"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Odeio minha chefe (a vingança)


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 13/08/17
categoria: lésbicas
leituras: 2749
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Beatriz, minha chefe, me tinha nas mãos. Me chantageava por um acontecimento antigo, ameaçava me despedir e me usava como escrava sexual. Na verdade, eu até curtia essa última parte, mas vivia perturbada, achando que Beatriz estava a me vigiar, e na verdade estava.

Mais uma vez, ela me obrigara a ser sua acompanhante em um evento. Ela fazia de propósito. Sabia que eu odiava ir a eventos, ainda mais para ficar na sombra dela anotando contatos e sorrido pra estranhos. Ela iria querer me usar no hotel, eu tinha certeza. Ela gostava de dor, e de proporcionar dor. Era sadomasoquista, adorava me bater nas horas de tortura. Eu nunca curti agressões e sexo juntos. Mas com ela era diferente. A submissão e o medo eram excitantes.

Comecei então em planejar minha vingança. Beatriz tinha que sofrer na minha mão. E seria naquele quarto de hotel.

Passamos o dia naquele congresso irritante. Beatriz com aquela cara de nojo, aquele jeito insuportável de ser e aquela grosseria típica.

No fim do dia, comemos em um shopping e fomos para o hotel. Chegando lá, ela, nojenta como sempre, ordenou:

- Vai arrumar algo pra bebermos. Vê o que tem no frigobar...
-Sim, senhora!

Mal sabia ela que eu arrumaria algo para que ela bebesse mesmo que não pedisse. Abri um vinho, me certifiquei de que ela não estava olhado e despejei um pó dentro. Era algo que arrumei com um colega farmacêutico. Suficiente para dopar uma pessoa com 50 Kg por uma meia hora.

Beatriz bebeu, se sentiu fraca minutos depois e deitou, dizendo que estava cansada. Eu gargalhava por dentro, mas por fora só olhava aquela cena.

Com Beatriz dopada, coloquei meu plano em ação. Beatriz acordou exatamente meia hora depois.

- Que droga é essa Samantha? – ela falou com a voz ainda lenta.

Eu havia amarrado seus braços e pernas na cama, tinha trazido umas pequenas cordas na mochila. Ela estava com as pernas e braços esticados, nua. Eu, que também estava nua, apenas olhava. Ela tentou se soltar, olhando pros lados assustada, enquanto eu sorria de canto de boca. Saí do quarto e retornei. Com uma vela vermelha acesa.

- Você não vai fazer isso! Eu deveria estar no comando!
- Cale... a... sua... boca... – eu disse pausadamente.

Subi sobre ela, e deixei a primeira gota cair sobre um de seus seios. “aaaaaaaaaaaaaaaarg” Beatriz rangeu, trincando os dentes. A segunda gota foi sobre seu outro seio. “Vadia!” ela disse em alto e bom som. Abaixei e lambi o biquinho do mesmo seio da segunda gota. Beatriz suspirava e gemia. Vendo a cera que secou sobre sua pele, peguei e arranquei. Ela deu um gritinho fino, dizendo “ai”.

- Faz de novo!
- Faço quando eu quiser, sua puta! Eu mando hoje!

Ela sorriu safadamente e eu voltei a chupar seus peitões.

Vendo a cera que se acumulava no topo daquela grande vela, derramei sobre sua barriga tudo de uma vez. O corpo de Beatriz chegou subir num grito de intensa dor e prazer.

- Caraaaaalho, Samantha. Que delícia.
- Já te mandei calar a boca, não já?

Deixei a cera endurecer e arranquei de novo. Sempre lambendo aqueles peitos gostosos. Fui até sua boca e beijei fundo, enfiando a língua nela, salivando. Voltei e lambi seu corpo, despejando gotas ardidas de vela por todo ele. Em seguida voltava arrancando todas.

Decidi então dar atenção para aquela boceta. Comecei a masturbar Beatriz que se contorcia na cama feito uma cobra, apesar dos movimentos limitados pelas amarras.

Vendo Beatriz no ápice do tesão, decidi pingar umas gotinhas de vela na sua região pubiana enquanto continuava aquela siririca. Uma… duas… na terceira gota, Beatriz deu um grito, acho que todo o hotel pode ouvir. Então eu pude ver uma cena incrível. A boceta trêmula daquela mulher esguichou um jatinho de líquido durante o orgasmo. Acho que subiu uns 10 centímetros, molhando a cama. Nunca tinha visto aquilo ao vivo. Era lindo! Fiquei apenas admirando aquela mulher em transe.

Apaguei a vela, enquanto Beatriz se recuperava. Descabelada, ela me olhava e então eu disse:

- Vou te soltar por um instante. Mas você ter de se comportar. Posso contar com isso? - ela obviamente se lembrou da referência, mas estava ainda meio zonza.
- Po… pode sim!
- Sim o quê?
- Ahn?
- Sim o quê? Sua vadia! - falei alto e com raiva!
- Sim… Sim, senhora

Desamarrei ela e mandei se virar. Amarrei apenas os braços, agora com ela de bruços.

- Levanta essa bunda!

Adorava a ideia de falar grosso e Beatriz me obedecer. Apenas passei a mão pelo seu bumbum e a ponta do dedo naquele cuzinho e Beatriz já estava gemendo. Peguei um pano, embolei, fui até ela e enfiei na sua boca.

- Está fazendo barulho demais. Se você cuspir eu deixo amarrada até amanhã!

Ela urrou concordando. Então pude voltar ao que fazia. Abaixei e lambi aquele rabinho. Minha língua percorria todo aquele cuzinho. Usei meu polegar para estimular o clitóris de Beatriz até que ela gozou esplendidamente de novo. Ela tremia com a bunda pro alto.

Desamarrei seus braços, tirei o pano de sua boca e disse:

- Está livre agora!
- O que quer que eu faça?
- Me chupe!
- Sim, senhora!

Deitei com as pernas bem abertas e Beatriz enterrou a língua na minha boceta. Depois enterrou no meu rabinho. Que delícia! Eu só dizia “isso, isso!”.

Ela decidiu brincar com meu cuzinho, enfiando um dedo enquanto me chupava a boceta. Apenas senti o orgasmo chegando e liberei todo ele na boca de Beatriz. Gozei com a cabeça envergada para trás e dei um longo gemido.

Beatriz subiu e deitou sobre mim. Depois de alguns beijos carinhosos ela dormiu ali mesmo, com o corpo sobre o meu.

Me senti feliz por dominar aquela mulher tão mandona e perversa. Eu só esqueci de um detalhe: a vela não tinha acabado e ainda tínhamos mais uma noite no hotel…

(continua)



Para compreender melhor as referências desta história, aconselho a leitura dos contos:

“Odeio minha chefe (Sim, senhora)”

“Dei pro novo Gerente”

“Pra não perder o emprego (a chantagem)”

Beijinhos da Sam!




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