"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Enquanto o marido lia o jornal, ela c


autor: kaplan
publicado em: 21/07/17
categoria: traição
leituras: 3318
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(escrito por Kaplan)

Pois é, amigos e amigas. Fiquei sabendo dessa história e não acreditei, mas... fui atrás de uma das pessoas envolvidas que me contou tudo e confirmou que era verdade sim.
Armindo era um sujeito bacana. Motorista, trabalhava numa empresa e atendia, basicamente, ao patrão. Chegava cedo na casa dele, e Pilar, a esposa, estava sempre à espera, para que os três tomassem café juntos.
A primeira vez que isso aconteceu, Armindo quase ficou branco, e olha que ele era negro! Isso porque Pilar o colocou sentado ao seu lado. O marido... bem, como todo empresário que se preza, preocupado com o valor do dólar, das ações e etc, lia o jornal. De vez em quando ele pegava a xícara e dava um gole no café, que esfriava totalmente. Olhava para a esposa e para o Armindo, dava um sorriso e continuava a ler as notícias econômicas.
Mas eu disse que o Armindo ficava branco e o motivo não era só porque se sentou ao lado da Pilar, e sim porque, no decorrer do café da manhã ela colocou a mão na perna dele.
Ele olhou, assustado, para ela, que apenas deu um sorriso e piscou o olho pra ele. Ele mal conseguiu comer um pedaço de bolo e tomar uma xícara de café.
Só que nos dias seguintes aquilo se repetiu, e a mão dela, cada vez mais ousada, apertava a coxa dele e, no quarto dia, pegou lá... e o marido só lendo o jornal... ele não estava entendendo nada, mas estava gostando daquilo.
E no quinto dia, a surpresa dele foi maior ainda. Ela saiu da cadeira, entrou debaixo da mesa e foi conferir o que ele tinha no meio das pernas... isso mesmo, ajoelhada debaixo da mesa, abriu a braguilha dele e colocou seu pau pra fora, ficou alisando, viu ele endurecer e fez um boquete. Armindo engasgou, tossiu... e o marido só lendo o jornal...
Pilar não estava nem aí... chupou muito a pica do Armindo.
Dali a pouco, como se não tivesse vendo nada, o marido dela largou o jornal, falou que ia tomar um banho rápido e desceria para o Armindo levá-lo à empresa.
Então ela saiu debaixo da mesa.
- Vem, Armindo, vamos aproveitar o tempo do banho dele fazendo coisas melhores...
- Mas, Dona Pilar... e se ele aparecer aqui?
- Armindo, fica calmo... ele sabe que eu faço essas coisas... ele não liga pra nada, a não ser para investimentos, dólares, euros, ações... e o meu negócio é sexo, entendeu? Gosto demais de sexo, não fico sem. Com ele é só aos domingos... então ele não se importa com o que eu faço com os motoristas que ele arruma... aliás, quem te escolheu fui eu, viu? Ele me trouxe vários currículos e pediu que eu escolhesse o que mais me agradava. E você foi o escolhido.
Então, despreocupa, use-me e abuse-me. Não me acha gostosa?
Tirou o robe que usava e se mostrou inteiramente nua para ele, que engoliu em seco. Como é que o patrão não dava assistência legal a ela? Que corpão!
Mas não teve tempo de pensar muito, porque ela, despida, tratou de tirar a roupa dele também e voltou a fazer um boquete nele que ele retribuiu dando-lhe uma gostosa chupada na xotinha.
E ainda tiveram tempo para uma rapidinha. Afinal, ela queria experimentar a pica dele, nem que fosse um pouco. Outro dia ela experimentaria com mais calma!
Naquele dia, ficaram fundamentalmente na chupação mútua. A comida foi breve, sem gozo.





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