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Contos Estranhos - 2. Adolescência


autor: falocentrista
publicado em: 09/08/17
categoria: hetero
leituras: 646
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Olá.
Sou a madame falocentrista. Tudo bem?
Caso você não saiba, gosto muito de sexo falocêntrico. E na cama, adoro venerar o pênis e tudo o que vem dele.
Mas como tudo se move e se constrói na base da ação e reação, hoje percebo que minha paixão pelo pênis tem uma origem na minha adolescência.
Entre meus 16 e 17 anos, ajudei muito a minha mãe com os trabalhos dela.
Ela sempre foi faxineira e naquela época a ajudava com uma faxina que ela fazia aos sábados na casa de uma família bem jovem.
Eram um casal que tinham um pequeno restaurante e que trabalhavam o dia inteiro aos sábados, pois, diferente dos outros dias da semana, abriam cedo para servir almoços executivos.
Então nestes dias, eu a ajudava minha mãe olhando a bebê deles e lavando o banheiro, o que incluía lavar as roupas do cesto de roupas sujas.
Douglas aparecia sempre na hora do almoço com duas marmitas para nós. Ele chegava, entregava as marmitas e brincava com a filha por um tempo, sempre me envolvendo nas brincadeiras. Haviam sábados em que ele nem disfarçava que estava me comendo com os olhos!
Parece que ele foi ficando mais relaxado com o passar do tempo. Eu achava ele lindo, sabe?...tinha um corpo gostoso, com uns 5 quilos acima do peso. Meio alto. Com uma pancinha mínima, sabe? Cabelos castanho claros e barba. Um sorriso lindo e afável que passava paz.
Apesar de má vestida, eu acho que realmente atraía o Douglas. Eu sempre ia de legging colorida. Daquelas bem socadas. Bem gostosa. Eu sou rabuda, né? Deus colocou muita carne aqui atrás.
Eu ainda dava um nó numa camisa grande que eu tinha e ficava com a barriguinha à mostra.
E também amarrava um lenço de bolinhas na cabeça para prender o cabelão negro e comprido.
Aí uma coisa começou a virar praxe:
Antes de ir embora ele começou a dar uma passada no banheiro, que já estava limpo.
Ficava um tempinho...
Depois saía, se despedia e voltava ao restaurante ali perto.
Após um mês de trabalho começou a acontecer o seguinte: eu entrava no banheiro pra ver se estava tudo ok e me deparava com a pia cheia de esperma.
Sempre havia bastante e era bem grossa e grudenta! A pica do Douglas cuspia bastante leite. Hoje sei que ele se estimulava bastante por mim. Sua vesícula seminal e testículos fabricavam bastante porra! Bem concentrada, branca e brilhante.
O contraste era lindo. Ver aquele esperma, tão branco sobre a pedra negra da pia.
Eu vi aquilo pela primeira vez e dei um pulo! Meu coração acelerou! Tranquei a porta sentindo meu canal vaginal ficar melado.
Vejo no espelho que estou corada! Naquela época essas situações sexuais me causavam ansiedade. Mas o tesão também vinha! E de maneira bem mais intensa, acabando por engolir aquela ansiedade inicial.
Chego bem perto para sentir aquele cheiro.
- Ai que delícia...
Aquele cheiro de macho me inebria e eu começo a esfregar minha xana sobre a legging. Logo me vem à mente a pica do meu namorado dando leite pra mim...ele só gozava dentro e de camisinha, mas uma vez ele deixou eu punhetar até ele dar leite enquanto segurava a piroca dele. Aqueles espasmos...a expressão de prazer. Aquele leite lindo e cheiroso saindo em jatos, ou só sendo expulso pela uretra mexeu com a minha cabeça.
Começo a imaginar a rola do Douglas. Tinha bastante porra ali! E sempre era possível ver carreiras de esperma, frutos de ejaculadas em jatos.
Pego o espelho da pia e coloco no chão de forma que eu possa sentar e ver minha boceta bem aberta. Afasto minhas coxas e vejo minha calça legging cinza toda molhada na região da boceta.
Minha vulva é bem gordinha e faz a calça ficar bem estufada. Será que o Douglas notava?
Siririca gostosa! Fiz tanto mel!
Esfrego a boceta mais um pouco pensando no pau do Douglas entregando aquela leitada na pia. Era tudo pra mim! Safado!
Fiquei com vontade de fazer com ele igual o meu namorado havia deixado fazer aquela vez que o masturbei.
Esfrego minha xana estufada e sinto o grelo bem inchado! Resolvi tirar a calça e me olhar melhor pelo espelho:
Abro minha xana e vejo a entrada do
meu canal vaginal cheia de mel de boceta saindo. Penso em como estou preparada para receber um pênis como o do Douglas. Fantasiei que deveria ser grande e grosso. Bem grosso.
Penso em como ia demorar pra encaixar na minha bocetinha apertada.
Enfiei 3 dedos enquanto esfregava meu grelo.
Como estava acostumada com dois dedos somente e nunca havia encontrado uma rola realmente avantajada, senti o quanto a rola enorme do Douglas me preencheria.
Me toquei bem forte para gozar bem gostoso enquanto imaginava a picona dele dando todo aquele leite lá no fundo, quase que diretamente em meu útero!
Me levantei para sentir o cheiro do esperma dele enquanto gozava e falava baixinho:
- Faz um filho em mim também, safado! Enche meu útero com esse leite grosso!
Então todo sábado eu batia essa sirica gostosa, limpava todo aquele esperma e terminava o serviço bem satisfeita.
Após essas experiências, comecei a explorar mais o pau do meu namorado. Aprendi a mamar rola bem gostoso e a dar muito prazer para os meus machos.
Tudo pela recompensa de ver um macho satisfeito. O que, consequentemente, sempre influenciou diretamente no esforço do macho em me satisfazer também.
O lance do Douglas durou os meses em que minha mãe trabalhou lá. Infelizmente nunca tive coragem de tentar entrar no banheiro e ajuda-lo a ordenhar todo aquele leite.




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