"Os mais excitantes contos eróticos"

 

96- Que fazer se você é mal-amada?


autor: Bernardo
publicado em: 12/08/17
categoria: hetero
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O que fazer se você é mulher e se sente mal-amada? As coisas mudaram, e o afeto não mais lhe é dado como antes? Tenho certeza que um grande número de mulheres por esse mundo afora já passou por essa situação, estão passando e até mesmo fantasiam realizar a mesma experiência que Valeria a protagonista deste conto, realizou para ser feliz sem destruir seu matrimônio. Vamos aos fatos.

Valeria sempre foi uma menina normal, rosto simpático, jovem, seios médios, cabelos lisos negros, pele morena, tipo file mignon, com um corpo esbelto pois procura manter pernas e bumbum sempre firmes, com muitas horas de exercício na academia e evitando sedentarismo, mas não se acha bonita, mas tem certeza que oito em cada dez homens a acham gostosa porque sente que eles a comem com os olhos na academia, no shop ou quando sai para caminhar com seu cachorrinho pelas ruas do condomínio onde mora.

Entrou na faculdade, mas não a terminou pois se casou muito cedo, aos 21 anos com um homem de família tradicional de 35 anos, empresário do ramo de informática. Ele foi o seu primeiro homem e no início tudo foi muito bacana apesar da formação rigorosa e tradicional que ele tinha e que não o permitia ir além do convencional.

Com dois anos de casados as coisas começaram a mudar. Afonso o marido, por conta da empresa começou a viajar muito, as vezes ficando quinze a vinte dias longe de casa, porém, para compensar sua ausência preenchia a esposa com presentes, cartão de crédito ilimitado e muitos outros mimos e bens materiais, mas toda mulher sabe que existem coisas de que elas precisam mais do que bens materiais, como carinho, atenção, presença e principalmente sexo. No seu caso muito sexo.

Apesar de estar sempre disposta e o esperar com banho tomado, perfumada com uma roupinha mais ousada totalmente disponível, nada mudou. Não havia mais preliminares, era um papai e mamãe de cinco ou seis minutos e pronto. Essa atitude a estava deixando muito chateada e deprimida. Sua rotina era: supermercado, shop, academia, salão de beleza, passear pelo condomínio com o cachorrinho, ler, ver televisão, etc... Ela já estava ficando louca.

Certa vez, folheava uma revista, enquanto esperava a sua vez no dentista, quando seus olhos se detiveram em uma reportagem que dizia que sexo é vida e vida é prazer! Sem querer querendo ela se interessou pela reportagem que entre tantas coisas dia que: “se foi o tempo em que uma mulher se casava virgem, em que ela só conheceria o sexo através do seu marido. E a autora da matérias dizia conhecer até uma senhora que lhe dizia que adoraria ter nascido nestes tempos, pois, apesar de bem casada, ela nunca experimentou uma relação sexual com outro homem que não fosse o seu marido e gostaria de ter tido esta oportunidade apenas para satisfazer a sua curiosidade”. E a mesma reportagem dizia que para evitar que o sexo caia na rotina, vale a pena apostar em algumas fantasias que deixar o parceiro de queixo caído e a pessoa, em ponto de bala. Dominação, strip-tease e sexo anal são algumas das práticas que ajudam a apimentar a relação e os mantêm longe da monotonia.

A reportagem também dizia que transar com um desconhecido é uma ideia bastante excitante para algumas mulheres. Que tal inventar uma cena dessas com o seu parceiro? Marquem um encontro em um bar a (a ideia é irem separados), vista uma roupa bem ousada, sente-se no balcão e deixe-o puxar papo. Conversem como se estivessem se conhecendo e terminem a noite em um motel diferente. De resto, é só deixar a imaginação fluir.

Tal reportagem mexeu com a libido de Valeria e já que a sua vida sexual era um marasmo, e nada de novo acontecia, e para não ficar louca, passou a acessar a internet e ler contos eróticos, fantasiando estar no lugar das protagonistas. E foi lendo, particularmente, um desses contos que a Valeria descobriu o prazer da masturbação e ao deixar um comentário sobre o mesmo, imediatamente recebeu do autor uma resposta muito interessante e o convite para conversarem no Skype. E assim, Bernardo, o autor do tal conto que mexeu com a libido de Valeria, passou a ser seu amigo, seu confidente e companheiro na ausência do marido.

