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A carona


autor: Aluna20
publicado em: 11/08/17
categoria: hetero
leituras: 15220
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Carona Com meu professor!
A sexta feira começou incrivelmente ruim, acordei atrasada, tinha prova de biologia no primeiro período e o pessoal da republica já tinha se mandado, ou seja, perdi também a carona. Procurei não me estressar, tomei um banho rápido, vesti uma saia e um camisete branco, peguei minha bolsa e a pilha de livros e saí correndo, perdi a prova e tomei uma baita bronca do professor. Eu estava tão cheia de raiva que nem prestei atenção nas outras aulas. Quando saí da sala de aula vi uma galera parada na porta, só então percebi que estava chovendo, sempre adorei chuva, aquela era uma boa oportunidade pra relaxar, deixei meus livros no armário e caminhei até a porta, precisei abrir caminho entre as pessoas pra poder chegar até la, ouvi cochichos de algumas estressadinhas, mas nem dei bola, saí no meio da chuva, não demorou muito e minha roupa já estava ensopada, eu já estava chegando no portão da faculdade quando um carro parou ao meu lado e abriu um pouco o vidro.
- Hey, entra aqui, você vai pegar um resfriado andando nessa chuva!
- Relaxa professor, já estou ferrada mesmo.
- Para de ser teimosa e entra logo no carro.
- Já estou inteira molhada, quer que eu molhe todo seu carro?
- Não tem problema, entra aqui.
Não estava mentalmente disposta a discutir, então entrei no carro.
- Quer que eu lhe deixe onde?
- Em qualquer ponto de ônibus, vou direto para a republica.
- Me diz onde é, que te deixo lá.
- Não precisa se incomodar eu...
- Porque a senhorita é tão teimosa?
- E porque o senhor esta tão prestativo se me deixou com zero a umas duas horas atrás?
- Medida disciplinar, posso garantir que na próxima avaliação a senhorita chegara no horário.
Olhei pra ele e imaginei mil maneiras de matá-lo e desová-lo em qualquer canto, ele sempre foi o professor mais cobiçado entre as alunas e o mais tirano também, ele estava concentrado no transito, tão bonito, e eu do lado dele, toda descabelada, com a roupa transparente por causa da chuva e arrepiada de frio.
- A sua noiva sabe que o senhor da carona para suas alunas professor?
- Não, porque eu não costumo dar carona para alunos.
- Hmmmm, e o que ela vai pensar quando descobrir?
- Não importa o que ela vai pensar, não estou fazendo nada demais. Mas e o seu namorado, porque não veio buscar a senhorita?
- Porque não tenho namorado, oras!
- E porque não?
Percebi que ele estava tenso, logo minha imaginação começou a trabalhar pro mal, tive que segurar uma risada.
- Ele era careta demais!
- Não deixava a senhorita se drogar?
- Tenho cara de viciada por acaso? Ele riu do meu mal humor. – Na verdade nosso problema era o sexo.
Percebi ele um pouco constrangido, porém excitado, resolvi apelar.
- Ele sempre gostou do papai-e-mamãe, o que não era muito o meu forte, nunca topou ousar, tipo fazer num local publico, ou que eu convidasse uma amiga, até que eu cansei e resolvi largar. – tive a impressão que ele estava prendendo a respiração – E sua noiva professor, gosta de ousar?
- Ela é mais conservadora e...
- Sinto muito pelo senhor! – Olhei pra ele e sorri, me fazendo de inocente. – Posso perguntar uma coisa professor?
- Claro.
- Porque nossa pele se arrepia? Ele quase suspirou de alivio, quando terminei a pergunta e novamente tive que me controlar pra não rir.
- Assim como os animais essa reação pode ocorrer por diversos fatores, frio, excitação, nos animais é comum para intimidar adversários, os pelos se eriçam para dar a impressão de que são maiores do que realmente são. – me ajeitei no banco do carro o que fez minha saia subir um pouco, deixando parte das coxas a mostra, percebi o olhar dele e sorri, ele logo desviou os olhos – respondida sua pergunta?
- Sim, mas tenho outra!
- Diga.
- O senhor esta tentando parecer maior pra mim professor? – ele pareceu surpreso com a pergunta, passei a ponta dos dedos sobre o volume que havia sob sua calça – disso que estou falando.
Ele quase perdeu a direção do carro e eu ri, me aproximei e falei no ouvido dele.
- Não precisa se preocupar, não vou contar pra ninguém professor.
- A senhorita só pode estar perdendo o juízo e .....
- Shhhhh! Garanto que não vai se arrepender – comecei a abrir o botão da calça e a baixar o zíper, ele soltou um gemido baixo.
O volume na cueca era enorme, e aquela situação estava me deixando extremamente excitada.
- Estamos num carro, alguém pode ver...
- E isto não te excita professor? Porque me deixa molhadinha! – Ele soltou um gemido, puxei um pouco a cueca deixando a cabecinha visível, passei a acariciá-la com a pontinha dos dedos.
- Não pense que vai conseguir nota com isso garota
Dei uma gargalhada e olhei pra ele..
- Eu quero outra coisa professor.
