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Minha amiga trans me deu na festa!!!


autor: Historiador
publicado em: 30/08/17
categoria: hetero
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25 de agosto, sexta passada.

O cenário era uma festa, calourada muito louca. Não sou muito de estar nesses lugares, mas eu tinha um bom motivo. Aliás, um gostoso motivo: Flávia, uma "amiguinha" com quem sempre soltei faíscas estando perto.
Sempre muito "carinhosa", ela me cheirava e beijava muito ao me ver e eu retribuia com um pouco mais de.moderação - eu faço o tipo falso tímido, e ela saca minha máscara.
Naquele dia não foi diferente. Eu estava muito simples, bermuda, camisa e chinelo; ela também, com camiseta, sem sutiã deixando seus pequenos seios livres, e de shortinho curto. Ela é magra, alta, branca, cabelos curtos e pretos é muito simpática. 22 anos... diferente de mim, negão, baixo, antipático com quem não conheço e forte.

Nos beijamos o pescoço ao nos encontrarmos e ficamos conversando no ouvidinho... dizia safadamente que tava com muita vontade de beijar e eu nem hesitei em molhar os lábios em sua frente... ela mordeu os próprios lábios e tenho certeza que ambos estavámos com água na boca e naquela encarada vimos quem tomava primeiro a atitude... agarrei sua cintura com força e encostei seu corpo no meu, sentindo seus peitinhos macios e atrevidos. Algumas pessoas notaram, acho, porque não parecia um "fica" comum, estávamos fazendo muita hora pra beijar, coisa que muitos fazem em segundos... e então eu levantei minha boca até aquela boquinha de veludo e macia e o gostoso foi que as línguas transaram primeiro que os lábios. Sua língua era quente, como o resto da boca,como sua respiração... ela agarrou minha bunda e com 30 segundos de beijo a pulsão sexual era tamanha que nós dois estávamos excitados e sentindo a excitação do outro num clímax foda. As poucas luzes que tinham ficaram ainda mais escassas ainda e começou o tal do apagão, quando tudo fica escuro e o bacanal rola sem limites.

Não hesitei, coloquei a mão dentro do short de Flávia e agarrei sua bunda sentindo também a calcinha da minha safadinha... ela abriu o short pra me ajudar e foi aí que toquei bastante nela mesmo... ela se contorcia na minha pegada, quando eu enfiei a mão dentro da calcinha e senti com meus dedos seu cu ela gemeu e percebi que a parte da frente também se animara... eu adoro mulher, de rôla ou de buceta, tanto faz, então tratei de agarrar aquele cacete e dar leves apertadinhas enquanto cutucava sua rodinha. Ela melava a calcinha de tesão. Minha rôla tava sufocada na bermuda.

Saímos dali rapidamente, mas praticamente transando enquanto andávamos e achamos um espaço vazio entre as árvores... ótimo, porque as luzes reacenderam e pudemos continuar nosso quebra. Tirei seu short e ela minha bermuda, e começamos a nos masturbar. Como sou loucao por fazer sexo oral, já saquei uma das minhas camisinhas, pus nela e desci pra mamar aquele pintão branco. Ela dizia que o grelo dela e ria, mas porra... puta grelo hein kkk, uns 14cm, não muito grosso e lisinho. Não tratei muito de fazer charminho passando linguinha na cabeça e etecetera... fui logo ao boquete forte, até porque com camisinha a sensibilidade é reduzida e queria que ela gostasse da minha boca... meus lábios roçavam e pressionavam aquele tronco lindo e Flavia suspirava quando a cabeçinha era agredida pelos movimentos frenéticos da minha língua. Assim minha boca se enchia d'água com aquele banquete delicioso. Quem já pegou trans sabe, elas demoram um pouco mais de tempo a gozar que os homens cis e isso de maneira nenhuma era problema pra mim... me deliciava com o pau da gostosa, meu único lamento era que não tava confiante em chupar ela sem camisinha, queria muito sentir a textura da rôla lisinha dela e as gotas de leite quente da puta.

Flávia segurava minha cabeça e puxava, pondo o pau lá dentro... e eu me concentrava pra não engasgar... muito gostoso, muita língua. Foda-se! Tirei a camisinha dela, e comecei a punhetar ela chupando seu cacho... ela se desesperou, acho que fiz o movimento certo pois ela anunciou o gozo com a voz trêmula e encheu minha boca de leite gostoso. Queria muito engolir, mas cuspi por segurança. No que estava agachado levantei e já pus outra camisinha em mim, agarrei os cabelos de Flavia e soquei minha vara na sua boca. Acho que nossas rôlas são do mesmo tamanho, mas a minha é mais grossa visivelmente. Amei sentir ela pagando boquete gostoso agachadinha e logo pedi o rabinho dela. Sorte dela que ela tinha um gelzinho (safada hein, não me engano). Depois de deixar meu piru melado ela virou o rabo pra mim e mandou eu botar devagarzinho que ela é muito acochadinha.

Se fudeu! Virei ela de frente pra mim e a suspendi colocando as dobras das suas pernas nos meus braços. Ela é levinha... então encostei suas costas numa árvore pra dar apoio e posicionei minha vara na borda da sua rodinha, forçando logo em seguida nela. De fato ela era acochada! Me apertava muito quando eu dava uma estocada mais funda que a outra, além de gemer feito uma virgem. Quando mais na metade já tinha passado mantive dentro e senti seu relaxamento. Dei um beijo romântico nela e senti sua boca tremer e sair um gemido exagerado quando botei o resto todo duma vez e com força passei a violar sua rodinha fechada. Uma lágrima desceu e tirei o cacete de dentro dela. Pus ela de pé e antes de dar mais paulada massageei seu anel por fora até ela tirar o semblante de dor. A segunda pirocada foi muito melhor! Comi ela em pé, pegando nos seus peitinhos com as mãos embaixo da camiseta. Adorei ver aquele bumbunzinho pequeno se abrir e empinar pra mim e quando disse que ia gozar ela começou a rebolar gostoso e assim esporrei muita porra dentro, ô delícia de cu quente!

Depois de tirar o pau gozado com a camisinha, nos beijamos mais e procuramos um banheiro feminino pra ela ir se lavar e depois fui num também. Nos despedimos e voltei pra casa ainda pensando na minha amiguinha. Já Flávia voltou pra dançar e o que mais ela quisesse fazer, afinal mulher independente faz assim.



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