"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Pra quê se fazer de difícil Rayanne?


autor: juanzito
publicado em: 06/08/17
categoria: jovens
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Quando eu tinha 13 anos, na sétima série, eu já era o garoto mais cobiçado do ensino fundamental, até as professoras já me olhavam com outros olhos. As meninas só falavam de mim nos corredores. Isso devido a quantidade de garotas que eu já tinha ficado e comido no Colégio.

Mas eu não gostava de repetir o cardápio depois de já ter degustado uma vez. Então eu estava sempre a caça de novas presas. Rayanne era uma delas. Morena, de cabelos pretos e lisos e um corpão gostoso, bunda grande, coxas deliciosas e seios enormes, todos os garotos da sala só falavam dos peitos dela.

Mas eu não perdia meu tempo falando, eu tinha que ser o primeiro a chupar aqueles peitos. Minha meta era comê-la até o final do segundo bimestre, mas ia ser difícil, porque ela morava muito longe da minha casa, numa favela perigosa chamada Lagamar. Mas eu tinha que dá um jeito.

Então numa sexta-feira a professora de artes e história, Fabiana, resolveu nos levar ao museu, todos subimos no ônibus, então eu sentei ao lado da Rayanne, durante os primeiros 5 minutos ela não falou nada, então eu perguntei, "você já foi ao museu antes?" E ela respondeu, "não, e você?" Isso me mostrou que apesar de ter ficado calada, ela estava aberta para mim, pelo menos disposta a me conhecer um pouco mais.

Então eu respondi, "não, eu nunca me interessei muito por obras de artes, apesar de gostar de história, eu me interesso mais por artefatos antigos".
Então ela respondeu, "você é realmente um nerd como eu pensei, não sei porque as garotas da escola falam tanto de você." Então aproveitando que ela quebrou umas barreiras, comecei a ser mais direto e falei "nenhuma daquelas garotas me conhecem de verdade, cada uma tiveram uma primeira impressão ao meu respeito que mudou logo após me conhecerem um pouquinho mais, e com você não vai ser diferente, assim que eu tiver uma chance eu vou mostrar a você".

Então ela olhou pra mim e disse: "Você não parece fazer o meu tipo". Mas eu respondi imediatamente, "eu sou o tipo de todas". Então ela falou, você se acha, pelo menos isso que falaram sobre você era verdade.
Aí eu falei, "eu não me acho, eu sou, as garotas é que me procuram".
Então ela disse, "você não está me convencendo, e eu não estou te procurando agora". Então eu disse, "você tem razão, mas eu vou fazer você mudar de idéia".

Chegando no museu eu fui logo tratando de tirá-la da companhia do resto da sala, chamei ela pra um lugar mais reservado e perguntei "o que você gosta de fazer nos sábados a noite?" Ela respondeu, "geralmente eu só fico na esquina da minha rua conversando com as minhas amigas das 6h às 9, quando minha mãe me manda entrar".

Então eu falei, "e se eu passasse na sua rua, com dois amigos?", Aí ela falou, "minhas amigas podem topar, mas eu não posso garantir". Então eu falei, "está certo, deixe comigo". Logo voltamos para junto da turma, eu leveu um carão da professora Fabiana, mas desdobrei bem dizendo que havia notado que a Rayanne tinha ficado para trás e que tinha ido buscá-la.

No outro dia, sábado, eu falei com meu irmão Jonh (15 anos), ele chamou um amigo dele de maior qie tinha carro, seu nome era Bruno (18 anos), então eu e o Bruno fomos buscar as meninas e o meu irmão ficou na casa do Bruno esperando, chegando lá estavam quatro, a Rayanne (13 anos), a Micaela (14 anos), a Andressa (16 anos) e uma garotinha de 12 anos que não pode ir.
As três entraram no carro, elas já estavam arrumadinhas, a Rayanne tinha falado com elas antes.

