"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A Mocinha e a Velhinha - Final


autor: NandodeRose
publicado em: 26/07/17
categoria: hetero
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Parte 2

Comendo a velhinha

Depois daquele encontro inesquecível, Vera e eu nunca mais fizemos sexo e aquele desvirginamento duplo ficou apenas na memória. Apesar de termos corrido o risco de ela engravidar, nada aconteceu. Como naquele mesmo ano fomos aprovados para faculdades diferentes, sendo que eu fui estudar na capital, as nossas vidas se distanciaram. Depois de formado, fui me realizar profissionalmente na Europa, enquanto meus pais se mudaram para outro estado para administrar uma fazenda herdada de seus pais. Soube, através deles, que os pais de Vera haviam morrido num trágico acidente rodoviário e que depois disso não tiveram mais notícias dela. Como as comunicações da época se restringiam ao telefone (de difícil contato internacional e mesmo nacional) e à correspondência enviada pelos Correios, perdi totalmente o contato com Vera. Terminei casando com uma brasileira que trabalhava comigo e voltando ao Brasil, fixando residência na cidade dela. Vinte anos depois nos separamos por incompatibilidade de gênios e, felizmente, não tivemos filhos. Durante esse tempo, jamais esqueci da amiga Vera, do carinho que existia entre nós e do relacionamento sexual que tivemos. Por onde andaria? Por que nunca tínhamos procurado notícias um do outro, mesmo depois da existência das redes sociais? Estaria ela casada? Ou tínhamos medo que tudo que nos unira na infância e na adolescência e aquela relação íntima que tivéramos no passado teria ultrapassado os limites da amizade?

Apesar de não acreditar em destino, resolvi tirar férias e fazer uma viagem de saudades, voltando aos lugares onde vivi como criança e como jovem. Estava sentado no saguão do aeroporto, aguardando a chamada do voo, quando observei que uma senhora, de uma cadeira mais distante, me olhava persistentemente. Algo nela me era íntimo. Passei a corresponder ao seu olhar, tentando encontrar uma referência no passado. Veio-me à mente, de forma clara, o rosto da Vera. Seria ela? Entre a mocinha de dezoito anos e uma senhora de sessenta, que modificações teriam acontecido? Sua forma de olhar, o formato do rosto, os lábios carnudos, tudo era semelhante, guardada, é logico, a impiedosa ação do tempo. De repente, a senhora veio na minha direção e parou diante de mim. Levantei-me, olhamo-nos no fundo dos olhos e, instintivamente, nos abraçamos. Ao mesmo tempo, falamos o nome do outro nos ouvidos. A emoção nos dominou. Parecia que aquele abraço tinha o tamanho dos quarenta e dois anos que estivemos distantes. Ao ouvirmos a chamada para embarque, descobrimos que íamos no mesmo voo para a nossa cidade de nascimento. Então, não precisávamos ter pressa. Combinamos que voltaríamos a nos encontrar na chegada e colocaríamos as nossas vidas em dia. Observando Vera se deslocando pela passarela de embarque, notei que, apesar das marcas do tempo, ela continuava a ter o rosto muito bonito, o olhar e o sorriso esbanjando simpatia e o corpo ainda esbelto. Da minha parte, a natureza compensou as rugas desenhadas no rosto com a preservação de boa parte dos cabelos, mesmo brancos, e os meus exercícios físicos e a aversão que sentia por bebidas alcoólicas contribuíram para a inexistência de barriga e preservação da massa muscular. Ao entrar no avião, a comissária de bordo indicou-me a localização da poltrona. Ao chegar perto, surpresa! Vera e eu viajaríamos em assentos juntos. Coincidência? Destino? Acaso? Não sei.

A curiosidade sobre o que havia acontecido com cada um de nós era grande. Fiz uma síntese do que havia ocorrido comigo. Simplificando, estava solteiro e não tinha filhos. Soube, então, que Vera casara e se divorciara duas vezes, não tinha filhos e estava sozinha há cinco anos. Disse a ela que nunca conseguira esquecer o relacionamento íntimo que tivéramos no passado e que as cenas daquele encontro foram tão marcantes que invadiam meu cérebro durante os relacionamentos sexuais com a ex-esposa ou outras mulheres. Sorrindo maliciosamente, como fizera há quarenta e dois anos, Vera segurou minha mão e confessou que o mesmo ocorrera com ela ao transar com os ex-maridos e com outros homens. Mesmo não querendo, as cenas daquele encontro vinham a sua cabeça e tinham o dom de, ao se entregar às lembranças, permitir que ela tivesse orgasmos maravilhosos.

