"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Meu médico, sua esposa e meu marido


autor: rosario
publicado em: 13/08/17
categoria: hetero
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Realmente, depois daquela trepada fantástica com Dr. Marcos, em seu consultório, eu pretendia voltar lá. Confesso que saí de lá com a consciência pesada, tal qual da vez anterior, quando me envolvi com Fernando e Cristina, lá em São Paulo, no congresso bancário.

Mais uma vez eu pretendia contar ao meu marido o meu deslize e esperar a reação dele. Estava esperançosa de obter novamente o perdão dele, pois ele já me perdoara da vez anterior e principalmente que foi devido a essa minha traição que ele fudeu com Cristina lá em BH, com Alexandra, nossa vizinha aqui no nosso prédio e com Eduarda, a minha irmã. Com Cristina ele havia feito uma DP lá em BH e com a ajuda do seu marido. Em contagem simples ele estava levando vantagem e era disso que eu queria tirar proveito e também obter o seu perdão.

Não havia a menor dúvida que uma trepada fora de casa era muito gostosa, talvez por estar diante de novidade que de há muito não participávamos. Comecei a planejar minha abordagem ao meu marido querido e cheguei à conclusão que, como da vez anterior, o melhor seria contar-lhe toda a verdade e como tudo aconteceu. Estava eu deitada em minha cama, por volta das 22 horas, quando o telefone tocou. Era ele que me ligava do hotel, onde acabara de se hospedar depois do seu pouso em Porto Alegre. Foi me dizendo que estava louco de saudade e que pretendia voltar logo para casa, pelo menos, para passar uns dois dias. Eu perguntei-lhe se aquela vontade de retornar não era por causa de Eduarda, minha irmã. Ele respondeu que usando a sinceridade, era também.

Eu disse-lhe que estava ansiosa também pela sua volta, pois queria falar-lhe de um assunto muito nosso. Ele imediatamente perguntou se era sobre Eduarda. Respondi que não, mas lhe falaria tão logo chegasse. Ficou muito curioso, eu sei, mas era uma maneira de fazê-lo tentar chegar em casa o mais rápido possível.

Dois dias depois, por volta das dezoito horas, ele já me ligou do aeroporto dos Guararapes dizendo que havia chegado e iria permanecer em casa até a noite seguinte quando voaria para Manaus, mas que não houvera dado de tempo de me avisar com antecedência. Que já estava pegando um taxi e em dez minutos estava em casa. Fiquei um pouco nervosa, pois estava decidida a falar-lhe sobre meu envolvimento com o Dr. Marcos.

Depois do seu banho, estava já no quarto, quando me disse que estava ansioso para saber do assunto que eu tinha para falar-lhe. Sem arrodeios, falei-lhe da minha primeira consulta com Dr. Marcos e que o notara explorando meu corpo mais do que devia. Falei-lhe que eu, ao começar a notar que estava ficando excitada com ele mexendo no meu clitóris, tive a certeza que ele pretendia algo mais e terminei saindo de lá do consultório com a intenção de não mais tornar a procurá-lo.

Ele me interrompeu para me dizer que Marcos é um grande médico e muito conceituado, mas desde muito tempo, quando faziam farras juntos, que sabe que ele não perdoa nenhuma mulher bonita desde que seja também gostosa. Se ele deu em cima de mim é porque viu que eu era bonita e gostosa. Que se eu tivesse voltado lá para outra consulta ele teria me comido.

Simples assim ? Me comido? Perguntei eu. E você, onde fica? Não importa que outro homem dê em cima de mim ?

Ele respondeu que já me conhecia o bastante para confiar em mim e que sabe que muitos homens dão em cima de mim, pois percebe isso quando sai comigo pela rua ou outro qualquer lugar. Sabe que se eu vier a me envolver com outro homem, eu não o estou traindo, pois sabe que vou contar-lhe tudo.

Disse que eu já havia dado provas concretas quando lhe contei sobre Fernando e Cristina em SAMPA e também sobre Alexandra. Quando isto aconteceu, ele passou a me amar mais ainda, pois sabia que tinha uma mulher sincera e que não me traía, pois me contava tudo. Traição seria ele ficar sem saber de nada.

