"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Aprendendo a nadar...pelada!


autor: kaplan
publicado em: 28/06/17
categoria: traição
leituras: 1806
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(escrito por Kaplan)

Quando Meg cismava de seduzir alguém.. sai de baixo, ela fazia de tudo e sempre conseguia! Não me recordo de ninguém que tenha escapado das garras dela. Pelo contrário, todos e todas adoraram as garras... e quase sempre repetiram a dose. Para alegria dela!
Foi assim com o Raí. Não o jogador de futebol, mas um atleta também. Era nadador do clube que a gente era sócio e teve um dia que ele deu uma demonstração, pois queria divulgar os cursos de natação que ele começaria a oferecer.
Na verdade, ele se aposentara como nadador, pois todos sabemos que atletas tem o seu período máximo de performance, depois acabam substituídos por novos que alcançam resultados melhores do que os deles.
Então, como eu dizia, ele fez uma demonstração de vários tipos de nado, na piscina do clube, todo mundo assistiu e um associado depois distribuiu um folder da "escolinha de natação" que ele manteria, em sua própria casa.
Meg assistiu com atenção à demonstração dele. Quando acabou, cada um foi para seu canto, mas ela ficou lá, batendo papo com ele, e foi um papo relativamente longo. Fiquei intrigado. Ela nadava muito bem, o que estaria querendo com o Raí? Fiquei vendo e já pareciam velhos amigos, ela com as mãos no ombro dele, ele com a mão na cintura dela... que graça!
Quando ela terminou o papo e foi ao meu encontro, viu minha sobrancelha arqueada, em posição de interrogação e foi logo falando que tinha conversado com ele a respeito das aulas, ela queria aprender a nadar.
- Ficou louca? Você nada muito bem, até melhor do que eu!
- Nada disso... mal sei boiar...
Ela teve a cara de pau de falar isso, e nem sequer conseguiu esconder o riso. Eu entendi na hora.
- Ah! Já sei... aprender a nadar... Raí, a próxima vítima...
- Para com isso... nunca se incomodou... eu gostei dele...
- Eu não estou incomodado, só estava querendo entender o seu papo com ele.
- Pois é, já marquei uma aula terça feira. Você quer apostar quantas aulas serão necessárias para eu ganhar o ilustre nadador?
- Eu não, já vou perder dinheiro pagando as aulas, vou me arriscar a perder aposta não.
Rindo, fomos para a mesa onde nossos amigos estavam já com nossos copos cheios. (2056b)
E na terça feira, lá foi ela, com o menor biquíni que tinha, para a aula. Como ele estava começando aquela semana a sua escolinha, ainda não tinha quase nenhum aluno, o que ela gostou muito, ele daria aula só pra ela, pelo menos naquela manhã.
Tirou o short e a camiseta, e ficou com o biquíni que ele não deixou de olhar, curioso. Era muito pequeno, uma indecência!
E quando viu que na casa não tinha mais ninguém, começou o ataque, com uma tática que ela já havia utilizado com outro professor de natação com excelentes resultados.
Tirou o sutiã. Ante o olhar inquisidor do Raí, ela disse que tinha ficado sabendo que quanto menos roupa o nadador usar, melhor para o desempenho dele.
Raí começou a achar interessante a fala dela. Ele estava careca de saber daquilo, mas... aquilo se referia aos atletas, que participavam de competições. Nada para nadadores ocasionais... a moça deveria estar com outras intenções, foi o que ele pensou, e acabou confirmando naquela manhã mesmo.
Ela era uma excelente atriz. Entrou na piscina fazendo cara de quem estava com medo.
- Fica calma, eu estou aqui e te seguro se for necessário. Vamos aprender a boiar primeiro.
Orientou a respiração e colocou-a deitada, segurando em suas costas pra não ter o perigo de afundar. Ela fez todo o possível para dar umas afundadas, sentindo as fortes mãos dele erguendo suas costas e, ocasionalmente, ele segurava na bunda dela também. Os seios... ah, os seios... quase encostavam no queixo do Raí, que resolveu tirar a prova dos nove. Já estava excitado com o que acontecia e ela percebeu isso quando deram uma paradinha e foram andando até a beira da piscina.
Ela não resistiu... viu o volume na bermuda dele e pegou, apertou, esfregou...
- Acho isso tão maravilhoso, tão lindo...
Quanto mais ela pegava, mais duro o pau ficava e mais excitada ela ficava. Ele já tinha entendido que a conversa de aprender a nadar era conversa pra boi dormir. Juntou os panos dela. Deu-lhe um beijo, que ela adorou e viu os seios serem segurados pelas mãos firmes dele. Alucinada, tirou a bermuda dele. Que pau soberbo!
Enfiou na boca e chupou até dizer chega. Colocou-o entre os seios e ele ficou fazendo vai e vem, deixando-a emocionada. Puxa vida, não precisou nem de uma aula inteira, e o Rai já tinha sido ganho...
Voltou a chupar. Ele só olhava aquela sereia engolir seu pau, lamber ele todinho, beijar as bolas, numa fúria tremenda. Que mulher era aquela!
E ela ria, elogiava o pau dele, e chupava, chupava.
- Vem, vamos sair da água...
Colocou-a deitada bem perto e sua língua proporcionou-lhe momentos de raro prazer. Se ele nadasse tão bem quanto chupava... seria o campeão olímpico!
Ele também saiu e deitou-se ali mesmo. Era tudo o que ela queria. Sentou no pau dele e cavalgou o nadador por uns bons minutos. Conseguiu o gozo que queria, mas viu que ele queria mais, esperou ela se acalmar, deixou-a de costas, ajoelhou na frente dela e puxou-a pela bunda até encaixar a xotinha no pau dele e continuou bombando, deixando-a louca de tesão, gemendo sem parar.
Quando ele se cansou daquela posição, colocou-a de quatro e tome vara, até que ele gozasse também.
Depois de alguns minutos de descanso, ele confirmou com ela que ela não queria aprender a nadar. E garantiu que ela poderia ir lá quantas vezes quisesse, era só telefonar para saber se ele estaria folgado. Teria o máximo prazer em recebe-la!





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