"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Por um furo na calça


autor: Wcontesf
publicado em: 14/07/17
categoria: hetero
leituras: 2163
ver notas


Por um furo na calça
É minha primeira vez contando uma história. Sou casado e amo minha esposa. Sempre a deixei ciente de que gosto muito de ler esses contos eróticos, me deixam bastante excitado, e com bastante tesão. No início ela não gostava muito, pois achava que seria uma desculpa para encontrar outras mulheres mas, com o passar do tempo, a medida que eu ia lhe contando as histórias e aventuras sexuais das pessoas, ela foi cada vez mais se acostumando e gostando. Hoje além de mim, ela também gosta de ler algumas histórias e melhor, dividimos as que mais gostamos um com outro, e bastante excitados fazemos muito amor e sexo. Muitas vezes até fantasiamos e repetimos algumas das histórias.
Bem, sou um homem tranqüilo, de poucos, ou quase nenhum vício, gosto de ficar em casa curtindo a família em minhas horas de descanso. Gosto bastante de sexo, isto me faz ter a mente fértil para fantasias sexuais. Tenho estatura média, corpo em forma e já passei dos 40anos. Para não deixar de comentar tenho um membro que algumas mulheres, que já tive experiência o consideram grande e grosso, aproximadamente uns 19cms. Minha esposa adora!! E amo quando ela me pega por ele e me suga todo, como se isso depende a sua vida. Fico excitado só de pensar.
O que vou contar é uma dessas coisas que acontecem somente uma vez na vida mais que, sempre se fantasia acontecer.
Trabalho em uma multinacional e tenho por rotina, realizar com freqüência visitas a clientes. Sempre nessas visitas é necessário que passemos por uma recepcionista na portarias das fábricas. Bem é ai que a coisa começa. Em uma de minhas muitas visitas a um de nossos clientes, a recepcionista tem que solicitar do visitado a confirmação para autorização de acesso à fábrica, coisas de protocolo que são normais, e muitas vezes, tenho que aguardar por algum tempo na sala de espera. Nestes momentos sempre aproveito para adiantar algumas ações de trabalho e quando sobra um tempinho leio alguns desses contos acessando a internet através de meu smartfone, o que me deixa muitas vezes bastante excitado e com um volume bastante visível, mas procuro disfarçar sempre. Numa dessas vezes, em meio à leitura, já bastante excitado, fui chamado pela garota da recepção para confirmar a autorização de acesso, como estava bastante concentrado acabei me assustando e me levantei de repente, deixando exposto o volume em minha calça. Percebi que a garota olhou, mas ficou bem tranqüila, me entregou um crachá de acesso com um sorriso e me desejou uma boa visita. Fiquei um pouco constrangido e imaginando o que ela estaria pensando.
Antes de continuar, preciso fazer uma breve descrição desta garota.
Linda! Aproximadamente 1,60mts, 30 anos (ela me falou), pernas grossas e lisas, cintura fina, seios médios, rosto fino e olhos claros e um bumbum bem empinadinho. Sempre dei aquelas olhadas, meio que de canto, para observar o seu lindo corpo, sem passar do limite, afinal é local de trabalho. Dava para observar que ela sempre usava calcinhas pequenas que invadiam aquele bumbum lindo e gostoso, sob a calça da farda, sempre justa. A blusa branca e sempre bem passada, exibia um decote que deixava parte dos seios expostos, nada demais, mas que me fazia pensar coisas maravilhosas. Bem vestida, dava para notar que se tratava de uma mulher vaidosa e cuidadosa coma sua imagem, o que é muito bom para quem trabalha em locais de atendimento. Muito agradável e comunicativa com todos que chegavam à recepção da fábrica.
Algumas vezes conversávamos e contávamos particularidades, sobre tudo, casamento, Ela também é casada, os problemas, e momentos de descontração em família. Assuntos normais em uma conversa entre dois adultos e que verdadeiramente se tornou uma amizade.
Ela me contou sobre seu casamento, e que amava seu marido e que ele trabalhava com representação em uma empresa o que o obrigava muitas vezes a realizar algumas viagens e que ela ficava em casa sozinha, pois não tinham filhos e moravam em um lugar longe de pessoas conhecidas e família.
