"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Novos vizinhos (Casa de Swing)


autor: publicitario45
publicado em: 04/09/15
categoria: hetero
leituras: 5654
ver notas


Cássio ainda se encontrava a trabalho na África, ainda restavam 20 dias de farras com a sua linda esposa, a Débora. Honestamente, neste período perdi as contas de quantas vezes trepamos. Teve foda na garagem do nosso prédio, na praia a noite, na minha casa, na cama deles e mesmo assim Debora ainda queria mais:

Ela: você já transou com mais de uma pessoa?

Eu: sim, com várias ao mesmo tempo (Falei rindo).

Ela: meu sonho é dar para vários homens. Perder os sentidos de tanto gozar.

Eu: conheço uma boate de troca de casal. Anima?

Ela: agora?

Eu: não, sexta-feira.

Ela: combinado.

Passamos a semana trepando a falando das possibilidades na tal casa de swing. Eu e Debora parecíamos dois namoradinhos adolescentes, só pensávamos em sexo.
Chegou a tão esperada sexta-feira. Débora já tinha avisado ao marido que ia sair com algumas clientes da loja dela e chegaria tarde. A filha do casal ia ficar com a babá.

Então, desci e fiquei na garagem esperando Débora dentro do carro. Quando ela saiu da porta do elevador, quase desisti. Ela estava linda demais para ser jogada na cova dos leões. Seus cabelos loiros e cumpridos balançavam na medida que seu corpo vinha em minha direção. Vestido preto, curto feito de um tecido leve, como se fosse uma bata suspenso apenas duas alças finas cobertas de pedras. Suas pernas grossas pareciam ainda mais torneadas e para fechar com chave de ouro, salto alto, meu maior fetiche.

Debora entrou no carro e seu perfume Dolce & Gabanna tomou conta do ambiente. Ela me deu um beijo, pegou a minha mão e levou em direção à sua boceta. Linda, cheirosa, carnuda, depilada e o melhor de tudo, sem nenhuma calcinha para atrapalhar.

Em meia hora chegamos na boate. Antes de entrar combinamos que nos apresentaríamos como namorados e que esta noite eu iria apenas apreciar. Se eu me comportasse direitinho, eu teria uma festinha extra quando chegássemos no nosso prédio.

Entramos no ambiente e a adrenalina já vai a mil. O ambiente ainda estava meio vazio, poucos casais mas a orgia paira no ar. Sentamos numa mesa afastada com pouca iluminação e pedimos dois drinks. Os dois eram para Debora, pois como estava dirigindo resolvi ficar na água e suco, além do mais não queria perder nem um detalhe da festinha que prometia.

A casa foi enchendo e entre uns beijinhos e outros o ambiente começou a cheirar a sexo misturado com vários perfumes e fumaça de cigarro. Rapidamente um casal sentou do nosso lado e começou a puxar papo, mas Debora não se empolgou com o cara.

Levantamos e fomos para pista dançar. Música eletrônica, luzes e eu resolvi buscar mais um drink para minha “namorada”. Quando retorno, Debora estava sendo acariciada por dois go go boys da casa. Dois rapazes fortes, sarados, altos, negros que passavam suas mãos por todo seu corpo. Na hora senti uma pontadinha de ciúmes mas depois a ficha caiu, afinal de contas não somos nada além um do outro de dois tarados.

Debora se divertia. Beijava um depois o outro. Seu vestido as vezes subia demais e sua boceta ficava a mostra. Os dedos dos rapazes se alternavam, cada hora entrava um naquela racha deliciosa. Um deles cochichou no ouvido dela e ela riu e foi guiada pelos dois até um quarto cheios de sofás onde algumas pessoas transavam. Passei no bar para pegar uma dose de uísque porque até eu já estava ficando descontrolado com tanto tesão alheio.
Ao entrar no quarto Debora já estava devorando os meninos. Chupava o pau de um e masturbava o outro. O segundo não tinha uma pica, ele tinha um poste. Grande, grosso, negro, depilado e com uma cabeça do tamanho de um morango gigante.

Este pau Debora não conseguia enfia-lo inteiro na boca. Um dos rapazes pegou um preservativo, passou um gel e sentou-se na beira do sofá. Debora se abriu e engoliu aquela pica de uns 20 centímetros. Nem deu tempo de gemer, a pica gigante do amigo já estava invadindo sua boquinha. Ela apenas olhava pra mim e sorria com cara de quem estava se deliciando.

O cara debaixo começou a estoca-la com virilidade e rapidamente minha amiga gozou. Deixou seu corpo cair em cima do amigo e abriu ainda mais as pernas para que o outro caísse de boca no seu sexo. Um pau dentro, uma língua atrevida e outro orgasmo. Agora o dono da pica gigante encapou sua tora com camisinha e pediu que Debora ficasse de quatro. Ela obedeceu, abriu bem as pernas e se posicionou para engolir a jeba do amigo.

O cara meteu forte, sem dó nem aviso prévio. Foi preciso que o outro amigo a amparasse para que ela não caísse. Rapidamente sua cara de dor perdeu lugar para sua cara de puta.
Eram estocadas atrás de estocadas. Débora gemia, gritava e chupava a outra pica. O cara da pica gigante era forte e o ritmo aumentava fazendo com que ao demais casais ao lado assistissem. Uma das mulheres não se aguentou, se ajoelhou do lado da minha amiga e começou a mamar os seus seios. Debora se contorcia, dizia algumas palavras que foram abafadas pelo som da musica eletrônica.

O nosso amigo gigante mandou que Debora sentasse na pica do outro que já estava encapada por um novo preservativo. A pica entrou fácil diante do estrago que a outra rola fez.

Mais uma labuzada de gel e um dos dedos do pauzudo entrou no cuzinho da minha amiga, depois outro. Era o anúncio para uma dupla penetração. Quando o cara introduziu a cabeçorra, Debora quase desmaiou de dor, mas resistiu bravamente e a tora foi sendo sugada por aquele cuzinho rosado. Os movimentos começaram a se ritmar e o show de pica recomeçou. Debora só fazia gozar e eu já ia perdendo as contas. O dono da pica gigante tirou a tora de dentro dela, arrancou a camisinha e colocou minha loirinha para beber uma infinidade de porra. Debora sugou quase tudo e em seguida o outro gozou dentro, protegido apenas pela camisinha.

Os três estavam exaustos. Debora arrumou o vestido, foi ao banheiro e se juntou a nós na pista de dança. Ficamos por mais algumas horas conversando e Debora ainda chupou os novos amigos até eles gozarem novamente na sua boca.

Entramos no carro e no caminho Debora ficou muda, apenas sorria como se estivesse lembrando dos seus melhores orgasmos. Chegando no prédio apertei o 15º andar e ela o 18º. Quando paramos no meu andar ela me perguntou se eu tinha um drink para ela e rapidamente entramos.

Debora cheirava a porra, vodka e perfume. Estava destruída e ainda assim linda. Sentei-me ao lado dela e recebi um delicioso boquete. Quando anunciei meu gozo, Debora se levantou e sentou na minha pica que entrou facilmente naquela boceta alargada pelas toras dos amigos. Gozei como nunca, beijei a sua boca e depois adormecemos no sofá.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.