"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Prima cavalona e fogosa


autor: Lenhador
publicado em: 16/06/17
categoria: virgindade
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Loira de olhos verdes, cintura fina, coxas grossas e firmes, seios médios nem grandes e nem pequenos, uma boca grande com lábios que prometem ótimo boquete. Descrever Elizângela é mesmo uma deliciosa tarefa de fazer, pois da ponta dos pés ao fio de cabelo mais comprido da cabeça era uma loira cavalona que quem devorar não quer parar mesmo que esteja cansado.

Conhecemos-nos desde pequenos e crescemos juntos e ensinados a se tratar como primos. Pra “piorar” eram cinco irmãs todas gostosas, sendo três loiras que puxaram o pai alemão e 2 morenas que puxaram a mãe bela baiana morena que tinha um rabo que mereceu de mim muitas punhetas devido a ser sonho de consumo.

Más nenhuma despertava taradices como Elizângela e quando ela vestia saia ou vestido eu ficava com mega tesão.

Sempre que todos iam viajar eu dormia na casa deles pra evitar imprevistos e aproveitava pra dormir no quarto da Li. Fetiche? Taradice? Nem me importo, pois aquela loira era meu maior sonho de consumo.

_ Sobrinho vai precisar de você dormir aqui em casa no final de semana. Pode ser? Tia Luana pedia de um jeito tão sedutor que se falasse me come agora eu já estaria em cima dela em 10 segundos. Rs...

_ Tia Luana sem problema. Respondo dando um abraço nela.

_ Que bom você poder, pois não confio de deixar a Elizângela aqui sozinha e em você confio. Agradece ela.

Puta merda penso surpreso e já prevendo que seria impossível a Li não me ver de pau duro e pra piorar eu iria dormir três noites seguidas sob o mesmo teto.

_ Fico feliz em ajudar tia. Comento.

_ Não deixe a Elizângela trazer ninguém pra cá, ou melhor, só se for amiga. Recomendou tia Luana.

_ Tomarei conta dela. Bato continência e ela ri e me beija no rosto.

Fui pra casa com sensação de ter ganhado na loteria e tão feliz que varias vezes quase fui atropelado. A vida é maravilhosa...

Chega a tão aguardada sexta e saio um pouco mais cedo do trabalho pra passar em casa e pegar roupa no que aproveito e tomo banho mais demorado e deixo a barba, por fazer e não dar na cara de estar mal intencionado.

Chego a tempo de me despedir do pessoal e fico sabendo que estavam indo a casamento em cidade distante a 400km e Elizângela tinha muito trabalho da faculdade e não podia perder esse tempo.

Confesso que senti peso na consciência quando minha tia me abraçou e falou que confiava em mim, más ao olhar a bela filha dela o peso sucumbiu diante do tesão.

_ Oi chato já jantou? Li tinha essa forma de falar comigo e eu nem ligava.

_ Ainda não e você? Pergunto não querendo incomodar.

_ Também não más sou um fracasso na cozinha. Confessa ela com careta.

_ Se você me ajudar nos viramos juntos. Rio pra ela e ela se anima.

_ Vai ajeitando e decidindo o que fazer enquanto tomo banho e te ajudo. Ela nem esperou e já saiu movendo o belo traseiro no que eu acompanhei igual lobo cobiçando ovelha no pasto.

Foquei em olhar o que tinha na geladeira e nem vi o tempo passar até que do nada escutei a voz da Li atrás de mim.

_ Nossa que cheiro bom. Elogiou-a.

Viro-me pra agradecer e quase deixo a tigela cair, pois a minha frente estava uma Li num baby doll preto todo rendado e dava pra ver nitidamente os bicos dos seios e perceber que ela não estava usando calcinha.

_ Oh loco você está de mais e ainda com cabelo solto. Elogio após assobiar.

_ Tolinho fico assim aqui em casa e, além disso, você é de casa. Ela ri de mim.

_ Você é um perigo Li enfarta mesmo. Evito ficar olhando e foco na comida antes que queime tudo.

_ Não sou tudo isso até acho que engordei e ela da uma volta pra eu opinar. Aquela bunda tão perto e tão minha aquele momento quase a beijo e jogo na mesa, mas me contive.

_ Tentação faz isso não. Dou bronca rindo e ela da uma gargalhada.

_ Vocês homens só pensam em sexo que coisa. Ela ri de forma cínica me olhando nos olhos.

_ Nem vem Li em momento algum falei em sexo. Defendo-me bravamente e evitando olhar pra ela.

_ Então você não tem tesão, por mim? Agora ela olhou desafiadora pra mim.

_ Não sinto. Minto

_ Dúvido priminho. Desafia com sorriso cínico.

_ Por que Li? Tento mudar de conversa, más ela não deixa.

_ Pensa que não noto que quando não estamos você dorme na minha cama e mexe nas minhas calcinhas?

Uma bomba não teria me abalado tanto como essas palavras atiradas de forma tão certeiras.