Algumas vezes, quando possível lhe oferecia carona até um local próximo a sua casa, mas sem pretensões. Porém as coisas que passavam em minha cabeça, desde aquele dia que ela percebeu o volume em minha calça me faziam fantasiar inúmeras coisas com ela e precisava tocar no assunto. Certa ocasião quando, em meio à conversa, e já nos sentindo mais a vontade um com o outro, percebi que estava meio inquieta e perguntei se havia algum problema. Ela sem muito rodeio confessou que a alguns dias havia descoberto que o marido em suas viagens sempre dava umas puladas de cerca e isto a deixou um pouco chateada e ao mesmo tempo aliviada porque em alguns momentos tinha a fantasia e desejo de estar com outro homem e isto a deixava bastante culpada, já que nunca havia conhecido sexualmente outro homem além de seu marido. Intimamente sentia como se o estivesse traindo.
Esta foi a oportunidade que eu esperava para começar a falar sobre sexo e, quem sabe, ter a minha curiosidade atendida a tocar no assunto sobre o outro dia da calça na portaria. Perguntei sobre como andava vida sexual do casal e se ela se sentia satisfeita sexualmente. Falei que eu minha esposa também tivemos problemas sexuais e que buscamos nos reinventar alimentando as nossas fantasias, sempre dando oportunidade para o limite de cada um, mas que buscaríamos sempre conversar sobre o assunto. Que ela tentasse conversar e buscar uma forma de superar os problemas juntos. Falei de quando contei a minha mulher que eu gostava muito de ler contos eróticos em sites pornográficos, que de início não aceitou bem mais que, com o passar do tempo, fui lhe contando minhas fantasias e querendo saber quais as dela até que ela mesma declarou que também se excitava com as histórias eróticas das pessoas e sua vontade de também fazer. Isso melhorou muito o nosso relacionamento. Conversa vai conversa vem aproveitei e comentei que muitas vezes enquanto aguarda a liberação na portaria lia alguns contos e ficava muito excitado a ponto de ficar com muito tesão, e que não conseguia deixar de imaginar como seria vê-la sem aquelas roupas e apenas com roupas intimas, pois notava que usava apenas calcinhas pequenas e que sempre estavam no meio de sua bumba e como isso me fazia pensar inúmeras formas de poder arrancar aquela calça somente para saber a cor da pequena peça que estava usando. Notei que ela ficou atenta ao que lhe dizia e que sua respiração ficou mais ofegante, e seu rosto ficou bastante avermelhado. Encerramos a conversa e nos despedimos. Fui para casa muito excitado e neste dia transei com minha mulher como um louco até não agüentarmos mais.
Passou alguns dias e precisei fazer uma nova visita à fábrica, e como de costume confirmei a agenda com a minha amiga gostosa da portaria, no dia anterior. Quando cheguei, nos cumprimentamos, notei que ela estava um pouco diferente e perguntei se estava tudo bem e se havia resolvido aquele seu problema. Ela acenou que sim, mas permaneceu calada. Pensei que havia exagerado na ultima conversa deixando-a chateada. Decidir sentar e esperar a autorização de acesso à fábrica, enquanto buscava uma forma de me desculpar. Como estava um pouco demorado, sentir vontade de ler um pouco dos contos eróticos que tanto gosto e me distraí. Algum tempo depois, já excitado, notei que ela se levantou deu a volta no balcão, sem dizer nada, e veio em minha direção. Observei que em sua calça, logo abaixo do zíper havia uma parte da costura aberta exibindo sua calcinha. Vi que sua cor era de um tom de rosa e isto me deixou cheio de tesão, minha pica latejava dentro da minha calça. Quando se aproximou falou que já poderia entrar na fábrica me entregando o crachá de acesso, ficou em minha frente aguardando que eu levantasse. Levantei e pude ver seu espanto enquanto observava o volume de minha pica dentro da calça e olhando nos meus olhos perguntou: “Gostou da cor”?
