"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Estupro coletivo


autor: Kate
publicado em: 30/08/17
categoria: grupal
leituras: 4270
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Era noite de sexta-feira e eu estava animada pra ir ao show de uma banda sertaneja muito famosa, combinei um mês antes com a Fernanda e a Maria Eduarda, (a Madu como eu a chamava).

Por volta das 20:30 saí de casa, estava com um conjunto de saia e cropedd salmon, deixando a mostra a tatuagem de um dragão que eu tenho do lado direito da costela e um salto médio. Fernanda por morar mais próximo de mim já me esperava em frente a sua casa, entrando no taxi em seguida. Mandei uma mensagem pra Madu avisando nossa chegada e pedir que nos esperasse em frente a sua casa. E assim foi. Fernanda usava um mine vestido preto, cá entre nós, eu estava cheia de vontade de tirar sua roupa e fazer amor gostoso com ela como sempre fazíamos. Madu, por sua vez usava um decotado vestido azul, não muito curto, porém ficou linda. Realçava o tamanho da sua bunda que era enorme.

Todas lindas e exuberantes chamamos logo a atenção de muitos quando descemos do táxi. Mas não fomos ali pra ficar com alguém ou algo do tipo. Apenas iríamos assistir o show e seguir pra casa da Madu, pois seus pais haviam saido e só retornariam no domingo portanto passaríamos a noite lá. Por cerca de uma hora e meia ficamos no barzinho bem em frente ao local do show. Optamos por beber uma cervejinha bem suave e não misturar com outras pra não ficarmos bêbada. Conversamos e bebemos até a hora do show. Cercada de olhares fomos pra área vip, faltara ainda 30 minutos mais ou menos pros cantores sertanejo entrarem, enquanto isso o funk rolava solto. Madu rebolava sua rabeta em mim e íamos até o chão, Fernanda mais na dela apenas segurava minha cintura me puxando pra junto dela. A alegria causada pelo efeito da cerveja já era notada, uma vez que eu e Fernanda já tínhamos nos beijado ali, deixando Madu com vontade também. Aos olhos dos outros parecíamos 3 garotas loucas e muito íntimas.

Emfim o show principal começa, mais cerveja nos é servida. Num grau elevado de bom humor mas não bêbadas cantávamos, gritavamos e nos abraçavamos. Fazia muito tempo que nós não nos divertíamos assim. Aproveitamos o máximo, e exaustas depois do show. Por volta de 00:15 mais ou menos, chamamos um táxi, que demorara uma eternidade pra chegar devido o trânsito, algumas ruas estavam interditadas e o trânsito não estava tramitando muito. Se passaram aproximadamente 20 min e nada. Fomos até o barzinho próximo dali, pedimos mais uma cerveja e nada da porra do táxi chegar causando-nos um extresse repentino. Entediadas pela espera, resolvemos caminhar até a rua principal na esperança de encontrar um táxi disponível, pois todos os que estavam ali perto já estavam ocupados.

Rua quase deserta e sem movimento, quase uma da manhã e três garotas aparentemente bêbadas sozinhas na rua a mercê de tudo praticamente. Continuamos a caminhar quando para do nosso lado uma van de cor preta e descem 5 homens armados nos obrigando a entrar. Estavam todos de bone e não conseguiamos ver seus rostos, mas eram homens grandes, aparentemente malhados e de uma força que nenhuma de nós três seríamos capazes de resistir. Pra sorte deles e pro nosso azar ninguém apareceu nessa hora. Minha vontade era de gritar e pedir ajuda, mas de imediato já me fora ordenado pra não fazer nenhuma besteira, tanto eu como Fer e Madu. Já na van completamente escura eles nos vendaram aumemtando mais nossa aflição por não saber o que exatamente era o pior, quem eram aqueles homens? As lágrimas constante saiam de meus olhos e bem próximo de mim eu escutava o soluçar do choro das minha amigas. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi a morte. Imaginei a aflição dos meus pais, pensei nas meninas. Meu corpo se tomou por um grande nervoso que eu me tremia toda.