Eu o interrompi dizendo que ele é exatamente o homem que eu sempre quis na minha vida e a cada dia ele me conquista mais. Mas gostaria de terminar a estória com Dr. Marcos. Ele admirado, perguntou se não havia terminado, mas se houvesse continuação, ele já adivinhava o fim: ou estava pra comer ou já havia comido. Ambos rimos, mas meu sorriso me denunciava pelo meu nervosismo e pela minha ânsia pelo que eu estava prestes a relatar-lhe.

Eu relatei-lhe que agora, depois de haver aumentado o nível de minhas relações sexuais, resolvi ir a um médico novamente, até por motivos de segurança, inclusive devido ao fato de ele, meu marido, também já haver se relacionado com algumas pessoas estranhas, o que poderia nos trazer alguns problemas de saúde. Lembrei do Dr, Marcos e retornei a ele e lá, em seu consultório, tudo havia se repetido novamente e que eu não resisti às suas investidas e terminamos nos envolvendo e ele me comendo lá mesmo no seu consultório.

Nunca esperei aquela reação dele, pois me olhando nos olhos ele simplesmente perguntou: “E ele comeu seu rabinho também?”

“Não, amor, foi uma trepada fantástica, mas foi rápida e logo depois me retirei do consultório, até porque ele estava preocupado com a secretária, pois ela poderia desconfiar da minha demora dentro do seu consultório,” respondi-lhe.

E eu ainda meio temerosa, devido à sua reação, o ouvi pedindo para eu dar-lhe os detalhes daquela trepada. Contei-lhe tudo, nos seus mínimos detalhes e notei que ele, à medida que eu avançava na estória, ele estava tendo uma ereção gigante. Eu disfarcei não perceber, mas se aquilo estava acontecendo, seria um bom sinal de que ele iria me perdoar novamente.

Quando terminei, ele foi me abraçando e me jogando na cama e dizendo: “Vou te fuder agora, minha putinha gostosa que eu adoro. Vou te fuder igual a Marcos.” E foi me arrancando a roupa toda e já vi seu falo inteiramente duro vindo de encontra à minha bocetinha, com ele me abraçando e me beijando toda, começando pela boca e depois passando para os seios e quando chegou na minha bocetinha, lá demorou pouco e subiu de vez, já para meter aquela vara dura, de uma vez só, na minha boceta. Eu estava radiante ao extremo, não só pelo seu perdão que já percebia que havia acontecido, como também pela sua excitação, mais parecendo um tarado em cima de mim, me fudendo.

Eu já estava quase gozando quando ele anunciou que ia gozar. Quando o ouvi dizendo aquilo, arrisquei um “atrevimento”, lembrando algo acontecido da outra vez quando ele havia me perdoado e que o excitou muito e mandei ver: “Vai, Marcos, me fode toda. Mete esse pauzão na minha boceta. Quero ser tua, toda.” Não pude terminar de dizer o que queria, pois ele abocanhou minha boca num beijo feroz como um louco e já sentindo que ele ia gozar feito um tarado, comecei a rebolar na vara dele e isto foi o suficiente para sentir os jatos dele no fundo do meu útero. Nunca o havia visto num estado de excitação igual ao que o estava vendo agora.

Quando ele foi começando a se acalmar, após aquela gozada louca que me encheu a boceta de porra, ele foi desembainhando sua vara de minha boceta e largando a minha boca, me olhando nos olhos, foi dizendo: “A cada dia, te amo mais. Mas quero te dizer algo, também. Nunca disse antes, porque pensava que iria te magoar. Mas o que vou te contar, tem relação com a trepada de vocês” .

Senti meu coração palpitar, pois já pensava no pior. Mas o que poderia ser pior se eu tinha um homem maravilhoso ali ainda em cima de mim e que me perdoava a cada recaída minha? Certamente que ele me perdoava também por estar a cada dia fudendo amigas nossas que ele sempre desejara e principalmente por já haver enrabado minha irmã, uma das bundas mais desejadas por quem a conhecesse.

Ele foi se acalmando, saiu de cima de mim e me abraçando, tornou a me beijar a boca e percebendo que eu estava curiosíssima para ouvir o que ele tinha a dizer, começou, falando pausadamente. Disse-me que na sua juventude fez inúmeras farras com Marcos e por esse tempo começou a namorar uma linda moça que se chamava Heloisa e até chegou a pensar em casar com ela. Ela era um espetáculo de mulher, tanto de rosto como de corpo. Por motivos de ciúmes, um dia Heloisa viu em seu celular uma mensagem de uma ex-namorada sua e isso foi o bastante para ela dar por findo o namoro dos dois, quando já se preparavam para noivarem. Leandro disse que transava demais com Heloisa e a achava uma mulher perfeita na cama, mas, infelizmente, ela tomou a iniciativa de terminar o namoro.

