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SARADO RABUDÃO NO TREM


autor: BrenoSafado
publicado em: 11/07/17
categoria: gays
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Esse é meu primeiro conto. Resolvi dividir minhas experiências reais porque sou muito safado, putão na encolha e quero compartilhar com leitores que gostem e entendam as situações tesudas que a gente passa. Tudo, absolutamente tudo, contado aqui é verdade.

Sou solteiro, bissexual e tenho uma vida social discreta quanto à minha tara por caras e putaria, mas às vezes curto sair para provocar, aprontar com estranhos e frequentar locais onde rola uma tremenda sacanagem. Como tenho jeito e voz de macho, fica fácil disfarçar e o pessoal adora esse contraste em mim: meio machão/meio vadia.

Estou com 29 anos e sou considerado bonito pela maioria das pessoas, pois tenho uma genética favorável e gosto de me cuidar. Tenho 1,80 m, 83 kg trabalhados quase todo dia na academia. Faço musculação há 7 anos e sempre pratiquei esportes. Sou branco, liso e tenho cabelos castanhos claros lisos. Minha bunda chama atenção do pessoal e sinto tesão quando os machos reparam e ficam tarados por ela. Pode conferir nas minhas fotos abaixo, pra ter uma noção melhor da abóbora redonda malhada que teve atrás de mim. É grande, redonda, firme, toda lisa e, como tenho pernas grossas, fica um conjunto atraente pra quem é louco por um bom rabo empinado de macho>
Eu lia os contos de pessoas que são encoxadas em metrôs, trens, ônibus e lugares cheios e sentia um puta tesão, por imaginar o que acontecia e por ter sido encoxado diversas vezes nesses lugares. É uma sensação de pura adrenalina, onde se misturam tesão e tensão. Sentir e saber que tudo está acontecendo num espaço reduzido e que discretamente (ou não) tem um macho (ou mais) tirando proveito da ralação e do empurra-empurra. Delícia pura ...É o inusitado que deixa qualquer macho louco: o lugar proibido com o pau e bunda falando mais alto.

De vez em quando pego os trens da CPTM em São Paulo. É um mundo próprio de encoxadas, esfregadas, bolinadas, passadas de mão e pegadas no pau. Só quem conhece a Linha Coral (ligação entre o centro e a zona leste) sabe que estou falando exatamente o que ocorre. A coisa começa a ferver às 17:30 h e rola até, aproximadamente às 20:00 h. São plataformas cheias, vagões lotados, trens atrasados e, principalmente, MUITOS caras safadões, loucos pra sentir uma bundona dando sopa num vagão abarrotado de estranhos. No caos do transporte público, a melhor coisa a fazer é aproveitar esses momentos de tesão quase incontrolável, deixando a bunda “sem querer” pra qualquer um que quiser encostar e se acabar nela (e isso não é o que falta).

Ontem, não foi diferente. Estava eu na plataforma da Estação Brás, vestindo uma calça social com tecido fino que marca legal o meu rabo, deixando o contorno redondo bem saliente e uma camiseta não muito comprida, que fica em cima do passador de cinto, pra dar aquele efeito legal na lomba quando tenho que levantar o braço para me segurar no trem. Por baixo, eu estava de jockstrap: aquele suporte atlético que cobre o pau e deixa toda bunda de fora, suspensa no elástico. Nem preciso dizer que me vesti desse jeito de propósito pra instigar e aproveitar melhor a putaria.

Logo percebi que um garoto moreno, baixo, que deveria ter 20 anos olhava pra mim e focava no meu rabo. Ele tinha cara de safado e usava uma calça jeans clara, camiseta azul e segurava uma mochila num braço. O trem não vinha e as pessoas se aglomeravam na plataforma. De repente, olho para o lado dele e não estava mais lá. Eu pensei: esse, vazou. Porém, em menos de 1 minuto senti sua presença do meu lado direito, ainda olhando pra minha bundona marcando na calça. Eu fico sério, fingindo que não estou nem aí, apenas esperando o trem cheio chegar, já sabendo que a isca tinha funcionado (mais uma vez).

Pelo horário, como sempre, veio lotado. Quando as pessoas se empurraram pra embarcar, o garoto safado se encostou em mim e vi que o zíper da calça dele estava ABERTO! Que puto tarado! Meu coração começou a disparar. Fomos praticamente arremessados pra dentro do vagão. Com a mão esquerda, eu tentava me segurar em cima; e com a direita abaixada, eu segurava meu casaco de uma forma que ninguém percebia que eu encostava os dedos na altura do zíper do moreno abusado, sentindo facilmente seu pau na cueca de tecido bem fino.

