perfeita. Mesmo com toda vigilância da mãe dela e dos meus pais que haviam percebido o nosso fogo, conseguimos dar umas escapadas e transamos.

Os anos se passaram e Flávia se casou teve seus filhos e a mais novinha está com 16 aninhos. Nunca tinha visto a não ser por fotos. O nome da minha prima é Paula e todos a chama de Paulinha. Ano passado, fomos a Minas para comemorar 80 anos de uma ia muito querida e toda a família se reuniu em Belo Horizonte. Tinha gente que não acabava mais e foi nesta festa que eu conheci a Paulinha, que na época tinha 15 aninhos.

É uma ninfeta. A menina tem a mesma energia e o fogo da mãe. Sabe fazer cara de santa quando na verdade quer ser putinha. Paulinha é loirinha, baixinha, corpinho delicioso de uma menina de 15 anos, seios médios, boca bem desenhada, olhos castanhos bem claros, bundinha arrebitada e coxas grossas. Como toda menina de 15 anos, usa vestidinhos, sainhas, shortinhos e blusinhas deixando a ala masculina da família em pânico.

Não foi uma nem duas vezes que eu vi as esposas cochichando sobre a menina, a esposa do meu irmão então odiou com todas as suas forças aquela coisa linda. Os meninos de 16, 17 e 20 anos então eu nem vou comentar, pois o assunto da rodinha deles era a deliciosa da Paulinha.

Eu, já imaginando que se ela fosse igual a mãe, não ia prestar tratei de me afastar e fiquei conversando com tios e primos que eu não via há alguns anos.
Terminamos o fim de semana, nos despedimos de todos e pegamos o avião de volta para Vitória. No caminho, eu, meu filho mais novo e minha mãe conversávamos sobre a festa, os primos, as esposas dos primos e minha mãe disse que tinha convidado a mão da Flávia e a neta para passar uns dias na casa dela. Desde que minha mãe ficou viúva ela mora no mesmo prédio que eu, mas cada um no seu apartamento.

Doze meses se passaram e minha mãe me ligou perguntando se eu podia buscar as visitas dela no aeroporto. Não tive como dizer não mas fui. Chegando lá aguardei por alguns minutos e o avião aterrissou na pista, mais alguns minutos avistei Ivone (A mãe da Flávia), Paulinha (A filha da Flávia) e um jovem garoto chamado Pedro.

Pegamos o carro no estacionamento e começamos a colocar o papo em dia. Paulinha já estava com 16 aninhos e cada vez mais gostosa. Vestia uma saia curta, uma blusinha e usava uma sandália de salto. Ivone foi sentada no banco da frente e Paulinha com Pedro, o namoradinho no banco de trás. Pedro tinha a mesma idade que a namorada, 16 anos e tinha as mesmas infantilidades que os garotos da sua idade. Falava dos carros como se fosse um expert e se achava a última Coca Cola do deserto.

Chegamos em casa e fomos direto para o apartamento da minha mãe. As visitas se acomodaram, conversamos um pouco mas tive que ir em casa tomar um banho para ir trabalhar. Como de costume, aparei a barba (Sim, eu me rendi a moda dos homens barbudos) passei meu Hugo Boss, vesti minha camisa, gravata terno e passei no apartamento para informar que a noite eu levaria os convidados da minha mãe para um jantar.

Quando entrei no apartamento, Ivone elogiou meu terno e Paulinha foi logo falando do perfume. Pedro disse que jamais usaria terno e eu simplesmente o ignorei. O dia na agencia foi corrido mas dei um jeito de ir pra casa mais cedo.

Quando entrei no prédio, Paulinha veio correndo e pediu para eu segurar o elevador. Ela tinha ido comprar pão e subimos para o 8º andar. Dentro do elevador ela me olhou com uma cara de safada e disse: minha mãe te mandou um beijo.

Entramos na casa da minha mãe e combinamos de sair as 20h. Pedro disse que não iria pois ele queria ver um jogo de futebol, coisas de menino. Paulinha tratou de dizer que ia assim mesmo e foi se arrumar e eu também fui para a minha casa.

