"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A Mocinha e a Velhinha


autor: NandodeRose
publicado em: 19/07/17
categoria: hetero
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Parte 1

Comendo a mocinha

Eu, Beto, e Vera, minha amiga, temos sessenta anos. Por coincidência, somos filhos únicos de casais que se conheciam de longa data e moravam em casas vizinhas. Assim, desenvolvemos uma bela amizade desde criança, frequentando as mesmas escolas, clubes e festas. Como sempre estávamos juntos, muitos conhecidos e colegas nos consideravam namorados. Na realidade, sempre fomos apenas grandes amigos e confidentes, conversando sobre qualquer assunto, inclusive sexo, algo ainda considerado tabu à época. No meio das férias de verão, passadas como sempre nas também vizinhas casas de praia das famílias, nossos pais nos avisaram que viajariam juntos para participar de um casamento na cidade onde tínhamos residência fixa. Como voltariam na manhã do dia seguinte, eles, contrariando os costumes da época, acertaram que Vera ficaria na casa da minha família, considerando que conheciam o sentimento de amizade que nos unia e confiavam que éramos muito ajuizados para os nossos recém completados dezoito anos. Assim, ao amanhecer de um belo e quente dia de verão, nossos pais viajaram e Vera veio ficar comigo. Como minha mãe deixara as refeições prontas, resolvemos ir cedo à praia. Vera colocou um biquíni comportado, típico da época. Apesar de estar acostumado a vê-la em trajes de banho, no momento em que arrumava o guarda-sol observei-a dando aquela tradicional e muita feminina reboladinha para tirar o apertado short. No momento em que ela estendia as toalhas para deitarmos na areia, a visão do seu corpo dourado por muitos dias de praia, das suas coxas grossas e bem-feitas e de seus lindos seios parcialmente à mostra, despertou em mim alguns instintos que nunca haviam aflorado. Pela primeira vez, observei que Vera estava se transformando numa bela e gostosa mulher. Fiquei com vergonha do meu olhar. Mais ainda quando, independente da minha vontade, o pênis começou a endurecer. Sorte que havia colocado uma bermuda grande e folgada, o que camuflou um pouco o movimento do meu já avantajado e ainda virgem membro. Ao deitar, Vera percebeu o que estava acontecendo comigo e riu discretamente, dizendo que eu devia sentar para esconder o que a natureza estava fazendo comigo. Como falávamos sem problemas sobre sexo e ríamos da nossa virgindade, tentando imaginar como seria a primeira vez de cada um de nós, usei de toda sinceridade para jurar que até então nunca tinha olhado o corpo dela com segundas intenções. Vera, entendendo que a partir daquele momento eu passara a olhá-la de outra forma, respondeu, surpreendendo-me, que, independente de sermos apenas amigos, também começara a ver meu corpo como de macho e, sorrindo maliciosamente, tentava visualizar como seria o meu órgão sexual. O fato de ela ter falado muitas vezes que seus hormônios estavam entrando em ebulição e que cada vez sentia mais necessidade de ter sua primeira experiência com um homem, mesmo contrariando as normas sociais da época, levou-me a aprofundar a conversa. Quis saber como ela faria aquilo, se ainda nem tinha namorado? Vera lançou-me novamente um olhar cheio de malícia e perguntou se alguma vez eu havia pensado em perdermos juntos a virgindade. Diante da surpresa estampada no meu rosto e das indagações que leu na minha mente, ela explicou que nada mudaria na nossa relação. A amizade existente entre nós era tão sólida e profunda que a intensidade do nosso amor fraterno, achava ela, substituiria com sobra a imaginada necessidade de amor carnal para enfrentar a situação incomum do que seria nosso primeiro relacionamento sexual. Suas palavras inicialmente soaram estranhas para mim, mas os meus hormônios também estavam em ebulição. Ousei, então, perguntar se ela já havia imaginado quando teria coragem de realizar seu intento. Fugindo da sua timidez normal, lançou-me um olhar brejeiro e sorrindo de forma marota e convidativa, disse-me, claramente: - “Hoje? ”. Esta pequena palavra seguida de uma interrogação fez estremecer todos os meus músculos e agitar meu cérebro. De comportamento extremamente introvertido e dedicado aos estudos, apesar de meus dezoito anos, nunca tivera coragem de abordar meninas para namorar e, muito menos, mulheres para fazer sexo. Como cabia a mim tirar a interrogação depois do “hoje”, analisei a situação e a decisão foi rápida. Por muitas razões, principalmente pelo conhecimento e confiança que tínhamos um no outro, eu também queria que Vera fosse a minha primeira vez para dividirmos todas as emoções. E não foi preciso falar nada. Ela captou meu pensamento e eu vi no seu corpo uma mensagem erótica de prazer.