E foi conversando com esse estranho que Valéria sentiu pela primeira vez atraída por um homem diferente e começou a viajar na imaginação e a trair seu marido, mesmo sem sair de casa. Foi então que se lembrou da reportagem lida na sala de espera do dentista que entre tantas coisas dizia: “… se procuramos satisfação, prazer, tesão, aquele que não conseguimos em casa, é certo que acharemos em alguém e esse alguém, dará o que não temos em casa. É uma experiência nova que até nos ajuda, porque sentimos que estamos vivos e que ainda podemos ter prazer e dar prazer para alguém”.

Por algum tempo Valeria e o seu amigo virtual, viajavam em suas fantasias românticas e eróticas, sem aquele inconveniente pedido de ligar a cam e se expor um para o outro, até que pintou uma oportunidade para se conhecerem. Embora estivesse com muita vontade ela disse que não era prudente, pois era casada e coisa e tal, mas de tanto que ele insistiu ela cedeu e marcaram um encontro em uma grande livraria. Ele a esperava na estante de livros de autoajuda, o que não foi difícil encontra-lo. Depois das devidas considerações, tomaram café, conversaram muito e de comum acordo dirigiram-se até ao estacionamento.

Valeria entrou no carro dele e até hoje não sabe explicar a sua ousadia, pois jamais tinha entrado em carro de estranho sem seu marido ou alguém da família junto, mas se sentiu muito à vontade na presença do seu amigo, e lembra perfeitamente que quando sentou-se ao seu lado ele colocou sua mão sobre a sua perna, apertando-o de leve causando-lhe uma agradável sensação de prazer e segurança, porém estava ainda indecisa quanto a ir mais além do que isso e lhe pediu que não fossem ainda a um motel. Ele percebendo, saiu em direção a um drive-in nas imediações, entrou, parou o carro, e enquanto conversavam para quebrar o gelo, passava a mão em seu cabelo, no óbolo da orelha, no que ela retribuía desabotoando dois botões da sua camisa e apalpando seu peito peludo, trocando caricias, até que ele a beijou, gesto que foi plenamente correspondido. As línguas invadiam a boca um do outro, até que ele inclinou o banco e foi sobre ela beijando-a com muito carinho.

Ela pode até sentir o pau dele bem duro roçando-lhes as coxas e estando em um misto de medo e tesão e ao mesmo tempo querendo mais… tentava tira-lo de cima que pressentindo seu desconforto não insistiu… e mudou de posição desta vez reclinando um pouco o próprio banco e ela não sabendo como aconteceu, mas quando percebeu estava sentada no colo dele beijando-o como uma adolescente sedenta por sexo. Embalado pela situação ele enfiou a mão por baixo da sua blusa e tocava carinhosamente os seios cujo bicos estavam duros de tesão e excitada, mas ele estava bem mais porque sentada em seu colo percebeu o volume do pau endurecer e a cutucar por cima da roupa….

Os olhos dela brilhavam, e mesmo sabendo que o que fazia não era correto, não queria parar, era uma coisa que não se conseguia explicar. Foi então que ele propôs irem a um motel, mas ela ficou apavorada e se negou, pois estava adorando aquela pregação, mas não admitia entrar em um motel, por se caracterizar traição, como se já não fosse o simples fato de estarem se beijando e se amassando em um drive in. Então pediu para ele leva-la de volta, o que ele muito chateado fez, e no caminho não disse uma única palavra.

A noite como sempre acontecia nos cinco anos de casada, Valeria transou com marido, fingindo um orgasmo como das outras tantas vezes. Após o gozo, o marido se desabou ao lado dela e dormiu profundamente chegando até a roncar, enquanto ela chorando insatisfeita pensava no seu amigo, que provavelmente não quereria vê-la mais. Então, ali na cama, nua e com uma vontade enorme de ter um cacete atolado em sua buceta e no seu cuzinho, coisa que o marido jamais admitiria faze-lo, tomou a decisão, que da próxima vez não poderia recusar nada, incluindo o motel. Levantou-se cedo e deixou um recado no Skype, marcando um encontro no estacionamento do shop para o dia seguinte, pois para variar o marido estaria ausente por mais uma semana.

Era 10 horas da manhã, quando ela já estava dentro do carro dele, jogada em seus braços para aquecer com as preliminares da vez anterior, trocando beijos e todos os tipos de caricias. Em tom de brincadeira, ele perguntou se ela estava preparada, no que ela respondeu que não, mas, que dessa vez iria até o fim, e completou, dizendo que foi ela quem marcou o encontro. Durante o trajeto ela tremia toda, não se sabe pela adrenalina de estar fazendo algo proibido ou se pela chance de se realizar como mulher.