“Muito!”. Respondi saindo em direção à entrada da fábrica. Fiz minha visita e cerca de 1h depois já estava retornando à portaria para sair. Quando lhe entreguei o crachá me perguntou se poderia lhe dar uma carona, pois já estava no final de seu expediente de trabalho. Confirmei a carona e me dirigir ao carro para aguarda-la enquanto foi pegar suas coisas. Entrei no carro e logo depois ela veio em direção ao carro e pude ver que aquele furo da calça ainda exibia a cor daquela calcinha. Quando entrou no carro me olhou fixamente dizendo o quanto sabia que ficaria excitado ao ver sua calcinha e que ela havia usado aquela calça de propósito que já sabia do defeito e que quando liguei no dia anterior para confirmar a visita não se conteve ao lembrar de minhas palavras na última conversa que tivemos. Havia ficado muito surpresa e ao mesmo tempo excitada, que havia seguido o meu conselho e conversado com o marido e transou com ele pensando em mim e como queria ter dito no mesmo dia que o homem a que se referia, em sua fantasia de traição, era eu, desde o dia que percebeu o grande volume na minha calça e que só em pensar a deixava com vontade de ver aquela pica enorme, já que o seu marido mesmo excitado não mostra um volume daquele, e que ficara muito excitada. Confessou que no mesmo dia ficou tão excitada que, foi ao banheiro da portaria se masturbar.
Eu muito excitado, não consegui segurar a vontade e passando a mão em suas coxas, dizendo como era gostosa, tratei de enfiar o dedo naquele buraquinho afastei a calcinha e passei em sua bucetinha que a esta altura já toda ensopada gritava por sexo. Fiquei louco e fiz logo o convite para seguimos para o motel mais próximo. Ela respondeu que não queria ir ao motel mais que, eu a levasse para sua casa.
Não entendi! Como levá-la para casa, pensei. Depois de tudo isso ela vai para casa.
Percebendo a minha frustração, ela completou dizendo que queria que fosse, como em suas fantasias: “quero que você me foda em minha casa, em minha cama e que eu deveria come-la de todas maneiras”.
“Ficou louca! E seu marido?”. Falei.
Ele está viajando a trabalho e retorna somente amanhã, temos bastante tempo para fuder.
Segui o caminho que já conhecia e fomos em direção a sua casa, enquanto isso, sem perder tempo, ela já abriu a minha calça e fez a minha pica pular para fora, o que a fez se assustar com o tamanho dizendo como é grande e que não iria conseguir agüentar aquilo tudo, mas caio de boca na pica. Falei que era para ela ficar tranqüila que seria muito carinhoso que tudo seria feito com o seu consentimento. Chegando em sua rua ela me orientou até sua casa e quando chegamos próximo tirou da bolsa um pequeno controle e acionando fez abrir o portão da garagem de sua casa e mandando entrar direto, me dizendo que é assim que o marido dela faz e isso não levantaria suspeitas da vizinhança além meu carro ter os vidros totalmente escuros e não dar para ver os seus ocupantes, se alguém estivesse vendo imaginaria ser ele chegando com a esposa, pois é costume ele chegar com carros diferentes da empresa e as pessoas já estavam acostumadas. Entramos e fechando o portão da garagem. Restou somente nós dois e aquela casa para aproveitar.