Do aeroporto, viajamos de ônibus para a nossa cidade. No hotel, mais uma coincidência, havíamos reservado quartos contíguos. Isso fez com que trocássemos sorrisos e olhares comprometedores, imaginando o que poderia ocorrer à noite. Depois de organizar as minhas coisas no quarto, liguei para o celular da Vera e perguntei, descaradamente, sem rodeios, o que ela achava de reproduzirmos tudo o que acontecera conosco ao voltarmos da praia naquele distante dia do passado. Não foi surpresa, por conhecê-la tão bem, quando ela me disse que, antecipando-se ao que imaginava que iria ocorrer, tinha pedido a chave da porta interna que unia os dois quartos, alegando ser minha secretária particular.

Segundo ela, um casal de idosos não despertaria nenhuma suspeita.

Uma emoção juvenil tomou conta de mim, esperando a chegada de Vera. Parecia que estava esperando a namorada. Ela bateu algumas vezes na porta, girou a chave e entrou. Vestia uma linda camisola azul (a minha cor preferida), mostrando que ainda possuía lindas pernas grossas e apetitosas coxas. O seu rosto, sem nenhuma maquiagem para esconder as rugas, continuava mostrando uma beleza suave. Seus seios pareciam manter a mesma forma de antes. Demos as mãos e nos olhamos no fundo dos olhos, sem falar. Depois, nos abraçamos demoradamente com os corpos colados. O calor emanado dela, a fragrância inesquecível do mesmo perfume que usara há tanto tempo e a sua respiração acelerada me conduziram ao passado e o pênis deu a mesma resposta, elevando-se com muito vigor. Vera sentiu-o encostado nas coxas. Com uma das mãos, segurou-o, enquanto com a outra baixava a bermuda que eu havia vestido com esse propósito. Depois, sacou a camisola e ficou na ponta dos pés, colocando meu pau entre suas pernas. Tirei a camiseta e nos abraçamos nus. A emoção era muito grande. O tempo parecia não ter passado. Observei seus olhos e sua boca e tive certeza que ela queria o mesmo que eu. Algo que não acontecera no primeiro encontro. Não porque não havíamos desejado e sim por termos descoberto, mesmo sem falarmos um para o outro, que naquele momento estávamos na fronteira entre a amizade e o amor. Um beijo seria a transposição da linha. Agora, no entanto, o que ele representaria? Fiz um carinho no rosto dela, toquei seus lábios com os dedos e aproximei minha boca. Ela não recuou a cabeça. Seguiu-se um beijo suave, apenas um toque nos lábios, como amigos. A fronteira estava prestes a ser rompida. Ao sentir os lábios dela se abrirem, fui introduzindo a língua até encontrar a dela. A partir daí foi um festival maravilhoso de trocar saliva, mordiscar os lábios, chupar em profundidade, sem descanso. O beijo de Vera era exatamente como imaginara desde jovem. Sempre tive dúvidas sobre o comportamento sexual das mulheres mais velhas, particularmente depois do processo da menopausa. O mito existente é que elas perdem o interesse pelo sexo e o homem que se dane. Iria tirar essa dúvida com Vera.