Um mês depois, ele indo a um clube, numa festa famosa, lá encontrou Heloisa já namorando com Marcos. Surpreso, ele falou com os dois e Heloisa foi muito delicada com ele, não demonstrando qualquer ressentimento, pelo fim do namoro-noivado . Marcos, mesmo sabendo que ela havia namorado com Leandro, pediu para ela dançar com ele. Leandro disse que foi muito respeitoso com ela durante a dança e ela anunciou que ele, Marcos, já estava falando em casar, pois achava que sua vida de solteiro havia acabado quando ele a encontrou. Ao final da festa, o casal despediu-se dele, convidando-o para a festa de casamento que deveria acontecer em mais seis meses. E mais: disseram que ele, Leandro, seria um dos padrinhos de casamento.

Ao completar aqueles seis meses, realmente, aconteceu o casamento e ele foi o padrinho, sendo aquele, um lindo enlace matrimonial. O estranho daquela festa foi que após o casamento e a festa, quando já estavam se despedindo, Leandro quando foi se despedir da noiva, ouviu ela lhe dizer no seu ouvido, quando ele lhe beijava a face: “Hoje, na cama, vou lembrar muito de você.” Ela pronunciou essas palavras com tanta naturalidade que ele ficou em estado de êxtase, sem saber como agir. Não fez nada e não disse nada. Sua mente criava fantasias que lhe enlouqueciam.

Os tempos se passaram e uns sete meses após o casamento, Marcos o convidou para jantar em sua casa, em um dia de sábado à noite e que por sorte, naquele dia, ele não estava voando, vez que, como já sabido, ele era piloto profissional. Marcos lhe disse que ele não poderia recusar aquele convite, pois Heloisa fora quem preparara o jantar e ele foi o único convidado. Causou-lhe muita admiração, aquele convite, pois mesmo sabendo Marcos, que ele, Leandro, já havia namorado com Heloisa e certamente já sabia também que ele havia trepado demais com ela, mesmo assim, o convidou, não demonstrando ciúmes, vez que Heloisa era reconhecidamente uma mulher linda e gostosa demais.

Ao chegar ao apartamento luxuoso de Marcos, foi recebido com imensa alegria pelo casal e chamou-lhe a atenção os trajes de Heloisa que estava com um vestido provocante demais, sem sutiã e a parte superior do vestido era apenas duas tiras que se amarravam atrás do pescoço, quase deixando os seios lindos de Heloisa saltarem para fora, e a parte inferior deixavam mostrar quase por completo, aquele par de coxas lindas e que ele conhecia já muito bem. Suas costas, inteiramente nuas completavam aquela indumentária provocante, pois ela era uma mulher extremamente estimulante em qualquer situação. Não mudara em nada, desde os tempos do seu namoro com ela e parecia estar ainda mais gostosa.

Jantar ótimo, regado a um bom vinho e logo ao terminar, Heloisa pediu licença para recolher pratos e talheres, pois segundo ela, a empregada havia sido dispensada por ser um fim de semana. Conversas ótimas, relembrando antigos fatos que deixaram saudades e enquanto a noite avançava, Marcos colocou um cd no som da sala e pediu para Leandro dançar com sua esposa, naquela sala imensa do seu apartamento de cobertura, no trigésimo andar daquele edifício luxuoso.

Novo espanto para Leandro, pois nenhum sinal de ciúmes, ele demonstrava com Heloisa e ele. Maior espanto ainda, foi quando ele a enlaçou para dançarem aquela música lenta. Ela colou todo o seu corpo no de Leandro, puxando o corpo de Leandro contra o dela, como nos tempos em que eram namorados e aquilo lhe fez faltar o ar, pois, sendo Heloisa uma mulher fantástica, de corpo e de rosto e com aqueles trajes provocantes e ainda principalmente, por estar ela tão colada a ele, com aquele traje mínimo, aquilo tudo estava lhe causando uma ereção indesejada, pois queria respeitar a esposa de seu amigo, ao máximo.

