"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ruivinha do ônibus leito


autor: Lenhador
publicado em: 25/06/17
categoria: aventura
leituras: 2908
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Contrariado cheguei ao terminal rodoviário com a bagagem e muita disposição em mandar meu chefe pra pqp, mas resignadamente sentei e esperei dar o horário pra me deslocar a plataforma do ônibus que me levaria a outro estado para um curso de reciclagem. Ao menos a empresa concordou em pagar ônibus leito e com isso perderia apenas o meu final de semana.

As 19:45 já estava ao lado do ônibus entregando a mala e levando comigo minha mochila com os pertences essenciais e meu notbook. O ônibus era do tipo dois andares onde a parte de cima convencional e a debaixo leito. Bem discreto fiquei olhando uma bela ruivinha num vestido justo e o cabelo preso em rabo de cavalo.

Ruiva natural, cabelo ondulado, mas liso, 1,78, olhos castanhos claros, seios médios, nem pequenos e nem grandes, uma bunda um pouquinho grande mas sem exagero, uma bela silhueta sensual com cintura bem definida, rosto definido, lábios grossos e bem perfumada.

Os olhos pareciam com o formato dos olhos de árabe e o movimento do quadril ao andar lembrava dança do ventre.

Para minha grata surpresa os seis lugares na parte leito do bus só iriam eu, a ruivinha e duas senhoras bem idosas. Minha mente já começava a imaginar coisas que eu tentava não fantasiar ao olhar pra ruivinha, más tarefa bem árdua, pois a bela fêmea foi feita mesmo pra despertar muito prazer.

As duas idosas sentaram na frente, a ruivinha a minha pouco a minha frente e eu no fundo. Bus saiu no horário às 20hs em ponto e logo se apagaram as luzes meus olhos não se desgrudaram da ruivinha e ao pensar nos seios dela e o formato do quadril com aquela bela bunda meu pau pulsava. Rapidamente meus olhos se acostumaram com a escuridão na medida em que o bus se locomovia já saindo da cidade e rasgando a rodovia. Ao ver a Ruivinha mexendo no celular notei que ela já tinha se coberto com o cobertor e estava alojando fone de ouvido e fiquei observando cada movimento dela. Notei que ela estava com as pernas exageradamente abertas e curioso com o que ela estava vendo levantei da poltrona e me aproximei devagar e de posição bem privilegiada descobri que a bela ruivinha estava só nos vídeos pornôs e ao mesmo tempo acariciando os belos seios já descobertos. De longe ouvia os roncos das idosas que já estavam apagadas. Tirei o cacete pra fora e fiquei ensaiando uma punheta, más nesse momento a ruivinha tirou o fone do ouvido e eu recuei o mais rápido possível até minha poltrona e fingi dormir.

A bela ruivinha se levantou e vinha para o fundo do bus e ao pensar na buceta molhada meu pau latejou grosso e doido pra foder. Num lance onde o destino resolve ajudar o bus passa por buracos na pista e a ruivinha perde o equilíbrio e ela caiu literalmente de boca no meu pau.

Ambos surpresos, pois ela me pegou de jeito meu pau estava entre o nariz e a boca dela.

_ Nossa desculpa. Comenta-a sem jeito.

_ Acontece. Murmuro sem graça.

_ Atrapalhei seu lance. Ela fala sem se levantar e ao falar senti o hálito bem rente ao meu pau.

_ Atrapalhou. Rio baixinho.

_ Ela começa então a mordiscar de leve meu cacete e minhas mãos começam a explorar os belos seios.

_ Nunca transei assim com sensação de perigo. Confessa ela cheia de desejo.

Coloco-a sentada no meu colo de frente pra mim e a faço ficar relando a bela buceta que depois vim a confirmar que era rosinha e toda depilada.

_ Rela bem gostoso safada. Ordeno me apossando daquele corpo que me despertou muito tesão.

_ Ai. Começa a gemer a bela ruivinha enquanto se masturbava e relava em mim abocanhei um dos mamilos enquanto minhas mãos bolinavam o cuzinho lizinho.

_ Esfola meu cacete ruivinha. Pedi mais reboladas no que ela passou a gingar com força. Num gingado mais forte ela explode em gozo molhando meu pau com o tão cobiçado mel.

A deito na poltrona e me ajoelho pra poder chupar aquela buceta molhada e gozada alternando chupadas com mordidinhas e movimentando dois dedos na buceta o que a fez ejacular e estremecer de prazer.

Pego camisinha na mochila e a penetro bem gostoso arrombando aquela bucetinha de forma que a sensação era de estar arregaçando com o cabaço, pois eu estava grosso ou ela tinha muito tempo que não era bem comida. Apertei aquele quadril bem forte e comecei a dar muitas estocadas até que explodo em gozo e me jogo em cima dela ofegante.

_ Nunca transei assim com essa intensidade. Comenta-a baixinho no meu ouvido.

_ Você é gostosa de mais pra estar sozinha e carente. Elogio de forma ousada.

_ Tem cara que preferente ter uma mulher como eu pra ostentar e não pra comer. Ela sorri após confidenciar.

_ Sorte minha Ruivinha. Agradeço e ela me beija.

_ Posso saber seu nome ou apelido moreno? Pergunta curiosa ela.

_ Pode sim. Sou o Lenhador. Sorrio perante a bela mulher.

_ Lenhador que comeu uma ruivinha carente em plena viagem. Resume ela.

_ Deliciosa ruivinha que será bem comida sempre que estiver por perto e desejar ser bem comida. Reforço já movendo minhas mãos pelo belo corpo, pois a viagem era longa e ambos sem sono e cheios de disposição pra ousar, gozar e assim de tudo explorar o mundo do prazer ousado.

Continua...









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