"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Partilha e amizade.


autor: falocentrista
publicado em: 17/08/17
categoria: hetero
leituras: 432
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Fiquei foi toda empolgada com a dedicatória linda da minha amiga TinaTanya no conto "CHEIRO DE PAU".
Aí o resultado é que, além de ter ficado com a maior vontade de cair de garganta numa rola daquelas, lembrei de uma putaria bem gostosa.
Esse será o nosso conto, loba!

Época de faculdade. Sem brincadeiras...o que foi aquilo? Ainda mais NAQUELA época de putaria sem limites.
Mas eu também gostava de namorar e por uns meses namorei um rapaz muito especial.
O Vicente era um rapaz doce. Alto e atlético. Moreno meio índio, tinha uma pele parda e linda. Era daquele tipo se homem que se cuida, sabe? O filho da puta era lindo. Tinha a voz linda. Cheirava deliciosamente bem. Todo gostoso!
Bem...eu corria atrás dele como louca por que ouvia demais de uns amigos gays que ele era famoso por ter uma rola enorme e o papo era que o Vicente era bi: eventualmente assumia namoros com garotas, mas aparentemente nunca deixava de ceder à uma boa putaria com homens.
Resumindo, eventualmente me envolvi com ele e meio que caí de amores, claro. Assumimos um namoro que rolou durante um verão maravilhoso.

E aquela rola? É...era especial também como os rumores diziam.
Me encantei. Puta que o pariu aquele macho.