Nem descemos do carro e nos pegamos ali mesmo. Depois ela desceu deu a volta no carro, enquanto eu tentava descer, com certa dificuldade, pois já estava com a calça na altura dos joelhos, arrancou minha roupa, ainda sentado no carro, somente as pernas para fora, ajoelhou em minha frente e abocanhou a minha pica com extrema vontade, alternando entre a cabeça, passando a língua por todo o comprimento e engolindo as minhas bolas com vontade, em alguns momentos sua língua quase que chegava ao meu cú. Depois de alguns minutos nesse boquete maravilhoso, parecia uma profissional, não conseguia me segurar e levantei de repente para não gozar naquela boca gostosa, mesmo querendo muito. Fomos para dentro da casa, em direção ao quarto, antes mesmo que ela pudesse se afastar a segurei com força por trás, abrir sua camisa com força arrebentando os butões deixando à mostra seu sutien, apertei seus seios, ainda cobertos, passeia mão por todo o seu corpo até chegar ao buraco em sua calça, enfiei a mão conseguindo abrir um pouco mais com a outra mão apliquei uma força que não sei explicar e rasguei ainda mais, fazendo que a calça se abrisse no meio de suas pernas exibindo um lindo bumbum e uma calcinha extremamente pequena, toda enfiada no seu cuzinho. “Que delicia”! Falei. Cair aos beijos naquela bunda, abrir para exibir seu cuzinho, afastei aquele micro fio para o lado e enfie a língua nele e fui descendo até a sua bucetinha linda, cheirosa e toda depiladinha. Ela me falou que havia depilado no dia anterior somente para mim, nem seu maridinho tinha visto, enquanto gemia de tesão com minha língua em sua buceta. Chupei muito aquela buceta até ela gozar em minha boca. Ela gritava de tesão e me dizia para não parar, aproveitei para fazer pressão em seu cu com um dos dedos, foi quando ela soltou um gemidinho abafado e gritou que gostoso o dedo no cú, agarrou minha mão e como querendo ajudar usou um de seus dedos e empurrou, junto com o meu para dentro dequele buraco apertadinho. Ela gozou novamente.
Levantei a ela de frente para mim tirou suas roupas já rasgadas, ficando apenas daquele jeito: somente calcinha e sutien, “que maravilha”, falei. Ela perguntou se era isto que eu queria e se havia gostado? Falei que era muito melhor do que havia imaginado.
Deitamos em sua cama, ela na posição do frango assado e mais uma vez chupei sua buceta passando a língua em seu cuzinho, tirando forte gemidos, excitada pediu para enfiar minha pica grande em sua buceta. Ela quer essa pica grossa e grande enterrada na sua bucetinha, deixa ela bem arrombada que não vai mais esquecer, pedia, quase uma ordem. Passei a pica na bucetinha, bem na entradinha, dei algumas voltas, enfiei a cabeça e fui enterrando devagar até o meio, enquanto ela gemia e se arrepiava, gritando que “pica grande, que grossa, está rasgando ela toda”. Neste momento não mais agüentando terminei de socar em um só golpe, lhe arrancando um longo e alto gemido, acompanhado de um “fode ela muito que ela quer ser arrombada”. Baixei um pouco e falei bem no seu ouvidinho “gosta de pica sua puta, então toma pica” e comecei a socar cada vez mais forte usando todo o comprimento da minha pica. Ela dizia “sim, ela gosta. Ela gosta de pica grande e grossa fudendo ela, bem fundo. Fode sim, fode essa puta com vontade, ela quer ser esfolada, arrombada...” e novamente senti seu corpo explodindo em mais uma gozada maravilhosa seguida de fortes gemidos.
Trocamos de posição, de maneira que ela ficou de quatro, me posicionei logo atrás e tive aquela maravilhosa visão de seu cuzinho lindo piscando para mim, coloquei a pica na entrada da buceta e fui enfiando devagar, tirando dela gemidinhos deliciosos, aproveitei então para enfiar o dedo em seu cuzinho, claro era o que queria, comer aquele cu, para minha surpresa, novamente ela mesma molhou seu próprio dedo com a boca juntou-o ao meu e começamos, juntos, a massagear seu cuzinho e invadi-lo com os nossos dedos, isso lhe arrancou gemidos ainda maiores e comecei a bombar naquela buceta e depois de um tempo ela já colocava dois dedinhos em seu cuzinho e eu já massageava o seu clitóris e sentir que ele gozava mais uma vez. Depois vê-la gozar encostei em seu ouvido dizendo “agora vou fuder seu cuzinho”, foi quando ela me disse “será que ela vai agüentar essa pica no cuzinho?!
Insistir que sim e que seria muito carinhoso e que se ela não agüentasse pararíamos. Mas ela aceitou sobre uma condição. Que realmente tinha outras fantasias e que uma em particular chegou a se masturbar pensando em realizar comigo, pois já tinha feito com o marido e o pau dele era pequeno não se sentiu muito realizada e gostaria de tentar. Respondi que para comer aquele cuzinho realizaria qualquer fantasia dela e perguntei qual seria.
Esperta, ela falou “come meu cuzinho bem gostoso e depois te falo o que quero”!
