"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Siririca no ônibus


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 21/08/17
categoria: aventura
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Quando novinha, eu ainda era uma menina inocente, ou nem tanto. Costumava viajar para visitar meus avós em alguns fins de semana e acabava voltando no domingo à noite, não era tão menininha assim, era época de ensino médio.

Um belo dia, peguei um ônibus, daqueles grandões e logo sentei lá no fundo. Odeio viajar com gente do lado. A viagem foi correndo, já era noite e ia durar uma hora e meia mais ou menos. Não havia ninguém no fundo do ônibus, somente eu.

Eu estava lá atrás, tranquila, ouvindo minhas músicas quando de repente comecei a pensar em como seria transar dentro de um ônibus. Um calor foi subindo. Eu vestia uma camiseta e uma saia franzida branquinha. Comecei a sentir um tesão gostoso, acho que o local ajudava. Escuro, com outras pessoas na parte da frente.Me excitava mais ainda.

Comecei passado a ponta dos dedos no interior das minhas coxas. Fui subindo a saia e o calor aumentava. Me acariciei até que abri as pernas de leve. Comecei a roçar a mão na calcinha, me acariciando de leve. Em poucos segundo uma mancha de molhado foi surgindo. Não aguentei e tirei a calcinha pelas pernas e enfiei na mochila. Me levantei por um instante e todos os passageiros pareciam quietos e calmos.

Sentei de volta e fui com os dedos de encontro a minha pepeca molhada. Quando encostei, cheguei a estremecer de tesão. Meu clitóris estava durinho e melado. Abri mais a perna e comecei a mexer na boceta. Dedos subindo e descendo e a respiração ficando ofegante quando escutei um barulho de passos. Me recompus com pressa, fechando as pernas e me encolhendo com a cabeça na janela. Uma senhora passou, me deu um “Oi” e foi ao banheiro. Devolvi o “Oi” com sofreguidão e fiquei ali, apertando meu próprio corpo como se quisesse sufocar todo aquele tesão.

A senhorinha saiu um pouco depois e passou, voltando pro seu lugar. Eu dei graças a Deus e já fui abrindo as pernas de novo. Enfiei a mão na boca e tirei cheia de saliva. Passei na boceta e voltei a esfregar. Eu mordia os lábios e gemia baixinho. Sentindo a pepeca bem ensopada, enfiei um dedo lá dentro e segundos depois enfiei o segundo. Quase gemi alto, mas respirei e comecei a foder minha xota. Era gostoso e ousado. Tinha que foder devagar, porque de tão melada que eu estava, aquela siririca fazia barulho. Senti uma gota daquele mel escorrer pro meu buraquinho. Fui com a outra mão e acariciei meu cuzinho, brincando na portinha.

Aquela masturbação estava alucinante, minha boceta engolia meus dedos, meu cuzinho piscava e meu corpo se contorcia na poltrona. Senti os pulsos elétricos ficarem mais fortes e então me concentrei no clitóris. Esfreguei minha boceta com força, numa siririca violenta. Toda aquela energia fluiu pra minha pepeca e eu gozei num orgasmo alucinógeno. Meus olhos se reviraram e meu corpo parecia que queria se quebrar. Eu tapei a boca pra não gemer e meus olhos lacrimejaram. Foi tão intenso e duradouro, eu tremia com aquela sensação maravilhosa, uma de minhas melhores gozadas, simplesmente inesquecível. Fiquei uns 5 minutos desfalecida na poltrona, até tirar minha calcinha da mochila e vestir de novo.




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