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De onde eu te conheço? – Parte 2


autor: Publicitario45
publicado em: 07/07/17
categoria: hetero
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Anos após reencontrar Mônica, minha colega de escola, o clima esquentou dentro do carro após dois dias de pura sedução, foi uma transa rápida mas que durou tempo suficiente para nos deixar com gosto de quero mais. Monica é uma mulher interessante, linda, loira de 1,78 de altura, olhos verdes, uma boca bem desenhada e um charme extremamente perigoso. Ela sabe como encantar, fala sempre pausadamente, uma voz meio rouca, um sorriso malicioso no canto da boca, te olha dentro dos olhos e fica atenta a tudo.

Por ter viajado atrás dos melhores rótulos de vinho pelo mundo, Mônica tem uma conversa agradável o que a torna irresistível. No dia seguinte à nossa loucura, Mônica me mandou uma mensagem logo cedo.

- Bom dia. Viajo amanhã, quero te ver hoje. Tem tempo pra mim?

- O tempo que você quiser – respondi imediatamente.

- Passe a noite comigo. Anota o endereço do meu apartamento.

A família de Mônica sempre teve grana e com o passar do tempo ela começou a trabalhar nas empresas da família até descobrir o mundo dos vinhos. Hoje é uma mulher independente, não precisa de ninguém para tomar suas decisões e isso a torna o tipo de mulher que muito homem quer, mas acaba tendo medo de se aproximar.

Na hora marcada eu estava na frente do seu prédio. O porteiro me avisou que ela havia autorizado a entrada do meu carro no estacionamento. Coloquei o carro na vaga e fui em direção do elevador. Com uma garrafa de vinho na mão, um buquê de flores na outra apertei o botão e aguardei.

Me vestia de forma mais descontraída, afinal de contas Mônica era uma amiga da adolescência. Eu usava uma calça jeans, uma camisa branca e um blazer preto. O Azzarro caiu bem naquela noite, pois era meu perfume preferido quando estudávamos na mesma sala e ela sempre brincava com isso.

Assim que cheguei ao decimo andar, Mônica abriu a porta do seu apartamento. A visão era mágica. Mônica usava um vestido longo, verde escuro com um decote generoso na frente e um ainda maior nas costas. Do lado direito tinha uma fenda que mostrava parte das suas longas pernas torneadas. Nos pés, um salto alto o que a deixava ainda mais alta que eu e uma tornozeleira cheia de pedrinhas coloridas no pés esquerdo.

Sua maquiagem era leve, porem a boca brilhava como nunca. Os cabelos estavam presos nun coque no alto da cabeça, deixando uma tatuagem à mostra no pescoço.


Mônica caminhou até a mim e eu lhe dei as flores e a garrafa de vinho.

- Você é gentil desde a escola né? Adoro homens que sabem agradar uma mulher sem fazer esforço.

- E você está incrivelmente linda!

Mônica agradeceu, me deu um beijo nos lábios e nós entramos. O apartamento, enorme, estava preparado para uma noite inesquecível. Mônica preparou tudo com uma riqueza de detalhes que dava gosto. Velas, incensos, pouquíssima luz, uma música agradável e uma mesa no canto da sala cheia de fotos da nossa turma de escola.

Enquanto eu prestava atenção em tudo e olhava as fotos, Mônica foi colocar as flores num vaso com agua e nos serviu uma taça de vinho tinto. Se aproximou e me beijou o pescoço fazendo a minha pele arrepiar e em seguida me entregou a taça.

- Um brinde a este reencontro. Adorei te encontrar de novo

- Eu também adorei te encontrar. Aliás, eu não sabia que você tinha tantas fotos da nossa turma.

- Pois é! Tenho. Nessa época eu era louca por você, mas confesso que era mio boba e as minhas brincadeiras te irritavam.

A conversa foi fluindo, Mônica me contou das suas aventuras na Europa, seus rolos, seu trabalho e quando percebemos já estávamos quase nos beijando de novo.