Leandro, percebendo que Marcos havia sentado no sofá daquela sala gigante, de dois ambientes e os admirava dançando, procurava afastar-se o quanto possível do corpo da mulher do seu amigo, mas enquanto ele procurava se afastar, mais ela o puxava para si e a ele se colando mais ainda. Leandro, já de pau duro sobre a boceta de Heloisa, temia que aquilo tudo pudesse desabar em um inconveniente muito grande, pois aquela situação constrangedora provocada por Heloisa, concorria para isto.

Foi quando Marcos, levantando-se do sofá dirigiu-se ao interruptor das luzes e disse rindo que ia melhorar as luzes da boate. Dito isto, regulou o interruptor para penumbra, o que era um convite à sacanagem e retornou ao seu lugar como mero observador do casal romântico. Leandro estava estupefato, tanto pelo ineditismo do momento como pela ousadia daquele marido que não demonstrava qualquer tipo de ciúme de sua mulher linda e gostosa.

Tão logo Heloisa se viu na penumbra abraçada a Leandro, meteu sua boceta em cima da rola de Leandro e começou a mexer levemente seus quadris, como a simular uma trepada, pois com seu rosto colado ao do ex namorado, tudo parecia já estar trepando com ele. Leandro ainda não acreditava que aquilo tudo pudesse haver sido preparado por Marcos e sua esposa, pois jamais acreditava que Marcos fosse tão desprovido de qualquer tipo de ciúmes, ao ponto de lhe oferecer a esposa como estava fazendo naquele momento.

Deixou de acreditar quando Heloisa, descolando o seu rosto do dele, colou sua boca na dele, num beijo atrevido e voluptoso, onde sua língua procurava a de Leandro, num convite à sacanagem. Leandro, depois de uns quinze segundos, afastou sua boca da de Heloisa, apenas para lhe dizer baixinho: “Você está louca? Olha o seu marido vendo a gente.” Ela, com a maior simplicidade, respondeu: “Fica tranquilo, ele nem liga.” Em seguida, Heloisa retornou sua boca para a de Leandro e continuou o beijo provocante. Leandro com a cabeça a mil, começou a entender e então, correspondeu ao beijo e às investidas que Heloisa dava com seus quadris sobre sua vara tesa. Abraçou-a pelo pescoço e a beijava com mais fervor. Empurrou mais a rola contra a boceta de Heloisa, pois agora lhe parecia que Marcos gostava de ver sua esposa com outro homem.

Outro espanto, maior ainda do que os até agora acontecidos, foi quando Heloisa tirou sua mão do pescoço de Leandro e a levou até sua vara dura e a abarcou com força, apalpando-a de todas as formas. Leandro arfava e não sabia onde aquilo iria terminar. Como ela não tirava a mão do seu pau e seu marido, mesmo naquela penumbra, observava tudo, Leandro desceu a mão para sua bunda e rememorando velhos tempos, começou a massageá-la com vigor. Heloisa procurava remexer e gemer alto, como querendo dar um espetáculo a impressionar seu marido.

Leandro, não vendo qualquer reação do marido dela, trouxe de volta suas mãos para o pescoço de Heloisa e numa atitude de loucura, puxou as tiras do vestido, inicialmente para sentir sua reação e a de Marcos, mas quando sentiu que poderia avançar mais, puxou por completo e abrindo a laçada do vestido, puxou as duas tira pela frente, fazendo desnudar completamente os dois seios lindos dela. Heloisa não descolava sua boca da de Leandro, enquanto pressionava os dois seios conta o peito dele e cada vez mais gemia alto, enquanto sua boceta não parava de pressionar o pau dele.

Marcos levantando-se do sofá, veio até os dois e pegando numa das mãos de Heloisa a puxou em silêncio para o quarto do casal. Chegando lá, a empurrou com carinho para a cama e disse: “Vamos fuder essa putinha gostosa, Leandro. Vamos fazê-la enlouquecer em dois paus de uma vez. Ela já me disse que estava louca pra fuder com você novamente e queria dar novamente essa bunda linda pra você. Vamos trepar com ela a noite toda.”

Dizendo isto, Marcos subiu na cama e Beijou Heloisa como um louco. Gemia e começou a terminar de tirar aquele vestido provocante, no que foi ajudado por Leandro. Quando o vestido foi atirado longe que ela ficou com aquela tanguinha mínima cobrindo pequena porção de sua boceta e de sua bunda linda, os dois machos partiram pra cima dela feito feras. Beijavam tudo que viam pela frente, chupavam feito loucos e logo sua calcinha sumiu e Leandro foi o primeiro a meter a língua na boceta de sua antiga namorada e agora, esposa do seu melhor amigo.