Continuando sem falar, talvez para não quebrar o encanto que estávamos vivendo, comecei a conduzir a amiga para a cama. Deitada, passei a beijar seu rosto, orelhas, descendo pelo pescoço até chegar aos seios. Eles estavam durinhos e arrepiados. Lambi os bicos e coloquei o mamilo na minha boca, alternando os peitos. A suavidade ao toque mostrou que ela nunca colocara silicone. Dos seios, desci minha língua pela barriga, lambi o umbigo e cheguei na vagina, exatamente como fizera na primeira vez. Olhei o rosto de Vera e vi que estava com os olhos fechados, com uma expressão de grande prazer. Em movimentos compassados, passei a lamber a xota e a mamar o clitóris. A cada toque, ela contorcia o corpo como se estivesse levando pequenos choques. Num certo momento, pediu que eu girasse o corpo até que ela pudesse abocanhar meu cacete. Seguiu-se um sessenta e nove perfeito, como nenhuma outra mulher havia me proporcionado. Mesmo sem falar, concluímos que chegara o momento da penetração. Voltei a ficar em cima dela e fiz a mesma pergunta de tanto tempo atrás: - Você quer mesmo transar comigo? A resposta foi idêntica, simplesmente abriu as pernas e levantou os joelhos. Aos poucos o pênis foi sendo introduzindo bem devagar. Talvez por não ter filhos, a xoxota continuava tão apertada como da primeira vez. Sentia a cabeça do cacete passando pelas dobras do canal vaginal, uma a uma, proporcionando um prazer que poucas mulheres oferecem. Uma das vantagens masculinas aos sessenta anos é não ter ejaculação precoce. Com o domínio aprendido ao longo dos anos, consegui alongar bastante a primeira transa e fui surpreendido pelos diversos orgasmos que ela demonstrava por meio de longos gemidos. Eu e Vera, desde a infância, desenvolvemos uma espécie de transmissão de pensamento e não precisávamos falar muito para saber o que o outro queria. E isso estava se repetindo na cama. Depois de gozar gostoso, deitamos lado a lado para descansar, ficamos de mão dadas e começamos a recordar fatos do nosso passado comum. Rimos muito das artes que fazíamos e dos nossos segredos. Descobrimos, também, que nós dois éramos incapazes de gerar filhos, fato que colaborara para que os casamentos não dessem certo. Sentindo meu pênis começando a endurecer, perguntei se Vera gostaria de tomar um banho juntos para recordar do primeiro encontro. Ela aceitou, mostrando o inesquecível sorriso maroto. Debaixo da água morna e abundante, abracei-a por trás para ela sentir o pau no rego da bunda. Apesar de não mostrar o viço da juventude, sua pele continuava macia. Depois, virei-a de frente para mim, ajoelhei-me e caí de boca na buceta. O grelo continuava durinho e quando baixei a boca e introduzi a língua na vagina, fui surpreendido pelo gosto da minha própria porra escorrendo. O cheiro da xota era excitante, o que me fez sugar tudo o que estava lá dentro. O jeito que Vera puxou minha cabeça para que a língua fosse mais fundo, entreabrindo ainda mais as coxas, e os seus longos gemidos deram-me a certeza de que ela estava sentindo um prazer especial. Se assim ela queria, continuei chupando até esvaziar sua buceta. Disse-me, então, que retribuiria o gesto na cama, pois estava doida para sentir o cheiro e o gosto do meu esperma na boca. Continuando a reproduzir o que acontecera na primeira vez, levantei-me e Vera se ajoelhou, abocanhando sem cerimônias meu cacete. Como não estava totalmente duro, coube por inteiro na boca da amiga. Para não atrapalhar o boquete, desliguei a água e a língua ágil dela em torno da glande, associada à masturbação, fizeram meu pau atingir sua grandeza, tornando o sexo oral uma delícia. Saímos do box, nos enxugamos e fomos direto para a cama. Seguiu-se um sessenta e nove lento e cheio de tesão, até que passei a acariciar as nádegas de Vera e a lamber seu ânus. Nem foi preciso dizer qual era a minha intenção. Ela ficou de quatro, pediu que eu passasse boa dose de lubrificante e fosse devagar. Encostei a cabeça do pinto no ânus e fui pressionando aos poucos até atingir aquele momento gostoso em que termina a dor e o ânus se abre, “engolindo” a cabeça do pau. A partir daí fui metendo mais e mais, enterrando tudo. Para aumentar o prazer, parei os movimentos. Vera começou a rebolar, querendo que eu mexesse. Como continuei parado, ela resolveu mexer a bunda. Aumentou a velocidade até dar profundos suspiros, apertando meu cacete dentro dela. Sem dúvida, Vera estava gozando. Fomos ao banheiro nos lavar e voltamos logo para a cama. Ela pediu que eu relaxasse bem e deixasse o resto por conta dela. Bastou segurar meu pau e ele ficou estaqueado. A partir daí Vera deu uma demonstração de sexo oral como eu nunca tinha visto. Em perfeita sintonia, sua boca e suas mãos deram um show de chupadas e punhetadas. Meu cacete saía das mãos dela e sumia na boca, indo até a garganta. Depois, voltava babado para os dedos que me masturbavam em alta velocidade, levando-me à loucura. Quando começava a sentir a porra fervendo, novamente ela enfiava meu pau na boca, parecendo que iria engoli-lo. Numa dessas, não aguentei. Gozei farta e gostosamente, jorrando esperma diretamente na sua garganta. Ela continuou chupando com vontade, até a última gota. Para finalizar, trocamos um beijo arrebatado, somando todas as emoções sentidas. Aos separarmos os lábios, mais uma coincidência. Falamos ao mesmo tempo, olho no olho: - Eu sempre te amei.





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