"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu e minha sogra


autor: MarcosDotado
publicado em: 05/08/17
categoria: aventura
leituras: 2512
ver notas


Sou casado há 9 anos e sempre fantasiei fazer sexo com minha sogra. Ela tem 50 anos, 1,65, bunda e peitos grandes (alguma pouca barriguinha pra idade dela). Quando namorava minha esposa ainda, ha uns 12 anos atras, minha sogra era deliciosa. Talvez dai venha toda essa tara que cultivo até hoje. Perdi as contas de quantas vezes me masturbei fantasiando com ela...
Acontece que, já fazem uns 5 anos que ela se divorciou do meu sogro, que foi morar em Alagoas e, desde entao, nunca mais namorou ninguem. Mora num apartamento sozinha e visita os filhos esporadicamente.
Um certo sabado, minha esposa estava trabalhado e minha sogra apareceu em casa de manhã, pois elas haviam combinado de pintar alguns vasos. Acontece que minha esposa marcou com ela a tarde e ela veio de manhã, sendo que minha esposa iria trabalhar até as 13:00 naquele dia. Como minha sogra nao tem carro, e tinha vindo de onibus, falei para que ela ficasse em casa para esperar minha esposa para não perder a viagem e precisar voltar depois (isso era mais ou menos umas 10:00).
Fiz um café para nós e ficamos sentados na cozinha conversando. Minha sogra é uma pessoa bem simples. Foi criada numa cidadezinha no interior de Alagoas e trabalhou na roça, casando-se muita nova. Gosta muito de conversar e é muito comunicativa.
Porem, em todo esse tempo que nos conhecemos, ela nunca deu uma entrada e, eu por minha vez também nunca me insinuei, apesar do tesão que sempre tive por ela. Nesse dia, ela comentou que andava com dores nas costas, por conta de um mal jeito que teve mudando umas caixas de pisos de lugar. Eu quando solteiro, fiz um curso de 6 meses de massoterapia. Não sou profissional, mas conheço algumas técnicas que raramente aplico em conhecidos. Então perguntei-lhe se ela gostaria que eu tentasse dar um jeito. Brincando lhe falei que se não resolvesse, pelo menos ela iria gostar da massagem. Ela aceitou, e fomos para o meu quarto.
No entanto, o clima ficou meio estranho quando nós entramos sozinhos no quarto. Vi que ela ficou um pouco constrangida (e eu também) e ela, com vergonha me disse que seria melhor deixar para outra hora. Mas alguma coisa dentro de mim me dizia que eu não poderia perder aquela chance, e insisti para que ela fizesse, pois seria bom para a dor nas costas e tal. O clima ficou mais chato ainda quando lhe disse, que para eu fazer a massagem, ele teria que tirar a roupa, ficando só de calcinha, mas lhe expliquei que ela ficaria deitada de bruços, com uma toalha em cima da bunda. Papo vai, papo vem, ela topou. Como ela estava usando um vestidinho de alcinha, ela abaixou o vestido até a cintura e tirou o sutiã (comigo fora do quarto), e colocou um tolha sobre a sua bunda.
Após acomodar-se na cama, me chamou para o quarto dizendo que estava pronta, e eu entrei logo em seguida, me deparando com ela deitada com aquela bunda enorme virada pra cima e as costas desnudas, o que me deixou excitado imediatamente.
Bem "profissionalmente", peguei um frasco de óleo hidratante e passei nas mãos, e comecei a massagear aquelas costas morenas. Conforme minhas mãos deslizavam por sua pele, sentia meu pau pulsando por dentro da bermuda, de tanto tesão. Eu ouvia de vez em quando um gemidinho tímido que ela tentava segurar, e quando escapava algum meio alto, ele disfarçava dizendo "Nossa, que delícia de massagem!"
Comecei a deslizar minhas mãos cada vez mais pra baixo, aproximando-as da sua bunda, onde pude notar um certo desconforto por parte dela, porém talvez sem coragem de dizer algo, ficava calada. Aos poucos e sem ela perceber, eu disfarçadamente subia a toalha, e consequentemente o vestido por baixo, deixando a mostra a polpa daquele bunda maravilhosa. Molhei de novo minha mão com o óleo, e comecei massagear-lhe as pernas, começando pela batata da perna e subindo para a parte de trás da coxa. Então notei que os gemidos tornaram-se mais frequentes e com menos pudor. Comecei a massagear a parte de dentro das coxas, aproximando bem as mão da sua xana. Ela mexia a bunda de maneira que a tolha ia subindo e escorregando para as costas, deixano a bunda cada vez mais a mostra. Subitamente, ela começou a abrir as pernas bem devagar, onde pude notar o volume daquele xoxota madura, e que claramente já havia molhado a calcinha .
Fiquei louco, descontrolado ao ver aquilo... Ja estava quase gozando sozinho. Entao, tomado de tanto tesão arranquei a calcinha dela e comecei a chupar sua buceta enxarcada, metendo a lingua por dentro e passando de alto a baixo. Ela dizia com voz de choro: "Não! Não!", mas seu corpo respondia de outra forma, arrebitando a bunda para que eu pudesse ter mais alcance para chupar... Nesse momento, gozamos os dois: Eu por dentro da bermuda, e ela na minha boca, gemendo baixo. Após ela ter gozado, puder ver que chorava baixinho, talvez por arrependimento, ainda de bruço com a cara enfiada no travesseiro. Mas eu peguei-lhe pela anca, e a coloquei de quatro. Vendo que ela não teve reação, tirei a bermuda e, com o pau em brasa, e ainda pingando, enfiei dentro daquela buceta molhada, e bombei como um louco. Nao demorou nada e o choro virou gemido outra vez, e isso me deixava com mais tesão. Em questão de segundos eu gozei de novo, dentro da minha sogra. Ao terminar, ficamos os dois sem saber o que fazer e sem coragem de olhar um para a cara do outro. Ela então levantou-se rapidamente, pegou sua calcinha e suas sandálias, correu para o banheiro e se trancou.

Só então comecei a refletir o tamanha da cagada que aquilo poderia dar! Depois de uns dez minutos, já vestido, cheguei a porta do banheiro e quando pensei em bater, minha sogra abriu, saindo de lá toda envergonhada, com os olhos vermelhos. Pensei em me desculpar, mas antes de eu abrir minha boca ela me disse: "- Nós dois erramos. Me desculpe pelo que aconteceu aqui. É melhor guardarmos segredo sobre isso não fazermos isso nunca mais..".

Concordei com ela e também me desculpei, dizendo que o culpado fui eu.
Como o clima ficou insustentável somente com nós dois em casa, ela me disse que iria embora e voltava a tarde. Por cortesia, perguntei-lhe se ela queria que eu a acompanhasse até o ponto de ônibus, mas ela respondeu que seria melhor não.
Alguns dias depois a situação já estava normalizada entre nós, como se nada tivesse acontecido. Porém, até hoje este fato ficou gravado na minha mente, como se fosse um filme, e ao lembrar-me daquela senhora deliciosa de quatro, com aquela bunda enorme arrebitada e adorando ser fodida como uma vadia, meu tesão por ela ressucita forte!



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.