Quando entraram no quarto, ele a pegou no colo e a levou até a cama e lhe deu um longo e delicioso beijo. Seu marido jamais tinha feito algo semelhante nem mesmo na noite de lua de mel. Apesar de toda a sua desinibição da vez anterior, dessa vez, meio encabulada ela ficou passiva a espera dele que logo tomou a iniciativa, beijando…. pescoço, lábios, orelhas, tirando-lhe a blusa e o sutiã…. chupando seus seios, mordendo os biquinhos, arrancando-lhe suspiros e quando começou a tirar-lhe sua calça e a calcinha, bateu nela uma tremedeira de nervosismo, pois era como a sua primeira vez… quando o marido tirou sua virgindade na noite de lua de mel o que de certa forma era verdade, o sentimento de nervosismo era o mesmo. Então ele a surpreendeu quando enfiou a cabeça entre suas pernas e começou a chupar-lhe, levando-a nas nuvens, pois nunca na sua vida de casada, o marido tinha feito aquilo.

Era um tesão indescritível, o que a encantou nele, é que ela pensou que ele ia tirar a roupa dela e cair se matando em cima dela, introduzindo o cacete na sua vagina, mas para sua surpresa ele não fez isso, caprichou nas preliminares, caprichou nas caricias para a deixar muito, mas muito acesa mesmo, o que realmente aconteceu, pois gozou muito, gozou como nunca, enquanto era chupada, e a sua excitação era tanta que quando ele se colocou em cima dela e a penetrou, gozou logo nos primeiros movimentos coisa que raramente acontecia com seu marido, mas ali, com o Bernardo, já tinha gozado duas vezes…. e não parou ai.. no banho transaram mais uma vez, deixando-a maluca de tesão… até que…. ele meteu a língua na sua buceta e mordeu seu clitóris arrancando dela gemido prolongado.

- Ahhhhhhhhh meu Deus que delícia…o que é isso? - e gozou na hora despejando seu melzinho na boca do seu macho, delirando-se de prazer.

Ele a chupava com uma habilidade incrível, nunca Valeria imaginou que ser tocada daquela forma dava tanto prazer. Seu marido nunca tinha feito algo semelhante, ela queria gritar de tanto prazer que estava sentido, estava nas nuvens….para quem raramente tinha um orgasmo, ter quatro em numa única vez foi o máximo, mas não via a hora de ter aquele membro dentro de si. Quando finalmente ele colocou seu corpo sobre o dela, intimamente ela dizia:

- Vem me devore, me possua, quero ser sua, vem meu macho gostoso, faz sentir-me mulher - e assim, com esses pensamentos, sentiu a cabeça do pau invadir sua buceta, entrando com tudo, explorando-a até o útero, rompendo a barreira do pudor e do proibido, fazendo-a tremer e a gemer porque estava gostando. Ele tinha um membro normal, de 19cm, mas sabia como fazer uma mulher ter prazer.

Valeria estava dando para um pinto diferente do que estava acostumada dar em casa e isso estava lhe dando muito prazer, principalmente quando ele falou que ela era bem apertadinha e gostosa. Nesse dia ela soube exatamente o que era gozar com um homem dentro de si, um verdadeiro homem que se preocupava muito com a parceira.

Foi inesquecível o que ela sentiu e quando recorda daquele momento fica molhada e só de pensar fica louca para repetir tudo novamente e acaba se masturbando gostosamente usando alguns dos brinquedinhos que ele deu de presente para ela se aliviar e usar quando sentir saudades. Com ele Valeria conheceu o sexo e suas variações, porque foi com ele que ela fez coisas que pensou jamais fazer, por exemplo, usar brinquedinhos eróticos, sexo anal, sexo dentro do carro no estacionamento do shop...

Ela se lembra com saudade, quando combinaram um dos tantos encontros, quando ele lhe pediu que fosse com saia, fazendo com que ela não entendesse direito na hora, mas quando ele a pegou, pensou que iriam para um motel como faziam em vezes anteriores mas para sua surpresa ele pegou o carro e saiu da cidade pela BR, num movimento de vai e vem de carros e caminhões. Enquanto ele dirigia mandou que ela reclinasse o banco e tirasse a calcinha, em seguida ele a masturbava com uma mão e dirigia com a outra. Ela não sabia bem o que fazer, mas ele a conduziu ensinando-a como agir.