Então chegando a casa do Bruno, a Andressa ja tinha escolhido o Bruno, e meu irmão sabia que eu ia ficar com a Rayanne, então ele já foi logo puxando assunto com a Micaela. O Bruno colocou umas músicas de forró de favela, deixando as meninas a vontade, ele tinha comprado bebida, mas só quem bebeu foi ele e a Andressa, as outras tinham hora pra voltar pra casa e não podiam ficar bêbadas, ficamos todos conversando uns minutinhos, se conhecendo, até que o Bruno se levantou com a Andressa e foram para o quarto dele, eu então puxei a Rayanne pelo braço e fomos para outro quarto que eu não sei de quem era, fechei a porta e disse, "agora eu vou te mostrar que tipo de garoto eu sou", e ela disse "espero que não me decepcione como o primeiro garoto que eu namorei". Aí eu disse, "não me compare com seus conhecidos", joguei ela na cama, tirei o short jeans dela, e ela falou "vai me chupa", e eu disse deu uma cheiradinha de leve na bucetinha dela, que não tava desagradável, ela se lavou bem antes, enquanto eu tirava a calcinha dela, ela foi tirando a camiseta, eu pude ver bem a forma redondinha de seus seios, mas eu já tinha começado por baixo, não ia mudar o trajeto, coloquei o meu braço por baixo das coxas gostosas dela e comecei a chupar aquela bucetinha morena, ela começou a gemer, coitadinha, era mais frágil do que pensava, gemia como uma criança sem experiência, cada vez que minha língua tocava seu clitóris ela se contorcia, e eu chupava cada vez mais gostoso o suco daquela bucetinha toda molhada, ela não conseguia nem dizer nada. E eu não sabia mais se ela estava gemendo ou chorando, parecia que ela estava tendo prazer pela primeira vez na vida.

Então eu fui subindo com minha lingua, passando pelo umbigo dela, chegando àqueles melões deliciosos, tava na hora de eu cumprir a promessa que fiz pra mim mesmo, coloquei a mão direita lá embaixo e enfie os dois dedos maiores lá dentro da bucetinha dela, quando ela se contorceu pra cima eu abocanhei o seio esquerdo dela e comecei a chupar, o biquinho do peito dela estava mais do que durinho, então eu passei a pontinha da lingua ao redor e ela gemia e dizia, "isso, continua", tava na hora de eu meter o meu pau na buceta dela, se não eu ia gozar só chupando o peito dela por causa daqueles gemidos, ela tava tão excitada, molhada e quentinha, que eu tinha que comer antes que estragasse, se é que me entendem, coloquei o pau pra fora, enfiei na bucetinha dela e enfie com força, eu não estava ali pra brincar, e ela disse "ai, devagar", e eu disse: "esse é o meu ritmo, se não aguenta, pede arrego".

Então ela disse, "não é pra parar, s... só vai vom calma". E eu enfiei com mais força, e ela disse "aii...", mas não reclamou mais, continuo gemendo enquanto eu esfolava ela, eu já não tava mais nem aí pra nada, só queria castigar ela por dado tanto trabalho pegá-la, então continuei socando com força e de vez em quanto dava uma mordidinha nos peitos dela e nos lábios, e ela gemia cada vez mais alto, até que eu também não aguentei, gozei dentro da bucetinha dela, todo o leitinho quentinho, mas não tirei meu pau de dentro dela, eu decidir continuar até ela não aguentar mais.

Foi 1 hora de sexo, eu gosei duas vezes, uma dentro da buceta dela, e a outra nos peitos dela, pra marcar o território, quando eu terminei, que abri a porta, estavam lá o Bruno, o meu irmão Jonh, e as duas meninas escutando tudo e brechando por trás da porta, a Rayanne ficou com vergonha e se cobriu toda com lençol.

Eu dei aquele sorriso sarcástico meio de ladinho, dizendo na minha mente "eu sou foda", então o Bruno falou, temos qhe ir deixar as meninas logo. E a gente se arrumou, elas se molharam no chuveiro e se vestiram, deixamos ela na esquina às 9h da noite. O que aconteceu entre eu e a Rayanne depois disso, bom, é assunto pra outros contos.



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