Ela enlouqueceu de vez. Prendia a cabeça de Leandro com as coxas enquanto ele lhe chupava o grelinho e bebia o suco que jorrava daquela caverna quente. Marcos a beijava na boca e chupava seus seios e de repente arrancou sua própria roupa, ficando totalmente nu. Leandro o acompanhou, pois sabia que aquela orgia iria começar naquela hora.

De repente, Marcos, sem dizer nada, pegou a esposa e deitando-se de costas na cama a fez montar nele. Feito um louco, abria cada vez mais as pernas de Heloisa e ela, já percebendo sua intenção, sentou de repente na vara do marido, fazendo-a penetrar de uma só vez. Com a vara toda enterrada na boceta da esposa, ele puxou-a para um beijo animal, colando sua boca na dela.

Naquela posição, Heloisa estava com sua bunda fantástica toda exposta para Leandro que já começara a lhe apalpar e acariciar. Heloisa gemendo, fazia o marido enlouquecer que em dado momento, sem nenhuma cerimônia, disse: “Vai, Leandro, mete na bunda dessa vadia. Vamos fazer uma DP nela para nunca mais ela esquecer. Come o cusinho dessa putinha. Ela me disse que estava louca para dar pra você novamente.” Leandro não se controlando mais, foi pra cima de Heloisa e começou a deslizar sua rola sobre o rabinho de sua ex-namorada. Depois de uns 30 segundos, provocando-a com seu pau na porta do seu rabinho, ouviu quando ela pediu docemente ao marido: “Amor, manda ele meter esse pau no meu rabinho que eu tou louca pra aguentar dois machos dentro de mim. Manda ele meter logo no meu cusinho que eu já não aguento mais.”

Leandro nem esperou mais. Meteu de vez e viu quando a cabeça saltou para dentro daquele rabinho quente. Parou para evitar dor. Sentia com a cabeça do seu pau, a vara de Marcos num vai e vem louco deslizando na boceta da esposa. Heloisa rebolando, pediu novamente ao marido: “Amor, manda ele meter toda. Pelo amor de Deus, manda ele me fuder toda. Quero duas rolas dentro de mim agora.” Nem precisou Marcos mandar. Leandro empurrou sua vara com força que entrou até topar naquela bunda linda e que ele já conhecia tão bem.

Ela parecia enlouquecer. Rebolava, gemia alto, pedia mais rola, gritava que já estava gozando e dizia: “vão seus putos, me fodam. Me arrombem. Adoro fuder com dois machos. Nunca pensei que fosse tão bom. Ai, estou gozando !!!” Marcos, falou em baixo dela: “ goza amor, bem gostoso que eu tou gozando também. Vai Leandro, goza no cu dessa vadia. Essa putinha tava louca pra levar duas rolas. Enche o rabinho dela de porra.” Leandro, a essas alturas, já gozava feito um tarado. Ainda ouviu Heloisa dizendo: “amor, ele tá gozando no meu rabinho. Tou sentindo os jatos de porra me enchendo o cusinho.”

Depois desse ato de pura orgia e depois de se acalmarem, foram tomar banho e começaram a planejar como seria aquela noite de loucuras. Iriam meter nela de todas as maneiras, iriam fazê-la gozar umas vinte vezes, iriam fazer ela beber porra dos dois machos, iriam fazer várias DPs nela e a noite estava apenas começando.

Depois desse relato fantástico e provocante do marido, como uma verdadeira confissão, perguntei para Leandro se quando ele marcou minha consulta com o Dr. Marcos, naquela primeira vez que fui consultada por ele, não teve ele, segundas intenções em deixar-me a sós com seu antigo amigo.

Não estaria Leandro, preparando Marcos para me fuder, até por agradecimento por ele haver lhe entregue de mão beijada, sua antiga namorada para uma orgia de uma noite toda ? E quem sabe, depois que ele a fudesse, será que não iriam planejar uma suruba com os dois casais ?

Leandro respondeu: “E se foi com essa intenção que eu marquei sua consulta?”

Eu respondi: “Mas eu nem conheço Heloisa. Nem sei se ela é bonita e gostosa.”

Leandro, retrucou: “Fica tranquila que você vai conhecê-la em breve e lhe garanto que você vai achá-la bonita e gostosa demais. Vocês vão se dar bem demais. Disso, eu tenho certeza”.

Em breve saberíamos.











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