Porra!! Pensei. O que será esta fantasia. Mas como queria muito meter naquele cuzinho nem pensei.
Ela ficou de quatro novamente, passei a língua em seu cuzinho mais uma vez, para deixá-lo molhado e posicionei minha pica focando a entrada. No início Ela comentou que doía mais que estava com muito tesão e gostando, pedindo para continuar. Continuei forçando e entrando a cabeça fiquei um pouco parado para que seu cuzinho se acostumasse e disse para ela rebolar na pica devagar, o que fez de imediato e aumentando o ritmo aos poucos até sem que ela percebesse, já havia enterrado toda minha pica naquela bunda gostosa, ouvindo seus gemidos.
Ainda rebolando, ela vira para mim, com cara de puta dizendo “como é gostoso essa pica enorme no seu cuzinho. Fode ela seu safado, bem forte. Arromba ela toda que esta gostoso, ela quer ser arrombada por essa pica no cuzinho. Acaba com o cu da sua putinha.” Isso me deixou louco de tesão e comecei a socar forte naquele cuzinho, até gozar, enchendo ele todo de leite quente. Ela disse ter gostado muito de sentir seu cuzinho cheio de porra quente e gostosa e completando, “espero que tenha guardado um pouco desse leitinho para a minha fantasia, você não vai escapar”. Mais uma vez perguntei pelo que tinha mente e ela apenas falou “me aguarde”.
Saiu por alguns minutos e voltou logo depois, vestindo outra calcinha ainda mais ousada me beijou loucamente e foi descendo até ajoelhar entre minhas pernas e abocanhar minha pica, que a esta altura já estava dura novamente, olhou dizendo “esta pica enorme me lascou toda, estou louca por ela, vou querer mais” e voltou a chupar com força, chupava a cabeça, passava língua por todo o comprimento, chupava minhas bolas, quando voltou a chupar a cabeça, tentou engulir toda ela, com um pouco de dificuldade mais conseguiu, vendo aquilo, agarrei sua cabeça e comecei a forçar para socar toda minha pica em sua boquinha. Já louco de tesão tentei fazer com ela levantasse para colocá-la em meu colo, queria ela cavalgando com minha pica em seu cuzinho novamente mais, ela me disse que faria depois, agora era ela quem mandava e continuou chupando. Sem tirar minha pica da boca, agarrou minhas pernas fazendo com que eu apoiasse os pés na cama então começou beijar e dar chupadas na parte traseira e interna de minhas coxas, por volta da base de minha pica, ai descendo a língua para o meu cu. Tentei uma reação para sair desta situação mais, ela logo protestou, “fiz a minha parte agora é você, por favor, quero muito isso e estou excitada!”. Então não tive escolha, já que realmente ela me deu tudo que eu queria, e deixei que ficasse a vontade e relaxei, aproveitei aquela língua gostosa, e para ser sincero estava ficando com tesão também.
Ela continuou me chupando, só que desta vez alternava entre minha pica e lambidas fortes em meu cu e tentava forçar a língua dentro dele enquanto me batia uma punheta com uma das mãos e com a outra abria minha bumda para exibir melhor o meu cu. Confesso que ficava cada vez mais excitado. Se masturbando, me pediu que assumisse a posição de frango assado, para poder ver melhor o meu cu, enfiou o dedo lubrificado com líquido de sua bucetinha em meu cu bem devagar e continuou na punheta, chupou a cabeça com força, foi então que não agüentei e despejei todo leite que ainda tinha em sua boca gostosa. Ela enguliu todo o leito sem perder uma gota. Ainda chupando minha pica e mantendo ela ainda dura saltou para o meu colo, colocou a pica no cu e sentou de vez soltando um gemido e começou a cavalgar quase gritando, “come o cu dela, fode o cu dela, esfola o cu dela, faz ela gozar com esta pica enorme no cu” e então ela gozou ficando o corpo totalmente trêmulo e cair na cama ao meu lado. Me olhou fixamente com um sorriso de satisfação. Ficamos ali por algum tempo para recuperarmos as forças e fomos comer algo na cozinha, completamente nus e felizes.
Conversamos sobre a nossa foda e combinamos outras aventuras...







ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.