"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Aluna de SDM IV


autor: adriano.master
publicado em: 13/09/15
categoria: bdsm
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Passei o dia ansiosa cuidando da casa e preparando o jantar, junto com a "cachorra velha", antiga D. Emile. Cuidamos de tudo, limpamos os quartos, salas e cozinha. Preparamos o jantar e esperamos a nossa senhora, D Ana. Estávamos na sala de estar quando ouvimos um carro chegando pela alameda da casa, corremos e fomos olhar pela janela. Era o carro da D. Ana, pela janela notamos que ela estava com mais duas outras mulheres. Ela estacionou em frente a casa e entrou sozinha. Ela estava linda, só sua visão me deixava excitada. Ela olhou a casa e se dirigiu a nós. Estávamos completamente nuas, submissas e ansiosas. Não gostei, ela disse. Vão e vistam calcinha e sutiã. Regina, vá ao meu quarto e traga um pequeno chicote negro. Respondi: Sim, minha senhora. Corri para o quarto onde estavam minhas roupas, rapidamente vesti um conjunto de calcinha e sutiã. Logo depois fui ao quanto de minha senhora pegar o chicote como solicitado e voltei a sala onde ela nós esperava. Quando retornei, a cachorra velha já estava lá. Entreguei o chicote a minha senhora. Ela falou: minha irmã esta no carro com uma de suas alunas. Vocês vão trata-las com todo o respeito, as ordens delas devem ser obedecidas como se fossem minhas. Vocês vão tratar minha irmão, por senhora ou D. Mercedes e a sua aluna por senhora ou como ela preferir. Não me decepcionem, se fizerem isso, vocês vão se arrepender. Vocês entenderam? Respondemos em uníssono, sim Senhora!!!
D. Emile saiu da sala e foi em direção ao carro estacionado lá fora. Retornou depois de alguns minutos. Quando retornou estava acompanhada por sua irmã, D. Mercedes, uma mulher dos seus cinquenta e poucos anos, cabelos um poucos brancos, na altura dos ombros, um pouco acima do peso, seios grandes e pelo que eu vi por cima do vestido que ela usava, um pouco flácidos. Logo atrás dela vinha uma mulher com vinte e poucos anos, 1,78 mais ou menos, branquinha, com cabelos negros, seios fatos e rijos, pernas grossas. Ela usava um vestido negro e uma coleira, com eu e D. Emile. Logo compreendi, que ela era a aluna de D. Mercedes.
D. Mercedes, olhou pra mim e sorriu e falou, Bom Ana, pelo visto, temos uma nova aprendiz. Sim, respondeu D. Ana. Ela se dirigiu a mim, Regina, venha cá, se apresente a minha irmã. Me aproximei, e me apresentei. Me chamo Regina, minha senhora. D. Mercedes me corrigiu, não sou sua senhora, quem é sua senhora é minha irmã. Você deve me chamar de D. Mercedes. Agora, deixe-me olhar para você. Ela se aproximou de mim e me olhou da cabeça aos pés. Se vire, ela ordenou. fiz como ordenado. Ela passeou com as mãos pela minhas costas até chegar ao meu bumbum. Ela apertou meu bumbum e eu gemi, com um pouco de dor. Ela sorriu quando notou as marcas da surra com vara que D. Ana tinha me dado logo pela manhã. Ela se dirigiu a D. Ana, acho que hoje vamos nos divertir bastante. Adoro o gosto de garotinhas cheirando a leite. Você, pelas marcas que estou vendo nesta bundinha linda, já começou o aprendizado dela. D. Ana olhou para "Cachorra velha" e respondeu. Não, não comecei, foi esta inútil que começou. D. Mercedes olhou para "Cachorra velha" e disse: sim, uma grande decepção. Mas, logo ela vai ter a nossa devida atenção. Depois disto elas retornaram sua atenção para mim. Abra as pernas, ordenou D. Mercedes. Abri minhas pernas e esperei. Ela insinuou seus dedos entre minhas pernas, colocou sua mão dentro da minha calcinha e acariciou minha buceta. Ela me acariciou durante alguns tempo, depois retirou os dedos de dentro de mim e se dirigiu a sua aluna. Joana venha prova o gosto desta nova aprendiz. A aprendiz de D. Mercedes se aproximou e colocou os dedos de D. Mercedes em sua boca. Ela chupou seus dedos com bastante sensualidade. He ai? Gostou? Perguntou D. Mercedes. Joana apenas sorriu. D. Mercedes sorriu com satisfação. Bem, ela disse, agora vamos jantar, que estou morrendo de fome e riu alto. Nós encaminhamos para sala de jantar. As três mulheres sentaram e nós duas as servimos. Elas conversaram, tomaram vinho, riram juntas. Eu e a "Cachorra velha" apenas as atendemos e observamos caladas. Depois da sobremesa todas nos dirigimos ao quanto de D. Ana.
