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90 - A Filha da Dona Ana


autor: Bernardo
publicado em: 25/07/17
categoria: hetero
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Mauro conheceu Dona Ana quando era estava no último semestre de engenharia e morava num apartamento em São Paulo. Ela morava no apartamento em frente ao seu. Era uma simpática senhora de 60 anos. Logo fizeram amizade, e ele fazia pequenos serviços para ela e ela o mimava com doces e tortas. Quando levava essas guloseimas, eles ficavam conversando por muito tempo.

Ela morava sozinha, mas tinha uma filha que morava em um bairro próximo ao dela e vez ou outra vinha visita-la. Conhecendo-o um pouco melhor e descobrindo os seus gostos e talentos, Dona Ana começou a falar sobre sua filha, dizendo que ela tinha os mesmos gostos que ele, que era muito inteligente, bonita, essas coisas que toda mãe coruja diz. Um dia Mauro teve oportunidade de conhece-la.

A filha de Dona Ana, se chamava Manoela, tinha 25 anos. Seu marido não gostava da sogra. Com o passar do tempo, Mauro descobriu que também Dona Ana não gostava do genro. Dizia que ele era ignorante, antipático, grosso. Dizia que sonhava com um homem melhor para sua filha.

No dia em Mauro conheceu a Manoela, eles, ficaram conversando por quase toda a tarde, tamanha a afinidade entre eles. Ela era uma pessoa normal, mas muito simpática e ...muito bonita. Naquele pouco tempo em que conversaram, Mauro se encantou com a sua delicadeza e inteligência. Passamos a se corresponder por e-mail, trocar ideias e sugestões de livros, já que os dois eram amantes de uma boa literatura, principalmente de Paulo Coelho, Augusto Cury, Agatha Christie e por coincidência rara do escritor e jornalista húngaro Ferenc Molnár que escreveu o seu único livro, na verdade uma novela juvenil: Os Meninos da Rua Paulo, publicada pela primeira vez em 1907.

Nesse meio tempo, Dona Ana prosseguia nas críticas ao genro. E Mauro apenas lhe respondia que se Manoela gostava dele e estava feliz, tudo estava bem, mas ela insistia, e dizia que tinha sonhado com um cara mais carinhoso para ela e chegou a perguntar acintosamente se ele era casado. Mauro disse que estava quase casado e ela chegou a perguntar se a noiva dele era tão bonita e inteligente quanto sua filha.

Pelo teor da abordagem, ela deve ter falado dele para a filha, pois na segunda vez em que se encontraram, ele começou a perceber que ela o olhava com um olhar penetrante e algumas vezes soltava elogios como: - “Nossa como você fica charmoso de terno”, ou, “acho charmoso homem de barba" e "acho você muito inteligente, adoro pessoas inteligentes". Depois desconversava.

Para ele era uma confusão total, pois não passava pela cabeça, que ela de fato estava interessada em nele, pois era mais velho e além disso era feio e comprometido. Devido a insistência da mãe e apesar da resistência do marido, começou a frequentar com amiúde a casa da mãe e quando dava, ficavam conversando um pouco.

Parecia que Mauro a conhecia de outra vida de tão grande que era a afinidade. Parecia que ela lhe lançara um feitiço e ele sempre contava as horas para vê-la novamente. Isso durou pouco, porque o marido foi transferido para um novo emprego em outra cidade e tiveram que se mudar. Manoela não apareceu mais e também seus e-mails rarearam.

Mauro estava louco de saudades e de tesão, e foram várias vezes que se masturbou imaginando-a em seus braços, sentindo seu perfume e chegou a comentar com Dona Ana que estava sentindo a falta dos papos com sua filha. Ela apenas sorriu enigmaticamente.

Até que numa quinta à noite, véspera de um longo feriado, Dona Ana o chamou no apartamento dela. Logo que chegou, ele notou algumas garrafas de vinho vazias, Dona Ana disse que tinha feito uma pequena reunião com algumas amigas e tinha sobrado um pedaço de torta que queria que ele provasse. Nisso, do quarto de hóspedes saiu Manoela, que lhe sorriu deliciosamente e o abraçou calorosamente. Ao sentir o contato do seu corpo junto ao seu, sentiu uma leve manifestação do seu pau que ficou duro na hora. Dona Ana chegou a comentar que ela estava com saudades e ele disse que também estava e que tinha sido uma agradável surpresa vê-la ali na casa dela.