Excitado como sempre, ele a puxou mais para perto de si e pediu que o chupasse, até então ela não tinha feito sexo oral com ele, mas não recusou, inclinou-se em seu colo, abriu seu zíper, puxou o pau para fora e começou a chupar e a lambe-lo enquanto ele dirigia. Foi uma sensação incrível, diferente, de prazer, de adrenalina. Ela ficou louca de tesão, ainda mais porque enquanto o chupava ele a masturbava. Com tanto tesão ela o queria sentir novamente dentro de si e estava ansiosa para que chegasse logo a um motel logo, pois seu corpo tremia de prazer, sem controle, de medo, de excitação, em um misto de tudo, ainda mais quando ele parou numa estrada secundária, reclinou totalmente os bancos, levantou seu vestido, abriu suas pernas, abaixou sua calça até a metade da bunda deixando seu pau livre para fora e se colocou entre elas… e foi empurrando seu pau para dentro de suas entranhas e molhada como ela estava ele não encontrou nenhuma dificuldade em enterrar tudo até as bolas do saco, afinal ela já estava mais que lubrificadas pelos seus líquidos que escorriam pelas pernas melando o assento e ali transaram, o que foi para ela algo inusitado, gostoso, diferente, sem pudor apesar do medo de alguém aparecer.

Quando voltaram para a estrada, aí sim pararam em um motel para poderem se lavar e tirar o cheiro de sexo que estava impregnado em ambos. Ela pensou que depois de terem transado iam somente tomar banho ou coisa assim, mas não… mal entraram ele foi logo a empurrando para a cama e deram outra trepada fenomenal… e ela gozou loucamente, e depois deitados nus na cama, ele a acarinhava com suas mãos passando-as em seu corpo, barriga, seios, e levemente em seu sexo numa pressão suave sobre seu clitóris o que em pouco minutos a deixou acesa novamente, e entre um beijo e outro ele também excitado, fez algo que na hora ela ficou espantada, e uma coisa que ela nunca tinha experimentado: a virou de bruços e de costas para ele lhe dava tapas firmes nas nádegas, mas apesar de estralados ela não sentia dor, sentia apenas uma leve ardência, e o ouvia falar, de uma forma bem safada:

- Querida você já deu o cuzinho antes?

Claro que ela não tinha dado, mas naquele dia ela iria experimentar e apesar de saber que doía, não o rejeitou, pois, o modo com que ele falava a deixava ainda mais excitada, de modo que não conseguia dizer não para ele.

Então ele a pegou pela cintura deitada com a bunda para cima, levantou os quadris, colocou dois travesseiros embaixo, de forma que a deixou arrebitada pronta para receber seu membro, a segurou pelos cabelos e a penetrou lentamente, fazendo-a sentir centímetro por centímetro do seu cacete entrando aos poucos. Estava dolorido, pois, ela gemeu um pouco, no que ele lhe perguntou se ela queria que ele parasse, mas ela disse que não, queria ir até o fim… então ele foi aos poucos entrando e a arrombando por traz, afinal era o seu primeiro anal… saia um pouco de sangue, mas ela não queria que ele parasse, de certa forma queria dar esse prazer a ele também.

Não foi de tudo ruim essa primeira vez porque ele, enquanto a penetrava, também a masturbava e dizia palavras obscenas que ela jamais tinha ouvido principalmente na hora do sexo… O prazer misturado com a dor, mas o prazer era maior….

Foi a primeira vez na vida que Valeria deu o cuzinho para alguém, mas não foi a última vez, ficou viciada. Foi ele, Bernardo, que tirou a sua virgindade anal e a ensinou mais essa forma de prazer. Foi delirante. Depois dessa vez fizeram outras loucuras, transando em sua cama na ausência do marido e muitas outras aventuras.

Em casa, Valeria era a mesma esposa bem comporta, cumpridora de seus deveres, dama da sociedade, frequentadora de bingo beneficente na igreja que participava e para não dar motivo de desconfiança, nada alterou seu modo de tratar e transar com o marido, fingindo como sempre, sentir orgasmo na hora do papai–mame, mas na verdade ela, estava maluca de vontade de dar o cuzinho para o seu, agora amante, fato esse que não demorava a acontecer, era só o marido sair por uma porta e o amante, entrar por outra.

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