Chegando lá ela nós mandou colocar duas cadeiras no centro do quarto, onde ela e D. Mercedes se sentaram, Joana ficou ao lado de D. Mercedes. Ela mandou que eu e a "cachorra velha" nós ajoelhássemos em frente a elas. Antes de começamos temos que resolver o problema da "cachorra velha" D. Ana falou. Por mim, simplesmente eu a retiraria do nosso meio e a demitiria da faculdade, mas minha irmão disse que você mereceria uma chance. É isso que vamos decidir agora. Quais serão sua penalidades por sua afronta a minha autoridade. Agora "cachorra", eu permitirei que você fale, pondere bem suas palavras. Elas decidirão o seu destino. A "cachorra" começou a falar. Senhora, me perdoe. Eu perdi a cabeça, pensei que estava pronta, cedi ao desejo e falhei com a senhora e comigo mesmo. Sim, você falhou. Como você se sente "cachorra". Derrotada e humilhada, minha senhora. Desde que estou diante da senhora a dor é uma constante, eu falhei, fraquejei. Eu acreditei que seria capaz de caminhar sozinha, de dominar a dor, mas agora vejo, que sem a senhora não sou nada, não posso nada. Vejo que todo o tempo gasto com você não foi totalmente em vão. Acredito que você aprendeu algo. Não vamos mais perder tempo com você, temos coisas melhores a fazer. Disse D. Ana. Agora, você vai embora desta casa. Não vai participar desta noite de aprendizado e prazer. Vá embora, a partir desta data, você ficara seis meses sob a supervisão da Carla, sua antiga aluna. Suas alunas, agora respondem a ela, menos a Regina, que ficara sob minha responsabilidade. Durante estes seis meses você não participará de nenhuma reunião conosco. As vezes eu vou lhe ligar e solicitar que você realize tarefas, não falhe! Agora vá embora. Muito obrigado minha senhora, falou a "cachorra", se levantou e nós deixou.
Bem Regina, agora vou tomar um banho. Dizendo isso ela se retirou. Fiquei no quarto com as duas mulheres que me observavam. Elas não me dirigiram nenhuma palavra enquanto D. Ana não retornou. Ela voltou cheirando divinamente, usando um baby-doll de seda negro. Ela falou com a irmã. Agora, como você deseja começar? D. Mercedes, disse: sente ao meu lado, vamos assistir a Joana domar esta linda potranca. D. Emile sentou ao lado da irmã. D. Mercedes olhou para Joana e ordenou, me beije. Joana se ajoelhou em frente a ela e a beijou longamente. Depois D. Mercedes disse: vá, se divirta, faça o que você faz de melhor. Obrigado minha senhora, Joana respondeu. Ela retirou o vestido e o sutiã, ficando apenas de calcinha rosa. Foi em direção ao armário de D. Ana e retirou uma pequena vara e veio em minha direção sorrindo. Se vire, coloque as mãos sobre a cabeça, ordenou. Me virei e coloque as mãos sobre a cabeça. Zapt, sem nenhum aviso ela começou a surra com vara, em minhas costs, eu gemi de dor. Aaaaaar. Zapt, zapt, zapt, zapt... ela continuava me acoitando em silêncio. Não aguentei e cai no chão. Ela sem nenhuma paixão na voz, ordenou: levante, volte a posição, não terminei!!! Não aguentava de dor, minhas pernas tremiam, fora rápido demais. Falei, desculpe, senhora, não consigo levantar. Ela veio em minha direção e me acoitou novamente com a vara. Foram duas varadas em minha bundinha. Levante! Ela ordenou. Reuni forças e levantei. Voltei a posição com as mãos na cabeça. Agora, vou começar de novo. Você deve contar e agradecer. Ela mudou os açoites para minha bunda. Zapt, um, obrigado senhora, zapt, dois ,obrigado senhora, zapt, três, obrigado senhora, zapt, quatro , obrigado senhora, zapt, cinco , obrigado senhora,... quando chegou a oito, fui ao chão novamente. Ela veio em minha direção com a vara. Pedi, por favor, por favor, senhora, um minuto. Ela olhou para D. Mercedes que fez um sinal com a cabeça. Ela aguardou. Fiquei no chão alguns minutos e levantei.