Já estávamos uma meia hora na van quando eu já não ouvia mais o barulho dos outros carros e buzinas. Pelo balançar do carro eu presumia que estivéssemos em uma estrada de terra sem pavimentação nenhuma. Meu desespero era incontrolávelmente maior porque eu me dava certeza que eles iriam nos matar e nos jogar no mato e nós nunca seríamos encontradas. Eu a todo instante assim como as meninas perguntávamos:
_Quem são vocês, o que vocês querem?
Mas o silêncio entre eles se prevalecia. Presumi então que eles seriam de uma seita e que fariam um ritual com a gente. Ou que nos estuprariam e depois nos matariam. Depois de uns 15 min a mais a velocidade do carro foi reduzida e eu ouvi um barulho de portão se abrindo. Sim... Era um barulho de um portão se abrindo. -Mas onde eu estava? Me perguntei aflita.
Parando o carro, um deles tira os meus sapatos e creio que das meninas também fora tirado, então um deles fala:
"Desçam do carro, vocês serão conduzidas até um local onde iram tomar um banho e assim que saírem do banheiro batam na porta do quarto que eu lhes darei uma ordem"
_Eu não vou pra lugar nenhum (Fernanda disse)
_Nem eu! (Madu)
_Muito menos eu!
Falei com a voz trêmula e tomada pelo choro.
Em silêncio um deles me carregou e eu me esperneava e gritava. Madu e Fernanda também gritaram, imaginei que fizeram o mesmo com elas....
_Não adianta vocês gritarem. Ninguém poderá lhes ouvirem aqui. Sejam boazinhas e ninguém irá se machucar...
Disse um deles com a maior frieza do universo. Aquilo era angustiante. No quarto onde nos colocaram fomos pro banheiro tomar banho assim como nos fora ordenado. Nos abraçamos fortemente e com lágrimas incontinentes saindo de nossos olhos sorrimos felizes pelo fatos de vermos que todas nós estávamos vivas e sem nenhum arranhão. Madu ligou a ducha e uma água morna caiu, pegando em nossos braços ela de uma certa forma tentava nos acalmar, mas eram quase impossível, entramos em baixo do chuveiro completamente nuas e sentíamos aquela água morna em nossas entranhas nos "relaxar" se fora possível naquela situação. Tudo era tão organizado, não havia se quer um grão de areia no chão.

Depois de um tempo incalculável saímos do banheiro e ao abrirmos a porta haviam três roupões pretos pendurando em um cabide invernizado de madeira que ficara no canto do quarto, nossas roupas já não estavam em cima de uma mesa de vidro fume que ficava há uns 6 metros de uma cama muito grande e de cabeceira de um aparentemente ferro escuro com uma aparência de design antigo. Tudo muito organizado e os lençóis de cama impecavelmente cheirosos porém todos pretos....
_Isso é muito sinistro, que espécie de indivíduo se adapta ao preto como se vivesse na escuridão? Indagou Fernanda.
_Acho que isso é uma seita. Vão nos matar.... Disse eu ao prantos novamente.
Madu tentou se mater calma pra nos ajudar a manter a cabeça "no lugar" e a não pensar no pior.