- Essa noite eu quero ser sua. Mas ser sua por inteiro e não como no estacionamento.

- Quer minha? Minha o que?

- Sua mulher, sua puta de luxo.

Nem esperei Mônica terminar a frase. Puxei seu pescoço em direção a minha boca e nossos lábios grudaram um no outro. A gente estava sentado num sofá no canto da sala, tinha pouca luz, muitas velas acesas e um cheiro bom que misturava o perfume dela, o meu, os incensos, o cheiro de tesão... enfim

Nos beijamos, suas mãos deslizavam pelas minhas pernas e foram direto no meu pau. apertou forte por cima do jeans, ela abriu o cinto enquanto eu me livrava do blazer e da camisa.

Mônica estava ávida por sexo, queria tudo ao mesmo tempo e em minutos eu estava completamente despido no seu sofá de couto.

Ela se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau e meteu na boca, chupou com vigor, fez pressão na cabeça, mordeu o meu cacete, me fez gemer alto e eu não sabia se era de dor ou de tesão.

Depois que lambeu bem meu pau Mônica passou a beijar e lamber as minhas pernas, desceu, subiu, veio até a minha boca e me beijou de novo. Minhas mãos deslizavam em cima do seu vestido, eu apertava seus seios, ora sua bunda e nossos lábios não se desgrudavam.

Depois de muito amassos Mônica se levantou, ficou me olhando e quando fui me levantar ela com o pé direito no meu pé me mandou sentar e ficar quieto. Caminhou até o som e colocou uma musica do Depeche Mode que parece que foi feita para quem quer fazer um strip.

O show dela estava apenas começando. Mônica começou a danças sensualmente, meu pau latejava, doía de vontade de gozar e ela continuava ali com o seu plano de fazer aquela noite a melhor de nossas vidas.

Ela soltou os cabelos, continuou dançando, ameaçou por algumas vezes soltar o vestido até que com um único movimento, ele desceu pela sua pele indo ao chão. Com todo cuidado ela se livrou dele e continuou a danças vestindo apenas uma lingerie preta, com rendas e pedras.

Eu já não aguentava mais e quando ela se aproximou eu dei o bote, puxei ela pelas pernas e Mônica já caiu sentada no meu colo e sentiu meu pau latejando.

- Eu sou sua, me chupa inteira, faça o que quiser comigo, mas faça.

Virei seu corpo e Mônica já caiu de pernas abertas no sofá. Não resisti aquele par de pés perfeito e comecei a lamber cada um dos seus dedos, ela apenas se contorceu levemente no sofá, abri suas pernas e fui beijando cada centímetro do seu corpo, sua pele tinha um cheiro bom, a temperatura estava ficando cada vez mais quente e eu me aproximei do seu sexo, beijei e lambi o quanto deu por cima da calcinha, levei meus lábios até os seios, rijos médios, perfeitos e os abocanhei.

Mordisquei levemente os bicos, beijei sua boca, voltei aos seus seios e desci em direção a sua barriga chegando em seguida na sua boceta que já tinha encharcado a calcinha

- Me chupa cachorro!

Mônica já estava implorando, e eu com um único movimento coloquei sua calcinha de lado e meti a boca inteira na sua xana, ela arfou, deixou escapar um gemido e começou a movimentar o corpo para aumentar o atrito entre minha boca e seu sexo.

Sua boceta estava melada, Mônica alternava entre gemidos mais intensos e gemidos abafados por uma almofada. Com um dos dedos comecei a penetra-la, ela empinou o corpo como se pedisse por mais dedos dentro dela. Meti um, depois dois e em seguida o terceiro dedo já fodia sua boceta com força, o mel escorria entre meus dedos, pingava no sofá e rapidamente veio seu primeiro orgasmos. Ao perceber seus espasmos, tirei os dedos e abocanhei seu grelo com força, chupei até que ela usasse as mãos para empurrar a minha cabeça como se estivesse pedindo para eu esperar até que ela recuperasse o folego e os sentidos.

