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Me masturbando no carro


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 31/07/17
categoria: aventura
leituras: 1901
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Era início de férias e eu estava saindo da universidade, indo pra casa depois de um duro semestre. Coloquei um vestidinho solto, por conta do forte calor, entrei no carro e peguei a estrada. Tinha um longo cainho pela frente.

No meio do caminho, comecei a lembrar de um rapaz que avistei numa festa. Moreno, alto, barba curta. Trocamos uns olhares apenas, nada mais. Sua imagem vinha a minha cabeça enquanto dirigia naquela longa estrada vazia. Comecei a imaginar coisas mais pesadas como boquetes, chupadas na boceta... aquilo divertia minha viagem.

Comecei a acariciar minhas coxas com uma mão, enquanto segurava o volante com a outra. Era uma pista infinitamente reta. Fui abrindo a perna esquerda, pra manter a direita sobre o acelerador. Me ajeitei no banco e minha mão finalmente alcançou minha boceta. Encharcada! Ensopada! Dava pra sentir pela calcinha. Dei uma puxadinha pro lado e toquei meu clitóris. Durinho e molhado. Cheguei a suspirar!

Comecei a roçar os dedinhos na pepeka, subindo e descendo. Eu mantinha os olhos na pista, mas às vezes eles queriam se fechar, devido ao tesão. Em alguns momentos eu levava a mão até a boca, molhava com saliva e voltava a me masturbar, me deixando bem molhadinha.

Eu já começava a gemer dentro do carro fechado. A música já não era mais alta que meus gemidos. Não demorei a enfiar dois dedos na boceta. Comecei a foder minha própria xereca e em pouco tempo já estava socando os dedos com força, literalmente me esfolando. Quando retornei a tocar meu clitóris, fui esfregando ele com pressa, suspirando e gemendo. Minha boceta seguia ensopada, molhando meus dedos. Aquela siririca tava boa demais, quase um delírio.

Quando senti uma intensidade, meu corpo começou a se contorcer no banco. Subia e descia. Eu já não conseguia acelerar o carro e tão pouco segurar a direção com firmeza. Gozei urrando e tremendo, uma delícia de orgasmo. Foi tão intenso que o carro chegou a balançar.

Parei no acostamento, liguei o pisca-alerta e com a cabeça encostada no volante, comecei a rir. A ideia de que eu poderia ter capotado o carro e morrido por causa de uma siririca me parecia, no mínimo, engraçada.




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