"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Comendo a madrinha do aniversariante


autor: Lenhador
publicado em: 15/08/17
categoria: casual
leituras: 1326
ver notas


As melhores trepadas acontecem quando se menos espera e pra quem sabe aproveitar as boas oportunidades na vida.

Festa de criança não é o meu forte, mas como recusar convite de casal amigo de longa data? Com o presente em mãos desço do carro e vou logo em direção à campainha.

_ Já vai. Escuto uma voz diferente para logo em seguida estar de frente de uma morena de 1,70 e 60kg de pura gostosura da cabeça aos pés.

_ Boa tarde vim pro aniversário do Pedrinho. Comento sem desgrudar os olhos dos lábios carnudos e dos olhos castanhos.

_ Seja Bem vindo, Me chamo Alcione e madrinha do Pedrinho. Ela se apresenta de forma bem simpática e mais do que depressa me apresento e me aproximo, mas ela se afasta. Sorrindo.

_ Desculpa. Fico sem entender a reação dela

_ Não precisa Lenhador. Meu primo me descreveu você e falou pra ficar longe, pois você é um perigo pra mulher carente. Explica ela me olhando dos pés a cabeça.

_ Cara pilantra. Murmuro caindo na gargalhada e no que sou acompanhado pela bela morena.

_ Ta vendo. Nem te conheço e já estamos rindo juntos. Ele estava certo ao falar pra tomar cuidado, pois você cativa, seduz e depois come sem dó. Sentencia ela me encarando com sorriso nos lábios.

_ Que isso... Não é bem assim. Faço-me de inocente.

_ Vamos andando, pois ele viu você chegando e não demora vem com extintor nas mãos preocupado. Caímos na gargalhada e não é que meu amigo surge do nada com ar preocupado.

_ Hummm... Os dois rindo é sinal de perigo. Comporta-se meu amigo. Ele me da bronca e nem tinha feito ou falado nada.

_ Relaxa, pois a Alcione é uma pessoa divertida. Tento elogiar sem ser ousado.

_ Obrigado Senhor Lenhador. Agradece ela com certo cinismo.

_ Por nada Senhora Alcione. Retruco a altura e a deixo caminhar a minha frente e vou apreciando o pelo traseiro arredondado num quadril largo que tanto gosto. Juro que ela rebolava por saber estar sendo devorada pelos meus olhos. Aquele vestido colado era perfeito nela.

Fico quieto num canto, pois estava uma correria de crianças pra todos os lados, mas a todo o momento meu olhar cruzava com o da Alcione. Uma garota que chegou à festa e ficava me encarando não demorou se aproximar e puxar conversa. Alcione ficou com cara fechada e me olhava atentamente de longe.

_ Querido preciso de você. Um terremoto teria menos impacto que ouvir essa frase ao pé do ouvido pronunciada pela Alcione. A garota ficou sem graça e saiu de perto.

Encarei Alcione com olhar de interrogação. Ela riu e me pegou pelas mãos em direção ao portão.

Saímos pra buscar gelo e rodamos muito pra encontrar.

_ Por favor, não fica com aquela oferecida. Solta do nada Alcione.

_ Ficar? Só estávamos jogando conversa fora. Tento justificar sem ao menos saber por que estava fazendo isso.

_ Vou ser sincera. Fiquei muito curiosa em te conhecer depois que meu primo me contou sobre seu jeito de ver e curtir a vida. Confessa ela acariciando meu braço enquanto dirijo.

_ Cara linguarudo. Sorrio. Não acredite nele.

_ Sei... Você conquista uma mulher com poucas palavras e se faz realmente o que ele contou você é mesmo forte tentação pra uma mulher. Solta ela.

_ Oh loco. Sou normal Alcione. Tento abrandar a conversa.

_ Não é mesmo, pois me ele não foi o único a me falar de você. Sou muito amiga da Maíra (Ler o conto A comi no balcão do sex shop).

Encosto o carro em lugar tranquilo e a olho nos olhos ainda assimilando o que ela tinha revelado e sem pensar duas vezes e a puxo em minha direção pra um beijo ardente e bem intenso.

Saio explorando a nuca e pescoço com beijos suaves e mesmo assim a deixo ofegante.