A partir daquele momento, a química entre nós modificou. Sentimos a necessidade mútua de que nossas peles se tocassem e a solução imediata dela foi pedir que eu passasse protetor solar no seu corpo. Isso já acontecera outras vezes, mas nunca, pelo menos da minha parte, com outras intenções. Ela virou o corpo e comecei a espalhar óleo e a massagear vagarosamente a pele macia de seus ombros, braços e costas. Ao colocar as mãos na parte de traz das suas coxas, lisas e macias, meu cacete atingiu a máxima grandeza. Para me excitar ainda mais, Vera prendeu discretamente minhas mãos no meio das pernas, permitindo que eu sentisse bem o rego da bunda perfeita e o calor emanado da área vaginal. Tinha certeza que tanto eu quanto ela jamais experimentáramos nada igual. Inclusive aquela necessidade implícita ao sexo de querer mais e mais, até chegar ao final. Sentindo que não poderíamos continuar na praia sem atrair a atenção das pessoas, resolvemos voltar para casa. Na rua, sem que outros pudessem ouvir, conversamos sobre a emoção sentida no contato manual entre nós e tivemos certeza que ambos queríamos concluir o que havíamos começado na praia.

Chegando em casa, disse a Vera que deveria usar o banheiro social, enquanto eu tomaria banho no de serviço. Usando o mesmo olhar maroto e convidativo da praia, ela perguntou se não gostaria de tirar o óleo que eu mesmo havia passado no seu corpo. Nunca imaginara tomar banho com outra pessoa, mas não tive a menor dúvida em aceitar o convite. Liguei o chuveiro e entramos no box. Deixamos a água tirar a areia do corpo e dos trajes de banho, enquanto nos observávamos muito de perto. Pedi que ela desse as costas para mim. Desfiz o laço da parte superior do biquíni, deixando-o cair. Ao abraçá-la por trás, senti seus seios durinhos e a respiração ofegante. Pela primeira vez eles seriam tocados por um homem. Como foi gostosa a sensação de acariciar um peito em cada mão, sentir a maciez da pele, o arrepio das aréolas e o intumescimento dos bicos dos seios. Como resposta, Vera colocou os braços para traz para desabotoar minha bermuda. Com o peso da água, a peça deslizou rápido para baixo, liberando meu pau para encaixar no vão da sua bunda. Ela deu um suspiro, levantou na ponta dos pés e abriu um pouco as pernas, permitindo ao pênis ficar apertado entre suas coxas. Uma sensação deliciosa tomou conta de nós. Certamente para satisfazer sua curiosidade, Vera levou os quadris um pouco para frente, dando espaço para que suas mãos segurassem com firmeza e seus dedos manipulassem meu cacete. Após esse exame tátil, ela expressou seu espanto com a dureza, o comprimento e a grossura dele. Girou o corpo para mim e arregalou os olhos ao ver pela primeira vez o que em breve estaria dentro nela. Agora, era eu que estava curioso para conhecer onde o pau iria entrar. Pedi que ela tirasse a parte de baixo do biquíni e deixasse a água correr um pouco para tirar a areia, enquanto me ajoelhava, sem qualquer cerimônia, para conhecer sua vagina. Fiquei admirado com a imagem da água do chuveiro escorrendo pelos seus pelos pubianos, fazendo uma espécie de cascatinha no seu órgão genital. A xoxota dela era do tipo fechadinha, como se fosse um rasgo cor de rosa escuro bem desenhado na pele. Fiquei tão deslumbrado que, sem pensar, encostei meus lábios naquela racha e percorri com a língua toda a sua extensão, desde o clitóris que aflorava bem durinho lá em cima até chegar na entrada do canal da vagina lá embaixo. De novo, não resisti e, mesmo sentindo a água banhar meu rosto, enfiei a língua naquele território desconhecido. Enquanto ouvia Vera gemendo, a introdução lingual parou ao atingir o que imaginei ser o hímen. Senti suas pernas tremerem e veio o pedido dela para invertermos a posição. Levantei e ela se ajoelhou. Tive certeza de que meu pau iria experimentar sua primeira chupada. E foi algo inesquecível. Primeiro, iniciei uma punheta (que era minha “especialidade”) para que ela visse como era. Depois, ela mesmo passou a me masturbar com as mãos até ganhar coragem e abocanhar a cabeça do cacete. Instintivamente, tentei aprofundar mais a entrada do pau em sua boca, provocando-lhe um engasgo. Rimos da situação e, a partir daí, deixamos que a natureza e as emoções se encarregassem de guiar nosso sexo. O tesão chegou ao ponto em que ou eu parava imediatamente ou gozaria logo. Falei isso para Vera e pedi que terminássemos o banho e fôssemos direto para a cama. Ela concordou, dizendo que estava sentindo a mesma coisa. Ainda assim, aproveitamos a oportunidade para nos ensaboar, lavar e enxugar, tocando em todas as partes do corpo um do outro.