Manoela lhe falou rindo que seu marido lhe deu "alforria", naquele feriado para ela pode visitar a mãe e fazer alguns programas com amigas antigas. No dia seguinte, elas iriam ao shopping, ao cinema, etc, programas de mulheres. Falava muito entusiasmada das suas amigas, e ele percebeu que estava meio bêbada. Estava irradiante, muito bonita, com um olhar bem diferente, bem iluminado e com um novo corte de cabelos que realçava magnanimamente seu pescoço esquio.

Estava com uma saia jeans curta e uma blusinha de alcinha e pelo visto sem sutiã. Ela tinha pernas muito bonitas. Enquanto lhe servia um pouco de vinho falava sobre suas experiências na cidade onde morava e ele não conseguia prestar atenção em nada e não parar de fitar seus belos seios, eram pequenos, a sua pele era bastante clara e ele imaginava seus mamilos bem rosados. Seu rosto lindo de olhos brilhantes e lábios avermelhados, o que ele mais queria naquele momento era beijar a sua boca, sentir a sua língua duelando com a dela. Mal conseguia entender o que ela estava dizendo, tal era o meu desejo e paixão. Realmente estava inebriado, não pelo vinho mas pela beleza da sua musa inspiradora de tantas e tantas punhentas nas noites solitárias.

Dona Clara, percebendo o clima, se desculpou dizendo que ia para o seu quarto ver a novela, e até o incentivou leva-la ao seu apartamento para continuarem conversando e matando as saudades. Com a desculpa de lhe mostrar alguns livros ele achou a ideia excelente e teve coragem de convidá-la. Nisso percebeu que ela olhou para a mãe como se fosse pedir uma opinião e logo Dona Ana disse que aquela era uma boa ideia, porque eles estavam atrapalhando-a a escutar a sua novela. Praticamente os empurrou para fora do apartamento.

Manoela entrou no apartamento do Mauro, ficou olhando tudo, os cds, os dvds, os livros. Enquanto ela olhava os livros ele mal conseguia se conter. Ele tremia de tesão. Aproximou seu corpo por trás dela, encostou a boca no seu pescoço de seda e sutilmente virou o seu rosto e encostou a sua boca na dela. Não dá para descrever a delícia que ele sentiu ao tocar seus lábios. Ela ficou paralisada, quieta, e ele lhe deu mais um beijo, agora de língua. Ela se desprendeu dos seus braços e só lhe disse: "não".

Então ele pediu desculpas, e disse:

-Não sei o que está acontecendo comigo, perdi o controle. Faz tempo que eu quero te beijar, estou muito atraído por você, me desculpa.

- Vou embora - ela disse.

Ele pediu que ficasse, que não iria tentar mais nada, só queria ficar perto dela. Ela hesitava entre ficar e ir embora. Então ele disse tudo o que estava sentindo por ela e começou a cobri-la de elogios. Ela o olhou profundamente e disse que ninguém nunca tinha dito aquelas coisas para ela antes nem mesmo o marido.

- Então fica mais um pouco - ele lhe pediu.

Ela se aproximou, de modo que ele pode sentir que seu perfume era delicioso, e a ouviu murmurar:

- Fico - e sem esperar ela, se aproximou e segurou o rosto dele e começaram a se beijar ardentemente.

Foi uma das melhores sensações da vida dele. Os beijos dela eram muito intensos e deliciosos. Seus corpos se colaram e ele a levou para o quarto e caíram na cama. Tirou a blusa que ela usava e começou a chupar seus lindos e pequeninos seios com os mamilos rosados. Ela empurrava a cabeça dele para ele chupar com força.