Por uma pequena janela ao lado da porta foram deixado uma bandeja com sucos, frutas, biscoitos, barras de cereais e um pacote com escovas de dentes e creme dental. Aqueles filhos da mãe já tinham premeditado aquilo? Ou será que nós éramos só mais uma de suas vítimas? Ou eles eram psicopatas assassinos? Incertas de tudo comemos e escovamos nossos dentes. Já na cama e cansada pegamos no sono, pra ser mais certa, desmaiamos. Acordamos 8 da manhã, a mesa preparada com um café da manhã digno de pães fresquinhos, queijos, suco, frutas e geléias. Pelo menos não éramos mal tratadas e comíamos do bom e do melhor além de desfrutar de bons produtos de higiene, lençóis e roupões limpos. Em baixo da bandeja sob a mesa estava um bilhete...
"Depois do café, façam suas higienes, coloquem a venda e esperem na cama"
Eu disse...
_Chegou o dia meninas, vamos morrer hoje.
Logo a Madu diz me abraçando:
Calma amor, não vão fazer isso. Talvez já nos deixem ir pra casa.
Tiramos os roupões e fomos tomar banho e escovar os dentes. Eles são tão exigentes que querem nos matar cheirosas? Ou vão nos estuprar antes de jogar nosso corpo em um matagal? Milhões de coisas passaram-se em nossas cabeças, tomamos um bom banho, colocamos os roupões já substituídos por outros e fomos pra cama. Na parede ao lado da porta havia um relógio, aquele tic tac era angustiante, eles calculavam em que horas agir, eles tinham e mantiveram o controle de absolutamente tudo deixando-nos a mercê do pior que seria uma morte lenta e brutal ou o melhor que seria a notícia de irmos pra casa. Mas eles não nos raptaram a toa só pra nos alimentar com essas coisas deliosas e usufruir de um mero luxo nos oferecido. Eles iriam tentar algo sim e só nos restava obeceder. Afinal de contas eles possuíam armas, mais um motivo pra nos afligir e achar que iríamos morrer com alguns tiros na cabeça.

15 minutos depois a porta do quarto se abre. E nós vendadas não podíamos ver a não ser ouvir o que se passava. Não ouvi passos e presumi que quem abriu a porta provavelmente estaria descalço. Depois de uns 20 segundos a porta se fecha. Eu gelei! Meu olhos se esvaiavam em lágrimas e minhas amigas desesperadas choravam também no intuito de fazer com que eles se sensibilizássem e nos liberassem...
_Por favor moço, nos solte, nós prometemos não denunciar, não vamos contar ao nossos pais. Mas por Deus nos deixe ir embora... Disse eu suplicando
Mas eu só conseguia ouvir o choro das meninas. O silêncio deles me causava ódio e desespero pela frieza como agiam. Nós não éramos nenhuma puta apesar de estar usando roupas curtas no dia do rapto. Nunca brigamos com alguém, possivelmente não tínhamos inimigos. Mas por que alguém nos queria causar algum mal? Por sermos bonitas? Ou por colocar uma roupa ousada que possivelmente instigasse suas imaginações?

Um deles passou a mão em meus cabelos molhados e eu gritei:
_Não toca em mim!
Mas lembrei do revólver que eles possuíam. Eu implorava pra não fazerem nada e tudo era em vão. Colocaram-nos deitadas uma do lado da outra na cama e o silêncio se prevalecia até que eu ouvir a porta se abrir. Presumi mais uma vez que eles foram embora. Amém! Estamos inteiras. Minutos depois a porta se abre e ouvimos um barulho aproximadamente vindo de perto do cabide no cantinho do quarto. Em uma conversa entre eles eu puder perceber seu português politicamente correto e a gentileza com que um travava o outro. Todos eram muito educados e aparentemente bem estudados. Decidimos ser boazinhas com eles desde que não houvesse nenhum ato sem o nosso consentimento. Não iríamos ceder absolutamente nada pra eles. Até por que não sabíamos quem eram e muito menos víamos seus rostos. Me dava odio em não saber de nada e eles saberem de tudo e de cada detalhe de seus planos. Desejei mais que tudo ter o poder de ler a mente de cada um, mas era impossível.