Enrolados nas toalhas, fomos direto para o meu quarto, onde, felizmente, havia uma cama de casal. Meu pau continuava tão duro como no banho e o corpo deitado de Vera emanava sexo. Para manter a tranquilidade a fim de que a nossa primeira experiência sexual fosse a melhor possível, sabia que não poderia esperar muito tempo para não correr o risco de gozar antes, sem saber, por falta de experiência, se teria condições de realizar uma segunda tentativa. Abracei carinhosamente a amiga e perguntei se ela realmente queria transar comigo. Ela apenas sorriu e deu a resposta levantando os joelhos e abrindo as pernas. Pedi que ela relaxasse o corpo por completo e conduzisse as ações seguintes. Vera segurou meu pênis em completo estado de dureza e colocou a glande na entrada da vagina. Pediu, então, que fosse empurrando bem devagar, pois queria curtir momento por momento a perda da virgindade. Uma onda de carinho perpassou nossos corpos e sentimos perfeitamente bem quando o hímen foi atingido. Perguntei: - E agora, posso? Ela respondeu: - “Pode, Beto, sou toda sua”. Cheio de cuidados, empurrei o pênis mais para dentro, mas a pressão não foi suficiente. Perguntei se podia usar mais força. Vera disse que sim, mas mostrava marcas de preocupação no rosto. Tirei o pênis e dei uma estocada firme, sentindo que ele penetrara bem mais na vagina. Parei imediatamente, até que ela abriu um grande sorriso, afirmando que doera muito menos do que imaginara e que eu acabara de tirar a sua virgindade, transformando-a em mulher. A minha reação foi abraçá-la com muito carinho, aproveitando para enfiar vagarosamente o restante do cacete. Com ele todo dentro, parei o movimento e mantivemos o abraço por um bom tempo, curtindo a sensação indescritível de ter os nossos corpos ligados intimamente e de registrarmos para sempre aquele momento. Aí o tesão me obrigou a acelerar os movimentos do pau, ainda que com todo o cuidado para não machucar a amiga, não sabendo se os gemidos dela eram de prazer, de dor, ou dos dois. A gozada foi monumental, descarregando a enorme quantidade de esperma acumulada dentro de mim. Depois, fui tirando o pênis bem devagar até eu e Vera vermos filetes de sangue, comprovando que o hímen havia rompido sem grandes traumas, sendo o motivo de ela não ter sentido as esperadas dores. Voltamos a tomar banho juntos e Vera ficou admirada com a quantidade de porra saindo da vagina.

Almoçamos e a tarde foi maravilhosa. Se fôssemos namorados, talvez não tivéssemos conseguido usufruir de tudo que nos acontecera. Como se diz hoje, seria impossível curtir mais os fatos do que havíamos conseguido. À noite, ainda cheio de tesão, perguntei se Vera gostaria de nova relação sexual, agora sem hímen no meio. Ela aceitou e fomos deitar juntos. Mais duas transas e agora éramos duas pessoas “muito” experientes em sexo.


Se você quiser saber o que aconteceu com os amigos Beto e Vera, atribua um grau e faça uma crítica justa a essa primeira parte do conto. Para atiçar a sua curiosidade, a última parte dessa história chama-se “Comendo a velhinha”. Tchau!







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