"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Um sábado inteiro de sexo anal


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 18/08/17
categoria: hetero
leituras: 4453
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Era de manhã, eu havia dormido só de calcinha e ao meu lado estava Marcos. Apenas com uma de cueca preta, dormindo serenamente de barriga pra cima. Decidi acordá-lo.

Comecei a beijar seu tórax e até lamber seus peitos. Minha mão acariciou seu pau e entrou na cueca. Foi ficando duro e então Marcos despertou mexendo no meu cabelo.

- Bom dia! - falei sorrindo de um jeito safado.

Ele não me respondeu. Só me puxou com força e me beijou. Que beijo gostoso! Que boca carnuda Marcos tinha.

Me jogou de lado e eu caí de bruços. Ele subiu sobre mim, beijando meu pescoço, depois minhas costas. Ia descendo beijando mais e mais. Até chegar a curva da minha cintura. Senti seus dedos puxarem minha calcinha e deixaram meu bumbum desprotegido. Ele levou a calcinha até o meio das minhas coxas e com uma apertada na minha cintura me fez levantar a bunda. Marcos enterrou a língua no meu rabinho com gosto. Lambia com tesão e eu rebolava na sua cara. Aquela língua voraz lambuzava meu cuzinho todo. Eu já estava delirando quando ele parou, me vestiu a calcinha de volta e disse:

- Bom dia, Samantha!

Eu o olhei com os olhos raivosos. Queria perguntar por que ele tinha parado, mas entrei no jogo e disse:

- Quer tomar café?

Ele me tomou pela mão e me levou para cozinha. Parei na bancada e comecei a cortar algumas frutas. Marcos ficava atrás de mim, me encoxando, sarrando aquela vara grossa na minha bunda e mordendo meu ombro. Ele mesmo prendeu meu cabelo no alto só para morder minha orelha. Eu mal conseguia preparar o café.

Saímos dali com a tigela de frutas e fomos comer no sofá da sala.

Sentados no sofá, comemos as frutas, mas a minha boca queria mais coisa para preenchê-la. Deixei Marcos se levantar primeiro, quando ele me olhou esperando eu levantar agarrei na sua cueca e puxei pra perto. Sentada na beira do sofá, baixei a cueca e abocanhei aquela rola grossa que endureceu em segundos dentro da minha boca. Corri a boca pela cabeça, deixando molhada. Depois ia mais fundo e voltava. Marcos foi ficando mais excitado... Peguei seu pau na minha mão direita e bati uma punheta acelerada. Quando Marcos parecia já estar querendo gozar, então no auge eu parei, levantei, olhei fundo nos olhos dele e disse:

- Um a um!

Saí andando pela casa em direção ao quarto... Olhei pra trás e Marcos me seguia como um animal com fome. Parei na porta e ele me agarrou num baita beijo. Giramos como num passe de dança e eu o empurrei na cama. Tirei a calcinha e subi pra um 69. Senti a língua grossa de Marcos dar linguadas que iam do meu clitóris até meu cuzinho. Eu o masturbava e chupava a cabeça daquele pau duro. Marcos logo se concentrou no meu rabinho, e com aquela língua havida me levava ao céu.

Tirei minha bunda da sua cara e fui cavalgá-lo, virada de frente para ele. Comecei roçando minha boceta molhada no seu pau. Era como se minha pepeca beijasse toda a extensão daquela pica gostosa. Peguei o lubrificante e espalhei naquele caralho. Quando Marcos pegou nele pra encaixar na minha xota, olhei pra ele e fiz sinal negativo com a cabeça. Tomei a pica da mão dele e mirei bem no meu cuzinho. Aquele caralho melado foi entrando devagar. Mordi os lábios e deixei escorregar pra dentro. Eu estava excitada demais pra sentir qualquer tipo de dor. Parei na metade e comecei a subir e descer.

Eu coloquei as mãos sobre seus peitos e ajeitei o bumbum. Comecei a sentar com mais vontade, meu rabinho engolia tudinho e depois soltava a cada subida do meu quadril. Rebolei e quiquei naquela fara, parecendo aquelas dançarinas de funk (detalhe: sou péssima dançando hahaha), mas sentar numa vara eu sei!

Me virei de costas e continuei sentando, rebolando naquela pica quente. Meu cuzinho mastigava aquela rola e Marcos já gemia gostoso. Eu ameacei me masturbar, mas Marcos não deixou, prendendo minha mão atrás da minha cintura. Foi até bom, porque me concentrei apenas naquele anal maravilhoso.

Nenhum de nós gozou naquele momento, e mais tarde estávamos no sofá, de conchinha fingindo assistir qualquer coisa que passava na tv. Senti o pau de Marcos crescer e tocar minhas nádegas, estávamos de novo só de cueca e calcinha. Eu olhei pra ele por cima do ombro e ele enfiou a mão na minha calcinha.

- Porra, Marc. Quer me matar? – eu disse me encolhendo em arrepios.

Ele me masturbou ali, de ladinho. Eu não aguentei e arranquei minha calcinha rápido.

- Põe no meu cu de novo...

Marcos apontou a vara no meu buraquinho e forçou. Estava melado, mas não muito. Mesmo assim entrou. Marcos era cuidadoso e dessa vez me comeu lentamente, me abraçando e acariciando meus seios. Um anal bem aconchegante e carinhoso.

Então tive uma ideia idiota, mas que deu super certo. Me levantei e fui até a janela da sala. Apoiei as duas mãos no vidro e Marcos surgiu por trás de mim. Fui enrabada olhando da janela, vendo as pessoas lá em baixo passando... Ganhei arranhadas nas costas, puxões no cabelo e muita pica na bunda... Cansada, ajoelhei e chupei Marcos por uns minutos... Mas ainda não era a hora de gozar.

Quando chegamos no quarto, Marcos me jogou de pernas abertas, passou mais lubrificante e comeu meu rabo de novo. Eu comecei a endoidar e pedir pra ir mais fundo. Ele começou a bombar e eu supliquei:

- Eu posso gozar agora? Deixa eu gozar? Deixa...

Marcos tirou da minha bunda e colocou na minha xota de uma vez só. Eu gritei e o arranhei fundo, criando um belo machucado. Mas ele socou a pica na minha xana com vontade eu não aguentei, Gozei forte, levantando o corpo e fazendo cara de sofrimento. Quando cai na cama de volta estava entorpecida e trêmula. Marcos me olhava com aquele sorriso orgulhoso de me ver desfalecida mais uma vez.

Mas eu ainda queria uma última coisa. Marcos se deitou atrás de mim e eu sussurrei com as últimas forças que tinha:

- Goza dentro da minha bunda, Marc! Por favor! Goza...

Ele pegou seu pau melado e me penetrou de lado novamente. Eu só rebolava e olhava pra trás, nos seus olhos. Senti quando ele derramou aquela porra dentro do meu rabinho, apertando seu corpo contra o meu. Era tão quente, me senti preenchida. Ele tirou a pica de lá e meu cuzinho cuspia porra que caia na cama.

Quando olhei a janela já estava anoitecendo... nós nem tínhamos nem almoçado ainda... apenas nos alimentamos um do outro.

Aconselho a leitura dos contos

“Tirando o atraso com um amigo”
“Amizade depravada”
“Tomando banho com o melhor amigo”

Pois estão todos conectados com este último.

Beijinhos da Sam




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