Ela se aproximou e esperei ela recomeçar, mas para minha surpresa, senti suas mãos em minha bunda. Ela passava levemente as mãos em minha bunda. Abra as pernas ordenou. Abri as pernas e senti seus dedos me invadindo. Ela colou primeiro um, depois dois dedos em minha vagina e começou a me penetrar com os dedos, entrando e saindo de dentro de mim. Depois de alguns minutos, eu já estava toda melada. Ela me segurou pelo ombros e me virou em direção a minha senhora e sua irmã. D. Mercedes estava claramente excitada, apertando a xoxota com as pernas, D. Ana, parecia impassível. Por incrível que pareça, fiquei decepcionada. Joana, disse: pegue aquela cadeira e coloque aqui. Coloquei a cadeira no lugar que ela disse. Joana foi em direção ao armário e trocou a vara por uma pequena palmatória de madeira. Ela sentou na cadeira e me mandou ajoelhar a sua frente. Me ajoelhei, ela segurou meu cabelo e levou minha cabeça em sua direção, começamos a nós beijar, ela beijava, com fúria, ela parecia querer me consumir. Me entreguei totalmente. Ela ainda segurando meus cabelos, direcionou minha cabeça para seus fartos e rijos. Amei senti a língua naqueles seios, passava a língua com fome, queria ter duas bocas para abocanhar os dois ao mesmo tempo. Sugava, sugava, sugava, estava ficando louca. Mordi os bicos, ela gritou. Puxou meus cabelos, e me esbofeteou com força. Me chamou de puta uma única vez e novamente me esbofeteou. Depois levou novamente meus lábios aos seus seios. Agora eu sabia o que era permitido e o que não. Incrível, que mesmo nesta loucura, ela não perdia a cabeça. Eu ao contrário, estava completamente alucinada. Ah volta a aqueles seios, maravilha, língua com bico, beijar, sugar, sugar... loucura. No meio de tudo, ouvi a voz de D. Mercedes, Joana, estou pronta, venha com a potranca me dar prazer. Ela se levantou, me pegou pela mão e me conduziu em direção a sua senhora. D. Emile se levantou, a ajudamos a retirar sua roupa. Ela ficou completamente nua. Ela cheirava a tesão, sua buceta esta encharcada. Ela parecia pronta pra explodir, como eu. Ela sentou e mandou que nós duas a chupassemos ao mesmo tempo. Nós ajoelhamos e começamos a chupar aquela buceta encharcada. Era uma delicia chupar uma buceta ao mesmo tempo com outra mulher, foi gostoso, o gosto da buceta, a briga de língua com língua com a Joana, nós duas competindo pela buceta. Depois de alguns minutos D. Mercedes disse: Joana vem me beijar... estou quase gozando. Joana levantou e ficou beijando D. Mercedes enquanto chupava sua buceta. Depois de algum tempo ela gozou em minha boca, ela segurou minha cabeça e empurrou contra sua buceta enquanto gozava. Quase sufoquei com a violência do seu gozo.