Ordenadas a ficar caladas, nossos roupões fora tirados. A vergonha estava em cada respiraçao minha. Sabia que minhas amigas estava passando a mesma humilhação que eu de ficar sendo observada por desconhecidos que tinham em mente sabe-se lá o que. Eram piscipatas, tarados e aparecidos do inferno pra fazer tamanha maldade com a gente. Apesar de não nos machucarem era maldade sim o fato de nos pegar no meio na rua e nos obrigar com uma arma apontada pra barriga a entrar em um carro. O tic tac do relógio se misturava nos soluços que soltavamos. Minha voz já nem saia quase, assim como eu, minhas amigas já estavam começando a ficar rouca. Pelo pedido de socorro de Madu eu sabia que ela fora tirada da cama, e por ser uma cama muito grande Fernanda estava meio afastada de mim. Eu chorava muito, era a única coisa que eu podia fazer. Senti então uma espécie de objeto massageador nos meus. Era um objeto gelado, porém vibrava. Eram que nem bolinhas de gudes se movimentando. E com toda suavidade, aquele sequestrador ou maníaco eu sei lá, fora massageando todo o meu corpo me deixando absolutamente relaxada. Notei que a Madu e a Fer estavam em silêncio também. Ele passara esse massageador nos meus seios, mas sem tocar nos biquínhos, descia pra minha barriga e passava levemente na minha buceta. Eu em nenhum momento daquele instante pensei em ceder e abrir minhas pernas pra desfrutar mais daquela massagem. Me mantive firme e segura de que não iria fazer nada com um fdp maldoso e tarado. Me virando de bruços e já bem relaxada ele inicia uma massagem nas minhas costas me causando um possível tesão que eu não queria admitir pra mim mesma estar sentindo, aquele objeto logo se deu lugar a uma língua gelada que tocou minha nuca e me fez sentir o cheiro de tequila ou whisky bem gelado. Eu me mantive firme! Aquele fdp beijava toda minhas costas e baixava pras minhas pernas até meus pés, voltava a subir e mordiscava minhas nádegas. Pegou uma pedra de gelo e com sua boca passou no meu cuzinho. Suspirei! Uma respiração profunda e um arrepio surgiram eu segurei o lençol da cama com força, mas tentava resistir a tudo aquilo.

Ouvia vez ou outra a respiração de Fernanda e mais no fundo um "hummmm" da Madu. Eu já imaginara que elas estavam tão excitadas quanto eu, mas queria que elas resistissem. Aquela boca gelada percorria todo meu corpo. Ele me virou de frente e começou a me castigar beijando meus seios com uma pedra de gelo na boca. Aquele cachorro sabia como deixar uma mulher excitada. Meus biquínhos estavam duros e possivelmente minha buceta estaria encharcada. Aquele cara não podia tocar minha xoxotinha. Não! Isso já era demais. Mas aquilo estava me tirando o foco de permanecer firme na minha decisão de não ceder nada pra ele. Ouço um gemido alto da Madu...
_Aaaaiiiiiinnnn... Aaaaiiiiiinnnn, meu Deus.
Aquela safada concerteza já estava recebendo linguadas na buceta e estava adorando quebrando o pacto que tínhamos feito de não se entregar a eles. Logo a Fernanda também gemeu...
_Ah, ah, ah, ah, que dlç
Puta que pariu só eu estava resistindo? Pensei.
O cara estava chupando minha barriga que é um dos meus pontos mais fracos e eu estava resistindo. As duas já estavam se entregando para aqueles filhos da puta que modéstia parte sabia dar prazer a uma mulher.