Ele ficou por cima dela e ao mesmo tempo que chupava seus bicos durinhos foi descendo as mãos pela sua barriga, e passeou pelo meio das coxas, até que as mãos taradas encontraram a buceta quase que acidental e despretensiosamente, enfiou-a dentro da sua saia e começou a apalpar sua xaninha por cima da calcinha. Ela mesmo afastou a calcinha e levou os dedos dele para seu clitóris e depois para dentro da sua xaninha e com isso, começou a gemer, e ele sugou os bicos dos seus seios e entrou com dois dedos na buceta, escavando. Ela gemia, e ele se alternava entre sugar os seios e sua língua, com o pau duro, louco para penetra-la. Ela começou a mexer os quadris, e rebolar gostoso nos seus dedos úmidos. Sua respiração foi ficando ofegante, os gemidos foram ficando mais intensos e ele foi tocando-a mais rápido, metia os dedos com velocidade e força, acariciando seu clitóris com o polegar, se deliciando, fascinado ao ver uma mulher tão especial rebolando, toda molhada e totalmente entregue para ele.

Ela procurou seus lábios e enquanto o beijava gostosamente, apertou a mão dele sobre a sua buceta e pediu:

- Me faz gozar - e ele fez.

Ela era tão deliciosa, e estava abandonada e à vontade, e naquele momento ele se sentiu importante para ela. Alisou seu grelo com mais vigor, às vezes descendo com a mão entre as coxas dela até quase o ânus e logo voltava a molhar os dedos em sua buceta, cada vez mais rápido.... Ela gemia e ele acelerava loucamente os movimentos, até que ela gozou. Gozou gostoso. Ele sentiu sua xaninha pressionando seus dedos que ficaram mais que melados. Gemeu um pouco mais alto, a ponto de ele ter que tapar sua boca para ela não gritar e continuou esfregando a mão até sentir que ela tinha acabado de gozar se esticando toda na cama.

Então beijou a sua boca e se afastou, tirou as calças e a cueca, ajoelhou-se e quase selvagemente, puxou a sua saia e tirou a sua calcinha. Ele estava louco para gozar. Rapidamente colocou uma camisinha e deitou-se por cima dela, beijando seu rosto, boca e pescoço, falando um monte de sacanagem, rouco de tesão. Forçou um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça.

Sua buceta era deliciosa, úmida e quentinha, ela não disse nada. Ele urrava de prazer chamando-a de gostosa. Forçou um pouco mais. Ela era muito apertada, mas entrava porque estava bem lubrificada. Entrou tudo. Seu pau agora preenchia todo o espaço. Ela se mexeu de leve, passando os braços pelas costas dele puxando seu corpo contra o dela. E ele começou lentamente o movimento de entra e sai. O pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. Acelerou, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. Que maravilha. Seu tesão foi além do limite. Ambos se movimentando, a sua boca sedenta buscando a dela a todo o instante. Ela dizia coisas gostosas, chamando-o de gostoso, de tesão, de macho, enquanto o auxiliava no entra e sai.

O pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava até o fim. Sua bucetinha contraia e ele socava o pau rapidamente. Senti o gozo vindo e disse pra ela:

- Vou gozar - ela o olhou e disse carinhosamente.

- Goza para mim, goza dentro de mim, meu amor – e ele gozou, apertando-a e urrando no seu ouvido. O pau explodiu num gozo delirante, enchendo a camisinha de porra.
Ele deixou o pau lá dentro. Beijando-a sem parar, sentindo as últimas contrações de prazer. Então jogou seu corpo ao lado do dela e ficaram deitados lado a lado.

- Que delicia, ela disse. Languidamente, virou-se para ele e ficaram se acariciando e se beijando um pouco. Depois foram tomar banho e no chuveiro, se ensaboaram, se lavaram e se excitaram novamente.

Ela saiu do banho primeiro que ele e ao sair, ele a viu deitada na cama, nua, ainda molhada. Além de muito excitado ele estava muito feliz por ver que ela não teve pressa em ir embora, que queria ficar ali um pouco mais com ele. Então ele colocou uma música suave e apagou a luz do quarto, deixando apenas a luz do abajur.

Ela estava deitada de bruços, de olhos fechados, curtindo a música. Os dedos e a boca dele não conseguiam ficar longe da pele dela e ele começou a dar chupadinhas pelo corpo todo, parando na bundinha. Deu uns beijinhos e seguiu pernas abaixo até chegar aos seus calcanhares, e retornou, virando-a e colocando-a de barriga para cima. Começando pelos pés, lambeu todos seus dedinhos, subindo pelas pernas, até chupar seus seios e posicionou-a de frente para ele, dando-lhe um beijo molhado. Nessa altura ela já estava com os biquinhos dos seios arrepiados e ele de pau duro. Então desceu novamente pela sua barriga, abri suas pernas, e com a ponta da língua, alcançou sua xoxotinha e começou a chupá-la, com movimentos rápidos.

