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93.Poliamor entre mãe e filha 3ªparte


autor: Bernardo
publicado em: 02/08/17
categoria: hetero
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Poliamor é a definição de um tipo de relacionamento simultâneo entre três ou mais pessoas ao mesmo tempo e com o conhecimento de todos. Relato a seguir, a terceira de quatro partes da história de Isabela e da sua mãe. As duas amam o mesmo homem e convivem maravilhosamente com essa realidade de comum acordo.

Terceira de quatro partes

Isabela se levantou por volta das dez horas da manhã e foi para a cozinha preparar o café para o namorado da sua mãe. Ela estava vestida apenas com uma camiseta comprida até as coxas sem calcinha e de costas quando sentiu um beijo quente no meu pescoço. Seu coração bateu forte, o Artur passou sua língua e engoliu a sua orelha. Pela reação, ela adorou, pois gemeu baixinho. Ela estava muito contente por estar fazendo o namorado da sua mãe feliz. Ele apertou os dois bicos dos seus seios e ela já sentia na sua bunda uma rola imensa pedindo para entrar.

Artur começou a tocar os dedos na buceta dela e Isabela tirou a sua cueca libertando sua rola, em seguida, ele tirou a sua camiseta e a colocou em cima da mesa igual como faz com a mãe dela.

Totalmente entregue ao macho da sua mãe e agora também seu macho, Isabela inclinou seu corpo para trás. Artur puxou uma cadeira e se sentou e abriu as pernas dela e deu um beijo no seu cuzinho. Isabela se arrepiou toda com aquele beijo num lugar tão íntimo e ficou toda mole, e ele começou a sugar o seu cuzinho enfiando a língua o mais fundo que pode deixando-a toda derretida por dentro.
Não demorou muito para que ela sentisse dois dedos invadindo o seu cuzinho e dois na boceta, e depois ele foi passando a língua alternando no cuzinho e no clitóris aí ela não suportou mais enrolou as pernas em volta do seu pescoço e gozou deliciosamente deixei a boca do namorado da sua mãe toda lambuzada de porra branca. Em seguida Isabela sentiu a cabeça do pau do Artur macia e quente, toda melada pelo gel, pedindo passagem. Procurava a entrada do seu cuzinho, no que ela mexeu os quadris permitindo que sua cabeça deliciosa se encaixasse nela de novo. A rola foi invadindo bem suave agora até fácil, porque ela estava com o cuzinho bem dilatado e abertinho, mas o Artur parecia ter nascido com o dom de comer um cuzinho e dar esse imenso prazer para a mulher com amor.
Nesse momento Isabela o prendeu com uma das pernas, não dando chance dele sair. Suas bolas colaram no seu cuzinho. Ele já estava com sua imensa rola completamente atolada dentro dela e cada contração do seu cuzinho ele ia comendo e fazendo-a feliz já sabendo que é assim que ela gosta e ela não queria que o Artur saísse dali. Ela estava indo para um orgasmo duplo, ai rebolou feito uma cabrita na sua tora, acabou gozando dizendo:

- Vai amor, atocha mais, agora você tem mais um cuzinho para comer quando quiser!

Ao ouvir isso ele afundou sua rola até o fundo e gozou, jatos e mais jatos de porra deixando seu rabinho encharcado. Deitou em cima dela que estava em cima da mesa, beijando-a na boca.

Depois de um longo banho saíram para almoçar em uma cantina próxima ao centro da cidade e depois foram curtir um cinema no Plaza Shopping. Por volta das sete da noite voltaram já lanchados e foram direto para o banho. Artur saiu primeiro e foi espera-la no quarto. Ela estava realizada porque estava sendo comida com amor igual quando ele trepa com a sua mãe. Ela enrolada em uma toalha, foi ao encontro dele e ao entrar no quarto admirou Artur que estava em pé, pelado. Soltou a toalha e se ajoelhou na sua frente e abraçou seu quadril pegando com as duas mãos o gigante e deu um beijo na cabeçorra que já estava enorme e foi mamando só envolta da cabeçorra e teve que abrir totalmente a boca para colocar toda a cabeça dentro da boca.

Artur começou com movimento de vai e vem como se estivesse fodendo a sua boca. Nem precisava entrar nem a metade para atingir a garganta, e ela com a boca aberta só sentindo sua rola entrar e sair mesmo sentindo os cantos da boca toda esfolada. Ela queria mais é desse porte que a mãe adora e ela mais ainda.

Artur a fez ficar de quatro sobre a cama com a bunda bem empinada e foi pincelando a enorme cabeçorra na entrada da racha e começou a forçar, mas não entrava, aí ele passou gel na sua tora e na entrada da rachinha, e começou empurrar bem suave e logo a tora de carne, mais uma vez foi abrindo espaço e com jeitinho ia deslizando e ele dizia:

- Uiiiih como sua boceta é fechadinha Isabela! Eu não me canso de transar com você, sua vadia, putinha, cachorrinha sem vergonha!