Minha buceta já tomada pela excitação de ser quase tocada, estava inundada pelo meu mel. O cara tinha umas mãos de anjo, eu adorava, reconheço, mas eu sentia um ódio de mim naquele momento por estar excitada e praticamente cedendo pra ele. Embora as duas já tivera se entregado eu não iria fazer nada. Ouvi então a porta se abrir. Pensei instantaneamente que eles levariam minhas amigas pra outro lugar para mata-las. Mas então elas gemiam as vezes tentando resistir às tentações propostas por aqueles demônios. Ouvi mais vozes e tive a certeza que mais gente entrou naquele quarto. Caralho, ainda tem mais homens? Mas o que é isso? Um estupro coletivo? Eu só pensava em me safar dali e ajudar as minhas amigas, mas ao mesmo tempo a língua daquele desconhecido no meu corpo estava me proporcionado algo que raramente eu havia sentido. Me sentia viva pelo fato da adrenalina correr pelo meu sangue e me sentia uma vadia por permitir que aquele fdp me tocasse com sua língua e eu não lhes dar nenhum chute. No momento em que os novos homens entraram no quarto o desgraçado que estava me chupando gostosos enfia a língua na minha buceta, fazendo eu incontrolávelmente gemer alto...
_Ahhhhhh seu fdp. Porque você tá fazendo isso, caralho gostoso? Falei com a voz manhosa e excitada e gozando.
O silêncio deles era sincronizado, no quarto apenas eu, Fer e Madu fazíamos barulhos com nossos gemidos. A luz do quarto estava acesa concerteza e aqueles desconhecidos nos vendo completamente nuas e sem nos dar a chances de ao menos sequer de colocar as mãos nas nossas xoxotinhas pra esconder dos olhos famintos daqueles tarados. Será que eles tinham tara por meninas novinhas? Ou será que eles queriam nos mostrar o prazer proporcionado por alguém que possivelmente teria idade pra ser nosso tio ou pai? Tudo passava na minha cabeça, mas eu sentia que meu corpo já desobedecia minha mente, já era meio impossível da minha parte não ceder. Minhas amigas estavam cada vez mais alucinadas e gostando muito porque eu já fiz amor com cada uma e sabia quando elas estavam excitadas. Por outro lado os gemidos vindo de cada uma se misturava com o estímulo que aquele estuprador me causara, fazendo minha buceta relaxar e a liberar espasmos inconstantes a cada vez ele me chupava e eu sem poder ver nada falei:
_Moço você já tirou a minha roupa, já me fez gozar, está vendo toda a minha intimidade, termina logo com isso e me deixa ir pra casa por favor... Àquela altura eu desejava ser fodida por aquele homem.

Propositadamente intencionado ele me faz gozar em sua boca....
_Fdp eu tô gozando, me chupa mais, chupa meu grelinho, vai, vai
Ele bebendo meu melzinho até o final e penetrando sua língua em mim, sugando cada respaldo que havia na buceta. Impiedosamente sem deixar eu me recompor ele enfia seu pau em mim fazendo eu quase ter um orgasmo duplo. Ele metia e tirava o pau da minha buceta, o fdp aguentava o gozo e sentia tesão em me fazer gozar. Eu por uns instantes esqueci minhas amigas e em "êxtase " sinto outro homem meter o pau na minha buceta. Foi só o tempo de umas estocadas mais fortes e lá vem mais uma gozada minha, melei todo aquele pau com meu melzinho...
_Ah, ah, ah... me fode, fode mais essa bucetinha. Eu te odeio com toda a minha força...-Disse eu com a raiva de me permitir tantos gozos para aqueles homens desconhecidos. Era impossível eu não abrir minhas pernas pra ser fodida. Era impossível não gozar agora com dois homens. Gozei em dois paus!

Fui carregada e deitada de bruços, um deles chupava meu cuzinho e outro meus seios. Seria muito abuso deles, eles já haviam fodido à vontade minha xoxotinha ainda iria comer meu cu? Ahhhhhh não!
_Para! Eu não vou dar o cuzinho, eu nunca dei e não gosto disso. Por favor comam minha bucetinha o tanto que quiserem, mas deixem meu cu fora dessa.
_Xiiiiiiu! Fez um deles.
De nada adiantava eu pedir aquilo, pois instintivamente eles queriam meu cuzinho. Chupadas e mais chupadas eu recebia e todas me excitavam ainda mais. Eu não queria ceder, eu juro! Mas dois machos me chupando como se sentissem fome de mim, me atingiram lá na alma e eu acabei empinando meu rabão pra um daqueles estupradores maníacos facilitando as linguadas dele. Ele meteu a pontinha do dedo no meu cu, eu gritei e como alguém apto a comer cu ele fez aquilo de forma tranquila e carinhosa, me fazendo sentir um tesão diabólico. Ele começou a esfregar a cabeça do pau no meu cu. Logo o cara que chupara meus seios deita na cama e puxa pra cima dele enterrando a pica na minha buceta melada. O outro voltou a pincelar meu cu e carinhosamente forçou a entrada metendo vagarosamente a cabeça daquela tora enorme. Era uma dupla penetração. Nunca na minha vida eu levara duas picas ao mesmo tempo, mas estava bem claro que eu estava gostando de tudo aquilo. Minhas pregas se esticavam a cada socada daquele corno no meu cuzinho. E eu já não tinha mais forças pra contrariar aquela sensação boa e comecei a rebolar nas duas varas. Engoli todas as duas picas e fiz aqueles filhos de uma boa puta gozarem em sincronia e enchendo minha buceta e meu cu de porra eu mais uma vez gozei. Faltava-me o ar e eles desfalecidos ficaram parados ali com suas picas em mim e eu sentia aquilo amolecendo. Segundos depois eles me deixaram na cama e saíram. Em questão de uma meia hora os outros caras ficaram comendo as minhas amigas que por sinal gostavam muito e gemiam que nem cadelas. Terminando o "serviço" saíram e nos ordenaram a tomar banho. Depois de uns minutos tomamos banho, todas em silêncio, apenas nos olhávamos. Ao sair do banheiro observei uma poltrona bem grande perto do cabide, foi lá que a Madu fora estuprada, e sobre essa poltrona estava nossos vestidos e nossas bolsas. Na mesa havia uma cesta com lanches. Nos vestimos depressa e não quisemos comer, não conseguiamos falar nada, mas estávamos contentes em ver todas bem.