Manoela tremia, olhando-o, mordendo os lábios e apertando o biquinho dos peitos. Ele enfiou a cabeça no meio de suas coxas e ela arcou os quadris, pressionando sua xoxota na boca dele. Ele apertava sua bunda e sugava desesperado, ela falava coisas sem sentido, fazia movimentos desconcertantes, e ele enfiava a língua no mais profundo daquela bucetinha de fêmea gostosa. Forçou uma penetração e sentiu sua buceta úmida apertar a ponta da sua língua. Faltava muito pouco para introduzi-la totalmente. Afastou com os dedos os lábios da buceta permitindo-o entrar mais com a língua e brincou bastante ali. Enquanto Manoela suspirava e dava gritinhos, ele voltou para o grelinho e reiniciou uma mamadinha deliciosa no seu clitóris, levando-a a iniciar uma sessão de gemidos.

Então ela o puxou e pediu:

- Vem meu macho tesudo, quero você dentro de mim - e abraçou-o forte.

Ele beijou-a novamente e, de um jeito natural, seu pau escorregou para dentro dela. Com as pernas abertas e os joelhos levantados, ela recebeu-o. Ele provocou ainda mais sua ansiedade enfiando apenas a glande. Depois, enfiou mais um pouco já com movimentos de vai e vem alternando estocadas curtas com estocadas profundas. Enquanto gemia, Manoela mordia seu pescoço. Sua bucetinha aconchegava o pau do Mauro e se contraia e várias vezes ele ficou prestes a gozar. Mas conseguiu controlar a ejaculação, adorando sentir seu membro envolvido pela umidade daquela buceta. Seus lábios eram como pétalas de rosa. Admirou-a e beijou-a com sofreguidão enquanto enfiava loucamente o pau dentro dela.

Levou um tempão bolinando, massageando e estocando a vagina de Manoela que começou a contorcer-se e a gemer descontroladamente, sussurrando-lhe palavras obscenas.

- Ai meu deus, que tesão, amor, vou gozar, vou gozaaaaarrrrrrr - ela disse.

Ele saiu de dentro dela, rapidamente e disse:

- Goza na minha boca, amor, goza. Quero saborear seu melzinho.

Quando ele enfiou a boca no meio das pernas dela e comecei a sugar seu grelinho, Manoela parecia ter ido ao delírio, parecia que iria desmaiar de tantos espasmos. Seu néctar já escorria pela boca e língua dele e ele ainda pode perceber que viria uma tormenta de gozo, e por isso abriu bem a boca, quase engolindo sua xoxotinha. Enfiou ao máximo a língua, deixando que transbordasse em sua boca todo aquele melzinho delicioso. Ele continuou lambendo-a até as últimas contrações.

Depois, louco de tesão, enfiou de uma vez o pau na sua buceta molhadinha e começou a socar com força. A visão do seu pau entrando e saindo de sua xoxota o deixou tonto e o cheiro do seu sexo o embriagou. O contato dos seus corpos suados o eletrizou e ele disse que ia gozar tentando tirar o pau de dentro dela, porque estavam sem camisinha

-Não - disse Manoela, puxando-o para si beijando-o - goza dentro, me enche de porra – ela disse.

- Estou gozando! – ele anunciou – e Manoela puxou-o para si e beijou-o e ele esporou então fartamente dentro dela, urrando e se contorcendo de prazer.

Permaneceram muito tempo abraçados, se beijando e se acariciando com muito amor e tesão. Ela não deixou ele tirar o pau de dentro dela, até as derradeiras contrações. Depois disse que precisava ir embora, mas não queria.

Naquela noite, Mauro se apaixonou por ela, mas Manoela não quis se encontrar mais com ele e só ia na casa da mãe em horários e dias em que sabia que ele não estava e nunca mais respondeu seus e-mails até que ele se formou e se mudou e perdeu contato com a mãe dela. Manoela, a filha da Dona Ana será sempre uma lembrança muito gostosa e excitante.


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