A respiração de Mônica estava descompassada, ela buscava ar com mais intensidade e antes que ela se recuperasse totalmente, eu virei seu corpo, coloquei ela ajoelhada no tapete com o resto do corpo apoiado so sofá, abri suas pernas e meti a língua no cuzinho lhe arrancando novos gemidos.

- Isso safado, acaba comigo.

Continuei chupando o cuzinho, descia pro grelo e Mônica rebolava enlouquecidamente até gozar novamente na minha boca.

- Espera um pouquinho, você esta me deixando louca.

Antes que ela completasse a frase, me posicionei atrás dela e fui penetrando meu pau na sua boceta, quente, melada e que parecia estar fora de controle.

Comecei metendo devagar, depois comecei a acelerar os movimentos e Mônica ali, a minha disposição, sendo fodida como uma putinha de luxo.

Peguei uma taça de vinho, bebi um gole generoso e em seguida enrolei seus longos cabelos na minha mão esquerda para que ela envergasse a coluna. Comecei a foder com força, o som do meu corpo batendo no dela foi ecoando pelo apartamento, Mônica perdeu o controle e a noção e começou a gemer mais alto e pedindo mais força, seu corpo dava sinais que ela iria gozar de novo e eu acelerei para gozarmos juntos.

Os movimentos involuntários do corpo de Mônica era o sinal de que o orgasmo tinha sido mais intenso. Deitamos no tapete, o suro escorria pelos nossos corpos, sentimos fome, sede, fomos comer algo para dar energia pois a noite prometia ser longa e aprazível.

Depois de uns minutos Mônica foi ao seu quarto e voltou enrolada num quimono japonês de seda, daqueles modelos usados pelas gueixas. Em suas mãos uma caixa dourada recheada de brinquedos como vibradores, algemas, óleos, gel lubrificante entre outras coisas.

Eu estava sentado num sofá de couro preto, com uma taça de vinho na mão e um charuto na outra. Mônica é apreciadora de charutos, vinhos e uísques. Ela caminhou em minha direção com cara de quem estava armando, ajoelhou-se na minha frente, colocou a caixa dourada no chão e abriu. Tirou lá de dentro um vidro de óleo, passou nas mãos, esfregou e começou a massagear o meu pau que aos poucos começou a dar sinal de vida. Na medida que ela esfregava ele esquentava causando uma sensação única, o meu pau foi ficando cada vez mais duro e cada vez mais quente e do nada a Mônica bebeu uma taça de agua gelada e o abocanhou. Essa quebra de temperatura me fez gemer de tesão, e ela não parou passou mais óleo e repetiu isso por um longo tempo.

Quando meu pau já estava completamente melado, Mônica se levantou, ficou de costas pra mim e veio descendo em direção do meu cacete. Pediu que eu o segurasse e ela foi sentando, metendo ele lentamente no seu cuzinho que já estava lambuzado de outro gel lubrificante. O pau foi sendo sugado, ela foi descendo, depois subia e em seguida me entregou um vibrador médio, porem bem grosso.

- Mete ele na minha boceta enquanto come meu cuzinho, mete!

Assim eu fiz. O vibrador foi sumindo dentro daquela boceta carnuda, Mônica controlava os movimentos com o meu pau atolado na sua bunda. Quando ela sentiu que estava quase gozando, pegou o vibrador da minha mão e começou a usa-lo sozinha e com as mãos livres eu fiquei solto para poder dar uns tapas na sua bunda até gozarmos juntos de novo.

Depois da segunda trepada tomamos um banho e fomos realmente jantar. Depois deitamos no sofá e ficamos conversando, sarrando, trocando caricias até adormecermos.

Pela manhã Mônica me acordou com um delicioso banho de língua, completo, sem restrições e depois sentou no meu pau e gozamos novamente.

Bom fim de semana. Beijos a todos e obrigado pelos e-mails carinhosos que eu recebo.




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