Tomei um banho rápido, coloquei um jeans e uma camisa Polo, mais algumas borrifadas de perfume e desci. Fui direto para garagem, tirei o carro e fiquei aguardando na porta do prédio. Logo as três desceram. Minha mãe e Ivone estavam vestidas normalmente, mas a tal da Paulinha queria mesmo chamar atenção. A menina se meteu dentro de um vestidinho branco que ficava na metade das coxas, tecido liso que deslizava pelas curvas do seu corpo. Calçou uma sandália salto alto, branca, que as amarras vão até no meio da canela e fez um monte de cachinhos no cabelo, deixando com mais carinha de ninfeta ainda. O perfume então, eu não saberia descrever, mas era provocativo.

Paulinha tratou de abrir a porta traseira e deu lugar para as senhoras e logo em seguida se jogou no banco da frente. Resolvi leva-las para um restaurante chamado Fuegos, que serve uma carne argentina de primeira qualidade e ótimos vinhos.

Chegamos e Paula sentou-se do meu lado enquanto Ivone e minha mãe ficaram de frete. Falamos de muita coisa, inclusive da Flávia, quando Ivone deixou escapar que ela e o marido tinham medo da nossa proximidade. Bastou este comentário para Paulinha mandar esta pra mim:

Ela: é né, queria pegar a minha mãe primo? Ou será que pegou e ninguém sabe. Deve ser difícil resistir aos encantos de uma menina de 16 anos.

Eu: que nada Paulinha, nós sempre fomos próximos mas era coisa de primo.

Ela: sei não...

A noite foi agradável e fomos embora. Quando saímos do restaurante, Paulinha pediu que eu desse uma volta pela orla de Vitória para ela ver o movimento no calçadão. A noite estava quente e tinha muita gente mergulhando a noite, já que as praias de Vitória e Vila Velha são iluminadas. Chegamos em casa e nos despedimos no elevador até que

Paulinha veio com mais uma das suas ideias:

Ela: primo. Fiquei com vontade de nadar a noite, você me leva na praia.

Eu: olha, amanhã eu tenho que levantar bem cedo, mas....

Ela: prometo que não vamos demorar.

Eu: ok! Vou por uma sunga e você chama o Pedro, iremos juntos, mas tem que ser no máximo 1 hora, depois voltamos. Ok?

Ela: ok. Me espera na garagem então. Vou chamar o Pedro e me trocar.

Me troquei rapidamente meio que com uma má vontade danada, mas desci. Logo depois Paulinha abre a porta do carro e entra de short e a parte de cima do biquíni. Visão deliciosa. Suas pernas tinham pelos loirinhos, as coxas eram grossas e os seios médios e duros como de toda menina de 16 anos. Perguntei pelo Pedro:

Eu: o Pedro vai demorar?

Ela: ele não vai, esta emburradinho.

Eu: porque?

Ela: coisa de menino mimado. Minha mãe que estava certa, o bom mesmo é namorar um homem de verdade e não um pirralho.

Eu: Paula. Você não quer deixar esta praia para outro dia? Esta tarde. Amanhã eu levanto cedo e você vai poder passar o dia se bronzeando.

Ela: ok, mas tem uma condição...

Neste momento, Paula se jogou no meu colo e me beijou na boca. Não me deu tempo nem de reagir tamanha rapidez dela em sair de um banco e ir pro outro. Pedi para que ela parasse mas ela disse que, que esta seria a condição de não irmos para a praia naquele momento.

Começamos então a nos beijar de novo e eu me lembrava da boca da mãe dela, dos beijos quentes e amassos que dávamos na minha cama. Meu pau endureceu e Paulinha começou a rebolar me deixando cada vez mais louco. Não resisti e desamarrei a parte de cima do seu biquíni deixando aquele par de seios expostos e a mercê da minha boca. Mamei um e depois outro. Paulinha apenas gemia e se contorcia.

Pedi que parássemos e saímos do carro. No corredor que dava acesso ao elevador, outro beijo e sua mão começou a apertar meu pau por cima da sunga. Paramos no 8º andar, ela saiu e pediu que eu deixasse a porta aberta.

Me despedi e fui pro meu apartamento. Estava tremendo de tesão e de arrependimento. A menina só tinha 16 anos, ou seja, 29 anos a menos que eu.