Depois do gozo da irmã, D. Ana mandou que eu ficasse ao seu lado. Ela ficou me acariciando enquanto sua irmã se recuperava. Depois de alguns minutos D. Mercedes se dirigiu a mim. Você é uma beleza de potranca novinha. Acho que de vez em quando vou solicitar sua presença em minha casa. Respondi, sim senhora, se assim for o desejo de minha senhora. D. Ana me mandou levantar, fez o mesmo com Joana. Agora se beijem. Começamos a nós beijar, foi bom retornar a busca daquela boca. Nós beijamos longamente. D. Ana se aproximou e começou a me beijar, depois beijou Joana. E todo tempo nós acariciava, tocava, apertava. Deitem na cama, ela ordenou. Claro que fizemos o que ela desejava. Joana sente na cama e abra as pernas. Regina deite entre as pernas de Joana e chupe a buceta dela. Fiz como ordenado, me deitei e comecei a chupar, aquela xoxota gostosa. Passava minha língua de cima a baixo. Que cheiro e sabor gostoso. Chupava e chupava, beijava. D. Ana aproveitou que eu estava deitada com a bunda pra cima e começou a dar palmadas com força. Joana, começou a ficar excitada. Falava, chupa, chupa, essa buceta tesuda. D. Ana parou de me bater e começou a beijar Joana. As duas se beijavam com fome, faziam briga de língua. Depois de um tempo foi em direção aos seios de Joana. Ela os chupou, beijou e mordeu com força. Ao contrário do que aconteceu comigo, ela não reagiu, simplesmente urrou de dor. D. Ana sorriu e foi em direção a cadeira onde Joana antes estava sentada. Lá ela pegou a palmatória do qual eu havia esquecido. Ela mandou Joana deitar ao meu lado, ficamos com nossas bunda pra cima. D. Ana começou por mim. Deu uma, duas, três palmadas com a palmatória. Depois era a vez de Joana sofrer com sua atenção. Se beijem, não parem até que eu mande, D. Ana ordenou. Ela nós deu mais uma sessão de palmadas. Depois mandou que eu me virasse, e ordenou que Joana me chupasse. Depois veio em direção ao meu rosto com sua xoxota gostosa. Ela colocou a buceta próxima a minha cara e comecei a chupar. Estava ficando louca, Joana me chupava divinamente, com certeza ela tinha muita experiência em satisfazer D. Mercedes. E eu comecei a beijar a buceta de D. Ana, comecei lentamente, não acreditava no que estava acontecendo. Adorei senti o gosto, senti a pele macia, sem pelos, a buceta mais linda que já tinha visto. Meu deus, como minha vida tinha mudado tão rapidamente. Queria esfregar minha face naquela buceta, fazer minha senhora gozar, queria demonstrar toda vontade que eu tinha de ser comida por ela. Ela fazia movimentos de vai e vem. Eu buscava com fome aquela buceta. Enfiava minha língua com gosto naquela gruta que transbordava com gosto de sexo. Chupar, beijar, enfiar a língua, eu não pensava em outra coisa. E Joana me chupando, enlouqueci e gozei. D. Ana se abaixou e me beijou, me chamando de gostosa. Sorri.
D. Ana se levantou. E procurou os beijos de Joana. As duas se atracaram, boca com boca, seios com seios, buceta com buceta. As duas se entregaram ao prazer. D. Ana beijava e ao mesmo tempo enfiava os dedos na buceta de Joana. Elas urravam de prazer, gemiam, gritavam palavras desconexas. D. Ana buscou a buceta de Joana e elas começaram um sessenta e nove de excitar até os santos. Joana chegou ao climax com a língua de D. Ana em sua buceta.
D. Ana não estava saciada e veio em minha direção, começou a beijar meu pescoço lentamente, beijos lentos e sucessivos, mordeu minha orelha. Fiquei arrepiada. Não tinha como resistir a ela, na realidade queria me entregar totalmente. Eu era dela, ela me possuía totalmente. Ela afastou o rosto, segurou meus cabelos com força e levou minha boca em direção a sua. Nós beijamos longamente, boca com boca, sua língua passeava na boca. Ela afastou sua boca da minha e começou a morder meus lábios com força. Eu gemia de prazer. Ela deitou sobre mim, e continuou a me beijar a boca. Ela se levantou e se ajoelhou na cama. Segurou meus braços e me levou para junto dela. Ela me beijava e beijava. Ela dirigiu suas mão para minha bunda, ela acariciava e apertava. A quem você pertence? ela perguntou. A senhora, respondi. Quem pode beijar essa boca? A senhora! Ela deu uma palmada forte em minha bunda. De quem é essa bundinha? Sua, minha senhora. Ela bateu mais