Entraram dois homens no quarto totalmente encapuzados, nos vendaram e nos levaram pra van. Isso já era por volta de 23:30 de sábado. Eu pensei no fim. Assim que saímos do quarto nos obrigaram a tomar um suco, tomamos e minutos depois adormecemos. Além de frios eram calculistas, premeditaram exatamente tudo, e seus planos deram certo. Me recordei depois de mais ou menos umas 3 horas no sofá da casa da Madu, olhei pro lado e as duas estavam lá. Aqueles insensíveis nos conheciam... Claro! Eles sabiam que os pais da Madu passariam o fim de semana fora e mais ainda, sabiam que nós três estaríamos juntas. Mas como? Foi simples, eles sabiam de nossas programações para aquele fds, nos sequestraram, nos escravizaram, nos estupraram e ainda sabiam a casa da Madu. Coincidência? Claro que não! Os abusados pegaram as chaves da casa da Madu e tiveram toda calma e cuidado pra ninguém perceber o estranho movimento deles ali na rua.
Era alguém próximo e que nos conhecia. Disso eu tinha certeza. Passei o resto da madrugada em claro tentando assimilar a situação, logo as duas acordaram e nos abraçamos, estávamos com fome e fomos preparar algo pra comer. Bem cedo meu celular toca, já era a vigésima ligação do meu pai. Expliquei que não ouvi quando o telefone tocou, mas estávamos bem eu e as meninas. Fernanda logo ligou pra sua mãe também e disse que estava bem. Não fazíamos idéia de quem eram aqueles homens. Tentamos entender, mas era impossível. Na bolsa da Madu havia um bilhete:
"Vocês são muito gostosas, apesar de novinhas fodem como mulheres experientes. Impossível esquecer a tarde e a noite que tivemos com vocês. Pedimos que se mantenham em silêncio e guardem segredo. E tomem juízo"
Mas era muito abuso mesmo. Nos comeram de todas as formas e ainda nos mandam calar a boca? Vamos na polícia sim! Mas se formos nossos pais iriam nos proibir de sair? Nunca mais nos veríamos? E se essa história fosse parar nos jornais? Iríamos ser a notícia do ano inteiro... nem pensar. Fizemos um juramento de não contar pra ninguém o que tinha acontecido. Era loucura deixar aqueles caras impunhe, não sabíamos quem era, mas sabíamos que foi muito bom a maneira como fomos fodidas. Começamos a rir da situação naquela hora, cada uma contou os detalhes vivenciados, e coincidentemente nós três fomos comidas por dois homens e ambas fizemos dupla penetração. Falamos das tantas gozadas que demos. Aquilo inibia nossa imaginação, logo Fernanda me rouba um beijo, beijei-a com muita vontade e logo Madu entrou na brincadeira, fizemos amor e chupamos nossas bucetinhas até uma gozar na boca da outra. Fodemos com o pensamento na foda deliciosa com os estupradores.