_ Sou apenas um homem normal que tenta ter uma vida normal. Comento sem me inocentar.

_ Sou apenas uma mulher viúva e sem filhos que a mais de quatro anos não fica com ninguém e ao ouvir da minha amiga confidenciar sobre o que você fez com ela no sex shop não me contive. Sabia que meu primo era amigo seu e foi ideia minha ele te convidar. Ela confessa assim com muita simpatia e a premio com mais beijos.

_ Após a festa saímos e conversamos. Pode ser? Proponho de forma bem honesta.

_ Pode sim Lenhador, mas pega leve, pois estou há quatro anos sem sexo e você com esses beijos já me deixou a perigo.

_ Pode deixar. Comprometo-me, más acabo dirigindo e acariciando as belas coxas grossas enquanto voltávamos pra festa.

A festa transcorre normalmente e evitei ficar perto ou dar atenção a outra mulher sem ser Alcione, pois estava sendo muito vigiado, por ela. Observando ela é instigante imaginar que ela estava a quatro anos sem sexo. Alcione tinha corpo harmonioso e no auge de seus 32 anos era bem segura dos seus atos e uma mulher interessante de se conhecer. Mulher na casa dos 30 tem o fogo das de 20 e são mais seguras de si e cheias de fantasias que não tiveram oportunidades ou pessoal ideal pra realizar.

_ Pronto Lenhador sou inteiramente sua. Alcione ama me surpreender e falar bem junto ao meu ouvido. Fecho os olhos e aspiro o cheiro do perfume silvestre enquanto acaricio aquele cabelo bem cuidado.

Abro os olhos e me deparo com meu amigo me olhando fixamente.

_ Só um minuto Alcione. Vou até o meu amigo e converso rapidamente.

_ Apenas não iluda ela, pois ela já sofreu muito e é muito gente boa. Recomenda ele.

_ Prometo ser bom rapaz. Faço cara de inocente e ambos caímos na gargalhada.

_ Você não presta. Ele solta rindo.

_ Presto, pois só faço o bem. Defendo-me e rimos juntos.

Seguro a mão da Alcione pela cintura em meio aos convidados para entrarmos no carro e sairmos.

_ Onde esta me levando? Pergunta ela

_ Não se preocupe. Não a levarei pra motel. Comporto-me.

_ Uauuuu... Senhor Lenhador bonzinho? Ela sorri

_ Não... Senhor Lenhador que prometeu a um amigo não te magoar. Explico

_ E se eu desejar ser magoada por você? Desafia-a

_ Você não seria louca a esse ponto. Retruco.

_ Pois se você é tudo o que minha amiga e meu amigo falaram, por que não me devorou? Ao invés disso você me tratou como se fosse vaso de porcelana chinesa. O desafio não poderia ter sido tão impactante.

Entro em uma rua de terra rodeada por vegetação mediana e paro o carro. Desço do carro sem uma palavra e abro a porta do lado de Alcione. A puxo pra fora e a carrego até o porta malas do carro.

A coloco sentada sobre o porta malas e a beijo forte enquanto minhas mãos saem explorando os contornos daquele corpo sedento de caricias ousadas.

_ Me devora Lenhador. Implora ela ainda ofegante.

Arreganho as pernas dela e ela inclina o corpo pra traz já antevendo que seria muito chupada e bolinada. A safada já previa isso, pois estava sem calcinha e a bucetinha rosadinha já mega molhada. Movo a língua com uma pontaria certeira entre a bucetinha e o clitóris e ela não se contém e começa a contorcer o corpo e emitindo gemidos.

Aumento os movimentos da língua e ela explode em orgasmo estremecendo devido a força do mesmo. Ato seguido miro a entrega da bucetinha e começo a fudê-la aos poucos, pois estava apertadinha e o meu cacete grosso e duro.

Não demora e estou todo dentro dela e a puxo mais pra beirada do porta malas e começo a bombar o cacete pra dentro daquela xana linda e perfumada.

Ela entrelaça as peras na minha cintura e esfrega os seios em mim enquanto me beija ardentemente.

Quando estava preste a gozar ela salta de cima do porta malas e abocanha meu cacete até eu jorrar a porra naquela boca sedenta de sexo.

Vestimos-nos e vamos direto pra um restaurante recompor as energias.

Continua...











ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.