forte ainda. Você gosta de apanhar? Sim, minha senhora. Ela me deitou e levou sua boca em direção aos meus seios. Ela beijou os bicos rijos. Mordeu e chupou o quanto quis. Depois desceu em direção a minha buceta. Ela começou devagar, dando beijos de leve. Depois abriu a boca e cobriu toda a minha xaninha com sua boca deliciosa. Ela parou, e voltou sua atenção a minha boca e voltou a me beijar, enquanto enfiava seus dedos em minha buceta melada. Ela continuou assim por alguns minutos. Depois me colocou de quatro. Notei que a Joana estava novamente dando atenção a D. Mercedes, as duas estavam novamente se beijando. Não pude prestar muita atenção, pois a minha senhora retornou com um cinto fino e começou a acoitar a minha bundinha. Ela acoitava um lado, depois o outro. Eu gemia de dor. Ela se ajoelhou na cama por trás de mim. Me agarrou e me levou em sua direção. Ela me beijava o pescoço, acariciava meus seios com uma mão e com a outra brincava com meu grelinho. Ela perguntou: está gostando putinha? Respondi que sim. De quem é essa buceta, ela perguntou. Sua,só sua minha senhora. Respondi. Ela segurou meus cabelos com força e disse abra a boca. Abri, ela direcionou os dedos melados com meu suco para minha boca e ordenou, Chupa!!! Adorei ser dominada daquele jeito. Chupei e chupei os dedos com o gosto da minha buceta. Ela tirou os dedos de minha boca, pegou minha mão e levou em direção a minha buceta. Se acaricia! Ela ordenou. Comecei a me masturbar, enquanto ela continuava a me beijar e acariciar meus seios. Ela me jogou de costas na cama e começou novamente a me chupar. Ela abriu meus pequenos lábios e enfiou a língua. Ela chupava, chupava, chupava. .. Tremi e mais uma vez gozei.
Ela não me deixou nem me recuperar deste gozo. Se levantou, foi em direção ao criado mudo, retirou um consolo grande e grosso e o colocou amarrado na cintura. Voltou para cama, colocou um travesseiro em baixo de mim, para levantar minha xaninha. Se posicionou entre em minha pernas e enfiou o consolo. Ela se agarrou com força em mim enquanto me penetrava, beijava meu rosto e minha boca. Ela se segurou minha pernas no alto e me mandou acariciar minha buceta enquanto ela continuava me fudendo. Ela enfiava, eu gemia, essa era nossa dança sincronizada pelos deuses. Ela aumentou a velocidade com que me fudia, se deitou sobre mim e me agarrou com força, ela metia, e metia... aquilo parecia não acabar mais. Ela se virou em me posicionou por cima dela. Ordenou: cavalga, cavalga... como uma potranca no cio. Eu subia e descia naquele consolo, que me rasgava as entranhas. De relançe notei que D. Mercedes e a Joana estavam neste momento em um sessenta e nove de enlouquecer. D. Ana começou a esmagar meus seios com uma mão e acariciar meu grelinho com a outra. Eu urrava alto e ela gostava. Notei que ela começa a se excitar bastante. Comecei a rebolar e fuder com força, estava louca e minha senhora me acompanha dizendo. Fode, minha gostosinha. Da a buceta pra sua senhora. Fode gostoso. Ela segurou o meus rosto com as duas mãos e levou a minha boca em direção. Beijei profundamente, enquanto cavalgava o mastro da minha senhora. Ela se levantou um pouco e ficou sentada. Coloque minha pernas ao seu redor, ela colocou suas mãos embaixo da minha bunda, começou a chupar meus seios com força e recomecei a cavalgar. Ela começou novamente a dar palmadas com força em minha bunda, tudo aquilo era maravilhoso. Ficamos assim durante algum tempo. Ela me levantou, foi novamente em direção ao criado mudo. Retirou um pequeno fracos, me colocou de quatro e começou a passar o conteúdo do frasco no meu rabinho. Me deu algumas palmadas na bunda e perguntou. Esta gostando? Minha potranquinha? Sim, minha senhora. Ela sorriu e disse: Boa garota. Boas garotas são obedientes. Boas garotas fazem o que suas senhoras mandam. Você é uma boa garota? Sou uma boa garota!!! Respondi. Assim que eu gosto, obediente e submissa, ela disse. Depois disso deu mais algumas palmadas em minha bunda e aproximou o rosto de minha bundinha e começou a passa a língua no meu rabinho. Foi estranho no começo, mas logo comecei a relaxar e sentir prazer com a língua da minha senhora na minha bundinha. Ela parou, se posicionou por trás de mim e enfiou o