- Você é demais meu garanhão e me deixa toda molhada. Seu pênis é uma delícia. Vai enfia tudo – dizia Isabela sentido o que era ser comida por inteira por um macho de rola grossa e grande.

A medida que Artur ia acelerando as metidas, ia sentindo também um misto de prazer e dor, e a cada estocada parecia que a racha de Isabela ia e voltava junto. Agora estava sendo alargada e ficando com os grandes lábios toda dobrada para fora pela imensa rola do namorado da sua mãe. A cada socada ela sentia a ponta da rola do Artur encostar no seu útero e logo apareceram os primeiros filetinhos de sangre, uma dor que nunca havia sentido, mas suportou tudo cerrando os dentes e foi se acostumando.

Ele ia comendo-a gostoso e levando-a a um orgasmo delirante, e ela começou a gritar dizendo:

- Vai amor, soca tudo. Essa buceta é sua, deixa ela arrombada igual você deixou a da minha mãe! Isso! Me come Artur, me fode gostoso, termina de arregaçar minha buceta com essa rola deliciosa! Isso! Mete, enfia tudo!

Aí ele penetrou dois dedos no seu cuzinho e foi fazendo movimentos circulares usando gel e com isso ela berrou igual uma cabrita e teve um orgasmo maravilhoso nunca experimentado antes. Aproveitou que já estava de quatro retirou rola da buceta e encostou no seu cuzinho. Artur abriu bunda dela e enfiou a cabeça do cogumelo no seu cuzinho e foi, sutilmente, fazendo a penetração.

Quando entrou um pouco ele parou logo, e sentiu que ela já estava bem e foi alisando com as pontas dos dedos o seu clitóris, aí Isabela já tinha aprendido. Foi afastando a bunda para trás de encontro a sua rola e a sentiu deslizando gostoso para dentro do seu cuzinho. Enquanto a rola ia invadindo-a, ele com seus dedos ia estimulando o clitóris levando-a a loucura dando-lhe muito prazer!

Artur não resistiu e deixou que ela metesse nele, que o fodesse. Lá no íntimo ele devia desejar isso porque sentiu sua rola ainda mais grossa, mas antes que ele pudesse esboçar qualquer reação ela afastou o máximo da bunda de encontro a sua rola e dessa vez foi o mais fundo do que pode, impedindo que seu cacete saísse de dentro do seu anelzinho quente como fornalha.

Ele deu um grito inesperado de prazer pois ela começou a comer a rola dele com o seu cuzinho. Quando ela enterrou tudo, pela décima quarta vez, a sensação foi indescritível, deliciosa, já sentia o seu anelzinho aberto e dilatado, já moldado a grossura da tora do Artur, mas não ardia mais.

Isabela se sentia vitoriosa e feliz, só que estava cansada da posição de quatro e aí o Artur a colocou em pé, e segurou uma das suas mãos e a conduziu até sua rola. Ela ia fazendo tudo que ele queria e sentiu a dureza e a grossura de sua rola, então encostou a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho, apoiou as duas mãos na parede quando a cabeça entrou agora mais fácil, arrancando-lhe gritos estridentes de prazer. Ele endireitou o corpo dela prendendo-a pela cintura e forçou a conclusão lenta e deliciosa. Depois de ter inteiramente atochado sua rola em seu cuzinho, a ouviu dar gritinhos de ai…ai… hum…

Ela continuava em pé, com o corpo dobrado e com as duas mãos apoiadas na parede. Ia fazendo um vai e vem com a bunda, comia a rola dele com seu cuzinho com gosto, e matando toda a vontade do cuzinho de comer um pedaço de carne. Ela estava louca de tesão e de amor para dar, queria mais e mais ser enrabada. Nessa hora se tivesse mais uma rola ela queria por inteira na sua racha. Artur a olhou e ela disse:

- Agora sou tua mulher também, depois da minha mãe, eu junto com ela quero te dar muito amor e receber tudo que você dá para ela.

Aí ele ficou com mais tesão ainda, segurou na sua cintura bem forte e fez uma penetração profunda e vigorosa. Logo ele enfiou dois dedos na xoxota e foi conduzindo-a para um orgasmo maravilhoso. Ele nasceu com o dom de comer um cuzinho e fazer uma mulher cada vez mais ter desejos e vontade de dar a bunda, mesmo tendo uma rola imensa e grossa que a leva as nuvens.

Ela começou a gozar como louca parecendo uma erupção de prazer, soltou toda a sua porra branca e rebolou o máximo que pode e fez o Artur gozar e despejar uma cachoeira do seu leite dentro do seu cuzinho. Depois foram para a cama com seu cacete atochado dentro dela.

A história continua, em breve a quarta e última parte

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