"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Me envolvendo com uma Professora l


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 13/08/17
categoria: lésbicas
leituras: 1527
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Durante meu segundo ano de faculdade, escolhi cursar a disciplina informática avançada. As aulas seriam dadas num grande laboratório com diversos computadores. Nenhum de meus amigos faria a matéria, então acabei fazendo sozinha mesmo.

Desde o primeiro dia, não pude deixar de notar a professora. Seu nome era Gisele. Tinha cabelos cacheados e castanhos, pele bem branca, magrinha com a cinturinha marcada. Usava óculos e aparentava ter algo próximo dos 27 ou 28 anos. Mas era seu jeitinho que me encantava. Meio desajeitada, atrapalhada. Tropeçava nas palavras, caminhava sempre com pressa. Tinha uma vozinha angelical e era muito atenciosa.

As aulas foram passando e eu continuava fissurada na professora. Como eu morava no Rio de Janeiro durante a faculdade, passávamos muito calor, então Gisele muitas vezes ia trabalhar de vestido. Utilizava uns soltinhos, que marcavam seu corpinho. Eu me sentia excitada e muitas vezes perdia o foco na aula. Meus desejos lésbicos pela professora eram intensos. Eu precisava fazer algo! Me masturbar não adiantaria…

Comecei a ficar no laboratório depois das aulas. Sempre inventava uma dúvida, uma curiosidade para pedir a ajuda dela. Eu sabia que ela não recusaria me ajudar, Gisele era um doce de pessoa. Ela sempre vinha, debruçava sobre a bancada e começava a me explicar as coisas. Aquele cheiro, aquele cabelo bonito e aquele jeitinho único me deixavam louca.

Acabamos ficando mais próximas. Nos cumprimentávamos pelos corredores. Eu tirava dúvidas da matéria em sua sala. Não deixei de perceber que Gisele era casada, com uma linda aliança na mão esquerda. Mas isso não me impedia de cobiçar aquela mulher.

Certo dia Gisele me pediu para ajudá-la com uma palestra no auditório central. Óbvio que aceitei. Tudo correu perfeitamente e ao fim da palestra, enquanto Gisele desligava seu computador, eu passei por trás dela para desligar o projetor. Eu me virei para olhá-la, enquanto passava, ao mesmo tempo que ela virou a cabeça pra trás. Tudo parecia em câmera lenta. Nossos olhares se cruzaram e se encararam por uma fração de segundo. Ela sorriu levemente e eu lhe devolvi o sorriso. Foi um pequeno gesto tão bonito. Eu me perguntei “por que essa mulher me atrai tanto? Será que ela percebe? Será que ela sente o mesmo?”

Na hora de ir embora, Gisele me surpreendeu com um abraço apertado e um beijo no rosto. Agradecendo pela ajuda.

Mais dias se passaram e eu continuei ficando depois das aulas, só para sentir aquele cheiro e receber sua atenção.

Era uma sexta, e estava começando a anoitecer. Passei no laboratório e lá estava Gisele. Com um lindo vestido vinho, soltinho como sempre e até os joelhos. Claramente estava sem sutiã, fazia muito calor pois ainda era final de fevereiro. Ela sorriu para mim e conversamos um pouco.

- Samantha, você aqui hoje? Vai pra casa, menina! É sexta-feira, essa universidade está vazia. Vai encontrar os amigos.
- Não tenho muitos amigos, professora. Hahahaha. Na verdade, vim ver se esqueci minha garrafa de água. Acho que ficou ali, entre as máquinas.

Ela me cumprimentou com um doce beijo na bochecha e foi comigo ver a garrafa. Chegamos lá e ela disse que ficava feliz de ter uma aluna como eu, que se esforçava, ficava até mais tarde.

- Você é muito dedicada, Samantha. Parabéns!
- Que isso professora, gosto da sua aula. Você é ótima professora também! Isso facilita.

Minha mente na verdade queria dizer: “só estou aqui porque quero muito beijar essa sua boca, professora. Eu sinto um puta tesão por você!”, mas consegui me conter. Porém não por muito tempo.


- Acho que vou indo já, professora. Fique bem.
- Tchau, linda.


Gisele se apoiou de costas na bancada, entre dois computadores e ficou me olhando com um sorriso encantador. Fui saindo e ela não tirava o olho de mim... abri a porta, dei um sorrisinho e outro tchau, enquanto fechava a porta.

Saí trêmula, andando meio desconcentrada. Pensando na professora, e naquela boca, naquele corpo, aquele vestido. Foi quando algo me dominou por inteira. Me virei e voltei ao laboratório decidia. Entrei com pressa, bati a porta e minha mão virou o trinco, trancando nós duas no laboratório. Gisele ainda estava no mesmo lugar, na mesma posição. Ela arregalou os olhos de espanto com minha volta. Fui na sua direção, parei na frente e dei-lhe um beijo firme e sedento. Juro que senti sua mão puxar minha blusa, a outra roçar meu pescoço e seus lábios aceitarem e retribuírem meu beijo. Mas foi por poucos segundos. Ela logo me afastou, respirando fundo e dizendo:

- Eu não posso, Samantha. Eu sou casada. Eu amo meu marido!

Eu não dei ouvido a nada do que ela disse. Me aproximei novamente e dessa vez a ganhei com um beijo leve e calmo. Nossos lábios se tocaram. Ela também queria aquilo, aqueles olhares a denunciaram. Senti a professora acariciar meus cabelos, enquanto nossos beijos se tornavam mais intensos. Nossas bocas se afastaram, Gisele meio que subiu na bancada, se sentando. Meus dedos correram levemente, subindo o vestido por suas coxas. Sua pele arrepiava ao meu toque e ela suspirava. Fui subindo mais até minha mão entrar em meio as suas pernas, que se abriam lentamente. Acariciei sua boceta por cima da calcinha. Estava molhada. Gisele gemeu baixinho e eu continuei a mexer os dedos. Não aguentei e enfiei a mão dentro da calcinha. Sentindo aquela xana se contraindo. Masturbei minha professora e sua pepeka babava nos meus dedos em troca. Ela gemia e me beijava.

Tirei minha mão e de lá. Mas trouxe sua calcinha junto. Larguei a peça sobre um dos teclados ali perto. Coloquei minhas mãos por trás de seus joelhos, dei um puxão. Conforme seu quadril veio para frente, sua boceta ficou a minha disposição. Me agachei, aproximei e passei a língua naquela perereca molhada. Que gosto maravilhoso! Eu estava agradecida por, enfim, poder lamber minha professora.

Comecei a subir e descer a língua. Chupar aquele clitóris gostoso. O melzinho que ela despejava na minha língua era uma delícia. Comecei a chupar mais forte, e quando olhei, Gisele tapava a própria boca para não geme alto. Sua outra mão envolveu meus cabelos e segurou em minha nuca. Ela me puxava contra sua boceta. Lambi ela com mais vontade ainda. Gisele então gozou delirantemente em minha boca. Ela segurava minha cabeça com força contra sua boceta. Seu rosto parecia que queria até chorar de tanto prazer. Foi uma gozada e tanto, chegando a bater a perna em um dos computadores.

Quando me levantei, sorri para ela. Que me abraçou ainda sem forças. Com a cabeça no meu ombro.

- Tenho que ir agora, professora. Vou perder minha carona!
- Me chame de Gisele, Samantha.
- Só se você me chamar de Sam.
- Tchau, linda!
- Tchau, Gisele...

E foi assim que me envolvi com minha professora pela primeira vez. Era apenas o começo de um ano intrigante, conturbado e delicioso.




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