- Que.. que coisa? – Ele estava apertando com força o volante enquanto eu o acariciava.
- Isso – Passei a língua pela cabecinha e terminei de baixar a cueca, ele gemeu e elevou o quadril para que seu pau deslizasse por entre meus lábios, eu sorri e comecei a chupá-lo de verdade, com movimentos circulares lentos, meus lábios fazendo pressão em volta dele.
- Hmmmmmm – ele estava gemendo e me deixando louca de tesão – que deliciaa..
Ele fez uma curva, provavelmente uma conversão perigosa, dirigiu por mais uns cinco minutos e parou, ele passou os dedos pelos meus cabelos e os segurou com força, coordenando os movimentos de entra e sai, os gemidos dele e a possibilidade de alguém nos ver ali dentro do carro , naquela situação estava me deixando louca, coloquei minha mão por baixo da saia, afastei um pouco minha calcinha e comecei a me acariciar, sem nunca perder o contato dos meus lábios com o pau dele, não demorou muito pra que a mão dele tomasse o lugar da minha.
- Hmmmm, tão apertadinha – ele falou no meu ouvido – talvez meu pau te machuque.
Aumentei ainda mais os movimentos de entra e sai e a pressão dos lábios, quando senti ele pulsar, tirei meus lábios. Ele gemeu em protesto e eu sorri, cheia de tesão. Ele ainda me acariciava, os dois dedos entravam apertadinhos. Eu segurei o cabelo dele com força e falei em seu ouvido.
- Quero seu pau no lugar dos dedos! – para provocar, dei uma mordidinha no lóbulo da orelha – quero sentir ele entrando bem apertadinho.
- Posso te machucar assim – ele falou com a voz rouca de tesão.
- Sei que não vai, – peguei a mão que ele me acariciava, os dedos completamente melados – e olha como estou por sua causa.
Ele não teve paciência de tirar minha calcinha, rasgou ela toda e me colocou sentada em seu colo, com uma perna de cada lado, mas não me penetrou, ele resolveu me torturar um pouco, começou a passar a cabecinha pelo meu clitóris, ia até a entradinha e voltava, movimentei meu quadril para que nos encaixássemos mas ele me segurou.
- O que você quer? – ele estava me provocando.
- Quero seu pau.
- E você quer ele onde? Diz pra mim!
- Quero ele dentro de mim, na minha bucetinha, quero você metendo com força.
Ele não parou de esfregar nenhum minuto, e estava sentindo um prazer enorme em me torturar. Eu gemia e me contorcia em seu colo.
- Quer que eu coma você bem forte? E se eu te machucar? Aposto que não esta acostumada com homens de verdade, é tão apertadinha. – ele falou isso e colocou a cabecinha, o que me fez gemer bem alto.
A chuva la fora ainda caia bem forte, nos estávamos parados no que parecia uma avenida industrial, deserta pra uma tarde chuvosa de sexta-feira. Ele abriu a porta do carro e desceu comigo no colo, quando ele ficou em pé, puxou meu quadril com força contra seu corpo, fazendo seu pau entrar todo de uma vez na minha bucetinha, soltei um gemido alto, segurei seu cabelo com força, e comecei a rebolar em seu pau, num instante a camisa dele estava ensopada, deslizei minha mão por baixo dela e arranhei de leve seu peito. Ele me colocou deitada no capô do carro e ficou entre minhas pernas, metendo com força, porem com ritmo alternado. Ele abriu os botões do meu camisete com cuidado, mas não teve o mesmo cuidado ao puxar meu top, o que fez meus seios saltarem, ele se inclinou perto do meu rosto e falou no meu ouvido.
- Estou adorando ver o movimento dos seus seios enquanto meto em você com força, e a água rolando por eles, hmmm me deixa louco. – ele segurou meu quadril com força e começou a meter ainda mais rápido, eu movimentava o quadril enquanto o pau dele entrava e saia apertadinho em cada estocada ele me fazia gemer mais alto.
Os lábios dele deslizaram pelo meu pescoço, colo, até chegar aos seios, as sensações térmicas estavam me deixando louca, a água gelada da chuva e a língua dele quente sugando meus mamilos os deixavam ainda mais intumescidos, eu sentia o ápice se aproximando, era estranho, nunca havia sentido nada parecido, era louco, eu estava quase gozando.
-Hmmmm, isso professor, mete com força, me faz gozar no seu pau! Hmmmmmmmmm
Não demorou muito e nós dois gozamos, eu estava exausta, meu corpo todo tremia, uma sensação maravilhosa, arrumamos nossas roupas e voltamos para o carro. Expliquei para ele onde era a republica e nós partimos, ficou um silencio estranho por quase todo o caminho, a uns dois quarteirões da republica eu disse.
- O senhor rasgou toda a minha calcinha, portanto agora o senhor que vai jogá-la fora e cuidado pra sua noiva não ver. Rsrsrsrs.
Ele riu e parou o carro em frente a republica, eu já estava descendo quando ele me chamou:
- A senhorita poderá fazer uma nova prova na semana que vem – ele ainda sorria – me procure na minha sala no final das aulas, e caso não queira ter mais nenhuma calcinha rasgada, aconselho que vá sem.



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