Mas aí surge a Tina. Ela veio num momento que eu posso dizer que era o início do fim do meu namoro.
Conheci a Tina numa mesa de bar e logo me identifiquei com ela que levava a vida de boa, era extremamente descontraída e engraçada e falava até não aguentarmos mais!
Ela tinha acabado de terminar um noivado! E eu acabei virando a confidente dela...ela me contou tudo! Dividíamos muitos assuntos e pensamentos pessoais e como ela também era linda, não pude resistir a comer ela também, haha!
Sempre que era possível trocávamos beijos e linguadas de maneira deliciosa até que o óbvio aconteceu numa mesa de bar:
- Verônica...o pau do Vicente é tudo isso que falam mesmo? - Ela disse rindo.
Nessa ocasião já tinhamos bebido um bom tanto e eu já olhava pra ela com um tesão gostoso.
- Ai, amiga...sabe aquele pepino do horti fruti que você bate o olho e já pensa numa pica? - eu disse caindo na risada.
A Tina tentou esconder uma mordida de lábio falando:
- Literalmente?
- Literalmente.
Ela desviou o olhar e me pareceu focar a imaginação no pênis do meu namorado.
- Tá pensando na rola do meu namorado, cachorra?
E começamos a rir! E o papo virou pinto.
Estávamos sempre falando de putarias mas nunca específicamente sobre pênis. E depois desse papo descobri que a Tina era a maior taradinha em piru...tipo a madame aqui.
Menina safada...nós duas já sabíamos onde iríamos chegar...quem aí tem um palpite?
Já estávamos dando uns amassos no carro dela quando eu sugeri:
- Tô com um tesão maluco em te ver dando um trato na rola do Vicente. Quero dividir com você, linda. Topa? Quero segurar pra você mamar.
Ela deu um gemido gostoso de tesão que deixou bem claro um "SIM, EU QUERO TE AJUDAR A ORDENHAR O PAU DO SEU MACHO".
Enquanto esfregava o grelo inchado daquela fêmea tesuda eu dizia:
- Ele dá leite igual a um cavalo...tem pra nós duas, você quer? Safada!
- Ai, quero! Quero porra de pau grande!
- Gostosa!
Sem cerimônias fomos para a kitnete do Vicente levando umas cervejas.
Chegando lá, o encontramos dormindo no sofá. Estava estudando bastante para um período de provas e dormira sentado com um livro na mão!
Achei perfeito!
- Não vai ter cerimônia não, Tina.
Ele estava com uma cueca de botão e a Tina já babava no volume que as trolhas marcavam.
Abri as pernas do Vicente suavemente, abri um botão da cueca e puxei a piroca com as duas bolas pra fora.
Tina, hipnotizada, parecia vibrar!
Ela olhava aquele pau mole saindo pela cueca e fazendo a curva sobre as bolas pousadas no sofá.
Eu o peguei pela base, puxando a pele para trás e exibindo a cabeçorra que já soltava uma baba espessa.
Não sei se a Tina notou, pois ela olhava pra pica do Vicente como se ainda tentasse entende-la, mas o Vicente apenas fingia dormir e tinha um sorrisinho no canto da boca.
A pica já ia crescendo enquanto eu a segurava pela base:
- Põe na boca, amiga. To te dando aqui, ó.
Sem pensar em mais nada, Tina cospe naquela rola. Fiquei surpresa! Que tesão do caralho! Comecei a punhetar aquela piroca que crescia devagar em minha mão enquanto Tina cuspia nela.
- Você é uma putinha sem salvação, Tina. Isso, deixa essa rola brilhando pra gente mamar, deixa!
Tina cuspia e resolveu segurar na parte de cima enquanto eu ainda segurava na base.
Eu comecei a cuspir também e aquela piroca parda brilhava à meia bomba enquanto nós duas batiamos punheta.
Eu escorregava a mãozinha em baixo, na base, e a Tina escorregava a mãozinha dela em cima, logo abaixo da cabeça, apertando ali pra que saísse bastante baba de rola, a qual ela espalhava sobre toda a extensão da glande.
Que bagunça que fizemos na rola do Vicente!
Aquele cheiro de macho nos deixava tontinhas!
Dei um beijo bem molhado na boca da Tina enquanto punhetávamos a rola que já estava estalando de dura!
- Mama a rola dele, gatinha...e me devolve um beijo com o gosto da pica do meu macho pra eu experimentar.
E ela caiu de boca equanto eu segurava o tolete de carne pra ela mamar.
Ela mamava e me beijava. Delirei!
Como tinha pênis ali para nós duas, também caí de boca e abocanhava o pescoço babado enquanto Tina mamava a cabeça, as vezes parando para me beijar.
- Piroca doce! Macho gostoso! Eu quero leite, Verônica!
Vicente fica de pé e a sessão de mamada continua.
Tina me dá a cabeça pra eu mamar e avança para as bolas.
Fazendo bastante barulho eu mamo a cabeça enquanto ela puxa um dos bagos e o chupa bem forte.
Nesse ponto, Vicente geme alto e começa a falar putarias:
- Isso minhas bezerrinhas! O mamá tá gostoso, tá? Toma o mamazão do papai toma!
Tina, muito safada, segura aquela piroca na base e diz que quer ver até onde eu consigo descer a garganta!
Eu começo e ela vai torcendo por mim:
- Isso, gata! Vai! Toma! Põe na goela! Amassa essa pica toda!
Eu começo a engasgar e ela cai na risada!
- Deixa eu te mostrar...
AÍ é a minha vez de segurar pra ela tentar engolir.
Fico impressionada com o quanto ela consegue e adoro ver como o Vicente vibra com o fato de ter seu pênis tão fundo na garganta de alguém!
- Piranha boqueteira! Assim você vai fazer a rola do meu macho cuspir o leite! Não é tudo pra você não, sua gulosa!  - eu disse.
Pedi pro Vicente sentar no sofá novamente e abaixei minha calcinha, ficando só de saia e blusa:
- Fica olhando, Tina.
Ela aparou aquela rola enquanto eu a  encaixava na boceta e começava a descer.
Vendo minha pepequinha tão pequenina a engolir aquela piroca tão carnuda, Tina perdeu a linha:
- Caralho de rola enorme, amiga! Índio gostoso! Enche a boceta da minha amiga até o limite, seu puto!
Ela subiu no sofá e deu a boceta pro Vicentd chupar enquanto eu cavalgava. Vicente escorregou no sofá de forma que pudesse ficar deitado. Então foi possível uma deliciosa formação de foda em que eu caía de boceta na rola do meu macho, e a Tina, sentadinha no rosto do Vicente, recebia aquela língua grossa e áspera dentro da boceta. E de frente uma para a outra nos beijávamos.
Puta que o pariu...que delícia de foda!
Vicente descia pica na minha boceta quando anunciou a leitada!!!
Todos nos levantamos e, como duas bezerrinhas obedientes e sedentas por semen grosso e grudento, ficamos ajoelhadas para recebermos a carga de leite de homem.
Vicente começou a punhetar e a gozada logo veio!
Não aguentei e chamei um beijo molhado na boca da minha amiga enquanto meu macho urrava e expelia jatos fartos de semen sobre nós duas.
A porra vinha forte e se chocava contra nossos corpos quentes! Havia um cheiro de foda delicioso o ar e o som daquele leite tão grosso atingindo o chão era como uma pancada!
Foi um banho de porra!
A leitada terminou e ficamos lá...nos beijando...lavadas de semen. Fazendo companhia àquela rola que pendia ao lado...se tornando flácida aos poucos, após um orgasmo tão intenso.
Um corpo ainda sob espasmos vindos em ondas de prazer.
Um macho satisfeito.




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