_ Sério que notou isso? Reluto em me render.

_ Sério e a Elenice já me contou como você olha de forma gulosa minha bunda. Agora ela ri da cara que faço, pois Elenice era a mais séria das cinco irmãs e uma loirinha dos olhos azuis e tinha corpo esguio tipo falsa magra e com quadril largo e seios como da Li.

_ Você olha com gula e sentimento e não como os carinhas na rua querendo sexo, por isso não contaram a ninguém, pois nos diverte ver como você fica tesudo olhando pra mim. Confessa ela.

_ Poxa! Finjo que estou mexendo na panela, más ela não ia deixar a conversa parar ali.

_ Desde quando você me deseja priminho? Agora ela está mesmo a fim de judiar comigo.

_ A dois anos quando teve aquele jantar aqui no quintal precisei ir no banheiro, más os dois da frente estavam ocupados e sabia onde tinha o terceiro e ao passar pelo seu quarto vi você se masturbando no quarto. Nesse dia fiquei mesmo com puto tesão em ver sua buceta com a escova de cabelo atolada e você acariciando os seios.

_ Noite de lua cheia mexe comigo e aposto que bateu punheta no banheiro em minha homenagem. Ela não ia mesmo me deixar em paz.

Desligo o fogão e a encaro nos olhos

_ Por que você está tocando nesse assunto Li? Olho bem sério pra ela.

_ Por que só hoje não tem como você escapar de mim. Ela agora chega perto a ponto de eu sentir o inebriante perfume.

_ Tudo que você falou é verdade não tem como eu negar. Confesso de vez.

_ Eu também sou muito afim de você só que meus pais nunca iriam concordar da gente namorar, mas se você topar ficarmos escondidos e quero aprender sobre sexo com você. Sabrina me contou tudo que você fazia com ela atrás da escola, na varanda. Você é muito gostoso. Li era mesmo bem direta nas palavras e muitos achavam que era grosseria, mas ela era mulher objetiva.

_ Você querendo amizade com beneficio que eu seja seu PA? Pergunto

_ Quero sim e pra isso inventei sobre trabalho da faculdade e sugeri a mamãe você ficar aqui comigo. Ela ri de mim

Sem mais palavras puxo o corpo dela de encontro a meu e a recebo com longo beijo. Minhas mãos percorrem aquele corpo de forma a minha mente mapear cada contorno e detalhe. Em movimento hábil a coloco sentada na pia e começo a mordiscar a nuca e pescoço enquanto minhas mãos maltratam os seios tão desejados.

Aquele cheiro de fêmea no cio era o meu perfume predileto e não iria a deixar dormir sem antes ter explorado cada canto daquele corpo.

_ Só vá com calma ao me comer, pois até hoje só usei a escova fininha nunca transei. Confessa ela num murmuro.

_ Literalmente virgem? Assombro-me.

_ Nunca chupei um cacete, nunca dei a buceta e anal então não sei nada de sexo. Apenas o que vejo nos vídeos e brinco sozinha no quarto ou quando disputo com a Elenice quem se masturba e goza primeiro.

_ Vou te comer muito hoje priminha. A pego no colo e levo pra cama. Arranco o baby doll e começo a mordiscar os mamilos enquanto minhas mãos dão trato caprichado na bucetinha cor de perola e toda lisa.

_ Acaba comigo Lenhador. Adoro esse seu apelido. Sempre invejei a Sabrina sobre esse seu talento de desbravar buceta. Faça comigo como nunca fez com outra mulher. Intima ela cheia de desejo.

A viro de costa e puxo o cabelo enquanto atolo dois dedos na buceta no que ela começa a se contorcer e gozar com tímidos gemidos. Acelero o movimento dos dedos e ela começa a dar gritinhos tesudos e acaba gozando mais.

_ Chupa meu pau priminha gostosa hoje você vai aprender a mamar um cacete. Aposso-me de vez daquela loira sedenta de sexo e bem disposta a sacanagem.

Após alguns minutos de boa gulosa coloco camisinha de olho na bela buceta toda molhada e prestes a ser deflorada. Miro o cacete na entrada e vou empurrando devagar enquanto ela me aperta e faz cara de dor e desejo.

_ Que cacete grande não vou dar conta. Confessa ela ente gemidos e palavras obcenas.

_ Não queria ser lenhada? Agora toma lenha loirinha safada. E começo a movimentar o cacete devagar naquela buceta molhada e recém-inaugurada pra foder muito na vida.

_ Meu Lenhador gostoso. Murmura ela gozando mais uma vez no que os seios ficam mais bonitos com os mamilos pontudos e o corpo arrepiado.

Numa estocada mais forte explodo em bom gozo e me jogo ao lado da Li ofegante e ainda incrédulo sobre estar comendo a mulher que eu tanto desejava.

_ Obrigada, por me tornar mulher. Agradece ela me beijando e deitando no meu peito.

Continua...







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