consolo na minha xaninha, eu louca como estava, empurrei com força e engoli todo aquele cacete com minha bucetinha encharcada. Minha senhora me fudia com força, mais e mais... Ela dava palmada em minha bunda e me penetrava. Ela me segurou pelos ombros e aumentou o ritmo de penetração, eu tremia, com minha senhora por cima de mim. Logo ela começou a acariciar meu rabinho com um dedo. Logo foram dois. Estava louca, mas conseguir notar que D. Mercedes e Joana chegavam ao clímax. Minha senhora, retirou o consolo da minha xaninha, pegou o frasco que tinha retirado do criado mudo e passou novamente em meu rabinho. Ela se deitou de costa, com o consolo direcionado para cima e disse. Agora minha putinha, eu vou comer o seu rabinho. Senta aqui, no cacete da sua dona. Nem pensei em reclamar, só em fazer como ordenado. De costa para ela, segurei o consolo, e o direcionei para o meu rabinho, fui sentando letamente naquele cacete grosso. Ela colocou as mãos em minha cintura e fui me ajudando a me posicionar. Apesar da uma ajuda, não consegui encaixar aquele cacete no meu rabo. Ela me mandou deitar de bruços, colocou dois travesseiros embaixo de mim para deixar meu rabo bem empinado. Ela se posicionou por trás e começou a encaixar o consolo, primeiro a cabeça, ela colocou lentamente. Parou e esperou. Me sentia arrombada, aquele cacete enorme em meu burraquinho. Tentei relaxar, se aquilo dava prazer a minha senhora, não importava a dor. Só o prazer dela era importante pra mim naquele momento. Lentamente ela começou a enfiar o resto. Engoli todo aquele consolo com meu rabo e ela iniciou a foda do meu rabinho. Entrando e saindo, a dor era intensa, eu urrava. Ela perguntou se eu queria que ela tirasse. Respondi: Não, eu aguento, eu quero que a senhora goze no meu rabo. Ela ficou louca. E acelerou a penetração. Me chamando de gostosa, potranca, putinha, o cheiro de sexo tomava conta de tudo. Minha perna começou a tremer, não era mais dona de mim. O cacete de D. Ana estava enterrado no meu rabo. Ela se deitou sobre mim, segurou minhas mãos com a suas e me penetrou freneticamente. Gozei, gozei... e gozei. Ela saiu de dentro de mim. Se deitou ao meu lado e chamou a Joana para chupa-la. Juana ficou entre suas pernas e chupou minha senhora, enquanto nós beijamos. Só assim minha senhora chegou ao orgasmo.
Dormi com D. Ana no seu quarto. D. Mercedes e Joana ficaram no quarto de hospede. Logo pela manhã elas foram embora, mas não antes de D. Mercedes me dar um longo e demorado beijo e dizer que me esperava em sua casa. Por volta das Oito, D. Ana foi trabalhar, mas avisou que voltava ao meio dia. Fiquei pensando nas loucuras que tinham acontecido comigo. No relacionamento com mulheres, no sexo, na dor. Principalmente na dor. Depois do sexo a dor tomou conta do meu corpo. Comecei a ter dúvidas sobre tudo. Ao meio dia D. Ana chegou, almoçamos e ela pediu a um dos seus motoristas para me levar para casa. Na despedida ela disse: Nós vemos daqui a duas semanas. Tímida, perguntei se poderia fazer uma pergunta. D. Ana me olhou inquisitiva e respondeu que sim. Perguntei como ela tinha certeza que eu compareceria ao encontro? Ela sorriu e perguntou: Regina, você sentiu dor? Respondi que sim. Apenas dor? Ela questionou. Não, também senti muito prazer. Ela falou, Regina, tudo o que você viveu este fim de semana, lhe deu dor e prazer mas, vai além disso. Você ainda não compreende que existem outras coisas, coisas que não estão claras para você. Existem motivações para você retornar que você ainda desconhece. Você vai retornar porque a liberdade muitas vezes é uma farsa. Somos prisioneiros de nossos desejos e imperfeições, você é! Eu também sou. Existe aprendizado em percorrer o caminho muito mais do que simplesmente chegar ao fim dele. Eu escolhi você como minha aluna pessoal, porque acredito que você será um dia capaz de compreender. Não são simplesmente a dor, ou prazer que trouxeram você aqui, eles podem ser encontrados, em outros lugares, em outras formas. O que vai fazer voltar é o desejo de saciar algo maior que você traz dentro de você. Ela me beijou e nos despedimos. Durante a viajem de volta para casa só pensava em nunca mais voltar.




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