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Sete calcinhas e para cada cal


autor: publicitario45
publicado em: 10/09/15
categoria: hetero
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Meus amigos, me desculpem pelo tamanho deste conto, mas pra mim os detalhes são fundamentais. Espero que curtam e fico aguardando os comentários de vocês. Um braço para os rapazes e beijinhos para as meninas.

Dri continuava trabalhando na minha casa três vezes por semana e quase toda semana a gente trepava. Era inevitável, uma química louca nos tirava do sério e nessa onda a gente já tinha transado na sala, varanda, no meu quarto, na cozinha, área de serviço e uma vez no motel, já que era o sonho dela transar num famoso motel da Serra que tem mansões enormes, cheias de piscinas, saunas, tatames e algumas com duas camas de casal para festinhas em grupo.

Numa sexta-feira, Dri já tinha terminado as suas tarefas e uma outra funcionária do prédio tocou lá em casa com uma sacola cheia de calcinhas. Era uma forma de ter uma renda extra. A menina então, deixou a sacola para que Dri escolhesse alguns modelos. Foi ai que eu cheguei e surpreendi as duas sentadas no sofá dando risadas. Totalmente sem graça, a amiga da Dri disse que ia embora e que ligaria para ela depois e combinaria de pegar a sacola.

Então, peguei uma dose de uísque e sentei na cadeira de frente pro sofá e comecei a conversar com a Dri:

Eu: tudo bem por aqui?

Ela: sim, me desculpa, a minha colega veio trazer uma sacola de calcinhas que ela está vendendo. Cada uma mais linda e safada que a outra mas eu não estou podendo gastar. Mas vou comprar uma porque eu adorei essa aqui (Me mostrando uma calcinha de renda branca).

Eu: podemos negociar... quer?

Ela: como? Vai me fazer um adiantamento para eu comprar todas?

Eu: não. Quero te fazer um desafio. Você entra no quarto, coloca a calcinha. Para cada calcinha que eu gostar eu vou te lamber e ai a calcinha é sua. Topa?

Ela: safado! Você não faria isso por mim... faria?

Eu: entra lá e coloca a primeira.

Dri saiu rindo como uma criança prestes a ganhar um brinquedo. Neste dia ela estava com um vestido branco e descalça.

A primeira calcinha - Poucos minutos depois Dri volta apenas com a calcinha de renda branca. Não era uma calcinha grande, mas era muito bem feita.

Ela chegou perto de mim, deu uma volta em torno da cadeira, parou na minha frente me olhou fixamente e perguntou:

- gostou safado?

Eu apenas fiz que sim com a cabeça. Dri então colocou um pé no braço da cadeira, colocou a calcinha de lado e ordenou: então me chupa.

Ainda sentado cai de boca naquela boceta carnuda. Dri apenas puxava me cabelo em direção ao seu corpo e rebolava na minha cara. Chupei até que ela gozasse na minha boca. Terminei ela se sentou um pouco dizendo que as pernas estavam tremendo e foi a minha vez de ordena-la: vai lá e veste a outra.

A segunda calcinha - Minutos depois ela voltou com uma calcinha preta, minúscula toda enfiada no rabo. Fiquei de pé e já comecei a tirar o meu terno. Após um rápido desfile pedi que ela ficasse de quatro em cima da cadeira. Me ajoelhei por trás e comecei a chupar sua boceta novamente e dando leves chupadas no cuzinho. Mais uns minutos e Dri estava mordendo o estofado da cadeira anunciando mais um gozo. Me levantei, dei um tapa na sua bunda e mandei vestir a terceira calcinha.

A terceira calcinha - Ela saiu sorrindo, mas antes me deu um beijo na boca. Entrou no quarto e voltou com uma calcinha tipo aquelas que as ninfetas adoram usar para ficar em casa. Lembra um short bem curto. Nisso eu já estava de sunga. Pau duro, doido para meter mas já que fiz o desafio resolvi mantê-lo até o final.

A quarta calcinha - Dri veio desta vez calçando uma sandália de salto médio. Pedi que ela sentasse no sofá e abrisse bem as pernas. Coloquei a calcinha de lado e ajoelhado cai de boca mais uma vez chupando cada pedacinho da grutinha e enfiando um dos dedos. Dri se contorcia e gemia, pedia para eu meter porque ela já estava derretendo de tanto tesão. Após mais um gozo, olhei pra cara dela e perguntei se ela queria parar. Já estávamos indo para a quarta calcinha. Ela balançou a cabeça e disse sim levantando-se rapidamente e indo para o quarto se trocar mais uma vez.

A quinta calcinha - Agora ela estava dentro de uma calcinha branca com um par de meias três quartos. Adoro isso e fico babando. Fomos para a varanda e a brincadeira era chupa-la enquanto ela apreciava a vista. Cai matando mas avise que ela não poderia gemer alto para não chamar atenção das pessoas nas varandas do lado. O perigo excitou minha baixinha ao ponto dela gozar em tempo recorde. Desta vez ela pediu arrego e descansou por alguns minutos. Enquanto isso fui na cozinha tomar um copo e suco.

A sexta calcinha – esta era uma calcinha bem depravada. Era presa apenas por dois lacinhos e tinha um minúsculo pedaço de pano na frente que mal cobria a sua xaninha. Desta vez Dri foi atrás de mim na cozinha, sentou na pia e abriu bem as pernas. Chupa meu rabo agora que eu não estou me aguentando. Cai de boca e comecei a chupar seu cuzinho enquanto massageava seu clitóris já bem inchado. Dri gemeu mais alto desta vez e gozou uma quantidade de melzinho bem maior que nas outras vezes.

A sétima calcinha – minha boca já estava doendo de tanto chupar aquela boceta lisa. Dri voltou do quarto dizendo que já não estava aguentando de vontade de sentar na minha pica. Eu disse pra ela que se ela sentasse naquela hora iria ganhar apenas sete calcinhas. Ela sorriu e disse que para quem ia comprar apenas uma ela já estava no lucro.

Dri pediu que eu me deitasse no chão da sala entre o sofá maior e as cadeiras. Eu já havia me despido e meu pau já estava doendo de tanto tesão. Dri então ficou de pé, em cima de mim me dando de presente a visão perfeita da sua boceta aberta. No lado interno das coxas dava para ver o melado que já tinha escorrido pelas suas pernas. Ela se abaixou como uma dançarina de funk e segurando no sofá e na cadeira esfregou com força aquela boceta na minha cara. Me chamava de vagabundo, safado, comedor de mulher casada e rebolava. Dri não demorou para descer o corpo de vez e cair de boca na minha pica.

Começamos um sessenta e nove delicioso e mais um orgasmo na minha boca.

Suguei mais uma vez todo seu gozo enquanto penetrava um dos meus dedos no seu rabinho. Dri queria pica, estava com fome. Se virou rapidamente, me beijou de novo enquanto meu pau era sugado. Os movimentos do seu corpo ditavam o ritmo. Ela rebolava, passava as unhas de leve no meu peito e pedia para eu encher sua bocetinha de porra.

Dei umas estocadas fortes e liberei meu tesão em jatos de porra quente dentro da minha putinha. Ficamos ali descansando por alguns minutos e o interfone tocou. Era a amiga da
Dri querendo saber com quantas calcinhas ela iria ficar.

Ela: sete calcinhas amiga. Vou ficar com sete e vou pagar à vista.




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