Os pais da Madu chegaram horas depois e nos levaram pra casa. Passamos a noite conversando no whatsapp. Até que literalmente me sentindo ardida e exausta eu pego no sono. Tentei não mudar meu comportamento, não queria que ninguém notasse qualquer diferença em mim, principalmente meus pais. Sempre nos encontrávamos na pracinha eu e as meninas, queríamos ao menos ter uma pista de quem eram aqueles homens. Dois meses se passaram e nada, a única coisa que sabíamos era que eles tinham uma Van preta e eram aptos a cor preta. Mas isso não era pista, afinal existiam dezenas de Vans pretas e centenas de pessoas que se vestiam de preto todos os dias. Já prestes a desistir por uma procura sem retornos decidimos da um tempo nisso, acima de tudo nós só queríamos descobrir quem eram os homens que eram uma "máquina de fazer gozar" no fundo queríamos ser fodidas novamente. Os pais da Madu iriam pro barzinho em frente do local que havia acontecido o show no dia em que fomos sequestradas, pois haveria uma despedida pros engenheiros responsáveis por uma construção subterrânea aqui na cidade e um desses homens era amigo do pai da Madu, eles eram de Goiânia e já estavam na cidade há alguns meses. Maria Eduarda me ligou, pois não queria ir sozinha, eu não estava afim de sair, mas ela implorou tanto que eu acabei indo. Falei com a Fer e fomos pro barzinho. Sentamos numa mesa só nós três. Jogamos conversa fora que nem percebemos a quantidade de gente chegando ali. Um pagodinho ao vivo animava o local, logo o pai da Madu nos chama, e nos apresenta ao seu amigo o Rodrigo, quando cumprimentei esse homem senti o mesmo cheiro do sequestrador, logo olhei pra mesa onde eles estavam e tinha uns 20 homens todos engenheiros e todos de camisa preta. Claro! Eram seis desses filhos da puta que haviam nos estuprado e o Rodrigo era encarregado por toda as informações privilegiadas sobre nossa rotina. A Fernanda e a Madu também notaram como o Rodrigo nos olhava, mas quem eram os outros? Precisávamos descobrir. Alguns deles começaram a sair, eram como se eles andassem em grupos e cada grupo tivesse sua função. No estacionamento no bar nós vimos 4 Vans pretas. Eles estavam lá perto, estavam nos vendo e estavam concerteza lembrando de cada momento em que nos torturaram. Alguns deles se foram ficando somente o Rodrigo e seu grupo. Matamos a charada. Pronto! Eram os seis demônios que nos estupraram, Rodrigo por ser amigo do pai da Madu sabia de muita coisa da família. Cafajestes e calculistas. Senti um ódio e uma enorme vontade de ser fodida por eles novamente. Eram bem simpáticos e tinham entre 35 e 37 anos. Estávamos em choque, fomos pega de surpresa. Não podíamos alarmar por que os pais da Madu estavam ali, por outro lado já sabíamos quem eram os sequestradores e já sabíamos também que eles já iriam embora e só retornariam quase no final do ano seguinte. Todos os seis se levantaram e cumprimentaram os pais da Madu e seguiram pra nossa mesa pra nos cumprimentar. Ficamos em pé nós três ali sentindo raiva, medo, ódio, desejo. Então Rodrigo diz:
_Meninas foi um enorme prazer conhecer vocês. Vocês são lindas e incríveis. Até a próxima. Nos aguardem. Este é Caio, Mário, Júnior, Paulo e Henrique. Todos beijaram nosso rosto e disseram no nosso ouvindo o quanto éramos gostosas.
Que abusados, que inferno! Ficamos sem reação com o choque. Descobrimos depois pelo pai da Madu que eles se alojavam em uma espécie de albergue na estrada. Sim, nós já sabíamos que era na estrada, afinal fomos comidas lá por aqueles filhos da puta gostosos. Voltamos pra casa em silêncio e não acreditando que nossas bucetinhas foram devoradas por aqueles homens.
Cheias de vontade de ter mais uma noite daquela, aguardávamos o retorno deles e mantínhamos as melhores lembranças de um estupro coletivo.



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