Em poucos minutos ouvi a fechadura da porta mexer. Fiquei quieto e a campainha tocou, era Paulinha. Abri e antes de abrir a minha boca para pedir que ela fosse embora ela já me beijou novamente com aquela boca quente, molhada e sedenta. Ela disse que como não fomos à praia, avisou a todos que ia para a sauna. O namorado já estava dormindo, então não tinha riscos.

Perdi de vez o controle e o juízo e a carreguei até a minha cama. Já deitei abrindo o zíper do seu short, tirei a blusa e cai de boca mais uma vez naqueles seios. Desci lentamente pela barriga enquanto Paulinha gemia e se contorcia. Suas mãos acariciavam meus cabelos e me forçavam a chegar na sua boceta. Cheguei rapidamente pois nosso sexo estava a mil, era intenso e não queríamos perder tempo com preliminares. Paulinha queria pica. Pediu para ser chupada e assim eu fiz. Cai chupando aquela bocetinha jovem, lisinha com lábios rosados. Ali eu demorei um pouco mais e senti os três orgasmos da minha priminha ninfeta.

Subi até seus lábios e senti meu pau tocar na porta da sua xaninha. Ela me beijava com vigor e pediu para me chupar. Deitei-me de costas na cama e Paulinha caiu matando na minha rola. Cada lambida e a cada chupada eu envergava a coluna de tanto tesão. Não demorei muito e gozei e por incrível que pareça, aquela ninfeta engoliu todo meu leite sem desperdiçar uma gota sequer.

Paulinha deitou no meu peito e descansamos por uns cinco minutos. Não resisti e perguntei se ela ainda era virgem. A negativa veio na mesma hora. O Pedro tinha sido sua primeira experiência na cama.

Meu pau mais uma vez deu sinal de vida e Paula tratou de subir no meu corpo. Se posicionou e deixou seu leve corpo descer sob o meu. Meu pau entrou todo, com uma certa dificuldade mas entrou. Ela gemia cada vez mais alto, pedia para ser chamada de putinha, de priminha cachorra, de vadia. Disse que queria dar pra mim igual a mãe dela deu. Coloquei aquele corpinho de quatro e comecei a estoca-la por trás com violência. Seu corpo frágil absorvia as estocadas e os gemidos viraram sussurros e as vezes sua voz sumia. Paulinha gozou mais uma vez e pediu calma, mas eu estava insano, descontrolado e só queria gozar.

Pedi seu cuzinho pois estávamos sem camisinha. Ela pediu calma porque nunca tinha dado o rabinho. Apanhei um vidro de gel, lambuzei os dedos e meti um, depois dois e em seguida o terceiro. Paulinha rebolava nos meus dedos enquanto meu pau lateava de tesão dentro da sua xaninha. Peguei novamente o tubo de gel e lambuzei minha pica por inteiro.

Posicionei na portinha do rabinho dela e forcei a entrada. Paula recuou, sentiu dor, mas pediu para tentar novamente. Aos poucos a cabeça entrou e ela começou a relaxar o corpo facilitando a penetração. Enfiei o resto e comecei a soca-la. Os movimentos iam aumentando na medida que ela pedia mais pica. Dei-lhe uns tapas na bunda deixando a marca dos meus cinco dedos. Paulinha rebolava, contorcia o corpo divinamente e eu gozei. Senti meu pau latejando a cada jato forte de porra que escorria dentro daquele rabo.

Depois da nossa festinha, tomamos um banho e Paulinha foi embora. Esta noite custei a dormir. Nunca se sabe o que vai sair da boca de uma garota de 16 aninhos. Na manhã seguinte, levantei cedo e fui direto para o trabalho sem passar na casa da minha mãe.

A noite fiz questão de chegar tarde mas durante os quinze dias que elas ficaram na casa da minha mãe, Paulinha escapou algumas vezes e sempre corria pro meu apartamento.

Engraçado é que quando nós homens somos jovens, morremos de tesão pelas mulheres maduras e o tempo passa e o tesão meio que inverte. Deve ser a sensação de passar experiência que nos excita ao simples toque de uma pele jovem com os hormônios pulsando dentro do corpo.







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