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Dei pro novo Gerente da empresa


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 12/07/17
categoria: casual
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Nossa empresa passou por um remanejamento de pessoal e nossa filial ganhara um novo Gerente. A primeira vez que tive contato com Paulo foi no elevador. Eu chegava do almoço e acabamos dividindo alguns segundos enquanto subíamos os andares.
O novo gerente tinha um corpo avantajado, mais de 1,90 m de altura, cabelo curto, quase careca, negro e com um olhar intrigante. Trocamos apenas um “oi” tímido. E eu ali já molhada, imaginando mil coisas.

Dias depois, na apresentação formal de Paulo, sentia que ele me olhava em quanto falava e até nas horas em que parava pra beber água. Achei que eu tava ficando maluca e meu desejo por corpos é quem estava criando aquela ótima ilusão. O que um monstro daquele tamanho ia querer com uma raquítica com eu? Não aparento nada de interessante... não vestida com roupa social e trabalho...

Dias se passaram, porém eu ainda sentia que Paulo me comia com os olhos. A cada cruzada no corredor, nas escadas, elevadores. Aquilo estava ficando evidente demais.

Certo dia decidi abrir o jogo. Tínhamos o sistema de mensagens da empresa, mas eu sabia que não era seguro o suficiente. Escrevi um bilhete e deixei sobre sua mesa, bem na sua frente. Sai sem dizer nada. Só tinha duas palavras escritas “TE QUERO”.

Minutos depois ele passa na minha mesa de devolve o papel. Quando abri vi escrito “18:30h no estacionamento”. Quase me masturbei alí mesmo, no meio dos outros colegas de trabalho. O dia demorou a passar, mas na hora certa fui até o local de encontro. Paulo me viu, caminhou até o carro e abriu a porta pra mim. Saímos em direção ao motel com velocidade, enquanto eu acariciava sua coxa no caminho.

Chegando lá, finalmente beijei aquela boca carnuda. Paulo, forte, me pegou no colo e só me soltou na cama. Arrancou minha roupa e com um olhar maldoso, lambeu minha xana gostoso. Quando saiu do meio de minhas pernas, eu logo quis alcançar seu pau, que fazia volume na calça. Quando coloquei pra fora levei um susto. Aquele negócio era enorme. Tinha pra lá de 20 cm fácil e ainda era grosso. Confesso que me amedrontei, mas Paulo me acariciou, mirando aquela rola gigantesca na minha boca. Chupei até onde conseguia. Punhetava com as duas mãos, a cabeça na boca e mesmo assim ainda sobrava rola não coberta.

Paulo me abriu, e veio com aquela cabeçona me penetrar. Foi entrando devagar, e me rasgando. Mas Paulo foi bonzinho e me comeu devagar. Era muita rola pra minha xaninha. Mas era gostoso. Aquele homem enorme me dominando, me vendo mais à vontade foi metendo mais e mais. Eu nem sabia se gemia, se gritava, se falava merda.

Paulo me virou de quatro e me comeu por trás. Agora sem perdão, metia tudo e eu até engasgava a cada estocada, porém, ele seria mais ousado.

Vendo meu bumbum pra cima, Paulo sacou a Pica da minha pepeka e começou a pincelar meu rabinho. Morri de medo na hora, era grande demais, seria o meu fim. Ele sussurrou “será que você aguente?”. Eu, como adoro um desfio, levantei mais a bunda, olhei pra trás sorrindo e apontando pro lubrificante que estava beira da cama (cortesia da casa).

Paulo encheu meu cuzinho de gel e veio me comer. Aquele pau enorme demorou, mas finalmente começou a entrar. Primeiro a cabeça e eu já estava delirando, mas Paulo foi forçando e colocando mais. Eu apenas apertava o lençol e mordi o travesseiro. Deixei acontecer. Aquela rola monstruosa me comia sem dó. Aquele mix de dor com prazer era muito bom. Eu nem consegui gemer, só sentir.

Na sequência, Paulo me virou eu fiquei por cima, de costas pra ele. Sentei com o rabinho naquela pica. Já estava suportando bem mais. A mão grande de Paulo tocou minha xana e me masturbou enquanto eu sentava o cu no seu cacete gigante. Gozei e cai, com meu frágil corpinho sobre o corpão daquele homem. Eu não me movia mais, e então Paulo ficou pincelando a pica na minha boceta. Ele gozou logo em seguida, voando porra na minha barriga.

Depois daquele dia descobri que Paulo tinha esposa e uma linda filhinha. Me senti mal por aquilo. Não que ele não tivesse culpa, ele tinha mais culpa do que eu! Mas eu, mais uma vez, fui levada pelo instinto selvagem de querer transar com tudo e todos...




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