Aquilo era o paraíso... Ele, de lado, alisava minha bunda empinada e eu colocava 2 ou 3 dedos dentro da calça aberta dele com botão fechado e zíper aberto, sentindo seu pau pulsar endurecer de tanto tesão com as minhas pegadas. A próxima estação, Corinthians Itaquera, é longe, então ficamos bastante tempo nessa brincadeira tesuda enquanto o trem balançava pra lá e pra cá. Por causa da lotação, ninguém olhava pra baixo e uma mulher gorda próximo a nós falava alto sobre a sua vida com uma outra moça, sobre a faculdade que começou a cursar e tal ... acho que isso também tirava o foco das pessoas na sacanagem que ocorria por baixo.

O safado não tirava a mão do meu rabo. Alisava, apertava as bordas da bunda, despois discretamente corria os dedos até a altura do meu cu, contornando o elástico da jockstrap, como se estivesse acariciando a rabeta aqui. O pau dele pulsava de tesão e babava em cima da cueca. Eu sentia o melado com meus dedos. Quando eu avançava mais, até tocava na pentelhera dele na virilha. Depois subia novamente até a cabeça do pau babado. Ele tremia de tesão e eu fazia meu papel de machão bundudo que vira vadia de estranhos.

Olhei para ele bem sério e vi que o tarado estava até com a boca aberta, delirando com a putaria. Naquela adrenalina gostosa, eu sussurrei baixo para ele por o cacete “pra fora”. Em pouco tempo, ele fez que iria arrumar a mochila que segurava na outra mão e deu uma ajeitada dentro da calça.

Pronto: era o que eu mais queria naquele momento. Um moreninho novo, com cara de safado, ousado, louco pela minha bunda e com o cacete pra fora da cueca, solto, com o zíper aberto, babando nos meus dedos.

Tive que aproveitar antes que o trem esvaziasse nas próximas estações. Já tínhamos passado Corinthians Itaquera e logo seria mais difícil continuar “sendo abusado” por aquele moleque delícia, que eu retribuía. Como o casaco ficava por cima do meu braço, cobrindo a mão, senti legal a pica dele escorrendo de tesão, dentro da calça e fora da cueca. O pau era médio, mas cabeçudo e cheio de veia, com a glande fazendo aquele efeito cogumelo, que é de pirar qualquer louco por pica. Comecei a ensaiar de leve uma punheta com 3 dedos. Aquilo estava demais. Um mix de perigo com tesão absurdo. Logo senti que ele iria gozar se eu não parasse e não sei qual seria a reação dele, se iria conseguir disfarçar. Por isso, preferi parar um pouco de brincar com aquele cacete duro desconhecido.

Minha bunda, a esta altura, estava toda fácil pra ele. Chegou até a deslizar a mão pela cintura no balanço do trem. Atrás de mim havia dois caras de costas que conversavam e praticamente cobriam o que acontecia na minha lomba de cavala. Eu empinava de propósito e ele discretamente colocava 2 dedos pra dentro da minha calça, sentindo meu rabo livre, embaixo do elástico da jockstrap. Que delícia sentir aquela mão estranha alisando minha bundona no trem.

Estávamos chegando na estação Dom Bosco. No trem, ainda cheio mas nem tanto, muitas pessoas tentavam se mover para perto da porta. Bem rápido, dei a última pegada no pau babão do moreno safado. Em seguida, olhei pra ele e pús discretamente o dedo melado na boca, disfarçadamente, como se estivesse coçando o lábio, mas sentindo a babinha deliciosa do moreno.

Saí do trem e ele veio atrás de mim. Na plataforma, perto da escada, o garoto me disse que iria gozar na minha mão e que eu era um rabudo safado muito gostoso. Eu apenas sorri e falei que teria que voltar pra Estação Tatuapé. Ele me perguntou se eu era casado, pois era discretão e se eu queria sair da estação, pegando no pau com cara de safado, mas eu disse que não poderia naquela hora. Então, ele se despediu com um “valeu” e falou que minha bunda era melhor do que de muita mulher gostosa.

Eu respondi com um tchau e atravessei a plataforma para pegar o trem de volta com destino à Estação Tatuapé, onde rolou mais putaria em outra viagem, que contarei. Fui praticamente enrabado por cima da calça, mas isso é outra história. Se gostou, vote e comente. Até a próxima!







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